Depois de 15 dias, e a poeira daquela loucura ter se assentado, eu simplesmente passava aspirador pelo tapete da sala, quando distraída, mas minha filha de 10 anos não, disse:
– Mamãe, tem alguém na porta!
Foi só então, que eu ouvi o “Ding-dong”, lancei o avental para o sofá, e ajeitando o coque do cabelo, corri para atender. Meu queixo caiu:
– Meu Deus! É você?
– Oi, gata! Você tem uma bela casa aqui, hein? Eu decidi te fazer uma visitinha! – aquilo me deixava pasma, sem reflexos, de modo que minhas pernas ficaram bambas, mas recobri os sentidos, e gritei para minha filha:
– Querida, pode continuar jogando por mais uma hora!
– Brigado, mãe… Mas quem tá aí? – gritou do quarto lá em cima.
– Não é ninguém… – Joel deu um passo adiante, na minha direção, e pegando a minha mandíbula, sussurrou:
– Como ninguém? – e aquilo, aquele hálito etílico/fumo me alucinava...
O beijo foi inevitável, a buceta começou arder, minhas pernas tremiam… O mendigo negão parado ali, na minha frente, me beijando, me amassando toda,… acabei dizendo:
– O que é isso?
– O que é isso o quê?
– Estou apaixonada...
Arrastei ele para a suíte. Estatelou-se na cama. Ia só baixar, mas eu retirei-lhe completamente as calças. A cueca estava grudenta de tando suor de pica mal lavada.
Caí de boca na jeba. Os 20 centímetros ficaram imediatamente duros dentro da minha cavidade oral. Fiz um esforcinho para a garganta profunda, de modo que consegui correr a língua no saco, enquanto a ponta do cacete, apaixonadamente, e não sei como, me comprimia as amígdalas. Retirei, dei umas lambidas generosas no saco, e no retorno do deeptroat, a porra explodiu maravilhosamente na minha úvula. Comecei a tossir, e Joel me virou, segurando no coque do meu cabelo, quando ele roçando a pica no meu shortinho, eu falei:
– Senti a sua falta, querido!
Enlaçou as mãos grandes, e fez a minha bunda larga se livrar da peça. Começou na buça, mas logo direcionou a penetração para o meu cu. Foi maravilhoso, e enquanto eu aquentava no rabo, aqueles 20 centímetros maravilhosos, por 4,5 de diâmetro, ele ia me dizendo coisas:
– Você me deu trabalho, dona Andreia, sua vaca!
– Ai, ai, ai, … por que, querido?
– Tive que percorrer toda a cidade, perguntando… parece que todo mundo te acha mulher direita!
– Ai, ai, ai, … eu sou mulher direita, querido! Só por você, eu...
A começão de rabo foi interrompida porque minha filha bateu na porta.
Quando abri, o mendigo já estava no banheiro. E mal minha filha saiu do quarto, eu me juntei em um banho com ele. Ajoelhada, fiz nova garganta profunda, e sobre o pau meio mole, Joel disse que precisava mijar. Pedi para ele fazer na minha boca, como toda puta apaixonada faz. Ele riu, mas foi para o vaso. E enquanto dizia:
– Sabe, faz tempo que não tomo um banho de verdade assim.
– Qual o problema com os banhos em postos de gasolina?
– Não tem nenhuma puta me chupando.
Achei engraçado o comentário, agachei na frente, e quando o jato de urina veio, atingiu a minha boca. O mijo bateu, e fazendo “Clooooch”, transbordava e me escorria pelo queixo. Joel ria, e dizia:
– Puta que pariu! A senhora é mesmo louca.
– Não me chame de senhora, que tenho apenas 28 anos. E o senhor não viu nada, em matéria de louca. Vira essa bunda pra mamãe. Vou provar que te amo.
Ele virou. Abri a bunda dele, e comecei a lamber-lhe o cu. Nunca tinha feito isso com ninguém. Joel entrou no clima, e arcou, gemendo muito. Enfiei as mãos, e masturbava a rola, enquanto girava a língua naquele cu masculino, meio peludinho.
A geba, foi assim, novamente preparada, e como toda mulher recém apaixonada, fui novamente fazer os trabalhos fálicos, naturalmente ajoelhada. E de novo, consegui lamber as bolas, enquanto toda a extensão do cacete estava na minha garganta. Retirei, e com fúria, batia com a vara nas minha bochechas, até Joel não aguentar mais…
Segurou com as duas mãos na minha cabeça. Com os movimentos que fazia, a rola entrava e saía livremente da minha garganta, num ritmo que era de meteção. Daí por diante, eu perdi os sentidos da realidade, e não sei quantas vezes gozei. Eram orgasmos múltiplos. O melhor estava por vir…
De repente parou de bombar. Segurou firme na minha cabeça, e o homem negro, de 46 anos, introduziu toda a pica, até uns 5 ou 6 centímetros dela, adentrar o esôfago. Tremia um pouco. A porra veio… quente, viscosa, grudenta, me preenchendo toda por dentro. Senti chegando no meu estômago, meio lenta, dada a viscosidade. Retirei com os olhos marejados, e com o tesão já se acomodando nos níveis normais, olhei com um sorrisinho amarelo, de submissa, para ele.
Depois de ele retribuir o olhar, naquele diálogo sem palavras, dei-lhe uma piscadinha, com quem consente, e perdoa, qualquer abuso.
Parece que, mesmo para um morador de ruas, não acostumado a higienes, teve nojinho da minha boca, que percebi na recusa em me beijar na despedida. Eu sabia que iria querer mais, e perguntei onde o encontraria. Ele disse:
– Você conhece o Parque Lincoln, aqui perto?
– Sim. Conheço.
– Eu fico lá toda quinta e sexta, debaixo da ponte. Se quiser mais desse cacetão preto, aparece por lá.
Apressei a saída dele, já que meu marido estava para chegar, na hora do almoço.
