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Psicologia do corno: transformando o inevitável em prazer - Parte 6

Da série Contos Avulsos
Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 2864 palavras
Data: 19/09/2026 11:51:51
Última revisão: 19/09/2026 12:29:31

Deu-se, então, que chegou o grande dia. O pior de tudo é que eu acordei de pau duro, mas muito duro mesmo e latejando, com Morgana deitada ao meu lado só de baby-doll, mas nem me masturbar eu podia, porque ela me proibiu, porque assim eu ficaria com mais tesão na hora em que ela estivesse dando para o loirão.

E o pior de tudo é que eu obedeci, além de ficar com a cena, que nem havia ocorrido ainda, em minha cabeça, me atormentando de dor e tesão, mas eu estava resoluto em minha decisão. Se tinha que ser, nada mais apropriado que fosse logo.

Não conversamos sobre o assunto durante o café da manhã. Morgana foi para o trabalho e eu fui jogar futebol com os amigos para ver se relaxava daquela tensão opressiva. Abusei da cerveja no pós-jogo e cheguei em casa de um jeito que a cama seria o único lugar que me acolheria de modo satisfatório. Dormi a tarde toda.

Fui despertado pela movimentação de Morgana no quarto, a noite já começara a se pronunciar lá fora, anunciando que meu calvário estava próximo, o que fez meu coração disparar. Não só por isso, mas porque Morgana estava só de calcinha. Só podia ser para me provocar e me deixar de pau duro, o que, obviamente, aconteceu.

- Amor, por que você não sai dessa cama e vai tomar um banho? Está cheirando a cerveja. Tudo isso é para anestesiar a dor do chifre?

Pronto! Começou a provocação.

- Você sabe que nada acontecerá se você não quiser. O Roger está ciente disso e foi muito compreensivo. Você só será corno se quiser.

- Isso não é uma escolha, Morgana, você sabe disso – reagi, tentando driblar a pior ressaca que pode haver, que é a das 18 horas.

Não tem nada pior do que você acordar com a noite caindo, com aquele gosto de cabo de guarda-chuva na boca.

- É, sim, Alexandre. Você escolheu ser corno, por causa do seu tesão de corno.

- Não escolhi nada. E não tenho tesão de corno coisa nenhuma. Você só está insistindo nisso para tirar o peso da sua consciência, porque você sabe que é inevitável, você linda e gostosa desse jeito, me colocar chifres.

- Isso é injusto, Alexandre. Não queira me enquadrar nessa sua visão maluca de que todas as mulheres vão te chifrar, não importa o que aconteça. Eu não sou esse tipo de mulher.

- Se você não é esse tipo de mulher, então não é mulher. É outra coisa. E você não me parece outra coisa. Só é mais sádica ao me obrigar a ainda ter que assistir. Só falta me fazer cortar a fita inaugural do meu chifre com direito a estouro de Champanhe.

- Se você quiser, eu falo com o Roger agora e cancelo tudo.

- Não vamos cancelar nada, Morgana – falei decidido, de modo a não dar causa a novos argumentos da minha futura esposa.

- Então, seu louco, não tente fazer parecer que eu é que quero isso.

- Eu não falei que você quer. Você está colocando palavras na minha boca. Falei que é inevitável, porque você é mulher e mulheres sempre me colocam chifres.

- Tá bom, Alexandre, não vamos mais discutir. Se já chegamos até aqui, vamos em frente e seja o que Deus quiser. Precisamos estar em harmonia entre nós para esse momento tão importante, meu corninho – provocou, com um sorrisinho sádico, mas, ao mesmo tempo se deitando ao meu lado e me abraçando.

- Tudo bem, sua adúltera.

- Não sou adúltera.

- É sim.

- E você tem tesão de corno.

- Não tenho.

- Tem sim. Olha como está seu pau – argumentou, apertando meu pênis por cima da cueca, que já estava sensível depois de passar três noites com aquela deusa sem poder tocá-la.

- Para com isso, Morgana. Não precisa me torturar ainda mais com essa mão cheia de dedos no meu pau, que daqui a pouco vai estar no pau de outro.

- Porque você quer.

- Não quero – protestei.

- Quer, sim, e vai adorar.

- Não vou.

- Vai, sim, porque você tem tesão de corno.

- Chega, Morgana, vou tomar meu banho – falei, me levantando, com o pau estufando a cueca com aquela provocação.

- Não vá tocar punhetinha, hein! – provocou.

O fato é que, a despeito da inútil discussão e das provocações de Morgana, pois já estava tudo decidido, rumamos para o motel por volta das 21 horas. Eu suava frio no caminho e Morgana não parecia menos tensa.

