A mensagem chegou num domingo à noite, quando Marcelo já tinha engolido a solidão e aceitado que Thais tinha sumido de vez.
“Vem. Trouxe baseado. Como daquela vez.”
Só isso. Sem carinho, sem desculpa. O mesmo jeito seco e direto que sempre o deixava duro só de ler.
Ele não respondeu. Pegou o carro, dirigiu como um animal no cio e em dezenove minutos estava na porta do sétimo andar. A chave antiga ainda girava na fechadura. Ele abriu.
Thais estava esperando só de camiseta branca fina, sem calcinha, sem sutiã. Os seios pequenos marcavam o tecido, os mamilos já duros. As coxas nuas, a buceta raspada quase por completo, só um fio de pelos no alto. O cheiro dela — suor leve, perfume velho e algo mais úmido — bateu nele antes mesmo dela falar.
— Entrou e fecha a porra da porta — ordenou ela, a voz rouca.
No sofá, o baseado já estava enrolado, grosso, cheio. Ela acendeu, puxou fundo, segurou a fumaça até os olhos lacrimejarem e soltou na cara dele. Marcelo agarrou o baseado, traguei como se fosse ar, sentiu a brisa quente descer e o corpo inteiro ficar pesado e faminto ao mesmo tempo.
Eles fumaram em silêncio só o tempo suficiente para a maconha subir. Quando a brasa estava no meio, Thais se virou, agarrou o cabelo dele na nuca e puxou com força, beijando-o como se quisesse arrancar a língua. Dentes, saliva, mordida no lábio inferior até quase sangrar. Marcelo revidou, mordeu de volta, chupou a língua dela e empurrou a mão para baixo, sob a camiseta, agarrando a buceta já encharcada. Dois dedos entraram de uma vez, fundos, sem carinho. Ela gemeu alto contra a boca dele.
— Abre essas pernas agora — rosnou ele, curvando os dedos e esfregando o ponto g com violência. — Seis meses sem essa buceta e você já está assim?
Thais riu, um riso rouco e sujo, e empurrou os quadris contra a mão dele.
— Cala a boca e chupa essa buceta, porra. Quero sua língua fundo.
Marcelo a empurrou para trás no sofá, rasgou a camiseta pelo colo (ela não reclamou) e enterrou o rosto entre as pernas dela. A língua bateu no clitóris inchado e ele chupou com força, quase puxando o botãozinho para fora. Thais gritou, as coxas se fechando na cabeça dele. Ele abriu as pernas dela com as mãos, os dedos cravados na carne, e enfiou a língua dentro, fodendo-a com a boca enquanto o nariz esfregava o clitóris. O gosto era forte, ácido, viciante. Ele chupou os lábios, mordeu de leve, depois voltou a sugar o clitóris com pressão constante enquanto dois, depois três dedos entravam e saíam com estalo molhado.
— Isso… chupa mais forte… me engole inteira — gemia ela, a voz já embargada.
Thais gozou rápido, o corpo se contorcendo, um jato quente escorrendo pela boca e pelo queixo dele. Marcelo não parou. Continuou lambendo e chupando enquanto ela tremia e puxava o cabelo dele com força, quase arrancando.
— Agora a minha vez — rosnou ela, a voz embargada. — Quero esse pau engasgando minha garganta.
Ela desceu para o chão de joelhos, abriu o short dele com violência e engoliu o pau grosso de uma vez. A cabeça bateu na garganta. Thais engasgou, saliva escorrendo pelo queixo e pelo pescoço, mas não recuou. Empurrou mais fundo, a garganta se abrindo, os olhos marejados. Marcelo segurou a cabeça dela com as duas mãos e fodeu a boca com força, estocadas curtas e profundas, ouvindo o som molhado e o engasgo dela. Lágrimas escorriam, saliva pingava no chão, e ela ainda olhava para cima, desafiando.
— Mais fundo… engole tudo… — ordenou ele, apertando a nuca dela.
Quando ele quase gozou, puxou o pau para fora. Um fio de saliva ligava a boca dela à glande.
— De quatro. Agora. E não fecha a boca.
Thais obedeceu, subiu no sofá de quatro, a bunda empinada, a buceta inchada e brilhante escorrendo. Marcelo deu um tapa seco e forte na nadega direita. O som ecoou. A pele ficou vermelha imediatamente.
— Conta — mandou ele.
— Um… — gemeu ela.
Outro tapa, mais forte, na esquerda.
