Eu resolvi retomar contato com um antigo bully do meu corninho, chamado Janilson (nome fictício, mas parecido com o verdadeiro) . Eu já tinha traído ele várias vezes e queria testar o limite, ver até onde ele ia fingir que não sabia da minha traição e continuar calado, então eu tinha que jogar pesado.
Janilson era um moreno baixinho, magricelo, que na época da escola tirava muita onda com meu namorado, o que fazia eles não se darem bem. Não era violência física, ele era só um provocador que ficava fazendo piadinhas pra chamar a atenção, mas eu sabia que meu namorado ficava incomodado. Então estava na hora de testar se ele tinha limites pra se fazer de doido sobre meus amantes, já que esse era o fetiche dele e sonhava que eu o traísse com negros roludos constantemente.
Chamei o Janilson pra ir na casa dele, com a desculpa de uma reconciliação entre os dois. Não avisei, ele chegou lá de surpresa. Meu namorado ficou meio chocado e até um pouco deslocado, mas eu comecei botando panos quentes entre os dois, lembrando os tempos antigos, viagens de escola, festinhas etc.
Os dois até que se deram bem por um tempo, mas como o Janilson era um provocador metido a engraçadinho, começou a fazer as mesmas piadas e zombar do meu namorado. Pra incentivar, eu dava risada e concordava, pra provocar ainda mais meu namorado, que ficou zangado e acabou respondendo o Janilson com uns insultos, o que deixou o clima mais pesado.
Nessa hora eu até pensei se deveria realmente continuar e se ele não tinha ficado incomodado de verdade, então, após meu namorado se retirar da sala e ir pro quarto, fui atrás dele. Pedi desculpa e perguntei se ele estava bem, ele disse que sim, conversamos um pouco e eu comecei a perceber que ele não estava bem zangado, mas queria criar desculpas pra me deixar sozinha com o Janilson.
O volume na cueca dele, que deveria estar fantasiando sobre eu e o seu bully, era evidente. Então eu mudei de ideia de novo e resolvi seguir em frente, dizendo pra ele não se preocupar que iria resolver tudo entre eles, soltando um: "Vou dar tudo pra ele, tá amor? Quer dizer, dar tudo de mim pra resolver?" e ele, como um corninho que tava adorando tudo, concorda. Eu só pedi pra ele não ir pra sala, pois poderia atrapalhar. E disse:
- Amor, você pode só pedir uma pizza pra gente? Eu vou ficar bem cansada de dar pra ele. Dar um sermão pra ele te respeitar!
- Tá bom, amor.
- Obrigado, cornin... AMOR! (eu fui tão descarada dessa vez que ele não se aguentou e até deu risada da minha cara de pau).
- O que foi amor, tá rindo de que? - Eu disse.
- Nada não, pode ir lá.
- Vou usar minha boquinha pra resolver, tá bom? Pra conversar, amor, não pensa besteira!
Ele riu de novo e até eu dei risada, sem aguentar o teatrinho.
- Tá certo, princesa, pode ir.
- Tá bom amor, não vou deixar ele botar mais apelido em você, tá? Ele vai botar só em mim, que eu vou deixar ele botar. Ok?
Ele concordou, olhando minha carinha segurando o riso e eu saí do quarto.
Voltei pra sala e falei com o Janilson, mas eu resolvi trair meu namorado não só fisicamente, mas também moralmente. Disse que ele tinha saído (tinha uma porta pelos fundos) e que não voltaria por um bom tempo, então comecei a dar razão pro Janilson em tudo. Dizendo que ele estava certo, que meu namorado era muito mimizento e que não aguentava uma brincadeirinha, que tinha gostado das piadas dele. E eu dizia isso agindo que nem uma putinha, sentada no colo dele, com os braços ao redor. Ele foi inflando seu ego e começou a se orgulhar de como era engraçado mesmo e que não estava errado, ele mesmo sempre foi zoado por ser feinho, com dentes tortos, magricelo e baixinho (ele era menor que eu até e acho que inclusive pesava menos). Dava pra ver o ar de superioridade na cara dele.
Resolvi avançar as coisas e dizer:
- Acho que você deveria ensinar uma lição pra ele.
- Você quer que eu bata no seu namorado?
- Não, claro que não. Mas sabe o que deixaria ele irritado?
- O que?
- Se você me comesse.
Ele me olhou surpreso.
- Peraí, tá falando sério?
- Sim, meu namorado foi bem babaca com você e eu te ajudaria a dar o troco e me redimir por ele. - eu disse, botando a mão por cima do seu short no seu pau.
