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A suruba do time de rugby (Parte 7)

Um conto erótico de Arthur
Categoria: Gay
Contém 9188 palavras
Data: 20/09/2026 12:20:46
Última revisão: 20/09/2026 12:24:05

O último churrasco do ano rolou no segundo fds de dezembro. A gente nem sabia se o Gui ia conseguir colar, porque ele já tava há mais de duas semanas em Curitiba. Só que na sexta à noite, o fdp apareceu de surpresa na república, dizendo que ia dormir com a gente e levar eu e o Alex pro churrasco no sábado.

Mas se vocês conhecem a gente é meio obvio que não foi só isso que aconteceu. A noite virou uma putaria do caralho e a gente acabou fudendo até de madrugada. No fim, só fomos dormir de verdade umas duas horas antes de sair pra viajar.

- Cuidado pra não cochilar no volante depois, hein, Gui…

- Você que não deixou eu dormir, piá! - o Gui falou naquele jeitão dele calmo.

- Eu?! Tu que acordou do nada quatro da manhã com a mão enfiada na minha cueca, seu puto! - o sotaque caipira do Alex já dava um ar mais abusado.

- Teu cu, piá! Foi tu que veio ficar agarrado em mim com essa vina dura aí.

A viagem foi divertida, com muita zoeira dos dois. O Gui foi dirigindo, o Alex no passageiro e eu no banco de trás. Os dois ficavam se tirando direto, rindo um do outro. E o Alex ficava provocando toda hora, pegando no pau do Gui e brincando que tava "dando marcha". A química deles me dava tesão pra caralho. Fiquei até brincando escondido com a minha pica no banco de trás vendo os dois.

Chegamos na chácara bem cedo. Ainda só tinha uns quatro mlks, o treinador e o preparador físico, mas o rock pesado já tava estourando nas caixas de som.

- Chegou o casal! - o Tiago gritou de longe, vindo na nossa direção com o boné pra trás e sem camisa, mostrando aquele corpão todo veiudo e seco, com aquela carinha de novinho que não combinava com a postura de mandão. - E o Atacante colou também! Tava demorando, hein, mlk.

- Falei que vinha dessa vez, pô. - respondi.

- Ele não aguentou de curiosidade depois do que eu contei. - falou o Alex, dando um tapinha na minha nuca.

- Hoje tu vai conhecer um mundo novo, mlk. - o Tiago deu uma piscada com um puta sorrisão safado.

Ele veio cumprimentar a gente com toque de mão e abraço firme. Quando chegou no Gui, o Tiago meio que se atracou nele, batendo forte nas costas e apertando o abraço.

- E aí, porra, quer dizer que vc vai da o pé, hein, seu filho da puta? - falou alto, passando a mão pelas costas do Gui - Vê se não para de cuidar desse corpão, hein mlk.

- Para de me esmagar, Tiago, tô quebradão… - o Gui respondeu meio mole.

- Quebrado o caralho. Deixa eu ver se ainda tá inteiro esse rabão - o Tiago deu uma palmada forte na bunda do Gui, fazendo estalo, enquanto dava um beijo no pescoço dele. Depois apertou o rabo e ainda meteu a mão dentro. - Porra, vou sentir falta dessa tua lomba!

O Gui riu, mas já tava com cara de quem não aguentava ficar em pé. O Tiago continuava com a mão dentro da bermuda do Gui, tava quase deixando o mlk pelado ali mesmo.

Eu fiquei olhando sem saber muito o que pensar. Eu sabia que o churrasco ia ser uma putaria, mas porra, o cara tinha acabado de chegar e o maluco já tava daquele jeito. Até achei que ele ia meter no cu do Gui ali na garagem mesmo.

- Depois a gente resolve isso, porra. Agora deixa eu deitar um pouco que eu tô mortaço.

- Vai lá, preguiçoso do caralho. Mas depois você não vai ter descanso, beleza? - o Tiago ainda deu mais um tapa na bunda dele.

O Gui foi direto pro sofá da sala e capotou.

Enquanto isso eu e o Alex ficamos ajudando a preparar o churrasco e a comida.

- Olha o tamanho dessa linguiça aqui, véi… - ele falou alto, segurando uma linguiça gorda e olhando pra mim com uma carinha safada.

- Não é maior que essa daqui, ó - apertei meu pau por cima da bermuda brincando.

- Ah é? Deixa eu ver se é mesmo - o Alex pegou forte no meu pau.

Eu não esperava aquilo, fiquei até envergonhado e sem reação na hora. Marcos, o treinador, deu uma risada.

- Vocês dois já tão de zoeira?

- Sempre, pô. - o Alex respondeu, e ainda deu uma roçada em mim, parecendo um cachorro tarado.

Fui arrumando a mesa com as saladas, o vinagrete, as farofas, o arroz, maionese, os pães, tigelas com ruffles e amendoins coloridos, os molhos... A mesa era imensa, feita com um tronco de madeira maciça, e mesmo assim tinha tanta comida que parecia que num tinha espaço.

E aí o Tiago veio trazendo várias tigelas. Fiquei de cara quando vi que cada uma delas tavam com etiquetas e cheias de comprimidos de tadala, cafeina, engov, analgésicos, camisinhas, lubrificantes e até uns becks. Só de bater o olho em tudo que ele trouxe deu pra perceber que a parada ia mesmo ser muito foda. E não era nada escondido, tava tudo ali a vista pra qualquer um pegar quando quisesse.

Não demorou muito e o resto da galera chegou quase tudo que na mesma hora.

Eles organizaram quatro times e fizeram um mini campeonato lá. Só não jogaram mesmo os dois fisioterapeutas e a galera que tinha sido convidada, que era eu e mais três caras que eu num conhecia, mas pareciam que eram jogadores de rugby tbm.

Enquanto dois times jogavam, os outros dois ficavam na piscina, petiscando, bebendo e cuidando da churrasqueira.

Os caras ficaram jogando rugby por um tempão. Descalços, só de sunga ou bermudão e sem camiseta. Parecia que ficava até mais difícil pra eles jogarem desse jeito.

Mas porra, pega essa visão. Um monte de mlk gostoso pra caralho só de sunga ou bermuda com todos os músculos saltando. E ainda tava um solzão fudido fazendo calor pra cacete. Os caras suando pra caralho, se pegando, as mãos se escorregando no corpo do outro, tentando agarrar e segurar. Toda hora rolava algum puxão de bermuda e sunga que mostrava o rabão e a pica dos mlks… pqp.

Eu nunca na vida ia imaginar que ia ver uma parada dessas na minha frente.

Meu pau ficou duro rapidinho. Aproveitei que ninguém ficava na mini arquibancada e fiquei lá. Precisei bater punheta escondido vendo aquilo. Sei que ninguém ia se importar se eu tivesse batendo lá a vontade, mas eu ainda tinha um pouco de vergonha.

O sol tava forte pra caralho, e depois do jogo o corpo deles deviam ficar quentes pra porra. Quando cada partida acabava, uns jogadores pulavam na piscina. Um monte deles se jogavam pelados.