- Você não precisava usar uma roupa tão provocante, não é Morgana? – reclamei quando chegamos ao motel.

Ela estava com um vestido justo, curto, decotado, costas de fora, que ainda marcava seu corpo insinuantemente.

- Alexandre, eu estou indo para um encontro. Você traz sua mulher a um motel para trepar com outro e reclama da minha roupa, seu doido? Eu vou ficar pelada na frente dele. Ele vai me beijar, me apalpar toda e comer minha buceta. E o problema para você é a minha roupa... – reagiu contrariada, mas aproveitando para me alfinetar o coração já partido.

- Não precisa ser tão rude e ficar me lembrando dessas coisas que vão acontecer.

- Porque é bom que você esteja ciente. Em no máximo uma hora, é bem provável que sua mulher esteja nua na cama com outro homem. E você deve ter alguma ideia do que estaremos fazendo, não tem? – provocou.

- Eu sei: o que uma mulher adúltera faz – reagi, contrafeito.

- Eu já te falei que eu não sou adúltera, seu corno manso!

- Eu não sou corno manso. Só não quero mais ser corno esperançoso – esclareci, como se adiantasse.

- Você quer é saciar seu tesão de corno – voltou a provocar.

- Desista, Morgana, eu não vou cair nas suas provocações – reagi, enquanto adentrávamos a alcova fatídica, onde eu receberia meu primeiro par de chifres ao vivo e a cores.

- Amor, abra o espumante que você pediu para nós fazermos um brinde aos seus chifres – provocou.

Não me contive e acabei não conseguindo evitar a risada. Com aquelas provocações, Morgana parecia, acabei percebendo, tentar me descontrair, como se fosse possível, já que certamente perdera qualquer esperança de me fazer desistir.

Talvez ela não compreendesse a situação com a profundidade que se fazia necessária. Então, cabia a mim sustentar a determinação e a coragem para que nosso casamento recebesse uma poderosa camada de proteção cotra a mentira e a traição.

Abri o espumante e bebemos, brindando ao meu chifre, mas eu quase mijei na cueca quando Morgana anunciou que Roger havia chegado. Foi recepcioná-lo, enquanto eu permanecia na copa, pensando em uma forma de desaparecer, mas já era tarde e eu estava encurralado.

- Se me permite, Alexandre, você tem uma bela mulher – falou Roger ao apertar minha mão.

Só eu mesmo para apertar a mão do sujeito que estaria fodendo minha mulher em instantes.

- Quanto a isso, Roger, tenho que concordar – respondi, tentando ser, ao mesmo tempo, firme e gentil, sem saber se consegui uma coisa ou outra.

Aquele loiro de 1,80 m, de olhos claros e um físico bem impressionante, eu devia lembrar, não era meu inimigo, mas a solução dos problemas do meu casamento. Portanto, ser gentil era o mínimo que se poderia esperar de mim para com o sujeito que acabara de segurar minha mulher pela cintura, olhando-a com cara de jacaré faminto.

- Você é advogado, Alexandre? – perguntou Roger, um momento antes de Morgana sentar em seu colo e ser envolvida pela cintura.

O ar quase estacionou em definitivo no meio do trajeto para o pulmão. Foi a primeira vez que me deu vontade de acabar com aquilo, mas eu sabia que tinha que ser resiliente. Além disso, meu pau reagiu dentro da calça. Que vexame, meu Deus!

- Sou, trabalho num escritório de advocacia empresarial. E você?

- Engenheiro de sistemas – respondeu, com a mão deslizando pela coxa de Morgana e o olhar predador pousando no decote da minha mulher, que oferecia uma visão instigante.

- Inte... interessante – respondi com a ereção se acentuando e já estufando minha calça.

- Vocês não vão ficar falando de trabalho, vão? Que tal nós dançarmos? – propôs Morgana ao Ricardão, deslisando sua mão por dentro de sua camisa.

Àquela altura, meu estômago dava reviravoltas, minha respiração tinha ficado pesada e o coração estava disparado, quase sendo possível ouvir as batidas na recepção do motel.

- Você se importa? – perguntou Alexandre, sendo desnecessariamente gentil.

Afinal, todos nós sabíamos o que tínhamos ido fazer ali.

- Lembre-se do combinado – sussurrou Morgana em meu ouvido, enquanto saía de mãos dadas com seu amante em direção ao quarto.

Abri uma lata de cerveja e virei a metade no primeiro gole, mas não saí da copa, de onde dava para observar o movimento no quarto. Onde colocaram um blues e se abraçaram para dançar.

