Elilde acordava sempre cedo naquela casa simples de Coari. O calor do Amazonas já invadia os cômodos antes mesmo do sol nascer de verdade. A casa ficava num bairro quieto, com as janelas abertas o tempo todo, porque o ventilador de teto só empurrava o ar quente de um lado para o outro.
Ela morava ali com a irmã. As duas sozinhas. A mãe e o padrasto estavam no sítio, lá no interior, e só apareciam de vez em quando. A irmã quase não ficava em casa. Passava os dias e as noites na casa do namorado. Então Elilde ficava sozinha. Muito sozinha.
O calor era o pior. Suava fácil. A pele branca dela ficava com um brilho úmido o dia inteiro. Elilde media um metro e cinquenta e cinco. Baixinha, corpo cheio. Os seios eram grandes, pesados, com mamilos rosados que endureciam com qualquer brisa. A bunda era redonda, larga, e se movia quando ela andava pela casa descalça.
Naquele dia o calor veio mais forte. Ela estava de shortinho e camiseta larga. Sentou no sofá, abriu as pernas e sentiu o tecido grudar na pele. O suor escorria entre os seios, descia pela barriga e se acumulava na dobra da virilha.
Elilde puxou a camiseta pela cabeça. Os seios saltaram livres, pesados, e ela os segurou por um segundo, sentindo o peso deles nas próprias mãos. Os mamilos já estavam duros. Passou os dedos por cima deles, só um pouco, e sentiu um formigamento agradável.
O short foi o próximo. Deslizou pelas coxas e caiu no chão. Agora ela estava só de calcinha. A calcinha já estava molhada. Não só de suor.
Elilde passou a mão por cima do tecido. Embaixo, a buceta era coberta por pelos densos, escuros, que cresciam sem controle. Ela nunca depilava. Gostava da sensação dos fios macios e grossos contra a pele. Quando estava excitada, os pelos ficavam úmidos e grudavam um no outro.
Ela puxou a calcinha para o lado e olhou. Os lábios grossos estavam entreabertos, brilhando. Os pelos cobriam tudo, formando um matinho cerrado que descia até a entrada. Elilde passou dois dedos ali, sentindo a textura áspera e macia ao mesmo tempo. O cheiro dela subiu forte, quente, misturado com o suor do corpo.
O calor piorou. Ela tirou a calcinha de vez. Agora estava completamente nua. Andou pela sala, pelos seios balançando, a bunda se mexendo a cada passo. Sentou de novo no sofá, abriu as pernas o máximo que conseguiu e deixou o ar quente bater direto na buceta peluda.
Os dedos voltaram. Separou os pelos com cuidado, revelando os lábios inchados. Passou a ponta do dedo no clitóris, que já estava duro e escondido no meio dos fios. Um arrepio percorreu a coluna. Elilde soltou um suspiro baixo. Continuou tocando, devagar, sentindo a umidade aumentar. Os pelos estavam encharcados agora.
Ela fechou os olhos. O corpo inteiro suava. Os seios grandes subiam e desciam com a respiração. A bunda escorregava no sofá. Os dedos entraram um pouco, só a ponta, e ela sentiu as paredes quentes e apertadas. Os pelos roçavam nos dedos a cada movimento.
Elilde ficou assim por um longo tempo. Nua, sozinha, o calor do Amazonas envolvendo o corpo inteiro. Os pelos densos da buceta brilhando de molhado. Os seios pesados. A bunda espalhada no sofá. E o silêncio da casa, interrompido só pelos seus próprios gemidos baixos.