E a zoeira aumentava cada vez mais. Um puxava ou arrancava a sunga do outro, ficavam tentando afundar o amigo, passavam a mão no pau ou na bunda, e rolava tapas a todo momento... Era isso com muita conversa alta e risada.

O torneio terminou lá pra uma da tarde e o time do Marcos, o treinador, ganhou. Ele tava animado pra caralho, gritando muito. O Tiago tava putaço porque o time dele ficou em último. Nunca tinha visto ele tão nervoso daquele jeito. Achei até que ia sair briga ali.

Depois os mlks foram todos beber e almoçar. Todos esfomeados pra caralho.

Na moral, parecia um bando de ogros. Arrotavam alto pra caramba toda hora, riam muito, zuavam, roubavam comida do prato um do outro. Uns começavam a cantar, berrando as músicas de rock que tava tocando nas caixas de som e fazendo aqueles berros rasgadões e sinistros.

Vários deles tavam almoçando ali completamente peladões e de pau mole, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Mano, era foda de ver aqueles corpos gostosos sem vergonha nenhuma.

Eu ficava meio bugado vendo. Eram uns caras gostosos pra caralho com mó marra de machão que tu tem certeza que só come buceta. Desses que você vê tipo na academia, que nem olha na sua cara.

Um dos fisioterapeutas e dois dos jogadores era da mesma universidade que eu, o Alex e o Gui. Às vezes via eles lá nos corredores e no patio cheio de banca, um deles até com fama de pegador buceteiro. E lá tava eles peladões, com pau balangando e pegando na bunda e saco de outros machos. Eu nunca ia imaginar que eles eram tão descarados daquele jeito.

Aí eu lembrava das histórias que o Alex me contava e começava a pensar que aquilo tudo era verdade mesmo.

Porra, que doideira...

Era meio engraçado isso tudo, mas ao mesmo tempo era tesão pra cacete.

O jeitão de todos aqueles caras, os corpos meio suados, aquela energia bruta que eles tinham, esmurrando o peito do outro, dando tapão forte na bunda, pegando e puxando o saco um do outro na zoeira… a minha pica não descansava dentro da minha cueca. Ficou dura o tempo todo desde o começo do torneio, chegava até a doer. Mesmo assim, no almoço peguei um tadala porque eu queria aproveitar bastante aquele dia.

Do nada o Marcos literalmente bateu a pica duraça na mesa tomando um golão de cerveja, a pica era pesada pra porra, fez até barulhão. Foi a primeira pica realmente durona que eu vi naquele churrasco, até então os mlks tavam bem controlados no tesão, com pica mole ou meia bomba.

Eu simplesmente travei ali. Eu sabia que aquela galera era sem noção, mas ver uma coisa dessas acontecendo assim, no meio do churrasco, me deixou sem saber o que fazer.

O pauzão do Marcos é pentelhudão, grandão e grosso, uns 20 cm de pica e até mais grosso que do Alex. Só de ver você já imagina o peso daquela pica.

- Tá todo mundo bem almoçado? Porque o paizão aqui ainda tá com fome, hein?! - o Marcos falou com a voz meio arrastada de cerveja. Ele apontou pro Tiago, que era do time que tinha perdido o torneio, e fez sinal pra ir até ele.

O Tiago já tava bem menos puto de ter perdido e também tava um pouco mais alegre por causa da bebida. Ele tava até meio engraçado, de sorriso fácil, rosto avermelhado do sol e da cerveja e com aquele gingado meio alcoólico.

Desde o dia que o Alex falou pra mim desses churras do rugby ele já tinha me explicado como funcionavam os torneios que rolavam.

Eles só aconteciam se colava o time inteiro no churrasco e era tudo muito organizado pra putaria num virar uma bagunça logo no começo. Eles se dividiam em quatro times com sete jogadores, e o time que ficava em primeiro lugar tinha direito de escolher os caras que eles iam receber boquete ou meter primeiro. O cara escolhido podia recusar, nem todo mundo lá curtia ficar com caras, mas aí ele ia ter que cumprir alguma prenda. A galera só podia começar a putaria depois que todo mundo do time vencedor gozasse primeiro. O resto ficava vendo eles se divertindo e só podiam ficar batendo punheta. A gente que era convidado tinha que esperar o time vencedor gozar tbm.

Aí, os caras do time em último lugar só podiam ser ativos nas fodas depois que todo mundo dos outros times já tivessem gozado também. Os fisioterapeutas tinham carta branca e podiam fazer o que quisessem, menos meter nos caras que ganharam o torneio.

Antes mesmo do Tiago chegar até o Marcos já tinha uns mlks com a pica durona batendo punheta. Mesmo o Alex tendo me preparado meses pra aquilo, eu tava olhando aquilo tudo sem acreditar. Parecia até que eu tava num sonho.

A maioria dos mlks só tava zuando e gritando ainda, inclusive o Gui e o Alex. Parecia um bando de macacos berrando.

Era bem engraçado, mas pô, o tesão que eu tava sentindo por causa da energia daqueles mlks tava ficando de outro nível.

Quando o Tiago começou a mamar o Marcos eu já tava sentindo que minha cueca tava toda melada. Eu tava doido pra sacar a pica e bater uma ali.

A rola do Marcos nem cabia direito na boca do Tiago, e ele nem chupava bem. Acho que o Tiago nem curtia chupar na real, mas ele tava se empenhando pra aquela situação passar rápido.

Daí o Marcos meio que se cansou, levantou o Tiago e colocou ele apoiado na mesa. A galera tava delirando. Batendo na mesa, fazendo barulho, gritando.

O Alex já tinha falado pra mim que era mto raro o Tiago dar.

- VAI MARCÃO! ARREGAÇA ELE, PORRA!

Os mlks gritando pra caralho e se punhetando sem parar.

O rabo do Tiago é bem definido e bastante peludo, diferente da parte de cima do corpo dele que era bem lisinho, só um pouco do miolo do peito que tinha pelos. O Marcos abriu as nádegas dele e eu até me posicionei pra tentar ver o cu do Tiago. Mas não dava pra ver quase nada, era um cu bem peludão, cheião de pelos mesmo. O Marcos deu uma chupada muito gostosa no cu dele, deixou bem meladão, cuspiu na rola e encaixou a pica grossona. Ele meteu tudo de uma vez.

- AHHH PORRA! PUTA QUE PARIU SEU FILHO DUMA PUTA!

Vi na hora as lágrimas caindo no rosto dele. Ele fazia uma careta de dor tentando sair do pau do Marcos. Fiquei até com pena do cara. Tava quase todos mlks batendo punheta agora, inclusive o Alex e o Gui. Tirei meu pau da cueca, tava melado pra caralho, comecei a bater punheta com cuidado pra não gozar antes da hora de aprontar.

O Marcos fodia forte mesmo e sem dó nenhuma. Ele pegou o corpo do Tiago e abraçou ele, segurando com um dos braços o peitoral e com a outra mão pegando forte no pescoço. As estocadas faziam um puta de um barulhão, e os gritos de dor do Tiago foram virando gemidos de prazer. A pica do Tiago foi ficando dura, bem dura, ao ponto de ficar escorrendo um fiozinho de baba sem fim da ponta da cabeça enquanto o Marcos socava fundo nele. Em pouco tempo eles já tavam suados pra caralho de tão intensa que tava aquela foda.

