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Novo Mundo: 16 - Noite de Desejo e Descanso – Parte 2

Da série Novo Mundo
Um conto erótico de O Contador
Categoria: Grupal
Contém 2310 palavras
Data: 20/09/2026 16:14:25

Após saírem dos bastidores, e longe das câmeras, os irmãos Isadora e Lúcios se refugiaram em uma sala discreta, separada do caos do palco, mas com uma tela que lhes permitia ver o desfecho do show. Enquanto Alexia dominava o telão, eles se movimentaram em silêncio, recuperando a compostura. Com gestos lentos, vestiram os roupões de banho disponíveis no local: Lúcios calçou um conjunto preto, enquanto Isadora escolheu um roupão branco, combinando com suas sandálias rosas. Roupas confortáveis que escondiam corpos marcados pela intensidade da performance.

Aproveitando o público focado nas falas de Alexia e Patrícia, deslizaram para fora da área do evento sem serem notados e foram para a mansão principal. A porta pesada se fechou com um clique seco, isolando o som distante da plateia. Isadora caminhou até o sofá de veludo da sala de estar e deixou-se cair, exalando um suspiro profundo que parecia carregar todo o peso da noite.

— Estou exausta — murmurou, afundando-se nas almofadas.

Lúcios, com uma garrafa de água mineral na mão, aproximou-se e concordou com a cabeça, sentando-se ao lado dela.

— Eu também. Acho que cada músculo do meu corpo está vibrando, disse ele, oferecendo a água para a irmã, que bebeu longos goles.

— Mas, no fim, nossa parte no palco foi um sucesso. O público reagiu bem.

Ele fez uma pausa, olhando para o teto.

— Ainda assim... é difícil competir com a performance da Alexia. Ela é de outro mundo.

Isadora virou o rosto para ele, franzindo a sobrancelha levemente.

— Irmão, não é uma competição e sim um espetáculo de prazer para todos nós — corrigiu ela, voz suave, mas firme. — Cada um tem seu lugar. Vamos tomar um banho e relaxar. Preciso tirar essa sensibilidade do corpo.

Os dois se levantaram e subiram as escadas em direção à suíte principal, o mesmo aposento que possuía a piscina aquecida no fundo. Ao entrarem no quarto amplo, o silêncio era acolhedor. Sem cerimônia, despiram-se, deixando os roupões caírem no chão. Nus, pararam diante do espelho de corpo inteiro, examinando os danos da noite.

— Olha, mano, como estamos — comentou Isadora, virando-se de lado para ver as costas. Passou a mão pelos glúteos. — Minha bucetinha toda vermelha, minha bunda marcada de cinta... E olha meu cabelo, cheio de porra seca.

Lúcios riu baixinho, aproximando-se dela para se ver no reflexo.

— Isa, você é linda— disse ele, usando o apelido carinhoso. — Me veja. Até meu cuzinho foi dilacerado hoje. Acho que vou sentir isso por uma semana.

Isadora soltou uma gargalhada, quebrando a tensão residual. O clima entre eles era ameno, nada sexual naquele momento; era um instante de cuidado quase familiar, um refúgio de intimidade diante do êxtase que acontecia lá fora. De mãos dadas, entraram na área de chuveiros, iniciando a rotina que já conheciam bem.

Lúcios começou a preparar os sais de banho, shampoos e sabonetes, organizando tudo com precisão. Isadora sentou-se no vaso sanitário para aliviar a bexiga, o som da urina ecoando no azulejo. Ao terminar, levantou-se e foi para o chuveiro, que já soltava água quente. Começou a passar espuma pelo corpo, deslizando as mãos pelos lugares marcados pela noite.

Em seguida, foi a vez de Lúcios. Ele sentou-se no vaso com dificuldade, visivelmente dolorido. O sexo brutal com Patrícia tinha deixado seu corpo sensível, especialmente as partes íntimas. Ele baixou a cabeça, envergonhado de mostrar a fragilidade para a irmã.

