Eu não planejei.
Foi às 9 da manhã. O chefe ainda não tinha chegado e a Lola estava na recepção. Eu saí da sala só com uma coisa na cabeça: precisava sentir o gosto de esperma na boca. Não importava de quem. Só precisava.
Vi o Pedro saindo da área de impressão com uma pasta na mão. Vinte e poucos anos, magro, sempre vermelho perto de mim. Chamei:
— Pedro, vem cá um segundo.
Ele parou, engoliu em seco.
— Oi, Iale…
Parei no meio do corredor, virei de lado e puxei a alça da blusa bem devagar, descendo o tecido até o seio inteiro aparecer. A marquinha de bronze contrastava com a pele clara e o bico rosa, duro, ficou completamente exposto. Segurei a blusa ali, deixando ele olhar à vontade, e pisquei o olho devagar.
— O que você acha do meu bronze? Fiz ontem à tarde. Ficou bom?
Pedro olhou e não disfarçou. O olhar travou no bico rosa por longos segundos antes de descer para a saia.
— Ficou… porra, ficou gostoso demais. Essa marquinha deixa você mais sexy.
Eu sorri, virei de costas e puxei a saia lápis até a metade das nádeegas, mostrando a marquinha clara bem marcada na bunda. Dei uma rebolada lenta e provocante, a carne balançando na frente dele.
— E essa parte? Gostou também?
Pedro soltou um gemido baixo. Deu um passo na minha direção, olhou pros lados rápido e passou a mão por trás, apertando minha bunda com força, os dedos afundando na carne com fome.
— Essa bunda… — murmurou, a voz já rouca. — Eu fico batendo punheta todo dia pensando nela. Todo dia, Iale.
Eu soltei um riso baixo, sem me afastar.
— É mesmo? E o que você imagina fazendo com ela?
— Imagino te comendo de quatro nesse corredor. Imagino te engasgando com meu pau até você chorar.
A mão dele apertou mais forte. Eu senti o volume duro batendo na minha coxa. Pedro não aguentou: abriu o zíper ali mesmo, no corredor totalmente vazio, e tirou o pau pra fora. Uns vinte centímetros, grosso, a cabeça larga e rosada já brilhando de pré-gozo.
*Caralho… parece um cogumelo… a cabeça é duas vezes mais larga que a base. Que pau bonito… rosado… isso me deixa com um tesão absurdo. Que pau grosso, parece ser mais grosso que o do chefe.*
Aproveitando que a saia já estava baixa, ele puxou ainda mais, descendo até quase as coxas. Comigo já molhada e excitada, passou a cabeça larga do pau pela fenda da minha buceta, roçando devagar por um bom tempo. Depois subiu e encaixou a glande bem na entrada do meu cuzinho, pressionando só a ponta. Eu rebolei em cima dele, sentindo a cabeçona larga querendo entrar, e olhei por cima do ombro:
— Porra…
Continuei rebolando devagar, a cabeça do pau dele abrindo um pouco mais a entrada a cada movimento. Só depois de alguns segundos eu segurei o pulso dele e puxei em direção ao banheiro dos funcionários. Entrei, ele me seguiu. Fechei a porta e travei. O coração batia forte.
Assim que a trava bateu, eu já estava de joelhos. Peguei o pau dele com as duas mãos e comecei a beijar a cabeça larga de um jeito exagerado e molhado. Beijos longos, a língua girando, chupões barulhentos na glande.
— Que cabeça gostosa… — murmurei. — Grossa demais…
Pedro passou a mão no meu cabelo.
— Isso… beija direito.
Eu abri a boca e enfiei a cabeça. A glande esticou meus lábios na hora. Desci até a garganta travar, engasguei e forcei mais um pouco. O barulho molhado ecoou no banheiro.
Tirei a boca, saliva escorrendo:
— Ainda não engulo tudo… mas eu quero.
Voltei a chupar. Alternava entre engolir fundo e brincar só com a cabeça, lambendo e beijando de forma safada. O medo de alguém aparecer fazia meu coração disparar.
