Final de 2025, a família se reunindo na praia, e lá estávamos todos nós, mais uma vez nos juntando para passar a virada de ano.
Estavam meus pais e eu, um amigo que levei (Beto), meus avós, meus tios e o filho deles, o Ricardo. Um moleque marrento de 18 anos, chato, que se acha o cara.
Não posso negar que ele é bem gostosinho, branquinho, com uma bundinha redondinha e pernas grossas. Apesar de medir menos de 1,70 m de altura, ele é bem fortinho. Playboy, né, desocupado, bancado pelos pais, passa o dia todo na academia.
Já eu e o Beto temos 19 anos, somos altos, magrelos, pirocudos, sacudos, com rolas de 21 e 22 cm. Bem skin de mandrake mesmo. Algumas pessoas até passam longe, kkkk. Minha amizade com o Beto é desde a adolescência, da época de escola. A gente era estudioso, mas também muito arteiro, zoava os nerds na escola de todas as formas que vocês podem imaginar.
Hoje, ambos com 19 anos, somos inseparáveis, ainda mais depois de nos assumirmos um para o outro. Somos gays, mas ninguém imagina.
No primeiro dia na casa, os mais velhos se acomodaram nos quartos dentro da casa e nós nos quartinhos do fundo, que ficam depois da piscina.
Ricardo mal olhava para a gente, como se fôssemos sujos. A gente nem se importou, já conhecemos o perfil dele. No final da tarde do primeiro dia, eu estava na piscina com o Beto, ele de sunga e eu de cueca slip, rolas moles marcando e a gente deitado na espreguiçadeira.
Ricardo chega, dá um oi meio seco, tira as roupas e fica só de sunga. Notamos imediatamente o corpo lindo dele. Aquele olho claro e os cabelos loiros meio enrolados.
Resolvi puxar assunto e perguntar o que ele andava fazendo da vida, e ele, ainda meio seco, respondeu com ar de superioridade:
— Tô ajudando meu pai na empresa, né? Tem que fazer algo da vida.
Beto pergunta:
— E as namoradas?
Ricardo revira os olhos e responde:
— Tudo puta. Mulher tá fácil e interesseira.
Nos surpreendemos com a resposta.
Em seguida entrei na água, Beto também, e ali a conversa começou a fluir e o Ricardo foi se soltando. Ao mesmo tempo, ele falava da vida dele como se a gente, eu e o Beto, fôssemos inferiores devido à nossa aparência.
— Cheios de tatuagens assim, com essas bermudas largas, acho difícil se dar bem na vida.
Beto ainda tentou contornar dizendo que as aparências enganam muito.
Ricardo começou a se engrandecer mais ainda. Ele era o tipo de nerd chato que a gente dava cuecão na escola. Interrompi ele e disse:
— Primo, tu se acha um pouco, né, kkkk?
Ricardo deu uma risadinha debochada e respondeu:
— Sou bom, né.
Respondi:
— Bom em quê? Teu pai que te banca! Me poupe, né.
Ricardo seguiu rindo com o ar de superioridade dele.
Beto sussurra no meu ouvido:
— Priminho mala esse seu, hein. Vontade de dar uns tapões, kkkk.
Ricardo escutou e disse:
— Vontade de quê, cara? Não tenho culpa da sua inveja!
Beto:
— Inveja? De você? HAHAHAHAHAHAHAHA, se liga, né, mano!
Enfim, demos risadas e o clima ficou leve. Mas percebi que o Ricardo não engoliu aquilo. Ele é mimado.
Eu resolvi sair da água e sentei na borda da piscina. Como eu estava de cueca e só estávamos nós três na casa, não me importei. Minha cueca visivelmente transparente com a rola à mostra, toda mole e a cabeça parcialmente para fora da pele.
Ricardo tentou disfarçar, mas olhava de canto de olho. Eu e o Beto percebemos na mesma hora. Beto saiu da água e sentou do meu lado na borda. A sunga dele pegou vácuo e desenhou certinho a rola mole dele, deixando marcado aquele cabeção.
Ricardo, dentro da água, tentou desviar o olhar, mas ficou impressionado com o que viu. Para tentar disfarçar, ele pergunta:
— Não tem dinheiro para comprar uma sunga? Eu te empresto! — e deu risada.
Beto aproveitou e retrucou na maldade:
— Do jeito que você tá olhando, acho que prefere sem cueca e sem sunga, né?
Ricardo ficou vermelho, sem reação. Eu ria alto junto com o Beto e ele ficava mais puto ainda. Ainda fiz questão de apalpar a minha rola até ela ficar meia-bomba para ganhar mais volume ainda, só para ver a reação dele.
Ricardo saiu da água e a sunguinha dele pegou vácuo e marcou a rolinha dele. Era minúscula, só tinha ovo. Ali era o start para eu e o Beto relembrarmos os tempos de escola e esculacharmos mais um nerd.
Beto pergunta:
— Veio para a praia e deixou a rola na cidade?
— Vai se foder, cuzão! — respondeu o Ricardo.
Beto:
— Calma, mano! Só uma brincadeirinha, poxa. Mas responde aí: então o Ricardo é Ricardinho? HAHAHAHAHAHAHAHA! — e mais risadas.