Aí chegaram umas putas, gostosas pra caralho. Elas não tavam entendendo nada, pareciam muito chocadas com tudo. Ficaram ali fofocando, vendo o Marcos metendo no Tiago e os mlks batendo punheta.

Quatro dos jogadores que tinham ganhado foram até as putas e cada um escolheu uma ou duas e ficaram lá de amasso no deck da piscina.

Um dos fisioterapeutas também foi foder com uma das putas e o outro fisioterapeuta ficou batendo punheta olhando a bagunça se formando.

Outro dos mlks do time ganhador foi direto no Gui. Chama Lorenzo, tem a pele preta um pouco mais clara que a minha, jeitão malandro, cabelo raspado dos lados e uns dreads pequenos no topo da cabeça e atrás, quase como um mullet, magro e bem definidão com um tanquinho foda, e um pauzão de respeito de uns 21 cm.

Eles começaram a se enroscar ali na mesa e rapidinho o Gui tava dando de frango pro Lorenzo. Ele ficou maluco quando percebeu que o Gui já tava leitado. Devia tá com resto de leite meu e do Alex dentro do cu ainda. Ele metia sem pressa, só se deliciando, enquanto lambia as pernas do Gui.

O último ganhador era o Rafael, mlk japonês, cabelo meio comprido, um pouco peludinho no meio do peito e no finzinho da barriga, bem branco e bombadinho, com uma tatuagem fodona no braço. Ele foi logo metendo o pau de uns 18 cm na boca do Felipe, grosso, bem pentelhudo e um sacão grande.

O Gui tava se entregando pra caralho pro Lorenzo. Ele jogou os braços pra trás, deitado de frango na mesa e só deixou o Lorenzo fazer o que queria com ele.

Nisso o Tiago já tava dando de quatro pro Marcos em cima da mesa, do lado contrário onde o Gui e o Lorenzo tavam. O Tiago chegou perto do Gui, deu um beijão nele, depois segurou um dos braços do Gui, enterrou a cara na axila dele e ficou ali, levando pica do Marcos e lambendo o suvaco dele.

O Marcos gozou urrando dentro do Tiago. Praticamente ao mesmo tempo o Lorenzo gozou dentro do Gui. O Tiago ficou jogado na mesa com a cara ainda no suvaco do Gui, com o pau duro e babando pra caralho. Alguns mlks que tavam batendo punheta gozaram também. Eu já tava quase.

Tinha um quadro negro cheio de nome numa coluna perto da churrasqueira. Um cara que só ficava batendo punheta riscou o nome do Marcos, do Lorenzo e dos mlks que gozaram.

O fisioterapeuta que tava comendo uma das putas foi meter no Gui, só pra leitar dentro dele. Os outros mlks que tavam comendo as putas gozaram fudendo elas. Isso tudo foi meio rápido. E aí o punheteiro do quadro negro riscou os nomes.

Depois ficou todo mundo na expectativa do Rafael gozar com a mamada do Felipe. A mamada dele é meio desesperada, muito intensa, e forte. Daí o Rafael pegou a cabeça do Felipe e começou a foder forte a boca dele, enterrando na garganta. Ele tirou a pica e bateu uma punheta rápida, e a porra foi direto na cara dele, bem branca e espessa pra caralho.

Praticamente na mesma hora da gozada do Rafael todo mundo meio que começou a se pegar. A hora quase combinou com a música que tava tocando, um metal pesadão e muito agitado de uma banda que até hj eu não sei falar nem escrever.

Porra, eu meio que me assustei. Vieram três mlks de uma vez em mim, nem vi quem eram. Um veio me beijando e dois vieram me chupar, meio que competindo pra me mamar.

O cheiro da carne na brasa foi dando lugar pro cheiro de pica, de sexo e de machos se comendo. Acenderam beck e o cheiro de maconha também começou a se misturar no lugar.

Tinham uns caras que não participavam de nada, eles só ficaram vendo a putaria um pouco e depois foram pra sala jogar videogame. Os caras que não ficavam com outros caras foram se divertir com as putas, enquanto a área da churrascaria ainda era uma baderna cheia de caras gostosos.

Eram sei lá, mais de 15 mlks se pegando ao mesmo tempo.

Parecia que eu tinha ido parar no paraíso. Só que pela música que tava saindo das caixas de som, aquele paraíso devia ser no meio do inferno.

O mlk que tava me beijando começou a ser mamado por outro cara e parou de me beijar. E aí veio o Alex do meu outro lado, me dando beijos no meu pescoço, com a pica dura pra caralho tocando em mim. Ele apertou minha bunda tão forte e de um jeito tão gostoso que senti meu cu piscar de tesão.

Um dos mlks que tava me chupando começou a mamar o Alex. E ele sussurrou no meu ouvido:

- E aí, seu p uto, tá curtindo?

- Cara, sei nem o que falar, na moral…

Aquilo tudo tava surreal demais. Sem brincadeira. Já era umas quatro da tarde, o sol tava deixando o céu meio dourado e tava batendo quente na gente. Os corpos dos mlks tavam meio suados, brilhando, fazendo os músculos deles aparecerem ainda mais.

A visão que eu tinha era tão foda que parecia até que eu tava dentro de uma pintura renascentista, tá ligado?

O Alex começou a fuder o cara que tava chupando ele.

Eu tava todo arrepiado, e o boquete que o mlk tava me dando tava foda demais. Aquele tipo de mamada macia, quente, que depois faz até a pica ficar com saudade. É uma mamada que só caras sabem fazer.

E aí quando eu vi o boqueteiro direito eu quase gozei na hora. Precisei me segurar de verdade.

Aquelas costas fortes pra caralho, as covinhas nas costas, cabelo gostoso de passar a mão, braços grandes e mãos firmes pegando nas minhas panturrilhas. E o rabão dele, redondo e musculoso, do jeito que só jogador de rugby tem. Ele ergueu o rosto, olhando pra mim, com minha pica inteira dentro da boca.

Pqp, era o Pedro. Aquele rostinho lindo, me mamando.

Quando vi que era ele meu coração até deu uma disparada. E parecia impossível, mas senti minha pica ficar até ainda mais dura. E ele sentiu, até gemeu.

Ele mamava tão gostoso, caralho. Me concentrei de verdade pra não gozar logo, porque não queria tirar minha pica da boca dele, aquilo tava foda demais.

Fui tentar ver outra coisa pra me distrair. Olhei pra mesa. O Gui e o Tiago continuavam de quatro em cima dela, um de frente pro outro. Os dois ainda tavam levando muita pica e se beijando enquanto rebolavam nos paus.

Porra, o Tiago dando era uma coisa que eu não conseguia nem imaginar quando conheci ele. E agora tava vendo o puto dar sem parar, ele até abria o rabo pra meterem mais fundo.

Depois que um cara terminou de foder o Gui, o Gui foi comer o Tiago. O Gui metia forte. Lembrei na hora que no começo da manhã o Tiago tava maluco pra fuder o Gui. No fim das contas, o jogo virou.