O Janilson ainda me olhava como se não acreditasse, com uma expressão de choque.
- Que foi, tá com medo dele? - eu provoquei.
- Eu? Medo? Kkkkkk
- Ué, você tá com medo dele ser melhor que você na cama, não é? Aposto que o pau dele é maior.
Aquele moreno, com o ego machucado, respondeu prontamente, botando o pau pra fora.
- Ah é? É menor?
- Nossa, o seu é bem maior que o dele! (não era, mas eu tava atuando).
- Tá vendo? Eu sou bem melhor!
- Ah, mas aposto que ele beija com mais pegada, acho que você nem aguenta me pegar no colo...
Eu disse, fazendo um jeitinho meigo de menininha. Ele responde me levantando no ar, que me fez soltar um gritinho de surpresa e enfia a língua na minha boca.
Eu usava uma sainha solta, que levantava com o vento mostrando minha bunda, de cor amarela e preta, xadrez. Uma calcinha branca, com uma camisa de alça preta. Ele usava um short de time, uma camisa branca e chinelo. Mesmo após alguns anos, ainda era muito magricelo, com o cabelo crespo curtinho, os braços e pernas finos, mas até que tinha um pau médio meio grossinho. E tinha sim pegada. Me segurava no ar, chupando minha lingua e mordendo meus lábios.
O safado então me joga no sofá e monta em mim, continuando me beijando. Ele inclusive ficou tão atiçado que bombava em mim com roupa e tudo, seu pau duro batendo na minha calcinha.
Ele tirou minha saia, camisa e sua roupa, doido pra meter logo. Eu olhei aquele corpo e achei interessante. Ele era bem magro, mas tinha um peito, barriga, coxas, virilha bem peludos. Não era uma moita, parecia ter sido depilado recentemente, mas era cabelo em todo canto, aqueles pelos encaracolados, com o peito e virilha mais escuros do excesso de cabelo.
Não perdi tempo e caí de boca no seu pau. Sua virilha tinha um cheiro forte de suor pelo excesso de pelos. Comecei a chupar a cabecinha do pau, com meus lábios projetados como bico de pato, acoplando a glande do pau dele no meio e babando bastante.
- Hmmmmm, meu namorado frouxo não tem um pau tão gostoso!
- Tá vendo, putinha! Eu disse que sou melhor!
- Hmmmm, você é! Bem mais engraçado também, ele é um fresco!
- Hahaha, então bora ensinar pra ele!
- Sim! Vamos dar uma lição naquele corno!
Ele segura minha cabeça e fode minha boca, me fazendo engasgar. Mas estava doido pra meter, então botei uma camisinha no pau dele e me virei, com as costas pra ele, deitada no sofá. Ele veio por cima, encostando sua virilha na minha bunda e atolando o pau na minha xota e começou a meter.
- Aiiiiii! Mete! Ensina esse corno que ele é fresco e um frouxo!
- Toma, sua putinha! Rebola no meu pau, cachorra!
- Hmmmmmm, faz piada com meu namorado corninho!
- Seu namorado é um nerd esquisito! E você é uma cachorra!
- Isso! Humilha esse nerd!
- Seu namorado é um frouxo que não aguenta uma brincadeirinha! Por isso tá chorando por aí e eu tô metendo na mulher dele!
- Hmmmmm, ensina pra ele quem é que manda aqui, Janilson!
- Sou eu que mando porra! - e metia mais forte e rápido, segurando minha cintura. Minha bunda era bem maior que a cintura dele, então eu sentia a virilha e uma parte das coxas em cima de mim.
- Aiiiiii, isso! Ele tem inveja de você porque você é um negão forte e ele é um branquelo esquisito!
- É isso aí, teu namorado é um esquisito!
- Isso, negão! Come a namoradinha desse nerd!
- Toma, sua putinha! Sempre soube que gostava de negão! Esse corno não consegue apagar teu fogo né?
- Não! Ele não consegue porque é um frouxo! É por isso que eu traio ele com todo negão que eu conheço!
- Hahaha! Então você bota chifre nele?
- Sim, o tempo todo! Só negão apaga meu fogo! Ele é um nerd frouxo que não consegue satisfazer a própria mulher!
- É porque só negão é homem de verdade, sua puta! - e plaft no meu rabo.
- Isso! Eu adoro trair esse corno com negão! Ele é um frouxo e não faz nada! Porque não é homem de verdade!