Pedro puxava meu cabelo e falava baixo:
— Olha o que você faz com a boca… sua vadia…
Eu tirei a boca, beijei a cabeça e respondi ofegante:
— Adoro essa cabeça… quero ela latejando na minha língua.
Ele segurou meu queixo:
— E essa aliança? O corno sabe que a mulher dele chupa estagiário no trabalho?
Eu ri sem vergonha:
— O corno não sabe de porra nenhuma. Ele acha que eu sou a esposinha certinha. Coitado.
Voltei a chupar, mais lenta e profunda. Quase uma hora depois, tirei a boca e olhei pra cima:
— Você não vai gozar, não? Tô mamando faz tempo…
Pedro riu:
— Aguento mais. Continua, cadela.
Eu voltei a chupar com mais tesão. Entre uma descida e outra falei:
— Qualquer dia desses eu deixo você provar a buceta…
— E o cuzinho?
— A cabeça do seu pau é larga demais… mas quem sabe.
O tempo passou. O joelho doía e o risco só aumentava meu tesão. Quase duas horas depois, Pedro apertou meu cabelo.
— Iale… eu vou gozar…
Eu tirei a boca só um pouco, a voz manhosa:
— Na boca… por favor… goza na minha boca. Eu preciso. Preciso sentir seu leite quente escorrendo na minha garganta. Me dá… me dá tudo…
Ele não aguentou. O primeiro jato veio forte. Eu enfiei a cabeça de novo e engoli. Os jatos continuaram, uma quantidade bem maior do que a do chefe. Eu bebi tudo. Só um fio fino vazou pelo canto da boca. O resto eu engoli até a última gota.
Quando os espasmos diminuíram, ainda lamei a cabeça limpa.
Só então me levantei, ajeitei a saia e olhei nos olhos dele:
— Isso não aconteceu. Você não conta pra ninguém. Nem pro chefe, nem pra Lola, pra ninguém. Entendeu?
Pedro ainda ofegante balançou a cabeça.
— Tranquilo. Não falo nada.
Eu abri a porta com cuidado e saí. O gosto dele ainda estava forte na boca enquanto eu voltava para a sala, as pernas moles e a calcinha encharcada.
O dia seguiu.
O chefe chegou perto do meio-dia. Mal fechou a porta e já me mandou ajoelhar. Me comeu o cu duas vezes antes do almoço. À tarde, depois de uma reunião, me chamou de novo e me comeu de quatro na poltrona até gozar dentro. Eu saí da sala cambaleando, o cuzinho latejando.
Enquanto digitava, os pensamentos não paravam.
*Eu não era assim. Seis meses atrás eu era só uma secretária casada, tímida. Agora eu chupo estagiário de manhã, deixo o chefe me arrombar o cu três vezes no mesmo dia e ainda fico molhada só de pensar na próxima.*
O relógio marcou 17h40. A maioria do pessoal já tinha ido embora. A Lola fechou a recepção e desceu. O corredor ficou silencioso.
Eu levantei, peguei a bolsa e fui até a área de impressão. Pedro estava lá. Quando me viu, o olhar dele mudou na hora.
— Ainda aqui? — perguntei.
Ele só acenou com a cabeça.
Segurei a mão dele e puxei em direção ao mesmo banheiro. Entrei, ele me seguiu. Travei a porta.
Virei de costas, levantei a saia, puxei o fio-dental pro lado e empinhei a bunda, apoiando as mãos na pia.
— Me come.
Pedro tirou o pau já duro e encaixou a cabeça larga na minha buceta. Empurrou de uma vez. Eu soltei um gemido alto.
Ele começou a meter com força. Eu rebolava de encontro às estocadas, a bunda empinada batendo contra ele.
— Porra… que buceta apertada…
— Mais forte…
Ele obedeceu. Meteu mais fundo e mais rápido. Eu já tinha gozado duas vezes e ele ainda não. Minhas pernas tremiam.
De repente ele só subiu um pouco o pau e encaixou a cabeça larga direto no meu cuzinho. Empurrou sem aviso.
Entrou fácil demais.
Pedro soltou um gemido surpreso.
— Entrou fácil demais… Um rabão bonito e empinado desse jeito… impossível ninguém estar comendo esse cuzinho.
