O público se dispersava lentamente pelo jardim, alguns se cobrindo apressadamente com roupas jogadas sobre os ombros, enquanto outros seguiam nus, indiferentes ao vento gelado que cortava a noite após o êxtase coletivo da tarde. A surpresa de que teriam um dia a mais na mansão, com um show extra como prêmio, ainda ecoava nos corredores. Clara e Cleo, de mãos dadas, caminhavam à frente, seguidas por Sete e Noah, que carregavam as roupas, os dois homens pareciam hipnotizados, embalados pelo banho com as meninas, pelo encontro inesperado com Isadora e pela intensidade do show.
Ao entrarem no quarto que estavam com Elena e Kyle na noite anterior, perceberam o ar impregnado por um aroma doce e pesado. Clara cochichou para Cleo, questionando se aquele luxo todo seria o pagamento do desafio que haviam completado. Cleo apenas encolheu os ombros, sorrindo, e adiantou-se para admirar o ambiente. O quarto estava impecável: lençóis de cetim, travesseiros embutidos em cofres dourados com detalhes em rubi e uma cama que parecia ter crescido de tamanho desde a manhã. Ao lado, um barzinho privado estava repleto de águas, bebidas e frutas frescas. Sete e Noah espiaram o banheiro e reconheceram os potes de sais e espumas com cores vibrantes, exalando aquele cheiro inconfundível de afrodisíacos potentes.
— Com esse conforto, não vamos dormir cedo — comentou Clara, com um sorriso malicioso.
— Acho que é hora de um banho — sugeriu Noah, ajustando a carga nos braços. — Vamos ver se ainda temos forças para algo mais. Lembrem-se que amanhã o dia começa cedo.
Os quatro seguiram para o banheiro. Antes de entrarem, Noah e Sete deixaram as roupas numa bancada e pegaram garrafas de bebida, taças e um balde de gelo, posicionando tudo estrategicamente próximo à banheira. Clara e Cleo ligaram os chuveiros, e a água quente rapidamente começou a formar nuvens de vapor, combatendo o frio que pairava no ar.
As duas mulheres sentaram-se no banco de mármore em frente aos chuveiros e chamaram os rapazes. Assim que eles se aproximaram, Clara e Cleo abriram as pernas e, sem cerimônia, soltaram jatos fortes e contínuos de xixi, suspirando de alívio e rindo alto, comentando que não viam a hora de se aliviar após a tarde inteira.
Sete e Noah trocaram um olhar e, seguindo o exemplo, seguraram seus próprios pênis e urinaram contra o azulejo quase que ao mesmo tempo, em frente às mulheres. O líquido quente dos quatro amantes espirrou misturando-se ao suor e aos resquícios de esperma que ainda cobriam suas pernas e corpos, num ritual de purificação animal e prazer extremo.
— Adorei todo o nosso dia — disse Clara, ofegante, estendendo a mão.
— Vocês são meus amores — completou Cleo.
As duas levantaram-se e envolveram os homens num abraço coletivo, forçando um beijo a quatro que foi aceito com submissão e um sorriso sem graça dos rapazes.
— Agora somos todos amantes, esposas e maridos — declarou Cleo.
— Isso mesmo. Sem limites entre nós — reforçou Clara, puxando todos para a área do chuveiro.
Dentro do box, o banho tornou-se uma festa de espuma e mãos. Clara e Cleo ensaboaram os corpos de Sete e Noah sem distinção, passando as esponjas e os dedos por cabelos, peitos, pênis, bundas e ânus, introduzindo dedos curiosos enquanto lavavam. Em seguida, os homens retribuíram. Noah posicionou-se atrás de Clara para lavar o cabelo dela, enquanto Sete fazia o mesmo com Cleo, as mulheres estavam de frente uma para a outra. O shampoo tinha um aroma floral inebriante, e eles aproveitaram a oportunidade para deslizar as mãos pelos bumbuns ensaboados, apertando e acariciando a pele escorregadia. Suspiros de prazer preencheram o espaço úmido.
Após enxaguarem, os quatro mudaram-se para a banheira, afundando na água quente e com os drinks na mão. A conversa fluiu para temas mais leves, mas a curiosidade de Clara falou mais alto. Ela perguntou sobre Alexia e Patrícia.
— Apesar de serem carmesim, elas eram boas — respondeu Noah, tomando um gole. — Nos tratavam como animais de estimação, mas nunca houve violência.
Noah reforçou que Alexia e Patrícia raramente usavam roupas dentro de casa, sempre andando nuas, e confessou que sempre se impressionava com o tamanho do pênis de Alexia. Cleo riu, olhando para o membro de Noah que flutuava relaxado na água.
— É meu anjo comparado com o seu... — brincou a ruiva.
Para não quebrar o clima, Clara inclinou-se e beijou Noah profundamente, murmurando contra os lábios dele que ele era excelente e sabia usar o que tinha como ninguém. Ela acariciou o pênis dele, que endureceu instantaneamente sob a água. A bebida e o ambiente deixaram o clima denso e erótico. Clara e Cleo levantaram-se, gotejando, e começaram a massagear os ombros dos rapazes.
— Vamos mudar de assunto e ir para a cama? — sugeriu Cleo com voz doce.
