Prazer, somos o Casal Apimentados. Quem escreve sou eu, a Lúcia. Nomes fictícios, por motivos que qualquer casal liberal entende.
Eu: 1,72 de altura, loira natural, olhos verdes, seios fartos de 105cm com biquinhos rosados que endurecem só de pensar em tesão, e umas coxas grossas e lisas que o meu marido adora morder. Quarenta e três anos, com uma buceta raspada que já fez muitos homens perderem a linha.
Ele, Jorge: negro, 1,85, corpo forte sem ser musculoso, com um pau de 22cm que me faz gozar só de olhar. Mesma idade que eu, hetero até os ossos e não é corno de maneira nenhuma.
Depois de nove anos de estrada, a gente já sabe de uma coisa que ninguém fala em voz alta antes de entrar nesse meio: compatibilidade completa, os quatro se atraindo igual, é raro.
Raríssimo, na verdade.
O normal é o contrário. Um casal chega, e ela é linda, ele é mediano. Ou ele é um espetáculo, e ela é só simpática. E aí entra a tal caridade: você fica com quem não te atrai de verdade, só pra ter acesso a quem te atrai de fato.
A gente já viu isso em outros casais. E, numa noite específica, a gente viveu isso na pele.
Foi numa casa de swing que a gente frequenta há anos, um sábado comum, e conhecemos o Gustavo e a Patricia.
Ela era, sem exagero nenhum, um dos corpos mais bonitos que eu já vi numa festa. Negra, uns trinta e cinco anos, alta, com seios de silicone durinhos, cintura fina e um rabo que pedia pra ser mordido. Com um vestido justo que marcava tudo, ela tinha um jeito de se mover que parava conversa alheia. O Jorge, e eu vi isso claramente, ficou com o pau duro desde o primeiro cumprimento.
Ele, o Gustavo, era um homem simpático, gente boa, mas fisicamente muito abaixo do padrão que costuma me atrair. Baixinho, magro demais, um jeito nervoso de falar que não me despertava nada. Vi logo que não era meu tipo de homem pra me fuder.
A gente sentou na mesma mesa, conversou, riu, bebeu junto. Durante a conversa, eu já imaginava a Patricia nua, com aquele corpo moreno todo brilhante de suor, enquanto o Jorge comia aquela buceta com vontade.
E ficou claro, sem ninguém precisar dizer nada, que a atração era completamente desequilibrada.
O Jorge não desgrudava o olho da Patricia. Ela também parecia interessada nele, e a química ali era evidente pra qualquer um que olhasse. Eu vi ela passar a mão na coxa dele debaixo da mesa, e o pau do meu marido deve ter pulado na calça.
E o Gustavo, coitado, ficou o tempo todo tentando puxar conversa comigo, e eu respondia educada, mas sem nenhuma vontade de verdade. Só pensava em como seria ir pra casa sem fuder com ninguém daquela noite.
Foi ali, na hora de decidir se subia ou não, que a coisa ficou desconfortável.
Porque a lógica mais fácil, a lógica que todo mundo pratica sem admitir, era essa: eu ficava com o Gustavo, meio no automático, meio fingindo interesse, só pra abrir caminho pro Jorge curtir a Patricia à vontade.
E eu quase fiz isso.
Cheguei a sorrir mais um pouco pro Gustavo, cheguei a deixar a mão dele na minha um segundo a mais do que precisava, num movimento quase automático, tipo peça de jogo que a gente já conhece de cor. Mas meu corpo todo pedia pra não fazer isso.
E foi o próprio Jorge quem parou tudo.
A gente foi ao banheiro juntos, do jeito que a gente sempre faz quando precisa alinhar alguma coisa no meio de uma festa, e ele falou, sério, olhando direto pra mim:
— Lú, eu não quero fazer isso.
— Fazer o quê?
— Isso que a gente está prestes a fazer. Eu estou super afim da Patricia, de chupar essa buceta toda, e eu sei que você não está nem um pouco afim do Gustavo. E eu vi você começando a fingir, e isso me incomodou mais do que eu esperava.
Eu fiquei quieta, meio pega no flagra.
— Eu ia fazer por você.
— Eu sei. E é exatamente isso que eu não quero. — Ele encostou na pia, pensando. — Eu não quero que você foda com alguém só pra me dar cobertura. Isso não é liberdade, isso é sacrifício disfarçado de liberdade. Quero te ver gozando de verdade, não fingindo.
Ele tinha razão, e doeu ouvir aquilo, porque eu já tinha feito isso antes, mais de uma vez, em anos anteriores, sem nunca ter parado pra nomear direito o que estava fazendo.
— E o que a gente faz então? — perguntei. — Você vai ficar com vontade de ficar com ela e não vai poder?
— Não necessariamente. — Ele pensou um pouco mais. — Eu acho que a gente devia ser honesto. Com eles, não só entre a gente.
