Sabe quando as coisas estão indo muito bem, mas acontece algo que não tem explicação, foi mais ou menos isso.
No meio da semana Pâmela posta uma foto com duas mãos, umas das mãos era a dela e outra era masculina, usando um par de aliança com um emoji de coração.
“Pamela começou a namorar?” Fiquei me perguntando sem entender, meu coração apertou.
Na mesma noite minha irmã chega do serviço e me olha. “Que cara é essa? Morreu alguém?”
“Não.”
“Me conta logo.”
“Pamela começou a namorar.”
Ela parou bem na minha frente e com uma mão na cintura e com a outra mão no coldre segurando o cabo de sua arma.
“Você é fraco.” ela falou.
“Você não sabe de nada.”
“Não sei?”
“Não sabe, no final de semana a gente transou e mesmo estando menstruada.”
Ela riu da minha cara. “Isso mostra o tanto que estava desesperado, é só ela estalar o dedo que você late pra ela.”
“Nada a haver.”
“Você não tem nenhuma vontade em dominar… você é fraco! Nas nossas brincadeiras quando era a sua vez de dominar, você me fazia limpar o seu pênis em vez de foder a minha buceta! Me perguntava se eu estava namorando, porque não queria me deixar infiel. Você correu da competitividade e abriu o caminho, ele pegou Pamela sem você reclamar.”
“Você sabe de tudo.” falei ironizando.
“Eu sei que você é um beta, porque quando eu te falei: “irmão tem alguma ideia de parar de se masturbar” oque você falou “eu quero um cinto de castidade” ao invés você de falar vou atrás de buceta, vou transar, você escolheu um cinto de castidade. Eu esfregando a minha buceta na sua cara tentando fazer você virar homem, você simplesmente só reclamava e colocava a culpa em mim.”
Tive que engolir seco.
“A partir de hoje às coisas vão mudar, ou você aprende a virar homem ou assume pra todo mundo que não gosta de buceta.”
Pensa numa noite difícil de dormir, no outro dia quando cheguei do serviço fui pro meu quarto, minha irmã entrou.
“Me dá suas mãos.”
“Paola hoje não.”
“Faz o que eu mando!”
Eu já estava sem espírito nenhum e me rendi, estendi as minhas mãos a ela. Paola me algemou na cama.
“Escuta aqui, aqueles joguinhos da gente acabou, só eu mando agora e você cala a boca.”
“Grande ideia de me tornar dominante.”
“Deixei você fazer do seu jeito, mas você é um merda… o único momento que você vai me dominar quando eu deixar e só vai acontecer quando a gente tiver transando, fora isso, eu mando e você obedece.”
“E se não obedecer?”
“Joãoo! Não me desafia ou terá consequências e se não aceitar você não irá mais morar comigo.”
Fiquei puto, sou uma pessoa que pensa no dinheiro, e morar sozinho iria acabar com as minhas economias.
“Tanto faz.” falei.
Ela simplesmente saiu do quarto e me deixou algemado, as horas foram passando eu precisava fazer minhas necessidades.
“Paola me tira daqui preciso ir ao banheiro.” eu gritei de dentro do meu quarto.
Depois de um tempo ela entra no quarto e senta na cama.
“Já pensou nas coisas?”
“Pensei no que?”
“Porque Pamela não escolheu você?”
“Não sei.”
“Não sabe? Ou não tem coragem de dizer em voz alta?”
Engoli seco neste momento.
“Deixa eu falar então.” E com um sorriso no rosto falou. “Um idiota que faz tudo que ela pede, não gostaria de jogar isso na sua cara porque eu sou sua irmã… mas cadê seus ombros largos, seus músculos? Nem pau você tem.”
Me lembrei de Luiza e suas comparações. Luiza me fazia sentir uma mulherzinha perto dela, e lembrei das vezes que usei calcinha na casa de Pamela que ela mesmo me fez usar. “Como Pamela poderia me ver como um homem?” Eu pensei.
Foi então que a minha ficha caiu.
“Entendi.” Eu falei.
“Entendeu o que?... Nem terminei de falar, você nunca tem confiança em si, você faz umas loucuras mas nunca tem convicção, a única coisa que sabe é balançar esse pauzinho no seu quarto.”
“Já falei que eu entendi.”
“Então diga!”
“Ela não ficou comigo porque eu sou um trouxa, otário.”
Ela riu “Só isso?”
“Aí Paola.”
“Você sabe! Tem mais coisas.”
“É, eu sei.” Me sentia humilhado.
Paola me tirou as algemas.
“Que bom que entendeu.”
Jantei o que sobrou e na hora de dormir minha irmã me algemou novamente e quem falou que eu conseguia dormir.
Quando finalmente peguei no sono minha irmã me acorda tirando as algemas “tá na hora de trabalhar.”
Caramba se não me apresse-se iria chegar atrasado no serviço, meu braços estavam doendo e sem falar nas marcas de algemas, tive que trabalhar de manga comprida e um calor danado, quando cheguei em casa, minha irmã estava deitada no sofá.
“Estava te esperando pra fazer o almoço.”
