O Boteco do Juiz, aquele lugar simples no Tiquatira, nunca mais seria o mesmo pra nós. A gente foi só pra ouvir pagode e comer bolinho de bacalhau, mas acabamos voltando pra casa de madrugada com dois novos contatos no celular e aquela sensação boa de noite que começou simples e virou uma puta orgia.
Prazer, somos o Casal Apimentados. Quem escreve sou eu, a Lúcia. Nomes fictícios, por motivos que qualquer casal liberal entende.
Eu: 1,72 de altura, loira natural, olhos verdes, seios fartos e umas coxas grossas que o meu marido elogia há vinte e três anos. Quarenta e três anos.
Ele, Jorge: negro, 1,85, corpo forte sem ser musculoso, mesma idade que eu, hetero assumido e dono de uma rola grossa que me satisfaz faz décadas.
Chegamos no boteco por volta das nove, o lugar já cheio, o cavaquinho tocando bem alto. Foi quando reparei no casal na mesa ao lado. Ela, negra, trinta e seis anos, cabelo cacheado grande, vestido florido leve, risada gostosa. Ele, branco, quarenta anos, magro, óculos, jeito tranquilo. Vou chamar eles de Cauê e Marina.
A conversa fluiu, as mesas se aproximaram, e a Marina foi ficando cada vez mais próxima. Em determinado momento, com a mão na minha coxa debaixo da mesa, ela perguntou:
— Vocês curtem coisa diferente? Tipo, sair com outro casal, essas coisas?
Eu ri, já sentindo o calor subir entre minhas pernas.
— Curtimos, sim. Como você percebeu?
— Instinto — ela respondeu, sorrindo.
Fomos pra casa deles, uma cobertura aconchegante. O Cauê abriu uma garrafa de vinho, mas a gente não bebeu muito. A Marina sentou ao meu lado no sofá, com a mão na minha perna, olhando pra mim com aquele mesmo brilho que eu tinha visto na roda.
— Posso? — ela perguntou.
— Pode.
Ela me beijou devagar, com a língua já dançando com a minha, as mãos subindo pelas minhas coxas até encontrar meu buda molhado. Eu retribuí, tirando o vestido dela e descobrindo seios negros e firmes, com bicos duros como azeitonas. A gente se despiu ali mesmo, no meio da sala, enquanto os homens assistiam, já com os paus duros.
A Marina me levou pro quarto, e foi ali que a noite ganhou outra intensidade. Ela me deitou na cama e começou a me beijar toda, descendo lentamente pelo meu corpo. Quando chegou na minha buceta, não fez cerimônia. Abriu minhas pernas com as mãos e mergulhou com a língua, chupando meu clitóris como se fosse um doce. Eu gemi alto, segurando a cabeça dela contra meu xoxota.
— Senta na minha cara, gostosa — ela pediu.
Eu não pensei duas vezes. Me sentei nela, sentindo sua língua entrar fundo em mim, enquanto eu esfregava minha buceta em sua boca. Fiquei assim até gozar, esvaziando meu mel em sua língua, nos lábios, no queixo dela.
Quando me recuperei, vi que os homens já estavam nus também. O Jorge estava com a Marina, e o Cauê comigo. O Cauê me beijou, suas mãos já explorando meu corpo.
— Sua mulher é maravilhosa — ele disse pro Jorge.
— E a sua também — meu marido respondeu, já com a rola na mão, batendo nela enquanto beijava a Marina.
O Cauê me beijou com vontade, suas mãos nos meus seios, beliscando meus mamilos. Desceram, encontraram minha buceta ainda molhada.
— Posso provar? — ele perguntou.
Eu só balancei a cabeça, abrindo mais as pernas. Ele desceu, e sua língua era diferente da da Marina - mais rápida, mais insistente. Ele chupava meu clitóris enquanto metia dois dedos em mim, me fazendo gemer de novo.
Do outro lado da sala, ouvia os gemidos da Marina enquanto o Jorge a comia toda. Ele adora chupar buceta, e eu podia dizer que a Marina estava gostando.