Voltamos pra mesa, e o Jorge, com uma coragem que eu não esperava naquela hora, puxou a conversa direto com os dois.
— Gente, eu vou ser sincero com vocês, porque eu acho que é mais respeitoso do que fingir.
O Gustavo e a Patricia se entreolharam, sem entender ainda onde aquilo ia dar.
— Eu estou com o pau duríssimo por você, Patricia. De verdade mesmo. — Ele olhou pra mim, depois de volta pra eles. — E a Lúcia não sentiu essa mesma conexão com o Gustavo. E a gente não quer fingir que sentiu só pra fazer as coisas darem certo.
Fez-se um silêncio desconfortável na mesa por uns segundos.
E, pra minha surpresa completa, foi o Gustavo quem começou a rir primeiro.
— Cara, que alívio ouvir isso.
— Como assim? — o Jorge perguntou.
— Porque a Patricia também não estava nem aí pra mim ficar com vocês essa noite, e eu sabia disso, e ela sabia que eu sabia, e a gente ia fazer o de sempre: eu ia com a Lúcia, forçando um clima que não existe, só pra dar espaço pra ela curtir você de verdade. E sinceramente, eu não aguentava mais ter que fingir que estava afim de fuder com uma mulher que não me despertava nada.
A Patricia, vermelha, confirmou balançando a cabeça.
— A gente faz isso direto. E cansa. Cansa muito, na real.
O Gustavo continuou, agora mais solto:
— Eu prefiro assumir que não sou o tipo dela num monte de noite do que fingir uma química que não existe. Fico com vergonha alheia de mim mesmo quando eu faço esse teatrinho.
Ficamos os quatro conversando sobre aquilo por um bom tempo, rindo da coincidência de estarmos vivendo o mesmo dilema ao mesmo tempo, dos dois lados da mesa.
E chegamos numa solução que eu não esperava, mas que fez todo sentido assim que surgiu.
O Jorge ficaria com a Patricia. Eu ficaria sozinha aquela noite, curtindo a festa, dançando, conversando com outras pessoas, sem nenhuma obrigação de entreter o Gustavo.
E o Gustavo, por sua vez, ficou livre pra circular também, sem se sentir na obrigação de me agradar a noite inteira.
Foi estranho no começo, admito. A gente está tão acostumado com a lógica de casal fechado, revezando dois a dois, que abrir mão disso parecia quebrar alguma regra não escrita.
Mas foi libertador.
Eu passei a noite dançando com quem eu quis, conversei com um grupo de mulheres simpáticas que estavam sozinhas também, e acabei ficando, mais tarde, com um homem que conheci ali mesmo, sem nenhuma pressão de horário nem de compromisso com ninguém.
Ele se chamava Ricardo, negro, uns quarenta anos, tranquilo, com um jeito de conversar que me deixou completamente à vontade desde o início. E quando ele me convidou pra ir pra um quarto mais reservado, aceitei na hora.
A gente foi pra um quarto separado, e foi bom exatamente porque não tinha nenhum peso escondido ali. Nenhuma obrigação, nenhuma troca disfarçada, só duas pessoas que se atraíram de verdade naquela noite.
Ele me despiu devagar, beijando cada parte com uma atenção sincera, sem nenhuma pressa de terminar logo pra cumprir tabela. Quando suas mãos acharam meus seios, ele pegou com força, beliscou meus biquinhos rosados até eles ficarem durinhos como pedrinhas. "Caralho, que peitos lindos," ele sussurrou, antes de abaixar e chupar um com vontade enquanto a mão dele torcia o outro. Eu já estava toda molhada, minha buceta pulsando, pedindo por mais.
Ele desceu lentamente, beijando minha barriga, meu umbigo, até chegar na minha calcinha já encharcada. Ele puxou com os dentes, respirou fundo o meu cheiro e disse "Porra, que buceta gostosa." E então ele me comeu. Meu Deus, como ele me comeu! A língua dele dançava no meu clitóris, entrava e saía da minha buceta, chupava, mordiscava. Eu segurei a cabeça dele, enfiando seu rosto no meu meio, gemendo alto sem vergonha nenhuma. "Chupa essa buceta, seu filho da puta! Não para!" Eu gritei, enquanto meu corpo todo tremia num orgasmo que me deixou sem forças.
Ele subiu, com o rosto todo brilhando com meu gozo, e me beijou com força, passando o meu próprio gosto pra mim. "Agora é a minha vez," ele disse, colocando uma camisinha naquele pau grosso e duro. Ele abriu minhas pernas e entrou de uma vez, fundo. "Ahhh, fode!" Gritei de dor e prazer. Ele começou a me fuder com vontade, batendo as bolas na minha bunda a cada golpe, me enchendo todo. "Gosta desse pau na sua buceta, sua vadia?" Ele perguntava entre gemidos. "Gosto! Gosto! Não para de me foder!" Eu respondia, arranhando as costas dele.