Morrendo de cansado fiz o almoço já era quase 14:30 da tarde quando almoçamos e depois lavei a louça e minha irmã me obrigou a lavar roupa, enquanto ela ficava sentada mexendo no celular, fui terminar praticamente quase 16:00 horas, tive que limpar a frente de casa e depois lavar o banheiro.
Eu já estava exausto e fui tomar um banho, minha irmã me levou para o mercado pra ajudar nas compras, eu empurrava o carrinho e ela decidia o que comprar.
Na volta recolhi a roupa e passei todas elas, depois jantamos ela falou que o namoradinho dela iria vir ver ela, e que era pra eu ficar no meu quarto.
Fiquei no meu quarto quando minha irmã entrou seminua com a sua algema.
“Meu pulsos estão todos marcados.” eu falei.
“É isso ou cinto de castidade?”
“Aquela merda nunca mais.”
“Estende os braços!” Ela ordenou.
Minha irmã estava fazendo igual com bandido, ou até pior, fiquei algemado no quarto escuro sem poder fazer nada, mijar ou beber água, enquanto ela assistia tv com o seu namorado, e transava pela casa com ele, eu ouvia eles transando meu pau ficava duro uma ansiedade me batia de um jeito incontrolável, minha imaginação chegava ao imaginável.
O cansaço batia na minha porta, e acabei dormindo mas acordei com a minha irmã tirando as minhas algemas, fiquei desesperado porque pensei que já tinha que ir trabalhar, parecia que não tinha descansado nada.
“Preciso de um favorzinho.”
“Qual?”
“Vou ter que levar o Leandro embora, o Uber recusou a levar ele, então quero que você organize meu quarto e a sala.”
Ela saiu com ele, eu fui no banheiro e passei pela sala vi que tinha taças de vinho e uma garrafa, limpei a sala e louça na cozinha e fui pro quarto dela, já esperando o pior, foi como eu pensei cama desarrumada, peças de lingerie pro chão e na escrivaninha a camisinha do Leandro, aberta com gozo dentro.
Arrumei a cama, deixei a janela aberta para ventilar um ar, acabei cheirando a calcinha da minha irmã, estava úmida e cheirando a sacanagem.
Peguei a camisinha com a mão mesmo com muito nojo mas ninguém iria ver aquilo e eu já estava morrendo de sono, quando eu vou saindo do quarto, eu vejo Paola abrindo a porta, pensa num susto que tomei.
“Uai não guardou o carro?”
“Já tá tarde e amanhã vou sair cedo, deixa lá fora mesmo.”
“Hum.”
“Segura esse negócio direito, se derrubar no chão vai virar uma nojeira.”
“Tô segurando firme.”
“Com as pontas do dedo? Não é melhor dar um nó?”
“Assim tá bom.”
“João dá um nó!”
Eu não iria discutir, tive que pegar com mais contato e ela olhando com um sorriso no rosto. Eu falei. “Que nojo.”
Ela sorriu, eu fui joguei no lixo e minha irmã me falou.
“Andei pensando sobre como você fica muito tempo no seu quarto não dá pra confiar muito… você pode dormir comigo sem algemas assim ficará sem marcas no braço… ou pode dormir algemado ou podemos colocar o cinto de castidade.”
“Não posso dormir no meu quarto sem nenhuma dessas opções?”
“Não, vai rápido antes que eu escolho pra você.”
Eu fui no meu quarto e quando ela já estava pra me chamar eu voltei com o meu travesseiro na mão.
Ela me recebeu com um sorriso no rosto me deitei, percebi que ela estava de pijama debaixo da coberta, me deitei do lado dela.
“Não vai se masturbar na minha cama.” ela falou com um sorriso.
“Não vou.”
“Você tem que conhecer o meu amigo.”
“O de hoje?”
“Sim, ele é incrível, tem um papo legal, confiante e quando eu falei que você estava no quarto ao lado, ele ficou com mais tesão ainda, e sem falar do pênis dele, se viu o tamanho da camisinha esticada né.”
Eu pensei: um homem que deixa a minha irmã excitada, deve ser muito macho alfa, ele iria transar mesmo se eu estivesse nesse quarto olhando.
“Você está me escutando.” Falou a minha irmã.
“Estou sim.” Já estava de pau duro.
“Esse tipo de homem que você tem que ser, um que goste de buceta.”
“Eu gosto de buceta.”
“Nao sei João, você ainda não é um machão.”
“Tá então eu sou o que?”
Ela riu e falou “Se você fosse mulher, seria hétero ou bi?”
“Ao contrário do que você pensa, se eu fosse mulher eu seria bi, porque eu gosto de buceta.”
“Então faça como uma mulher bi faria.”
“Você quer que eu chupei agora?”
“Sei que homem macho não é, então pelo menos prova que é melhor que uma mulher bi.”
Ela puxou a coberta até os pés mostrando a calcinha preta e barriga chapada.
“Tá meio tarde né.” eu falei.
Era estranho fazer aquilo.
“Tira a minha calcinha.”