— Chupa essa rola, negra — ouvi meu marido dizer.
Olhei e vi a Marina de joelhos, engolindo a pica do Jorge. Ela chupava com vontade, com a mão na base, a cabeça subindo e descendo. O Jorge segurava sua cabeça, guinchando de prazer.
O Cauê percebeu que eu estava observando e se levantou, trazendo sua rola perto do meu rosto. Não era tão grande quanto a do Jorge, mas era grossa e com uma glande rosada que brilhava de tesão.
— Chupa pra mim, loirinha — ele pediu.
Eu abri a boca e deixei ele entrar. Ele começou a foder minha boca, devagar no começo, depois mais rápido, mais fundo. Eu engolia até a base, sentindo ele bater no fundo da minha garganta. Enquanto isso, minha mão encontrava minha buceta, e eu me masturbava, sentindo o gosto da rola dele na minha língua.
A noite virou uma orgia mesmo, sem pudores, sem vergonha. A gente trocava de parceiros, experimentava posições, gemia alto, xingava. Fui de quatro pro Cauê enquanto chupava a buceta da Marina, que era comida pelo Jorge. O Cauê me pegava com força, suas mãos nas minhas quadris, me batendo com força.
— Sua buceta é apertada, caralho! — ele gemia.
— Enche essa buceta, porra! — eu respondia, sentindo a rola dele bater fundo em mim.
Em determinado momento, a Marina me pediu pra deitar de costas. Ela se sentou na minha boca, e o Jorge me comeu enquanto o Cauê me chupava os seios. A gente formou uma cadeia de prazer, com gemidos e palavrões ecoando pelo quarto.
— Vem porra, goza nessa boca! — ouvi a Marina pedir pro meu marido.
Ele não demorou. Vi ele se contorcer, gemer alto, e depois esguichar todo o leite dele na boca da Marina. Ela engoliu tudo, depois me beijou, passando um pouco do leite do Jorge pra mim.
A noite continuou, com a gente experimentando de tudo. Fui comida pelos dois ao mesmo tempo, uma rola na buceta e outra na boca. O Jorge me comeu no banho, com a água quente escorrendo pela gente.
Perto das três da manhã, a gente já estava todo mundo naquela cama, embolados. O Jorge me achou com o olho no meio de tudo aquilo, como sempre acha, e sorriu daquele jeito que eu conheço de cor.
— Tá gostando, amor? — ele sussurrou no meu ouvido.
— Tô — respondi, já sentindo o calor de novo. — Vamos pro final grande?
Ele sorriu e chamou os outros. A gente se arrumou em círculo, com a Marina de costas pro Cauê e eu de costas pro Jorge. Eles começaram a nos comer juntas, enquanto a gente se beijava, se tocava.
— Vem, porra, goza nessas bucetas! — a Marina pediu.
Eles gozaram juntos, enchendo nossas bucetas com o leite quente. A gente se beijou, misturando nossos sucos, nossos gemidos, nosso prazer.
Terminamos a madrugada ali, os quatro, conversando na cama antes de qualquer um pensar em dormir, comentando a sorte de ter esbarrado uns nos outros justamente naquela mesa, naquele sábado qualquer.
Saímos de lá quase seis da manhã, com o sol já nascendo sobre o Tiquatira, e a Marina e o Cauê nos deram um abraço apertado na porta, trocando contato, já combinando de se ver de novo em breve.
No caminho de volta pra casa, caminhando devagar pelas ruas ainda vazias, o Jorge comentou, rindo
— A gente foi só ouvir pagode.
— E olha no que deu.
— Boteco do Juiz, hein. Nunca mais eu vou olhar pra esse lugar do mesmo jeito.
A gente ainda sai com o Cauê e a Marina de vez em quando, e sempre que passa perto do Boteco do Juiz numa sexta-feira, o Jorge dá aquele sorriso sabido, olhando pra mim, sem precisar dizer nada.
Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.
Casal Apimentados