Eu continuei rebolando devagar.
Ele insistiu:
— Fala… quem tá comendo esse cuzinho todo dia? É o corno?
— O corno nunca comeu meu cuzinho. Ninguém tinha comido antes… era virgem. Quem me fode o cu toda hora, sem descanso, é o chefe.
Pedro meteu mais fundo.
— Toda hora? E você ainda anda pedindo pau de estagiário?
— Eu tô viciada… Não consigo mais ficar sem.
— O pau do chefe é maior que o meu?
— Muito maior… e mais grosso. Mas a cabeça do seu pau é mais grossa que o pau inteiro dele.
Pedro gemeu e segurou minha cintura com força. Eu rebolava sem parar.
— Isso… mete fundo… Adoro sentir essa cabeçona abrindo meu cu…
Ele passou a mão pela marquinha de bronze.
— Esse bronze… você fica ainda mais gostosa. Você parece muito com a Isis Valverde… só que baixinha, com mais bunda e mais coxa. Quanto você tem de bunda?
— Cento e dez. Todo mundo fala que eu pareço a Isis.
Pedro puxou meu cabelo.
— Vou poder comer esse cuzinho mais vezes?
— Lógico que não. Aproveita agora.
— Por quê? Você já tá me dando.
— Porque isso foi impulsivo. Não posso ficar fazendo isso toda hora.
— Mas você falou que tá viciada…
— Viciada no chefe. Não em estagiário.
— Então isso é só uma vez?
Eu gemi longo:
— Se você guardar segredo… não ficar no meu pé… for discreto… eu chupo você outros dias.
— Só chupar?
— Se você for realmente sigiloso… pode ser que eu dê a buceta e o cuzinho de novo. Mas só se não abrir a boca pra ninguém.
Ele acelerou as estocadas. Eu rebolava e gemia:
— Isso… mete fundo… usa meu cu… Adoro sentir essa cabeçona latejando dentro…
Pedro metia com força. Eu gozei de novo, as pernas tremendo.
— Goza… Goza tudo dentro do meu cuzinho… sem tirar… quero sentir você enchendo… me enche toda…
Pedro cravou até o talo e gozou. Os jatos quentes e densos disparavam fundo. Eu continuei rebolando devagar, sentindo cada jato preencher.
Quando os espasmos diminuíram, ele puxou o pau pra fora. Um fio grosso de esperma escorreu pela minha bunda e coxas.
Eu me virei e olhei nos olhos dele.
— Você aguenta gozar mais uma vez?
— Não sei…
Eu ajoelhei na frente dele. Enfiei a cabeça larga na boca e comecei a chupar. A mão direita bombava a base com velocidade absurda. A esquerda massageava as bolas.
Em um momento parei, olhei pro pau dele e soltei uma risada baixa:
— Eu tenho que tomar leite antes de ir pra casa.
Voltei a chupar. A punheta ficou ainda mais rápida.
Pedro não aguentou nem quinze minutos. Segurou minha cabeça e gozou direto na minha boca. Eu engoli tudo.
Quando soltei, limpei o canto da boca e me levantei. Ajeitei a saia e olhei pra ele:
— Lembra do que a gente combinou. Discrição total.
— Pode deixar.
Eu saí do banheiro. O gosto misturado dos dois ainda estava forte na boca. As pernas doíam, o cuzinho latejava e a calcinha estava encharcada.
Desci de elevador sozinha. No caminho até o estacionamento, passei a mão pela própria bunda por baixo da saia, sentindo a marquinha de bronze e o resquício quente da porra.
Cheguei em casa. Meu marido estava no sofá. Beijei a boca dele rápido e fui direto pro banheiro.
Fiquei olhando o espelho. O rosto cansado, os lábios um pouco inchados, o corpo ainda quente.
*Seis meses atrás eu nunca faria isso.*
Liguei o chuveiro e entrei. A água quente escorreu pelo corpo enquanto eu passava as mãos pela bunda dolorida e pelo cuzinho ainda aberto. Fechei os olhos e sorri sozinha.
Amanhã, às oito em ponto, eu estaria de novo na empresa.
E de novo de joelhos.