Será que tudo aquilo era necessário? Não poderiam só foder? Casar com mulher metódica é foda.

E o pior é que a cena estava excitante demais. Roger deslizava sua mão pelas costas de Morgana. A cada vez que descia, sua mão mais abaixo da cintura ia. E o pior é que aquilo estava me deixando louco de tesão.

Depois de alguns minutos, estavam dançando com os rostos muito próximos. Uma das mãos de Roger já estava inteira na bunda de Morgana. E a puta bem gostando.

Bom, eu também não podia exigir que ela não gostasse, não é? Ela só podia arranjar de gostar em outro lugar que não fosse na minha frente.

Meu estômago abriu um buraco quando os dois se beijaram, boca com boca, mão com nuca, mão com bunda, seios com peitoral, aquilo com aquilo. E meu pau querendo arrebentar a cueca. Se aquilo não era tesão de corno, o que seria? Talvez a abstinência de quatro dias, era minha última trincheira argumentativa contra a verdade implacável que gritava dentro da minha cueca.

Acabei por me distrair com meus pensamento. Quando me dei conta, a parte de cima do vestido já deslizava em direção à cintura, expondo seus seios lindos e imponentes, que receberam as mãos do amante. Era possível ver o prazer crescendo em seu rosto.

Roger pegou minha mulher no colo e ambos saíram do meu campo de visão. Foram para a cama, certamente. Eu já era um corno assumido, só faltava ser um corno assumido completo e aquilo me deixava com dificuldade até de respirar. Nunca sentira algo como aquilo. Era uma mistura de emoções que sacudia todo o corpo e a mente.

A cena que vi quando cheguei a um ponto onde pudesse ver a cama, me deixou paralisado e com as pernas bambas. Tive que me segurar para não cair. Morgana estava de joelhos, Roger sentado na beira da cama, sem camisa, calça aberta e um pau de respeito para fora. Para fora não, porque estava dentro da boca da minha mulher, que chupava com entusiasmo.

Morgana, ao fazer um movimento, me viu e me olhou com um jeito perverso. Deu uma lambida em todo o pau de Roger e o colocou na boca me olhando fixo. Meu corpo todo estremeceu. Ela estava me provocando. Morgana tinha certeza mesmo de que eu tinha tesão de corno.

Ela apontou com os braços para que eu me sentasse na poltrona, mas preferi ficar me equilibrando em minhas pernas bambas a uma distância segura. Morgana já estava só de calcinha. Depois de me proporcionar aquele espetáculo de safadeza e crueldade, foi deitada de costas na beira da cama, com as pernas para fora. Vi quando Roger tirou lentamente sua calcinha, apreciando aquela obra de arte.

Percebi que ver outro homem tirando a calcinha da sua mulher é uma das experiências mais excitantes e desesperadoras que se pode ter. Se eu tocasse trinta segundos de bronha, gozaria de arremessar porra no teto do quarto. Ao mesmo tempo, meu coração doía sem pena. Então, eu só fiquei olhando, meu pau pulsando inclementemente, enquanto Roger arqueava as pernas de minha mulher e lhe beijava e lambia a sola dos pés.

Que intimidade desnecessária!

Morgana parecia estar amando tudo aquilo e soltou até um gritinho quando o Ricardão afundou o rosto no meio de suas coxas. Não demorou muito para que seus gemidos se tornassem audíveis. O cara sabia fazer, porque em poucos minutos, percebi que Morgana já estava desorientada.

- Ai, Roger, ahnnn, uhhhhnnnn, vou gozar, que delícia. Aaaahhhhhh!

Morgana não teve tempo de se recuperar do orgasmo e, sem a mudar de posição, Roger esfregou a cabeçorra na entrada de sua buceta.

Só ouvi o amante dizer: “pede”.

- Por favor, bota! – ela pediu toda manhosa, olhando com fome para aquele pauzão de respeito.

Morgana já não ligava mais para mim. Aproveitava o momento e revirou os olhos quando Roger a penetrou, soltando um gemido alto. Ele passou a socar num ritmo constante, cada vez mais acelerado. O barulho de molhado indicava o quanto Morgana estava excitada. O som do choque entre os dois corpos era inquietante. Percebi que gozaria na cueca se não tomasse uma providência.

Decidi correr para o banheiro, coloquei o pau para fora. Estava gigantesco, latejando, quase doendo. Ataquei no cinco contra um e não consegui conter meus gemidos ao gozar violentamente, mandando porra para tudo quanto era lado.

