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Encontro Marcado - 5

Um conto erótico de 50tão Completo
Categoria: Homossexual
Contém 1182 palavras
Data: 21/09/2026 00:07:34
Assuntos: Anal, Boquete, Homossexual

Ao chegar fui direto a cozinha para guardar as compras e por os vinhos na adega climatizada. Depois fui procurar aqueles dois já com a ideia de que estava fodendo... E não errei, pois ao entrar no quarto vi o Negro por trás do Roberto que estava com a cara em um travesseiro e com a bunda empinada para facilitar a penetração. Sua cara era de dor, mas tinha também um sorrisinho que entregava sua satisfação por ter seu cu invadido. Eles nem perceberam minha presença, e como eu ainda estava vestido me despi rapidamente enquanto eu ouvia os gemidos ficarem cada vez mais alto e o Roberto pedir: tira, tira que você está me matando... dói demais. Aí resolvi entrar em ação: fui por trás do negro e com minha mão apertei levemente seu saco e fui subindo para o pau. Fiz com que ele desengatasse do meu macho e me pus de joelho iniciando um boquete rápido intenso e muito molhado. Vi que ele estava gemendo e senti as jatadas em minha boca. Era uma porra densa, grossa e muito gostosa, que eu degustei e engoli tudo.

Eu disse: Boa tarde... nem para me esperar né? Eles riram e disseram que essa já era a segunda. E o Negro me perguntou olhando em meus olhos: Por que a demora? Eu disse que a Débora (esposa dele) era muito falante e que quis me mostrar todos os pontos turísticos e vistas da região. Ele me disse: há que bom pois eu achei que você teria comido ela. Eu ri e disse que ela era muito gostosa, mas que não me deu lado para isso... rimos e descontraímos depois.

Isso já eram 17:30h e todos estavam com fome, então fomos a cozinha fazer algo para comermos e bebermos. Depois fomos para a piscina onde ficamos jogando conversa fora, até que a Debora ligou e pediu que o marido voltasse para casa. Nos despedimos e quando ele saiu eu disse para o Roberto: Enfim sós! Rimos e ficamos conversando e bebendo até que vi seu pau dando sinais de vida. Me animei e disse que seria um desperdício não usarmos e já fui indo em sua direção ele me recebeu com um abraço carinhoso já nos beijamos ardentemente. Eu pedi que fossemos para o quarto, mas ao passarmos pela cozinha eu fui surpreendido com ele me segurando e me fazendo apoiar na pia enquanto já se posicionava atras de mim, pegou um pote de manteiga que usou como lubrificante. Posicionou aquela cabeçorra em minha olhota e me penetrou forte! Eu gemi, gritei e tentei sair daquele enrabamento. Mas ele era mais forte e me segurou enquanto me fodia com selvageria. Meu cu que já estava inchado e machucado agora estava sendo literalmente arregaçado. Eu gritava, gemia e em um momento até chorei de dor. Como ele não parava e nem cedia as minhas suplicas achei melhor relaxar e deixar ele acabar... Sua selvageria só aumentava, parecia que ele estava com raiva, até que gozou como um louco urrando e dizendo que eu era DELE!

Após desengatar de mim eu cai e fiquei em posição fetal pois a dor era grande, e ele veio e se ajeitou para que eu deitasse em seu colo. Me acariciou e disse que teve muito ciúmes de eu ter dado ao negro. E me perguntou olhando em meus olhos com um olhar muito sério: Você comeu a Débora? Eu não respondi e apenas ri, ele entendendo riu também e pediu como foi. Quando eu disse que ela havia gozado duas ou três vezes ele alto dizendo: Sabia que ele não a tratava como ela merece. Nos levantamos ele foi para a piscina enquanto eu fui me lavar. Ao chegar na piscina ele riu por eu estar de bermuda, e ele contei que havia passado muita pomada e que meu cu estaria interditado por um tempo. Ele riu me abraçou e enquanto nos beijávamos eu ouvi a campainha. Paramos com a pegação o Roberto se enrolou na toalha enquanto eu fui ao portão. Ao abrir vi que era a Debora e ela me disse que seu marido havia tinha ido a policia pois eles haviam visto dois sujeitos tentando invadir a sua casa. Como ela ficou sozinha pediu para ficar junto a nós. Então a fiz entrar contamos ao Roberto e fomos para dentro da casa. Nos sentamos no sofá da sala e ficamos conversando e tomando vinho. O papo fluía e ela estava sentada bem próximo a mim, em um momento repousou a mão em minha coxa, e me olhou com tesão. O Roberto leu a dica e disse que iria ao banheiro e depois abriria mais vinho. Foi só ele sair que ela me agarrou em um beijo quente. Nos agarramos e ela já foi tirando o vestido e ficou apenas de calcinha. Se ajoelhou em minha frente e iniciou um boquete absurdamente bom...Ouvi a garrafa ser aberta na cozinha e ouvimos os passos do Roberto. Ela nem ligou e continuou o boquete. Ao cegar ele serviu as três taças se ajoelhou atras dela acariciou suas costas e seus seios que balançavam com seu movimento. Ele pôs o dedo em sua buceta que estava enxarcada, só arredou a calcinha para o lado e meteu nela e gemeu e me olhou com cara de puta revirando os olhos de tanto tesão. Se mexeu empurrando o Roberto para o chão e subiu nele cavalgando naquele pau. De onde eu estava vi o seu cuzinho subindo e descendo. Aquilo me deixou louco, corri a cozinha peguei o pote de manteiga e lubrifiquei sua olhota, enfiando meu dedo por diversas vezes. Ela estava aceitando sem reclamar então besuntei o seu cuzinho e minha pica e posicionei meu pau em sua olhota. Como não ouve resistência eu a enrabei. Ele gemeu alto e até gritou, mas não me pediu para parar e nem para tirar. Eu continuei ali, aquele cuzinho era muito apertado e me fazia querer gozar logo. Me concentrei movimentei e a foda corria solta. O Roberto saiu de baixo ficou em pé, ela olhou para trás e disse: eu quero tomar no cu! Acelerei as estocadas enquanto ela chupava o Roberto, eu também dedilhava sue clitóris. A apertei enfiei o mais fundo que pude naquele cuzinho e avisei que gozaria, ela só gemia e tremia, senti que gozou enquanto recebia minha porra em seu rabo, no mesmo momento em que meu macho enchia sua boca de porra. Ficamos assim por um momento, ele se sentou ela se levantou e eu fui pagar as taças. Estávamos bebendo, quando o celular dela tocou e era seu marido procurando por ela. Ao saber que estava conosco ele veio até nós. Contou que a policia estava em ronda na região, que era melhor trancarmos todas as portas e janelas. Ficamos até muito tarde os quatro conversando, bebendo e comendo. Quando eles foram embora já passava das três da manhã. Eu e meu macho trancamos a casa, e fomos nos deitar. Eu novamente fiquei em seus braços como uma conchinha e dormi.

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Meu amigo. Cadê você, ansioso pelo final desse encontro. O que está acontecendo?

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