Isadora notou a postura dele e saiu do chuveiro, aproximando-se com água gotejando pelo corpo. Passou a mão úmida na cabeça dele, com carinho.

— Mais que irmãos, somos amigos e confidentes — disse ela. — Você pode fazer tudo de forma tranquila comigo. Não precisa se segurar.

Lúcios ergueu o olhar, aliviado. Após se limparem, seguiram para o chuveiro juntos, sob a água quente e relaxante. Lúcios foi na frente, e Isadora abraçou-o por trás com cuidado, evitando as áreas mais feridas. Ela pegou uma esponja macia e ensaboou as costas e as nádegas do irmão, cheias de marcas vermelhas. Depois, passou bastante espuma em seu pênis, que estava flácido; o toque com carinho, sem nenhuma conotação sexual.

O irmão retribuiu o cuidado. O bumbum de Isadora estava ainda pior, muito vermelho e sensível. Ele pegou um sabonete líquido calmante, com aroma de lavanda e camomila, e passou delicadamente no ânus da irmã, que soltou um suspiro de alívio imediato.

Isadora riu, apontando para os seios, que estavam extremamente sensíveis.

— Aqui também, mano.

Lúcios passou o sabonete neles com cuidado, e depois pelo corpo todo, pedindo para ela fazer o mesmo. Quando Isadora passou a espuma no cuzinho dele, Lúcios gemeu de dor, mas Isadora riu, e ele logo se juntou à risada, deixando o clima ainda mais descontraído.

Após o banho refrescante, enrolaram-se em toalhas e seguiram para a hidromassagem. Ficaram imersos na água quente por alguns minutos, deixando o vapor relaxar os músculos.

Escutaram um a abertura da porta do quarto e se olharam, percebendo a chegada inesperada de Patrícia. Ela entrou no ambiente com um vestido rosa leve e um par de sandálias, com o cabelo preso num coque impecável.

Já tinha se passado trinta minutos desde o fim do show, para eles o tempo passou muito rápido.

Patrícia aparentemente já tinha tomado um banho, e estava lá linda e com um sorriso malicioso.

— Oi, vim ver se vocês estão bem, disse ela, com um tom de preocupação genuína. — Acho que peguei um pouco pesado com vocês lá no palco.

Os gêmeos acenaram, convidando-a a se aproximar.

— Fique tranquila, foi nossa opção e gozamos muito — respondeu Isadora. — Vem para a banheira.

Patrícia não hesitou. Tirou o vestido; não tinha nada por baixo. Seu corpo também estava marcado, vermelho em alguns pontos, a bucetinha sensível. O fim de semana de sexo intenso deixara suas marcas em todos. Ela entrou na banheira e sentou-se entre os irmãos.

Começaram a conversar, mas não antes que Patrícia, submersa, usasse as mãos para acariciar o pênis ainda mole de Lúcios e, com a outra, a bucetinha de Isadora.

— O show foi perfeito, não acham? — comentou Patrícia, enquanto seus dedos brincavam na água. — Foi quase tudo planejado, inclusive a parte surpresa, que teremos amanhã, espero que todos gostem.

Isadora rebateu, sentindo o toque da amiga.

— O sexo é a excitação, não é?

Mesmo com os drinks afrodisíacos distribuídos ao longo da festa, todos se superaram não esperava por isto.

Lucius complementou pelo que vi você e Alexia deixaram a plateia em êxtase.

— Sim não tem como negar — concordou Patrícia. — Mas o clima que criamos foi incrível, deixando tudo mais fácil.

Lúcios, relaxado com a massagem, emendou:

— Agora falta a parte do Cai e da Elena. Vamos ver como eles irão se comportar com a Alexia.