Um outro cara veio atrás do Gui e começou a meter nele também, e mais um outro veio e começou a comer o cara que tava comendo o Gui. Os quatro ficaram nesse trenzinho por um tempão, um empurrando dentro do outro.

O Alex do meu lado tinha acabado de gozar dentro de um cara. A foda deles foi tão intensa que os dois até precisaram deitar na grama pra se recuperar.

No deck da piscina todas as putas tavam mamando ou dando pros mlks. Tinha uns caras se beijando ou mamando pica enquanto fudiam elas. As minas num se aguentavam tbm, era orgasmo atrás de orgasmo.

A galera tava se comendo e se mamando em todo canto. Ninguém sozinho. Só num tavam fudendo os mlks que foram jogar videogame na sala.

Eu fiquei ali olhando tudo meio espantado, sem acreditar que aquilo tava realmente acontecendo na minha frente. Tava vidrado naquela putaria que virou uma zona numa facilidade absurda. Acontecia tanta coisa ao mesmo tempo que eu nem conseguia mais entender direito como aquela bagunça tinha começado.

Olhei denovo pro Pedro me chupando.

Ele ali agachado de cócoras, com aquele rabo enorme e musculoso.

Porra, tudo que eu olhava me dava vontade de gozar. Não dava mais.

Eu me inclinei, peguei a bunda dele, apertei, deslizei a mão pro cu e senti aquele cuzinho quentinho, lisinho, sem pelo nenhum. Tava suadinho, piscando devagar com o toque do meu dedo…

- Mano, vou gozar!

- Uhum… - o Pedro concordou sem tirar minha pica da boca.

Ele continuou mamando gostoso, massageando minhas pernas, apertando minhas coxas. Fiquei passando o dedo no cuzinho dele, sentindo o calor e suor dele. E aí eu gozei. Gozei muito e ele tomou tudo.

Depois veio me beijar e ficamos no amasso por um tempão. Que beijo bom da porra. E ele era muito cheiroso, nossa. Um cheiro bem leve, mas marcante de perfume bem caro. Não queria parar mais de beijar ele, e eu não queria tirar a mão daquela bunda gostosa também.

Depois de sentir aquele cu quentinho dele fiquei ainda com mais vontade de meter nele.

- Mano, quer ser o primeiro a meter em mim hoje? - o Pedro falou com aquele sorrisão impecável no rosto.

- Pô, mlk! Com certeza!

Peguei no pau dele e me deu muita vontade de chupar. O pau do Pedro tava durão demais, daquelas picas que parece pedra de tão dura. Uns 18 cm, branco, meio tortinho pra cima, pentelhudo, de cabeçona grande e rosa. Me surpreendi como a pica dele entrava na minha garganta com facilidade, ele fodia minha boca sem incomodar.

Chupando ele, meu pau foi ficando duro com ajuda do tadala.

Virei o corpo dele e comecei a chupar o cu. Porra, que cu quente. E ainda era delicioso de lamber, chupar e enfiar a língua. Era todo lisinho, sem pelo nenhum. Deixei aquele cuzinho bem molhadão e fui meter meu pau.

Levei o Pedro até a mesa e ele arrebitou a bunda. Dei um tapão naquele rabão gostoso e ficou vermelho na hora. Abri as nádegas pra ver aquele cuzinho pequenininho piscando e pedindo pica. Fiquei batendo meu pau nele, e aí fui entrando nele devagar.

Sentia o cu dele mastigando meu pau enquanto eu empurrava pra dentro.

Era muito apertadinho, mas era delicioso, pulsava muito por dentro. Chegava até a doer a pica de tão apertado que aquele cuzinho é.

Quando meu pau entrou inteiro eu esperei um pouco e fui bombando devagar, até lacear, senão aquele cuzinho apertado ia esfolar meu pau inteiro e eu ia machucar o mlk também.

Cada vez que eu puxava pra trás, o cuzinho se fechava com força em volta da cabeça do meu pau, e quando eu enfiava de novo sentia dentro do Pedro se abrindo pra me engolir.

- Porra, mano… que cu delicioso… - gemi baixo, segurando forte nas laterais daquele rabão.

Pedro tava de bruços na mesa, bunda empinadona, pernas abertas, gemendo sem vergonha nenhuma.

- Mete, porra… mete fundo… tá gostoso pra caralho, véi…

Aumentei o ritmo quando vi que não tava mais apertando tão forte no meu pau.

Aquela música infernal de rock ou metal ou sei lá o que tava me deixando meio agressivo também. Nunca tinha fudido antes escutando algo assim. E curti pra cacete. Parece que a bateria e os gritos faziam o meu sangue ferver e ter mais vontade de arregaçar um cuzinho.

Comecei a foder pra caralho. Cada estocada fazia a bunda dele tremer. Eu batia a virilha nas nádegas dele com força, fazendo estalos da pele com pele.

Passei a mão por baixo e senti o pau dele duro pra caralho, latejando. Segurei e comecei a bater pra ele enquanto metia.

- Caralho, Pedro… engole meu pau com esse cuzinho, porra… — falei, aumentando a velocidade.

- Porra atacante... Cê fode gostoso pra caralho… Me arromba mais, véi…

Abaixei o corpo por cima dele, encostei o peito nas costas suadas do Pedro e comecei a meter curto e rápido, socando fundo, ainda batendo punheta pra ele. A gente tava encharcado de suor, nossos corpos ficaram se escorregando.

Do meu lado, o Leandro tava metendo forte num mlk, mas o cara gozou e ficou sensível, e o Leandro ainda não. Ele subiu na mesa e meteu o pau na boca do Pedro. Fiquei até apreensivo com tantos mlks em cima daquela mesa, mas era de madeira maciça, impossivel de quebrar.

Leandro é um mlk gostoso pra caralho também. Barba ralinha, cabelo raspado e olhos castanhos. Ele é zagueiro, uma das posições que mais corria, então o corpo dele é bem magro mas musculoso. Todo bronzeadão, jeitão meio surfista e quase sem pelos, só no saco msm. O pau dele é uns 18 cm, bem veiudo e sacudão.

O Leandro tava suado pra caralho e ofegante por causa da foda que ele tava tendo, mas tinha muita energia ainda. Ele é um cara mais bruto, puxava os cabelos do Pedro e enfiava fundo na garganta. Depois parava e ficava alucinado sentindo o Pedro chupando a pica dele com calma. Aí fudia a boca dele denovo como se fosse a buceta de uma puta.

Com as metidas na boca, o cu do Pedro apertava mais no meu pau. Comecei a sentir a porra querendo subir e o meu pau latejando mais. Aumentei ainda mais o ritmo, fudendo aquele rabo como se fosse a última vez da minha vida, enquanto o Leandro arregaçava a boca do Pedro.

- Vou gozar… porra, vou gozar dentro…

Pedro empurrou a bunda pra trás com força, engolindo meu pau até o fundo.

Não aguentei. As estocadas ficaram descompassadas sem ritmo nenhum, selvagens.

