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6 - Perigo

Um conto erótico de BiBi
Categoria: Gay
Contém 1236 palavras
Data: 21/09/2026 03:32:15

As horas que se seguiram desde dos acontecimentos do último conto foram de recuperação. Fiquei fisicamente e psicologicamente exausto. Sensorialmente era tinha muita coisa nova que ainda estava processando. Meu cuzinho se alargou de um jeito que eu sentia o ar entrar nele, ainda fiquei colocando porra pra fora mesmo depois dele ter ido embora. Vazada na cueca mesmo depois do banho. O cheiro dele impregnou em mim.

O êxtase foi passando comecei a lidar psicologicamente com aquilo, depois de ter sido humilhado daquela forma (e ter gostado), era difícil pensar em qualquer outra coisa. Era confuso, não tinha sentimento de culpa mas uma dificuldade de voltar para a realidade. Mas o que era realidade afinal? porque do meu ponto de vista eu estava vivendo uma mentira e a verdade era eu ali todo mijado, gozado e arrombado, esse era meu lugar, onde queria estar.

Minha esposa chegou: “Oi, amor, nossa que cara de cansado”, dei uma risadinha envergonhada: “é, o dia foi puxado hoje”. Já fui me explicando sobre a bagunça e ela pouco ligou pra aquilo. Cheiro já tinha saído também de tanto produto de limpeza que usei. Enfim, hora de voltar para a mentira.

Dia seguinte já começou cobrando o preço do dia anterior, eu mal abri meu olho e já senti uma ardência no cu. Não tinha fechado totalmente. Como já citei, me dava tesão apesar da dor, porque era a lembrança na carne do meu dono.

Ele ficou alguns dias sem dar notícia novamente. Eu sentia falta daquela pica mesmo sem condições de sentar nela, era capaz de implorar se fosse possível. No terceiro dia ele me chamou, só que no meu telefone pessoal, onde só a secretária dele sabia: “tem espaço na agenda para receber um cliente na sua casa sábado à tarde?”, ele estava aumentando os riscos, sabia que nesse dia e horário minha esposa estava em casa. Mas de fato eu recebia alguns clientes no meu escritório que era em casa às vezes. Porém, achava que era um trato não falado não envolver família nisso, a gente já se arriscava com a secretária dele, mas era uma pessoa que estava sob suas ordens, tanto que teve o episódio que ele queria liberdade para socar na minha garganta e mandou ela fazer alguma coisa, pois fica a metros da porta do escritório dele e barulho podia chamar atenção.

Pois bem, a situação toda já se desenhou na minha cabeça. Seria algo parecido com o escritório dele, porém, muito mais arriscado. Também tinha a questão que eu não estava sem condições de receber rola no meu cuzinho, a recuperação estava lenta, pois o estrago foi grande. Mas no escritório dele, no horário que a secretária, ele nunca me comia, ele só queria seu depósito de porra disponível. Até fui algumas vezes pronto pra levar rola, mas naquele caso ele não arriscava isso. A única vez que ele me comeu no escritório foi na nossa primeira vez, que foi fora do horário.

Não podia questionar o que ele tinha em mente, mas não estava em condições nem de me preparar para aquilo direito, me restou torcer ele me querer como depósito mesmo.

Chegou o dia, o horário marcado, fiquei esperando interfone tocar, minha esposa percebia algo diferente no ar: “amor, calma, você vai abrir tá suando de nervoso”, respondi: “é que é um cliente muito importante, tem feitos grandes depósitos”, até essa situação com ela ali sentada no sofá onde ele montou em mim igual uma cadela no cio me deixava maluco.

Toca o interfone: “desce”. Chegando lá, ele estava trajado de advogado, terno e tudo mais. Como encontrar ele no escritório. Subimos no elevador e eu já estava com vontade de me ajoelhar ali mesmo e colocar a pica dele na boca. Entrando no apartamento, ele já dá de cara com a minha esposa, ele se apresenta de uma forma extremamente formal. Já estava enlouquecida, porque na presença dele eu viro fêmea, muda até a forma como caminho.