Eu tinha me posicionado em um angulo que eu e o Janilson ficávamos meio que de costas pro corredor, mas eu sabia que tinha um canto que dava pra ver e eu olhava discretamente, confirmando que ele tava ali sim, escondido na quina da parede, assistindo tudo com o pau na mão. Eu dava um showzinho e rebolava no pau do bully que perseguia meu namorado, destruindo o resto da sua dignidade, deixando o maior inimigo dele me fazer gemer e gozar, enquanto humilhava meu namorado e pedia para o seu bully humilhar também, concordando com todas as ofensas.
Do angulo que meu namorado assistia, não dava pra ver a pica do negão entrando, mas ele tinha uma visão privilegiada do meu corpo branquinho, deitada, pressionada contra o sofá, com um negro magrelo e peludo macetando sua rola em mim. Até que o Janilson se deita completamente em cima de mim, metendo ainda mais fundo, seu braço ao redor do meu pescoço. Dava pra ver minha bunda loira e larga sobrando pros lados, meus braços segurando no apoio do sofá, tentando sobreviver aquela meteção com um neguinho magrelo, mas bem forte, agarrado a mim e me esmagando contra o sofá com a violência da sua metida.
Eu gemia e insultava meu namorado, sempre contrastando com os elogios que fazia ao comedor, que o ensinava uma lição por ser frouxo. O desrespeito era constante e vi meu namorado, no cantinho, acabar gozando e se retirando pra limpar, alguns minutos em seguida ele volta, mas ainda de pau duro, de tanto tesão de ver aquilo na sua frente.
O Janilson comia bem forte minha buceta, mordia meu ombro e me xingava, completando os xingamentos com um tapa na raba. Eu rebolava toda vez que ele me batia, convidando-o a dar mais tapas, que era o que ele fazia.
Depois de meter bastante, eu me virei, ficando de barriga pra cima. Ele continuou por cima, mas agora eu olhava pra ele e conseguia ver mais diretamente meu namorado no cantinho, o neguinho peludo, bully do meu namorado, me beijava, chupava meus peitos e deixava mordidas e chupões vermelhos em todo canto. Eu dei um sorrisinho, querendo apimentar ac coisas com um joguinho.
- Tive uma ideia, vou ligar pro corno! Mas você não pode fazer barulho!
- Peraí, pra valer? Kkkkkk, liga vai!
Eu sabia que se eu ligasse, o telefone dele ia tocar e acusar que ele estava na casa, então mandei uma mensagem pedindo pra ele me ligar. Ele se afastou um pouco e ligou, eu atendi e comecei a provocar.
- Amor, você é muito idiota! Ficou com raiva e deixou a gente aqui, mas o Janilson tá metend-, me entretendo!
O Janilson deu uma gargalhada com minha provocação, eu fazia um showzinho pedindo silêncio pra ele, como se estivesse preocupada que meu namorado fosse perceber. O corno manso, que sabia que eu estava encenando, seguiu o roteiro e foi falando, perguntando o que a gente estava fazendo.
- Ah, amor, você sabe que o Janilson é cheio de piadinha, você foi embora e ele ficou sem ninguém pra meter o pau, então ele tá metendo o pau em mim aqui!
O Janilson olhava pra mim sem acreditar, eu pedia silêncio, com uma risadinha cara de pau e dizia pro negão:
- Calma, ele é frouxo demais pra perceber que você tá me comendo, não estraga tudo! - eu dizia, fingindo que estava tampando o áudio, mas na verdade fazia uma concha com a mão pro meu sussurro ir direto pro telefone e o corno ouvir.
- Amor, o Janilson disse que vai acabar comigo já que você foi embora. Ele vai gozar em mim bastante! Gozar da minha cara, amor, não pensa besteira! - Eu dizia, fingindo que meu namorado tinha desconfiado.
- É, amor, ele vai gozar na minha car-... da minha cara!
O Janilson não se aguentava e gargalhava, resolvendo entrar na brincadeira e começou a bombar na minha xota, pra dificultar minha conversa. Até então ele estava parado com o pau dentro de mim. Eu fui pega de surpresa e soltei um gemido e um gritinho.
- Não, amor, é o Janilson aqui, fazendo cócegas! É! Ele tá me pegando de jeito aqui...
- É amor, o Janilson é muito brincalhão! Ele tá em cima de mim aqui! Tá me pegando por cima! - e eu completava com uma risada pra tentar disfarçar os gemidos, mas eu ria pro Janilson, que não sabia que era só um teatrinho, porque meu namorado estava bem ciente que eram gemidos mesmo.
- Peraí amor, vou botar no viva voz, o Janilson vai falar com você.
- E aí, cara? Ficou com raiva? Agora eu to descontando aqui na tua mulher!