Fui em direção e faço como ela pediu, eu não sabia se era o certo, mas no momento eu queria agradar a minha irmã, puxei a calcinha e sinto o cheiro familiar eu olho pra minha irmã.
“Cheira antes.”
Eu cheirei como ela pediu, tinha um cheiro de camisinha, esperma, suor e sexo.
“Tem cheiro do que João?”
Fiquei apavorado, o que eu iria falar.
“Não sei.” Falei tremendo.
“Você tá precisando cheira mais.” Ela ergueu a sobrancelha.
Tive que cheira.
“Tem cheiro de buceta suada.”
“Mais.”
“Gozada, cheiro de sexo.”
Ela riu. “Imagino que deve estar com tanta água na boca então chupa logo.”
Comecei a lamber o salgado na boca, enquanto eu chupava ela gemia, eu tento colocar a minha língua mais fundo fazendo movimento.
“Mostra o que se pode fazer mesmo tendo um pau pequeno.”
Eu certamente deveria ficar puto, mas eu estava no momento de agradar a minha irmã então, se os insultos a deixava com tesão tudo bem.
“Essa buceta tem gosto de mulher satisfeita, fodida por um pau de verdade.” Ela falava.
Eu continuava chupando, ela mexia o quadril e com a mão apertava a minha cabeça e soltava.
“Põe o dedo na minha bucetinha.”
Eu coloquei dois dedos naquela bucetinha que estava arrombada, meu pau pulsava dentro da cueca de tesão, ela gemia cada vez mais.
Paola estava em transe com as humilhações e minhas dedadas e chupadas, ela não aguentou e acabou gozando na minha boca.
Ela ficou ofegante e me olhou com um sorriso.
“Pega um consolo na gaveta.”
Me levantei e peguei o consolo rápido.
“Deita aqui comigo.”
Ela abre os braços e me deito com ela, coloco a minha cabeça no peito dela e escuto seu coração batendo rápido.
“João, se você fizer isso com uma mulher toda vez, não vai precisar de lubrificante… passa a mão na minha bucetinha.”
Eu passei como ela pediu.
“Não está toda molhada?”
“Sim.”
“Agora é só colocar o consolo em mim… se hoje você não estivesse fazendo o papel de mulher bi, você poderia meter o seu pau em mim, mais mulher bi não tem pau, então coloca o consolo.”
Em silêncio ela me abraçou forte.
“Põe assim, sem ver.”
Passei o consolo em sua bucetinha e fui colocando devagarinho sem tirar a minha cabeça do seu peito, ela me abraçava enquanto eu colocava o consolo nela.
“Entrou.” Ela falava gemendo. “Tem fez que é assim, muitas posições não vê o buraco e tem que ser bom de buraco, e entrou fácil porque meu namorado já tinha deixado abertinha pra você.”
Como estava tão submisso daquele jeito e com tesão, meu pau duro encostando na sua perna, mesmo de cueca ela devia sentir.
“Isso põe devagarinho, sem pressa.”
Eu faço com obediência, ela vai gemendo.
“Se prefere chupar me chupar após o sexo ou qualquer momento.”
“Qualquer momento.”
“Isso mesmo, qualquer momento, homem gosta de buceta, não liga como ela está, com pelo sem pelo, sem banho ou após sexo… homem tem que ser homem.”
Fiquei brincando com a bucetinha dela.
“Quer fazer a sua irmã gozar?”
“Quero sim.”
“Então me chupa enquanto o consolo entra.”
Eu estava encorajando a minha irmã ter um outro orgasmo, então me ajeitei e comecei a chupar enquanto o consolo entrava e saia.
“Isso chupa aí.”
Eu tento olhar e vejo os olhinhos dela fechando, eu me concentro na sua bucetinha com o consolo dentro dela eu chupo o seu clitóris.
“Me chupa enquanto o Neto me come.”
Ela me coloca no papel mais submisso possível, eu meti o consolo com mais força e ele acaba escapando da sua bucetinha.
Ela riu “Vai com calma, só foi falar do neto e você se empolgou?”
“Me desculpa.”
“Mete o neto em mim.”
Eu obedeço e começo a meter e chupar a sua bucetinha que estava tão melada que era inacreditável. Ela estava tendo outra onda de orgasmo um bem forte, ela puxa tanto o lençol que escapa do colchão, seu corpo está tão quente, seu rosto vermelho, eu fico olhando ela se recuperar enquanto o consolo vai saindo sozinho de bucetinha.
Ela me abraça e a gente fica deitado por uns dez minutos em silêncio.
“Seu pau não amolece não?”
“É muito tesão.”
“Não vai ter jeito, acho que não vai ter como colocar um cinto de castidade em você… vamos te algemar, só assim eu posso dormir tranquila.”
Minha irmã se levantou e pegou a algema.
“Braços.”
Eu estiquei ela me algemou na madeira da cama e desligou a luz e se deitou pelada da parte pra baixo praticamente jogando a bunda no meu pau, ela estava tão cansada que tão dormiu rápido, eu fiquei em silêncio querendo não atrapalhar o sono dela, mais ainda frustrado querendo gozar, único jeito foi dormir assim.