Sem muita conversa entre eles e já fomos pro escritório. Não tinha como trancar a porta, seria estranho, ela iria me questionar depois do motivo. Era uma situação sufocante, a porta só encostada onde ela poderia abrir a qualquer momento, além do fato do escritório estar muito perto da sala, era muito difícil falar qualquer coisa sem que fosse escutado por ela.

Fiquei imóvel, ele estava testando meus limites novamente. Sendo que até agora não apresentei nenhum, tudo foi como ele quis. Ele começou a falar coisas aleatórias como se o assunto fosse trabalho e eu concordando só: “Aham”. Enquanto falava, ele levantou, foi do lado da minha cadeira, não disse nada mas a mensagem estava dada.

A conversa começou a evoluir: “O mercado está muito complicado né,”, enquanto esfregava a cara na pica dele por cima da calça, respondia “é verdade, precisa ser competitivo”, “sim, ainda mais com grandes negócios” enquanto sentia aquele volume aumentar por baixo da roupa. “Preciso entender do que tu empresa é capaz” ele disse, então abri cuidadosamente a fivela do cinto, baixe o zíper, passei de novo a cara na cueca, meu deus, que cheiro maravilhoso. Baixei o suficiente a cueca o suficiente para expor a pica por completo e as bolas. Me deparei com aquela pica já dura e pingando baba, eu amo babinha de pica. “Deixe te mostrar um negócio” falei, como se fosse mostrar alguma coisa no computador.

Segurei bem as bolas, abocanhei aquela rola, comecei a salivar e inconscientemente fazer os movimentos da mamada, suspirando, veio aquele barulho característico de um beijo estralado. Meu deus, será que deu para ouvir? meu coração parou, precisava ter mais cuidado e foi a deixa para ele ocupar o silêncio: “Então com o que você está me mostrando aqui, acho que podemos fazer uma boa parceria.” Completei: “vou precisar de um depósito”.

Parece que aquela brincadeira arriscada deixava ainda mais excitado, depois de falar isso com um sorriso no rosto, ele completou “isso não vai ser problema, mas preciso ver mais disso”. Eu dava meu melhor com a limitação do barulho. Estava muito gostoso, era aquela pica curtida de um dia inteiro dentro da cueca, aquele cheiro entrava pelas minhas narinas e me fazia salivar mais ainda.

Comecei a acelerar os movimentos, percebi o desespero dele, eu sabia que a gozada vinha junto com o urro sempre. Já tinha feito aquilo muitas vezes, sentia as contrações da pica, os jatos já estavam por vir. Tinha outra questão que não podia levar uma gozada na cara e sair igual uma puta da ali, então ele precisava leitar tudo dentro da minha boca, sem deixar uma gota para fora.

Agonia dele estava aumentando, vi ele mordendo a própria mão e então veio aquela porra espessa tudo dentro da minha boca, mas conseguia ir sentido o gosto, já fui logo engolindo, igual uma bezerrinha recém nascida. Zero gotas desperdiçadas, zero bagunça. Ainda deixei a pica dele lustrosa com a língua, então ele guardou na cueca, logo se arrumou e soltou: “então, acho que é isso, negócio fechado”, claro, “respondi”.

Saímos do escritório, ele se despediu da minha esposa e foi embora. Ela falou: “nossa, foi rápido né? mas aí, tudo fechado”, de fato, tudo isso aconteceu em questão de 15min, respondi: “sim, ele já fez o depósito, inclusive”.

Cenário todo posto para essa relação ser duradoura. Se gostou comenta que continuo contando tudo que aconteceu e o status atual.

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Comentários

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Que delicia e que sorte, tomou o leitinho e ainda descansou o cuzinho.

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