Enterrei tudo querendo entrar dentro dele, senti o cu dele piscando em volta da minha pica e explodi. Senti que minha porra encheu pra caralho aquele cuzinho. Gozei tanto que senti o excesso escorrendo pelas minhas bolas enquanto eu ainda bombeava, empurrando cada gota dentro dele.

Fiquei ali por um tempo enfiado até o talo dentro dele, ofegante, sentindo o cu do Pedro pulsando no meu pau. O Leandro tava delirando na boca dele, até que ele não aguentou, tirou a pica rapido bateu punheta um pouco e liberou um monte de jatada na cara do Pedro. A gozada do mlk voou longe, atingiu até meu peito.

- Porra, Pedrinho, esse teu boquete é foda demais, mano. - Leandro falou batendo a pica na cara do amigo. O cara tava acabado, só desceu da mesa e sentou do nosso lado pra dar uma respirada.

- Eae, Pê… como você quer gozar? Quero ver essa pica soltando leite também… - falei, ainda ofegante, apertando com a mão naquele rabão vermelho de tanta metida.

- Você ainda consegue me fuder? Quero te dar de frango, olhando pra você...

Meu pau tava sensível pra caralho, mas eu num ia negar o pedido dele. Meu pau saiu do cu dele com um barulho molhado e um fiozão grosso de porra escorreu pela coxa dele. Antes de meter denovo fui conferir o estrago. O cuzinho do Pedro virou um círculo rosa do formato da minha pica. Ficou enorme, bem abertão, gostei muito de ver.

Coloquei o Pedro de frango na mesa. Vendo aquele mlkão daquele jeito, num deu nem chance pro meu pau amolecer, continuou durão.

Apoiei as pernas dele nos meus ombros e fui metendo denovo. Ver a carinha dele recebendo pica, gemendo alto, me olhando e mordendo o beiço me deixou louco pra caralho.

No começo fui comendo devagar, meu pau tava bem sensível com as duas gozadas. Mas perdi a linha, ficar vendo a cara dele e aquele corpo gostoso me fez enterrar até mais fundo e ainda mais forte que da vez que comi ele de quatro.

Os olhos do Pedro tavam revirando, ele soltou um gemido longo. O pau dele latejou na minha mão e o primeiro jato saiu forte, batendo no peito dele e escorrendo. Continuei metendo fundo e batendo punheta pra ele. Mais jatos saíram, sujou minha barriga e a dele.

O cu dele se fechou com tanta força no meu pau que quase me fez gozar de novo ali mesmo.

Ele tremia inteiro, o pau ainda soltando as últimas gotas de porra enquanto eu continuava dentro dele, sentindo cada contração.

Ele pediu pra eu tirar o pau, o cu tava sensível, mas se eu pudesse ficava lá dentro e soltava minha terceira gozada do dia.

- Porra… que gozada gostosa… - falei, passando a mão no leite dele e lambendo os dedos, olhando nos olhos do mlk.

A putaria nem tinha começado direito e eu já tava cansado pra caralho. Eu me joguei na grama fresquinha do lado do Alex pro meu corpo dar uma esfriada. O sol ainda tava quente, mas o calor tava gostoso.

Ainda sentia o cu do Pedro na minha mente, aquele aperto quente continuava na memória, como se o cuzinho dele não quisesse soltar meu pau.

O Alex tava deitado de barriga pra cima, pau mole e meladão, respirando fundo. Ele virou a cabeça pra mim, sorrindo, e falou baixinho:

- Porra, irmão… Te vi arregaçando o Pedro ali na mesa. Sem viadagem, foi tesão pra caralho - ele deu um toquinho com a mão no meu ombro. - E fuder o Pedro é bom pra caralho, né? Aquele cu aperta de um jeito que parece que quer te ordenhar.

- Na moral, Alex, parece até que o cu do mlk foi feito pra levar rola. É bom demais!

- Você foi sortudo pra caralho, irmão. Não é sempre que o Pedro tá afim de dar.

O Gui veio vindo na nossa direção, com o corpão branco brilhando de suor. Vinha cansadão, meio cambaleando, com o cabelo loiro grudado na testa. Parecia um viking exausto voltando da batalha, só o bagaço.

- Piá... - ele foi caindo, se jogando em cima do Alex. - Tô morto. Num aguento mais dar o cu. E tô doido pra gozar...

Ele enterrou o rosto no ombro do Alex e ficou ali, largadão. O rabão musculoso do Gui tava virado pra mim. Branquelão, coberto de suor. O Alex abraçou o Gui, passou as mãos pelas costas largas dele, desceu até a bunda e esfregou o dedo pela fenda.

- Caralho, olha o estrago! - o Alex ficou passando o dedo se divertindo. - Quantos te leitaram hein, seu puto?

O Gui se ajeitou melhor em cima do Alex, com o pau durão esfregando na barriga do amigo.

- Sei lá mano.. foi o Lorenzo, o André, o Vini, o Danilo, o Rafael, o Marcos.. pô... foram seis.

- Caralho véi, será que hoje tu bate teu recorde? - o Alex pegou as nádegas do Gui e abriu elas, como se tivesse abrindo um livro. O pau do Alex foi ficando duro denovo. - Vc tá ligado que eu ainda vou querer te fuder mais tarde, né?

Vi o cu rosa do Gui. Tava molhado, pulsando e bem inchadinho de tanto que ele deu. O cu dele piscou fazendo barulho e saiu porra, bem branquinha e grossa, escorrendo devagar pelo cuzinho dele, melecando o saco do Gui e a coxa do Alex.

Eu já tinha comido aquele mlk a madrugada inteira, mas eu queria meter ainda mais naquele gostoso. Fiquei só brincando com meu pau, vendo o Alex e o Gui abraçados juntos, conversando, se beijando e às vezes cantando o hino infernal que saia das caixas de som.

Já tava mais pro finzão da tarde, o sol já tava bem mais baixo. O cheiro de pica e sexo era forte, misturado com o de maconha e de churrasco.

Devagar se aproximando veio o Tiago com o pau bem durão balançando. Uma pica de uns 18cm, não é grossa, mas é cabeçuda e bem peludona. Ele parou, ficou vidrado no rabo do Gui escorrendo leite e ficou mexendo no pau.

- Porra… que visão gostosa.

Ele foi se ajoelhando atrás dele e ficou passando a mão na bunda do Gui, passando o dedo no cuzinho, apertando as nádegas. Depois esfregou o pau durão na bunda dele, espalhando suor do rabo e a baba acumulada na cabeça da pica.

- Esse rabão ainda aguenta mais uma leitada?

O Gui só se ajeitou em cima do Alex e empinou o rabo pro Tiago.

- Mete ae, véi.

Aí não demorou mto pro Tiago partir pra cima. Ele foi enfiando devagar, gemendo pra cacete e com os olhos revirando.

Quando a pica foi entrando o Gui soltou um gemidão longo, meio de dor, meio de prazer. Eu já conhecia aquela gemida manhosa dele. Ele solta quando o cu não aguenta mais, mas o tesão é ainda mais forte.