Ele me virou de bruços, me colocou de quatro. "Essa bunda é um convite," ele disse, antes de dar uma tapa forte que me fez estremecer. Ele enfiou o pau de novo, dessa vez mais fundo, mais rápido. Eu senti o dedo dele brincando em meu cu. "Você gosta de tomar no cu?" Ele perguntou. "Sim! Mete o dedo! Fode meu cu!" Eu pedi, completamente perdida no tesão. Ele obedeceu, enfiou um dedo, depois dois, enquanto continuava me fudendo. A dupla sensação do pau na buceta e dos dedos no cu me levou a outro orgasmo gritante.
Ele tirou o pau da minha buceta, tirou a camisinha e me virou de novo. "Abre a boca," ele ordenou. Eu abri, e ele começou a gozar. Jatos quentes de porra atingiram meu rosto, minha boca, meus seios. Eu peguei o pau dele e chupei até tirar o último gole, engolindo tudo com vontade. Deitamos exaustos, com ele passando a mão na minha bunda e eu passando a mão no seu pau, que já começava a endurecer de novo.
Enquanto isso, o Jorge estava tendo a noite que ele realmente queria com a Patricia. Eles foram pra um dos quartos grandes, com espelhos no teto. A Patricia tirou o vestido devagar, revelando aquele corpo perfeito. "Caralho," Jorge sussurrou, com o pau já duro na calça. Ele foi até ela, beijou-a com fome, passando as mãos por todo o corpo dela.
Ele a deitou na cama e começou a chupar aqueles seios durinhos, mordiscando os biquinhos escuros. "Mordida forte," ela pediu, e ele obedeceu, deixando marcas vermelhas em suas peles morenas. Ele desceu, passou a língua pela barriga lisa dela, até chegar naquela buceta depilada que já brilhava de tanta molhagem. Ele não fez cerimônia, enfiou a língua toda, chupou com fome, bebeu todo o gozo dela. "Ah, Jorge, come essa buceta! Não para!" Patricia gemia, arqueando as costas.
Jorge subiu, tirou a roupa. O pau dele, grande e grosso, saltou livre. Ele colocou a camisinha e enfiou na buceta da Patricia de uma vez. "Ahhh, porra! Que buceta apertada!" Ele gritou. Ele a fudia com força, olhando no espelho o corpo deles se unindo, as coxas dela envolvendo sua cintura. Ele a virou, colocou ela de quatro. "Essa bunda, Patricia, essa bunda!" Ele disse, antes de dar uma lambida no meio do rabo dela, o que a fez gritar de prazer.
Ele enfiou o pau de novo, segurando firme nos quadris dela. "Fode! Fode mais forte!" Ela pedia. Ele batia com força, as bolas dele batendo no clitóris dela a cada golpe. Ele sentia a buceta dela apertando, pulsando, prestes a gozar. "Goza na minha boca," ela pediu, se virando rápido.
Ele tirou a camisinha e ela já estava com a boca aberta, esperando. Ele gozou na boca dela, nos seios dela, no rosto dela. Ela lambeu tudo, chupou o pau dele limpo, depois o beijou, passando o gosto da porra dele pra ele. Eles ficaram um tempo só se beijando, com as mãos passeando pelo corpo um do outro, prontos pra segunda rodada.
A gente se encontrou de novo na saída, quase de manhã, os dois com aquele brilho de quem teve uma noite realmente boa, sem nenhum resquício de sacrifício escondido.
— Foi diferente, né? — ele comentou no carro.
— Foi. Foi bom demais, na verdade.
— Eu acho que a gente devia sempre fazer assim.
— Eu também.
E foi ali, naquela conversa de carro, que a gente decidiu uma coisa que virou regra nossa desde então: se a atração não for mútua dos dois lados, a gente não força.
Um fica com quem quer ficar. O outro fica livre, sozinho ou com outra pessoa, sem nenhuma obrigação de completar tabela.
Isso significou, algumas vezes desde então, noites em que eu fiquei sozinha vendo o Jorge com outra mulher, curtindo minha própria liberdade do jeito que dava mais prazer naquele momento. E outras vezes foi o contrário, ele que ficou de fora enquanto eu me divertia com alguém que realmente me atraía.
E funciona muito melhor assim.
Porque a caridade, no fim, nunca foi generosidade nenhuma. Era só um jeito bonito de chamar uma mentira pequena que a gente contava pro parceiro do casal, pra gente mesmo, e principalmente pra pessoa que estava ali, na nossa frente, merecendo ser desejada de verdade e não suportada por educação.
O Gustavo e a Patricia continuam sendo gente que a gente encontra de vez em quando, sempre com aquela mesma honestidade da primeira noite, sem nenhum peso escondido debaixo da mesa.
E, toda vez que a gente esbarra com eles numa festa, o Gustavo levanta o copo de longe e brinda, brincando:
— Livres pra sermos sinceros.
E a gente brinda de volta, sabendo exatamente o que aquilo significa.
Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.
Casal Apimentados