- É amor, ele disse que vai me usar pra te ensinar uma lição! Ele tá me usando aqui, amor, vai deixar?
Meu namorado não respondia, porque eu falava em cima dele de propósito.
- Amor, vou desligar, tá bom? Espera um pouquinho até o Janilson terminar de me comer... Terminar de comer, amor! Comida! Eu fiz comida aqui pra ele, aí ele tá comendo aqui, tá bom? Não volta agora que o Janilson tá me comendo aqui. - Dessa vez eu nem corrigi a “gafe”, arrancando ainda mais risadas do comedor e também do corno, desligando em seguida.
- Tá vendo como ele é frouxo e lesado? Nem desconfiou.
- Meu Deus cara, eu nem acredito kkkkkk ou esse cara é muito otário ou é muito corno!
- Corno ele é, eu traio ele o tempo todo!
- Só com negão, né putinha?
- Sim, só com negão! Eu adoro rola preta!
- Então toma! - e voltou a meter mais forte na minha xota, que gemia bem alto pro corno ouvir.
Depois de me comer bastante, o Janilson deu sinal que ia gozar. Fiquei de joelhos, completamente nua e suada, com minha xota bem machucada de tanto levar rola negra, pedi pra ele gozar na minha cara.
Ele bateu punheta até soltar seu leite no meu rosto, escorrendo pros meus peitos. Ficamos no sofá e ele ficou elogiando meu corpo e dizendo o quanto eu era cachorra e safada, que o corno merecia o chifre que levava. Eu concordava, dando razão pro bully que insultava meu namorado. Ele falou que só era uma pena que o corno não ia perceber.
- Quer ver como ele é um corno manso e lesado? Vou mandar uma foto pra ele e ele não vai perceber nada. Nasceu pra ser boi!
- Hahaha, manda, putinha!
- Perai, vem aqui, se ajeita - eu falava, pedindo pra ele vir pra perto. Eu me sentei no colo dele, os dois nus. Peguei a camisinha e botei em cima do sofá, o Janilson falou que era demais, que desse jeito o corno perceberia, mas eu disse que nem assim ele se tocava e insisti na foto ser dessa maneira, então ele concordou.
Tirei uma foto que mostrava nossos rostos e a parte de cima do tronco, mostrando o topo dos meus seios, mas sem pegar os mamilos. Na foto, ficava bem claro que eu estava no colo do Janilson, ele estava com os braços ao redor de mim, nós dois estávamos pelo menos sem camisa (mas obviamente sugerindo que estávamos nus), suados, descabelados e no cantinho estava a camisinha usada, no ombro do sofá. O toque principal era também a camisinha, mas principalmente o esperma no meu rosto e nos peitos, que o Janilson pediu pra eu limpar, mas eu disse que queria que saísse na foto. Ele suspeitou muito que meu namorado não ia desconfiar, tava muito na cara, mas eu o convenci que estava tudo bem.
Então mandei a foto, com uma legenda assim:
- Amor, pode vir pra casa, o Janilson já terminou de comer. Ele me deu um leitinho bem gostoso que ele trouxe de casa! Leite de saco! Deixou um gosto maravilhoso na minha boca, ele trouxe de presente pra gente, mas como você foi embora não conseguiu provar, então quando você chegar, quero te dar um beijão, pra você sentir o gosto, tá? Vem logo antes que o Janilson meta mais o pau em mim, ele me deixou acabada!
O Janilson quase morre de rir com a legenda, mas no fim concorda que eu envie, ele não tinha nada a perder mesmo. Meu namorado responde com:
- Tá bom amor, que bom que você se divertiu, te vejo logo. - O que fez o Janilson ficar maluco.
- MEU DEUS! ESSE CARA É MUITO BURRO! KKKKKKKKKKKKKKKKKKK
- Eu te falei, ele nasceu pra ser corno!
E disse isso dando um sorrisinho pro canto, sabendo que o corno via tudo dali. Direcionei todo o esperma do Janilson pra minha boca e engoli, deixando o gosto de esperma salgado na minha língua. O Janilson se vestiu e foi embora e quando meu namorado "chegou", recebi ele pelada e suada, dando o prometido "beijo" na boca dele e inventando desculpas pros arranhões, chupões, suor e minhas roupas jogadas no chão. Mas os questionamentos não vinham dele, eu mesmo apontava pra cada uma das contradições como se tivesse sido pega no pulo e fazia questão de explicar, deixando bem claro todos os sinais de traição. Ele respondia com tá bom e reforçava como confiava em mim, consentindo toda aquela encenação que os dois fingiam ser verdade.