O pauzão inteiro do Tiago entrou facinho por causa de tanta porra que tinha dentro. Ainda assim a pica dele é grossa e o Gui tava bastante sensível. Ele enterrou o rosto no pescoço do Alex e começou a resmungar:

- Ahh… porra, Tiago… me fode, caralho…

Embaixo do Gui, o Alex segurava firme com as mãos nas nádegas do amigo, abrindo elas pro Tiago conseguir ir mais fundo.

O Tiago não deu moleza. Segurou a cintura do Gui e começou a meter com muita força. Estocadas longas, enterrando fundo. Dava pra escutar o barulho molhado das leitadas sendo agitadas dentro.

Com a força do Tiago fudendo forte, o Gui acabava sendo jogado contra o Alex a cada bombada. Os dois ficavam se chocando, e dava pra ouvir o barulho dos corpos suados deles se batendo.

Não dava pra não bater punheta vendo tudo isso.

A cada metida, o pau do Gui ficava esfregando forte na barriga do Alex, eu via a pele da pica dele indo e voltando rápido entre os dois nessa roçada. Pô, o Gui devia tá sentindo uma parada muito foda ali, eu mesmo queria tá experimentando aquilo.

O Gui começou a rebolar de leve, e os movimentos que ele fazia com o rabo também aumentava pra caralho as roçadas no Alex. O mlk tava doido pra gozar. Nessa hora, o Alex beijou o pescoço suado do Gui e o Tiago fez o mesmo do outro lado, e os dois ficaram ali grudados nele, beijando e lambendo o pescoço dele, tomando cuidado pra não deixar marca.

Aí que o Gui perdeu a linha de vez. Ele gozou pra cacete, gemia alto pra caralho gozando. Foi tanta porra que melecou completamente a barriga do Gui e do Alex e alguns jatos cairam na grama.

O Tiago enterrou a pica toda e gozou fundo dentro do Gui, urrando alto pra caralho também.

- Porra, mlk. Vou sentir muita falta desse cu.

A foda intensa deixou o Tiago ofegante pra caralho, depois de gozar ele se jogou em cima do Gui.

Os três ficaram um tempo lá na grama, um em cima do outro. O coitado do Alex aguentando o peso dos dois. O Gui, completamente mole, com o cu ainda mais cheio de leite.

Eu aproveitei o momento e fui atrás do Tiago. Avisei que ia só chupar o cu dele, e ele deixou. Abri aquela bunda forte, peluda pra caralho. Só conseguia ver o cuzinho dele porque os pelos tavam encharcados, completamente melados de saliva, suor e porra, tudo junto e misturado. O cuzinho peludo dele era uma delicia, um furinho pequeninho, mas inchadinho de tanto que levou rola.

Enquanto me deliciava naquele cuzinho peludo, o Alex foi comer o Leandro no deck da piscina e depois meteu numa das putas, e o Gui foi fuder o Mateus.

O Tiago tava curtindo muito minha chupada no cu dele, toda hora que eu entrava com a minha língua no cu dele ele piscava e gemia. Tava bastante macio de tanto dar, minha língua entrava fácil, inteira. Tava até com um leve gostinho de sangue de tanto que aquele cara foi arregaçado.

Eu fui ficando com vontade de meter naquele cu. Enquanto chupava ele, fui acariciando as pernas peludonas dele tentando fazer ele relaxar e massageando a bunda. Po, era uma delicia passar a mão nas pernas e no rabo daquele cara peludo.

Do nada senti duas mãos abrindo minhas nádegas e uma língua entrando no meu cu. Eu me arrepiei todo. Já conhecia aquela linguada forte e sedenta que tava no meu rabo, era o Caique, o mlk chupa cu com tanta vontade que se deixar ele fica o dia inteiro te linguando.

Só deixei o mlk se divertir com meu cu e continuei dando um trato no Tiago.

Ficamos assim um tempo, aí o Caique veio chupar o cu do Tiago também. Foi só o Caique meter a boca no cu dele que o Tiago começou a gemer muito alto e se arrepiar inteiro. Ele sugava forte o cu, enfiando a língua no fundo, esfregando o nariz, a cara. O mlk é sedento por chupar cu.

O Caique me puxou e começamos a meter a língua no cu do Tiago juntos, se beijando se melecando inteiros com saliva.

Aquela pegação no rabo do Tiago tava me dando tanto tesão que eu precisava enfiar no cu daquele cara. Eu bati a pica naquele cuzão, e o Caique já foi me mamando e deixando meu pau bem meladão de saliva.

Coloquei o Tiago de quatro e precisei ficar um tempinho só admirando aquele homão.

Era impossível não querer ficar vendo aquele corpo todo grandão e definido dele. Umas costas deliciosas, musculosas e lisinhas, e um rabão de respeito. Os pelos começavam na lombar e ia descendo, cada vez ficando mais e mais peludão. As coxas nem dava pra ver a pele direito de tanto pelo que o cara tinha nelas.

- Negão, pelo amor de Deus, me come devagar, beleza?

Obedeci o pedido dele, fui enfiando no Tiago bem devagar.

Caralho, o cu dele tava muito macio. E tava tão melado por dentro que minha pica deslizava fácil. Foi uma foda molhada pra caralho, minha pentelhada ficou toda lambuzada rapidão, fazendo aquele barulho de "plec plec plec", a cada enfiada.

Meu pau pretão tava saindo branco do cu dele, de tanta porra que tinha dentro daquele cara.

Eu metia saboreando aquele cu. Enfiava tudo e tirava meu pau inteiro, ou só até a cabecinha da minha pica quase sair da portinha. Bem lento, bem calmo.

Tive que dar bombadas bem lentas, porque o cara tava sensível pra caralho. Mas mesmo assim aquele cu já tava me deixando louco.

- Pô Atacante, que metida gostosa da porra! - ele falou, virando o rosto pra me olhar com cara de dor e de safado ao mesmo tempo.

Via aquele rostinho de mlk dele e só ficava pensando que eu tava metendo numa versão bombada do Kimi Antonelli.

Enquanto eu comia o Tiago bem devagar, o Caique continuou com a cara enfiada na minha bunda, chupando meu cu. A sensação foi foda demais.

- Véi, vou ter que te dar leite no cu tá? Num tô aguentando... - avisei o Tiago, já sentindo a porra subindo.

- Pô Atacante, pode leitar a vontade...

Quando falei isso o Caique já veio encaixando a pica dele no meu cu, sem entrar. Abriu minhas nadegas e ficou roçando a rola no meu cu. A pica do Caique é quente e babona pra caralho, linda demais, bem pretona e de cabeça bem rosinha.

Gozei dentro do Tiago e o Caique gozou junto, senti as jatadas dele acertando até minha nuca. O mlk encharcou minhas costas de porra. Senti tanto tesão nisso que me fez enterrar minha pica inteira forte no Tiago, e senti que tinha mais porra saindo da minha pica.

Depois dessa foda minhas bolas ficaram doendo pra caraaaalho.

Fui pra piscina esfriar o corpo e tentar me recuperar. Meu pau ainda tava durão demais, acho que por causa do tadala também. Enquanto isso fiquei vendo a putaria acontecendo.