— Dois… porra…
Ele deu mais três, quatro, cinco, seis, sete, cada um mais seco e preciso, até as duas nadegas estarem quentes, vermelhas e marcadas. Thais tremia, a buceta contraíndo a cada impacto.
— Mais… me bate mais — pediu ela, a voz rouca.
Marcelo deu mais quatro tapas pesados, o último fazendo ela gritar. Só então ele enfiou o pau de uma vez, até o fundo, sem aviso. Thais gritou, o corpo avançando com o impacto. Marcelo agarrou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás com força e começou a meter como se quisesse arrebentar. Estocadas longas e brutais, a pele batendo na pele com estalo molhado, o pau sumindo inteiro a cada investida. A outra mão desceu e apertou o pescoço dela pela frente, os dedos fechando devagar, cortando o ar o bastante para ela sentir a pressão e o coração acelerar.
— Respira quando eu deixar — rosnou ele no ouvido dela, apertando mais um pouco.
Thais gemia abafado, o rosto avermelhado, os olhos semicerrados de prazer. Ele soltou o pescoço só o suficiente para ela puxar ar e apertou de novo, enquanto metia sem piedade.
— Isso… me fode… me sufoca… mais forte, caralho… — gemia ela, a voz rouca e quebrada entre engasgos.
Ele acelerou. O sofá rangeu. A buceta dela fazia barulho obsceno, molhada demais, engolindo e cuspindo o pau a cada estocada. Marcelo soltou o cabelo, agarrou os dois quadris com força e meteu ainda mais fundo, as bolas batendo nela. Ao mesmo tempo a mão voltou ao pescoço, apertando com ritmo, controlando a respiração dela. Thais gozou de novo, o corpo se contraindo violentamente, um gemido longo e animal escapando enquanto o líquido escorria pelas coxas.
Marcelo não parou. Continuou fodendo através do orgasmo dela, mais rápido, mais sujo, o aperto no pescoço alternando com tapas secos na bunda já vermelha.
— Aguenta… você pediu por isso — rosnou ele.
Então a puxou para trás, sentou e a enfiou no colo de costas, o pau entrando de novo até o fundo. Thais rebolou com violência, a bunda batendo na virilha dele. Ele segurou o pescoço dela por trás com uma mão, apertando, enquanto a outra descia para o clitóris e esfregava com força.
— Goza de novo. Quero sentir essa buceta me espremendo enquanto eu te sufoco.
Ela gozou pela terceira vez, o corpo inteiro tremendo, a buceta espremendo o pau dele em espasmos, o ar falhando na garganta. Marcelo sentiu as bolas subirem. Segurou os quadris dela com força bruta, apertou o pescoço mais uma vez e gozou fundo, jatos quentes e grossos enchendo ela, transbordando imediatamente e escorrendo pela bunda e pelas bolas dele.
Thais não desceu. Continuou rebolando devagar, espremendo o pau ainda latejante, fazendo o sêmen sair mais. Só quando ele amoleceu um pouco ela se levantou, ajoelhou de novo e limpou tudo com a língua: o pau, as bolas, a própria buceta escorrendo. Lambidas longas, chupadas sujas, engolindo o que sobrava.
— Ainda tem gosto de mim… e de você — murmurou ela, a voz rouca.
Marcelo a puxou de volta para o sofá, a deitou de costas, abriu as pernas à força e enfiou a língua de novo na buceta destruída, lambendo o próprio gozo misturado com o dela. Enquanto chupava, a mão subiu e apertou o pescoço dela de novo, controlando o ar enquanto a língua trabalhava. Thais gemeu, os dedos cravados no cabelo dele, e gozou pela quarta vez, mais fraca, o corpo ainda sensível demais, o rosto vermelho da pressão.
Quando finalmente pararam, o sofá estava manchado, o cheiro de sexo, suor e maconha era quase sólido no ar. Thais estava marcada: bunda vermelha de tapa, pescoço com marcas dos dedos, lábios inchados, buceta aberta e escorrendo. Marcelo estava com o pau ainda semi-duro, coberto de saliva e porra.
Ela acendeu o que restava do baseado, puxou fundo e passou para ele. A fumaça saiu pela boca dela misturada com um sorriso sujo.
— Amanhã você vai sentir isso andando… e respirando — murmurou ela.
Marcelo soltou a fumaça, olhou para a buceta dela ainda aberta, passou a mão pelo pescoço marcado dela e respondeu só com dois dedos entrando de novo, sem cerimônia, enquanto a outra mão apertava de leve a garganta.
— Então aguenta mais uma. E não esquece de pedir quando quiser que eu aperte mais.