Patrícia começou a responder, mas, assim como acontecera com Alexia momentos antes, foi perdendo a voz à medida que Isadora e Lúcios chegavam mais próximos. Eles beijavam seu pescoço e acariciavam seu corpo a quatro mãos — seios, pernas e bucetinha. Patrícia suspirou, falando baixo e devagar, e se levantou na banheira. Seu corpo nu, coberto de espuma e com o vapor da água quente ao redor, era uma visão deslumbrante. Apoiando as mãos na cintura, olhou para os dois.

— Temos uma noite inteira para relaxar — disse ela. — Posso fazer uma boa massagem em vocês. Tenho um creme especial anestésico que vai ajudar nestas marcas.

Isadora e Lucius se olharam e aceitaram imediatamente. Saíram da banheira e, os três, se enxugaram com as toalhas macias antes de irem para a cama.

Patrícia pediu, carinhosamente, que eles se deitassem de bruços. A massagem dupla de Patrícia, no entanto, foi diferente de tudo que eles esperavam. Em vez de usar apenas as mãos, ela usava o corpo e a língua. Começou pelos pés, pernas e coxas, dedicando atenção a cada um por vez.

Beijou o bumbum dos dois. Isadora ainda sentia um pouco de dor, mas com o toque foi ficando melhor. Patrícia colocou a língua em seu cuzinho dolorido, demorando-se ali por um longo tempo. Isadora começou a gemer baixinho, sentindo o alívio misturado ao prazer. Patrícia desceu a língua pela bucetinha, por trás, e subiu até o pescoço.

Em Lúcios, ela repetiu o processo. Quando lambeu seu cuzinho e desceu para o períneo e o saco escrotal, ele não aguentou. Patrícia, por trás, chupou o pênis do rapaz, que começou a ganhar vida, endurecendo na boca dela. Voltou ao ânus para mais um beijo grego profundo, e Lúcios gemeu alto. Patrícia subiu a língua até o pescoço dele, sussurrando elogios.

Pediu para os dois virarem. Com o tesão já no ar, a massagem de frente virou um beijo gostoso entre Isadora e Patrícia, os seios de uma tocando os da outra. Depois, Isadora beijou Lúcios, os irmãos de entregaram em um beijo quente tendo Patrícia acariciando seus corpos.

Logo Patrícia foi novamente tomando o controle. Ela beijou demoradamente os mamilos de Lúcios, seguindo para os seios de Isadora.

A atmosfera ficou densa, partes sensíveis dos corpos agora estavam entregues novamente ao desejo. Patrícia focando sua atenção na irmã de Lucius, levantou as pernas de Isadora e ficou muito tempo em sua vagina e ânus, revezando os dois buracos com a língua e dedos. Isadora, ofegante, pediu:

— Coloca um dedo na minha vagina.

Patrícia atendeu ao pedido, mas não colocou apenas um: introduziu dois dedos, manipulando o ponto G da moça com precisão, mantendo os beijos e o contato com os seios de Isadora.

Esta posição deixou Patrícia de quatro, onde Lucius retribuiu o beijo grego, alternado com a bucetinha, e com pequenos beliscões na bundinha de Patrícia.

A estimulação foi intensa, para as duas que em um trenzinho extremamente sensual gozaram com calma, mas de forma explosiva.

Em seguida, Patrícia mesmo após gozar seguiu para Lúcios. Ela devorou seu pênis ereto enquanto seus dedinhos espertos tocavam o cuzinho dele. Lúcios, perto do limite, segurou o cabelo de Patrícia com carinho e a puxou, deitando-a na cama virada de frente. Ele se encaixou em seu colo e, como forma de presente, começou a enfiar calmamente seu pênis na vagina molhada dela, um sexo quase tântrico.

Isadora, vendo a cena, e ainda se recuperando esbarrou no corpo de Lucius de forma proposital, rindo o afastou, enquanto prendia os lábios de Patrícia num beijo gostoso e profundo. As duas meninas Carmesins se abraçaram, seios pressionados contra seios, com o beijo longo e molhado, se enrolando em cima do colchão, Isadora ficou por baixo, e Patrícia se posicionou por cima, deixando Lucius sozinho por um breve momento.