Quando já era bem de noite, as putas tavam completamente cansadas, alguns mlks tavam cochilando na grama, na mesa ou dentro da casa e alguns outros continuavam bebendo e comendo o churrasco.

A maioria já tava ao menos com cueca, tava fazendo um friozinho na noite.

O Alex e o Gui tinham sumido pra um dos quartos. O Tiago tava fumando beck com o Marcos e outros caras. O Rafael e o Lorenzo tavam se agarrando e o Caique chupando o cu dos mlks que tavam cochilando.

Eu já tava um pouco com sono e fui pra sala, tinham uns caras jogando videogame, dois deitados no sofá cochilando juntos e na cozinha o Pedro e o Felipe tavam conversando, os dois peladões de pau bem duro. Esses dois num se largavam, eu via eles toda hora juntos, se beijando, se mamando, comendo putas, um comendo o cu do outro...

- Aê, Atacante! Vem cá! - o Pedro me chamou abrindo um sorrisão.

Na hora parece até que meu sono foi embora.

Eu ainda tava pelado também, pica mole. Mas quando fui chegando pra perto deles meu pau foi ficando durão. Eu já num aguentava mais gozar, mas se fosse pra fuder com eles... pô, eu fazia qualquer sacrifício.

- Pô, mlk, nem trocamos idéia hj. - falou o Felipe, me cumprimentando com um aperto de mão e um abraço, nossas picas duras se roçaram junto.

- É... você tava meio ocupado, tá ligado? Ahahaha - respondi rindo meio sem graça.

- Pode crê, mas eu vi que você tava bem ocupado tbm.

A conversa foi continuando meio sem rumo, uns papos meio nada a ver. Pedro pegava bebida, Felipe contava alguma história e eu ficava no meio deles, tentando acompanhar.

E nós três de pica bem dura ainda.

Ficamos só papeando e bebendo, até que o Felipe falou na lata:

- Pô, o Pedrão me falou que você meteu muito gostoso nele. - ele falava e a pica dele latejava, muito durona. - E olha que ele não dá esse cu pra qualquer um não, hein?

- Que isso… olha o rabo desse mlk. Tem que aproveitar mesmo! - respondi.

- Fala sério, você manda bem pra caralho cara. Aposto que você deixa qualquer mina maluca. - o Pedro falou pegando no meu pau. - o Felipe também tava querendo ficar doidinho nessa pica aí.

O Felipe riu, e veio já se agachando pra me mamar, chupou rápido, só pra deixar meu pau babado. Ele se apoiou na mesa, empinando o rabão moreno, e abriu as nádegas pra mim. Enfiei a cara no meio, lambendo e chupando gostoso.

Sem dúvidas, de todos mlks do time, o cu mais arregaçado era o do Felipe. Nem o Gui que dava pra caralho ficava com o buraco tão inchadão e largo como o dele. Pô, parecia até uma bucetinha.

Deixei o cuzão dele bem molhadinho, alinhei a cabeça do meu pau e enfiei de uma vez. Minha pica inteira foi engolida fácil pelo buracão do Felipe, não precisei forçar nada. Aquele cuzão tava macio pra caralho por dentro, parecia até coberto de veludo. Sem dúvida o mais macio do time também.

Fui metendo forte e ele rebolava que nem uma puta. Ele curtia dar fazendo força com o cu, e aquele buracão ficava mordendo minha pica.

- Porra, Atacante… teu pau é bom demais…

O Pedro agachou e ficou chupando o Felipe. Uns 18 cm, curvado pro lado, e grosso o suficiente pra encher a boca. Felipe gemeu mais alto quando sentiu a garganta do Pedro engolindo a rola dele, e o cu dele apertou ainda mais no meu pau.

O cu dele fazia aquele barulhinho molhado e guloso, se abrindo e se fechando em volta da minha pica como se quisesse me engolir inteiro.

O Leandro entrou na cozinha pra pegar algo na geladeira, mas ficou ali olhando. Sem falar nada, puxou o pau pra fora da bermuda e começou a bater punheta ali mesmo, devagar, me vendo metendo no Felipe.

Enfiei até o fundo e gozei dentro do Felipe. Foi pouca porra, minhas bolas doeram mto pra gozar.

O Leandro nem esperou nada, chegou do meu lado, ainda batendo punheta, e parou atrás do Felipe.

Ele enfiou de uma vez, o cuzão do Felipe engoliu fácil, e o Leandro começou a meter forte, socando fundo, usando a porra que eu tinha gozado de lubrificante.

Fiquei no canto só olhando os caras.

O Leandro fodia lento, com um gingado, curtia ficar vendo a pica dele saindo e entrando do cu. Ele é um mlk praieiro, vive tomando sol e surfando. A marquinha de sol dele era foda, ele é todo bronzeadão e o rabo bem branco. Até a pica dele era mais branca que o resto do corpo.

Depois o Mateus chegou, peladão. O corpo desse cara é lindo. Ele é desses caras musculosos mas parrudinhos, todo troncudo. A pele dele é bem branquinha e ela tava meio avermelhada por causa do sol forte do dia.

Ele ficou ali vendo o Leandro fodendo o Felipe enquanto tomava cerveja. A pica dele ficou dura rapidinho e ele começou a bater punheta.

O Pedro já parou de mamar o Felipe e levantou com os olhos cheio de lágrimas de tanto que o Felipe enfiou na garganta dele. Aí ele puxou o Mateus e empurrou a cabeça do mlk pra chupar a pica dele. O Mateus ficou mamando o Pedro de joelhos.

Depois que o Leandro gozou no Felipe, o Felipe começou a passar as mãos no Mateus, esfregando a pica nas costas dele, no rabo. E ali no chão da cozinha mesmo o Felipe foi tentando meter no Mateus, mas o cuzinho dele ainda tava apertadinho.

- Vamos pra sala, vamo abrir esse cuzinho. - o Pedro falou com a pica latejando muito. Dava até vontade de parar tudo e chupar aquela pica bonita dele.

Saímos da cozinha pra sala. Ainda tinha uns caras jogando videogame no canto, concentrados na tela, e dois no sofá dormindo. Ninguém prestou muita atenção quando a gente chegou.

Tinha um espacinho num dos sofás sem ninguém, o Pedro mandou eu sentar e o Mateus veio descendo na minha pica.

Meu saco doia, mas a vontade de foder aquele mlk era muito mais forte. Olhei pro lado e o mlk que tava jogando videogame olhou pra mim e falou com um sorrisão sincero:

- Arregaça esse cuzão ai, véi!

O Mateus só riu e desceu bem devagarzinho na minha pica, gemendo muito. Olhei pro mlk e fiquei num tesão absurdo. Ele tava revirando os olhos, o corpo dele é parrudão mas a força que ele fazia dava pra ver o tanquinho forte dele aparecendo. E aquele peitoralzão dele e os mamilos rosa me deixaram louco, meti logo a boca e fiquei chupando eles enquanto o mlk cavalgava sem pressa no meu pau.

Nem começou direito e ele já tava todo suado. O cu dele era beeem apertadinho, pedi pra ele cavalgar com calma pra não esfolar meu pau.