Saímos da água e fomos para a edícula. Ricardo, que não levava desaforo, veio atrás da gente com a ponta da toalha molhada para chicotear a gente com ela.
Achei estranha essa intimidade para quem nem estava falando com a gente quando chegou. Mas como o bebezão do papai não leva desaforo, quis tentar sair por cima.
Na primeira tentativa de acertar a gente, nós entramos no nosso quarto e ele veio junto. Aos risos, Beto segurou a toalha e tentou tirar da mão do Ricardo.
— Solta essa toalha, "mini Ricardinho" — fazendo referência à piroquinha dele.
Ricardo largou a toalha e foi para cima do Beto. Com muita facilidade, Beto segurou Ricardo e colocou a cabeça dele debaixo do suvaco, imobilizando-o. Beto ainda o arrasta para a cama e senta, fazendo com que Ricardo ficasse de pé, porém com o tronco preso para baixo.
Eu, vendo aquilo, só escuto o Beto dizer:
— PUXA... PUXAAA, CARALHO! DÁ CUECÃO NELE!
Minha reação foi imediata. Peguei os dois lados da sunga dele e o levantei. Seus pés saíram do chão e eu repetia aquilo várias vezes. A gente ria muito enquanto ele tentava se soltar.
Ricardo, preso no suvaco do Beto, que estava só de sunga, resolveu pegar no saco do Beto para tentar se livrar.
Ele levou a mão no meio das pernas do Beto e segurou parte das bolas e parte da rola imensa, mas não apertou, só ameaçou. Beto deu uma contraída com o susto, mas não tirou a mão do Ricardo, que estava com toda a sunga enfiada no rego.
Beto começa a rir e fala:
— Ele tá pegando minhas bolas, caralhooo. Solta, porra!!!
Ricardo:
— Me solta você, senão vou apertar essa porra!
Eu, enquanto atolava a sunguinha dele, tive a brilhante ideia de pegar no saco dele também, que já estava espremido na sunga.
Enfiei a mão no meio das pernas dele por trás e agarrei as bolas. Ele era sacudo até. Mas a rola era minúscula, ainda mais mole. Só tinha um tronquinho e cabeça, kkkkkk. Pouca rola para quem é marrento.
Na mesma hora, Ricardo desfaleceu. Parou de fazer força para se livrar. Percebi que ele ainda estava com a mão na rola do Beto, e a rola estava dura. A minha ficou na mesma hora.
Continuei segurando a sunga e as bolas dele. Num movimento leve, comecei a massagear suas bolas enquanto olhava para o Beto, que estava adorando aquilo. Ali tudo mudou. Beto soltou ele e caiu na cama. Ricardo, já sem forças, deitou meio que por cima dele. Soltei a sunga e fiquei admirando ele ofegante, com a sunga parecendo uma calcinha minúscula e sua bunda linda, lisinha, sem pelos.
Um detalhe: ele ainda segurava a rola do Beto. A rola dura, e ele com a mão no meio dela, deitado e com os olhos fechados. Beto nem reagiu.
Eu sentei na cama do lado deles e arrumei a sunga do Ricardo, tirando do meio da bunda e finalizando com um tapinha. Com a minha rola dura, me arrumei na cama e me deitei também. Ricardo levou a outra mão até a minha rola e ficou segurando as duas.
— Primo, você é gay? — perguntei para o Ricardo.
— Não fala nada para o meu pai. Por favor!
Respondi:
— Relaxa, primo, só não imaginei que você era. É todo marrentinho.
Ficamos em silêncio uns 3 minutos, até que nos ajustamos na cama e os três ficaram com as cabeças no travesseiro.
Beto, num movimento, colocou a mão no peito do Ricardo e foi descendo devagar até adentrar na sunga e sentir sua rolinha. Tava duríssima apesar de pequena, ele tinha bolas grandes.
— Tá gostando, Ricardo?
Ele responde:
— Me mama?
Beto me olhou, se ajeitou na cama e abaixou a frente da sunga do Ricardo, expondo um pintinho grossinho e pequeno, cheirou e começou a mamar bem lentamente. Beto ainda pegou na sua própria rola e começou a bater uma punheta.
Vendo aquilo, meu tesão aumentou. Levantei, fiquei de joelhos com a rola na frente do Ricardo e mandei ele mamar. O safado, sem pensar, lambuzou a cabeça da minha pica e lambeu as bolas.
Beto, sem demora, goza no lençol. Ricardinho se contorceu e Beto entendeu que ele iria gozar. Tirou a boca e terminou punhetando o Ricardo, que gozou muito, apesar da rolinha minúscula dele.
Na mesma hora, tirei a rola da boca do Ricardo e gozei na cara dele. A porra escorria pelo rosto.
No final, os três desfalecidos e cheios de porra na cama.
Foi delicioso. Ricardo levanta da cama, com a sunga ainda enfiada no cu, e vai se lavar. Em seguida ele volta, para na porta e pergunta:
— Seus putos, vamos brincar assim todos os dias, né?
Fiquei bem surpreso com esse Ricardo que nunca tinha visto.
Foram alguns dias de sol, praia, mamadas e comida boa.