Mas foi apenas um breve momento. Lucius, aproveitando que a bundinha de Patrícia estava ali, linda e exposta novamente disse.

— Paty você gosta de expor este cuzinho delicioso, e segurou firme em sua cintura. Patrícia olhou para trás, por cima do ombro, com um olhar safadinho que deixava claro que a permissão era concedida. Lucius então alinhou seu pênis duro e enterrou-o na bucetinha dela, tirando gemidos abafados da moça contra a boca de Isadora.

— Que delícia, suspirou Patrícia, e continuou beijando a Isadora, lambendo seu pescoço e os bicos dos seios.

Por baixo Isadora pediu a Lucius. — Mano também quero sentir seu pau gostoso, por favor...abrindo as pernas e oferecendo sua bucetinha.

Lucius, não recusou e começou alternar as bucetas de Patrícia e Isadora, enquanto as duas se beijavam ferozmente no colchão,

O quarto ficou repleto de sons de pele batendo contra pele e respirações pesadas. Lucius fodia Patrícia devagar, com movimentos circulares e profundos, enquanto alternava com sua irmã que gemia na boca de Patrícia. O prazer cresceu de forma orgânica, sem pressa, até que gozaram gostoso e devagar. Isadora foi a primeira suspirou, tremendo, dizendo que era muito bom estar os três juntos e que, como já fizeram a parte deles no palco, podiam ficar mais um pouco ali a noite e durante todo o dia, e abraçou Patrícia, agarrando em seu pescoço.

Logo depois, o ritmo com Lucius aumentou gradualmente até que gozou na bucetinha de Patrícia, que o acompanhou de forma deliciosa. Os gemidos foram silenciosos e contidos, mas a intensidade da contração muscular foi visível.

Suados novamente, os três caíram em respiração ofegante. Patrícia riu, passando a mão pelo cabelo.

— Não consegui completar a massagem sem antes uma boa transa — admitiu.

Seguiram para uma ducha rápida, mantendo-se bem grudadinhos. Com o corpo mole sob o jato de água quente, aconteceu uma chuva dourada tripla. Lúcios fez com seu pênis já em descanso apenas apontou para o azulejo enquanto as meninas abraçadas a ele fizeram no chão, misturando os fluidos do gozo anterior com xixi e a água quente do chuveiro.

Terminaram o banho rapidamente, pois já estavam exaustos.

Ao voltar para a cama, Patrícia finalizou o cuidado com o creme cicatrizante no corpo dos dois. Logicamente, ela não resistiu e tirou mais uma casquinha, dando beijinhos e passando a língua em cada parte do corpo que aplicava o creme. Não esqueceu do cuzinho deles, que ainda estava um pouco vermelho, aplicando o produto com dedos leves.

Lucius e Isadora estavam de bruços agora, conversando e relaxados, com as perninhas abertas. Patrícia, com os dedos, passava o creme generosamente. Depois, pediu que se virassem de frente. Passou o creme na bucetinha de Isadora, que suspirou; Patrícia não soube interpretar se foi de dor ou se já estava excitada de novo.

No pênis mole de Lúcios, ela passou de leve na cabeça vermelha, mas na hora teve que parar: o menino já estava dando sinal de vida, endurecendo novamente sob o toque. Os três riram da situação e se deitaram abraçados. Já era de madrugada e a própria Patrícia informou ao público que o show começaria cedo.

— Gente, vamos ficar grudadinhos e dormir bem gostoso — disse Isadora, fechando os olhos. — Cedinho nos levantamos para o show final

Os três se olharam. Lúcios e Patrícia acenaram positivamente. A exaustão falou mais alto, e eles dormiram rápido, um pequeno descanso necessário antes do ato final.

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