Enxugaram-se apressadamente e foram de mãos dadas para o quarto. Ao chegar na cama, Cleo começou a beijar a orelha e o pescoço de Noah, e Clara repetiu o movimento com Sete. A ruiva, com os olhos brilhando de desejo, pediu para os meninos se deitarem de bruços e fecharem os olhos. Eles obedeceram sem hesitar. Clara afastou-se em silêncio e foi até o armário, enquanto Cleo mantinha a tensão, roçando as pontas dos dedos pelos bumbuns arrepiados dos dois.
Clara voltou com uma caixa preta e um sorriso malicioso. Retirou duas vendas de seda, colocando uma em Sete e Cleo, a outra em Noah.
— A partir de agora, decidimos como seguir e com quem — avisou Clara.
Com os homens ainda de bruços, elas inverteram os parceiros. Clara passou a alisar o bumbum de Noah, e Cleo o de Sete. A massagem leve evoluiu para algo mais íntimo quando elas abriram as pernas dos rapazes e começaram um beijo grego molhado e profundo, introduzindo as línguas nos ânus apertados. O silêncio foi quebrado por gemidos abafados no travesseiro. Dois tapinhas firmes nas nádegas sinalizaram para que ficassem de quatro. Ainda vendados, eles se posicionaram, oferecendo-se. Clara pegou um tubo de gel na caixa e dividiu com Cleo. As duas lambuzaram os cuzinhos, trabalhando a abertura com dedos espertos e insistentes.
A cena era surreal: dois homens fortes e nus de quatro, submissos, vendados, enquanto duas mulheres lindas os preparavam. Sem ver quem fazia o quê, os gemidos aumentaram de volume. Clara e Cleo já trabalhavam com três dedos, masturbando os pênis dos homens que estavam completamente entregues. Com um sinal de olhar, as duas se levantaram e voltaram à caixa, retirando dois cintos com pênis de borracha firmes. Após ajustá-los nas cinturas, elas se beijaram, dominantes e poderosas, antes de voltarem a atenção aos rapazes.
Agora Cleo estava com Noah, e Clara com Sete. Elas alinharam os pênis de borracha aos ânus lubrificados. Antes que eles pudessem comentar, a penetração começou. Os dois urraram alto, misturando dor e prazer, enquanto as mulheres riam baixinho, dizendo para terem calma. Cleo, parecendo mais experiente, guiou a mão de Clara para mostrar como massagear as bolas e o pênis enquanto penetravam, estimulando a próstata. Elas trocaram de pares novamente, mas Cleo sugeriu nova posição.
Ela fez Sete se sentar em seu colo, de frente para ela, e Clara fez o mesmo com Noah. Agora cavalgando, os homens eram beijados na boca, orelha e pescoço, e com as mãos carinhosas as mulheres masturbavam seus pênis eretos. Sete e Noah estremeceram, sentindo arrepios percorrerem o corpo enquanto o pênis de borracha atingia o ponto certo. Os gemidos ficaram mais altos, o que só aumentou o tesão das mulheres. Com os rostos contorcidos de prazer, os dois homens gozaram ao mesmo tempo, esguichando na barriga de Clara e Cleo. Imediatamente, as vendas foram retiradas.
Sete sorriu para Cleo, e Noah fez o mesmo, contudo um pouco surpreso por ter terminado com Clara.
Os quatro se levantaram e felizes trocaram beijos longos e profundos, seguidos de declarações de amor múltiplas. Riram, lembrando-se da aposta feita dias antes e de como estavam indo longe nas aventuras.
Agora era a vez delas. Clara e Cleo deitaram-se de costas, abrindo as pernas em convite. Sete e Noah retribuíram todo o carinho, chupando a bucetinha e o cuzinho das duas, alternando entre língua e dedos. Chupavam o clitóris como se fossem uvas maduras, fazendo Clara e Cleo gemerem alto, sem pudor.
Para finalizar, os homens levantaram e colocaram as mulheres de frente para a parede, empinando o bumbum. Penetraram as bocetas com um ritmo lento que foi acelerando conforme os gemidos aumentavam, até que ambas gozaram, tremendo de prazer. Mas eles ainda estavam excitados. As mulheres viraram-se para chupar os pênis dos rapazes, mas Noah interrompeu. Ele trocou de lugar com Sete e virou Clara contra a parede novamente.
— Não assim. Vamos finalizar no cuzinho de vocês — disse Noah, com uma voz rouca de desejo.
Clara sorriu, adorando a ideia. Sete fez o mesmo com Cleo. Sem gel adicional, usando apenas os fluidos das bocetas como lubrificação, eles introduziram os pênis nos ânus das mulheres. O sexo anal foi intenso e rápido. A excitação era tanta que não durou muito; os dois gozaram dentro do cuzinho das mulheres simultaneamente. Com a mão livre, manipularam o clitóris de Clara e Cleo, fazendo-as gozar mais uma vez, com o fluido escorrendo pelas pernas até o chão.
Ofegantes, sentaram-se na beira da cama para recuperar o fôlego, verificando o relógio.
— Vamos dormir — disse Clara, ajeitando os cabelos. — Amanhã temos que encontrar todos e precisamos ver se Elena e Kyle estão bem.
Cleo concordou com a cabeça. As duas deitaram-se, e Sete e Noah, hipnotizados após mais um êxtase, simplesmente se deixaram cair ao lado delas. Noah ao lado de Clara, Sete ao lado de Cleo. O sono veio rápido, levando-os para sonhos com o que seria o último dia da festa. Do outro lado da mansão, Isadora e Lucius seguiam rituais parecidos após a performance, mas tinham uma surpresa reservada.