A sensação dentro dele lembrava um pouco o cu do Pedro.

Com o tempo eu larguei meus braços pra trás e fechei os olhos só sentindo aquele macho pesado sentando gostoso em mim. O cuzinho dele foi se alargando aos poucos, tomando o formato da minha pica.

Aí comecei a estocar forte nele. Puxei os mullets dele, o mlk gemia alto, e ele só ficava me xingando.

O Pedro abraçou o Mateus por trás e começou a beijar ele. Ficou beijando o trapézio, o pescoço, os ombros, as orelhas. Entendi que o Pedro tinha um tesão muito forte naquele cara.

De repente senti a pica do Pedro roçando nas minhas bolas, tentando entrar no cuzinho do Mateus. Ele deu uma cuspidona na pica e aí ele foi forçando pra valer, abraçando o parrudinho com toda a força. O Mateus gemeu pra caralho de dor, o mlk tava com a cara até vermelha. Os caras jogando video game até pausaram o Fifa pra olhar o que tava rolando.

- Porra Pedro! Sacanagem véi! Não faz isso comigo não, porra!

O Pedro tava segurando tão forte o Mateus por trás pra ele não se mexer que os biceps e os musculos do antebraço dele pareciam que iam explodir. O cuzinho do Mateus resistiu bastante no começo, mas o mlk deu uma relaxada quando o Pedro voltou a beijar a nuca e pescoço dele, e logo a pica do Pedro entrou, escorregando em cima do meu pau. A pressão do cuzinho do Mateus tava me fazendo ver estrelas.

Começamos a meter, sentindo a fricção gostosa de pau com pau dentro daquele cuzinho apertado. O Pedro socava fundo por trás, e eu ficava subindo o quadril pra ir mais fundo. Uns mlks na sala começaram a bater punheta olhando a gente.

Bem rapidão o ritmo ficou muito selvagem. A gente fodia o Mateus com força até o fundo. Ficamos ensopados de suor e o cheiro de sexo pesado tomou conta da sala.

Eu enfiei até o fundo e gozei primeiro, as últimas jatadas que restavam do meu saco. Afinal eu já tinha gozado pra caralho naquele dia.

O Pedro gozou logo depois, gemendo baixo. O cu do Mateus apertava sem parar nossos paus, como se tivesse engolindo todo leite, e o excesso de porra já foi escorrendo pelas bolas dele e pingando.

A gente ficou parados por um tempo, ofegantes, os dois paus ainda enterrados naquele cuzinho, enquanto os mlks continuavam jogando videogame, os dois no sofá dormiam sem nem acordar um minuto e o resto batia punheta vendo a gente.

Quando saimos do cu do Mateus, o Felipe só empurrou ele pra ficar de quatro e já foi metendo a pica nele com força. Fiquei com dó do mlk. Mas ele tava gostando, a pica tava dura demais.

O Leandro meteu na boca dele e ficaram assim um tempão.

Depois os dois fizeram DP no cu do Mateus denovo. Os três gozaram praticamente juntos. A cabeça do pau do Mateus ficou toda vermelha de tanta porra que saiu.

Quando eles tiraram as picas saiu porra pra caralho daquele cu. E o cuzinho pequenininho do mlk virou um buracão rosado.

Depois disso fui pra piscina pra ver como tava o movimento, ainda tinha alguns mlks fudendo lá... Inclusive o Alex, que tava deitado comendo o cu de uma puta, e o Gui que tava fudendo a buceta dela, quase de quatro em cima dela, e o Marcos tava atracado no rabo do Gui fudendo ele.

Eu tava muito exausto, com a pica e o saco doendo muito, então fui dormir em um dos quartos.

Acordei de madrugada com os gemidos altos do Vini e Danilo se comendo, dois parrudões que tavam dormindo no quarto comigo. Quando me dei conta eu tava no meio entre o Alex e o Gui, que vieram dormir em algum momento da noite que eu num tinha visto. Dormi denovo.

De manhã eu fui acordado pelo boquete do Alex. O Gui tava agarrado em mim de conchinha, ainda dormindo, com pau meio duro nas minhas costas.

Quando o Alex viu que eu acordei ele se posicionou pro pau dele ficar na altura da minha boca também e ficamos ali um tempão se chupando, até cada um gozar na boca do outro. Ai o Alex voltou a deitar com a gente.

O Gui acordou um tempo depois, o pau tava muito durão. Acordou já falando que queria meter em alguém. Como a gente num dava, eu e o Alex ficamos mamando ele juntos até ele gozar.

Naquela manhã de domingo tava todo mundo meio destruído. A chácara inteira tava uma zona. O Marcos e o Tiago fizeram um café da manhã pra geral e depois começamos a arrumar tudo e esconder todos sinais da putaria.

Ao meio dia o time feminino ia começar a chegar e a gente tinha que fingir que tinha acabado de chegar na chácara...

Até hoje eu não sei como aquela chácara ficou tão limpa e arrumada antes das meninas chegarem.

Mesmo no meio da correria pra arrumar a chácara, ainda rolou boquete e umas metidas por todo canto. Eu mesmo ainda comi três caras que eu não tinha ficado antes, o Vini e o Danilo, que dormiram no quarto comigo, e o João, que deu pro Gui depois que eu e o Alex mamamos ele.

Depois que o time feminino chegou eu, o Alex e o Gui ficamos por lá só mais umas quatro horas e pegamos a estrada de volta pra capital. A gente foi o caminho inteiro praticamente morto.

O caminho inteiro eu ainda tentava entender aquela loucura toda que eu tinha acabado de viver. Quando chegamos em São Paulo eu até senti meio que um vazio, como se a vida comum tivesse meio incompleta depois de um fim de semana foda como aquele.

O Gui só ia nos deixar na república e depois voltar pra Curitiba de carro. Mas o Alex insistiu tanto que ele ficou mais um dia com a gente. Os dois ficaram o resto do dia grudados, trocando carinhos e zueiras. Assistimos um filme juntos e de noite fudemos o Gui antes de dormir.

Na manhã seguinte, quando vi o Gui arrumando as coisas dele pra ir embora e voltar pra Curitiba me deu até um aperto estranho no peito. O Alex ficou tentando fazer piada, como sempre, mas dava pra perceber que ele não queria que o amigo fosse embora.

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Comentários

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Porra cara, que capítulo FODA!! Me amarrei demaaaais nesse Tiago aí, novinho marrento levando rola é a coisa que mais me dá tesão!! Pqp! E Alex e Gui têm um lance muito mais profundo que só brotheragem...

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Concordo com vc, Thiago é de tirar o fôlego, ainda mais que ele tem a bundinha peluda -- o tesão vai a mil.

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Esses caras são muitos gostosos! Queria eu viver uma putária dessas. Nossa mano, acho tão deprê despedidas, até eu comecei sentir falta do gui rsrsrs. Amo conto grandes.

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Hmmm e o que mais de grande você gosta, hein, safado??? Hehehe

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Não sei jotinha, talvez do que está dentro de suas calças😏

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Hmmm não sei não!! Já te ofereci e vc não quis. Hahahah

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