Quando consegui recobrar o fôlego, limpar aquela sujeita no banheiro e retornar ao quarto, Morgana estava de quatro para o macho, que agora socava sem dó em sua buceta, enquanto minha futura esposa revirava os olhos, gemendo descontrolada. Seus olhos cruzaram com os meus, mas tenho dúvida de que me viram, tamanho o transe em que parecia estar. Roger me ignorou, hipnotizado com a imagem daquela fêmea fabulosa de quatro para ele. Corri para a cozinha e abri outra cerveja. Engraçado que depois de gozar eu me sentia melhor, mais tranquilo.

Apesar de ver minha mulher se esbaldando na pica do Ricardão, eu pensava naquilo como uma libertação, cujo preço de sentir tesão de corno se justificava plenamente.

Deixei que os pombinhos se divertissem e já havia se passado mais de uma hora desde nossa chegada. Provavelmente, passaram-se duas. O casal estava no banheiro. Pela demora e pelo barulho, estavam fodendo gostoso. Bom, era o momento de intimidade e privacidade dos dois.

Confesso que aquilo me deixou inseguro e ligeiramente irritado, mas sabia que essas sensações faziam parte do grande processo de libertação. Assim como minha ereção inclemente.

Meia hora depois daquelas reflexões, Roger se despedia. De mim, formalmente. De Morgana, com um beijo cheio de significado, retribuído na mesma medida, enquanto dava uma palmadinha no bumbum da minha mulher, que estava só de calcinha, certamente para me provocar ainda mais, pendurada no pescoço do Ricardão.

Morgana me perscrutou com um olhar que somava malícia, interrogação e preocupação, que eu era capaz de entender perfeitamente. Respeitando a liturgia apropriada para o momento, avisei que pediria o jantar para nós e lhe ofereci um copo de cerveja.

- Você quer que eu me vista? – perguntou.

- Fique à vontade.

Foram as primeiras palavras que trocamos. Morgana preferiu se vestir e veio sentar-se à mesa da copa comigo, virando um copo inteiro de cerveja de uma só vez, demonstrando que estava tensa pelo que viria.

- Você vai terminar comigo? – perguntou, agora entre séria e resignada.

- Nunca. Só se você quiser – falei firme, segurando sua mão.

- Eu nunca vou querer. Como você está?

- Como quem acaba de tomar uma injeção de Benzetacil – respondi, tentando conferir autenticidade ao meu sorriso.

A verdade é que eu ainda estava aéreo com tudo que tinha acontecido. Não havia, todavia, nenhum sentimento negativo com relação à minha mulher, apesar de suas provocações, que eu aprendera a interpretar da forma como me parecia correto fazer.

- Está imune agora, meu homem? – perguntou com voz meiga.

- Eu ainda sou seu homem?

- Mais meu homem agora do que nunca. Depois de tudo, eu ainda estou aqui, não estou? E de corpo e alma. Nada se alterou dentro de mim. Sou sua.

- Mas gostou de fazer sexo com o loirão, não gostou? – provoquei.

- Adorei. Ele me fez gozar duas vezes, mas isso você deve ter visto. Gostou do que viu?

- Posso pular essa pergunta? Meu cérebro não processou ainda essa experiência.

- Quer dizer que você ainda pode mudar de ideia e me dar um pé na bunda?

- Talvez, Morgana, por outra razão, não por essa. Eu não sou seu ex.

- Tomara que eu possa acreditar em você.

- Tomara que você acredite, porque não há razão para ter receios, pois nada mudará entre nós, exceto o chifre na minha cabeça – brinquei.

- Pelo menos agora você não corre o risco de ser um corno esperançoso – reagiu.

- Virei um corno colaboracionista.

- Está mais para corno arquiteto.

- Eu concebi o projeto, né? Então, você é a chifradeira engenheira, que montou o projeto executivo e construiu a edificação.

- E agora cabe a nós dois decidirmos sobre morar ou não dentro dela – ponderou, Morgana.

- Acho que não é o momento para deliberarmos sobre essas coisas. O pior já passou. Agora, vamos curtir o que eu sei lá que haja para curtir.

- Tomara que o pior tenha passado mesmo.

A conversa seguiu nesse tom antes e durante o jantar. Quanto ao que viria depois...

Continua...

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Comentários

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Será que a Morgana gostou de não saciar o tesão de Corno Manso já que o Alexandre não tem, não sendo uma adultera já que o Alexandre que queria adiantar o que seria inevitável, mas não por querer ser Corno e nem porque a Morgana é Adultera, simplesmente porque toda Mulher trai com o Tempo, o Alexandre é um Sábio, quase um Filósofo da Antiga Grécia, então será que Morgana gostou de provar dessa saberia???????

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Quer me ver peladinha? me chame 4,1,9,9,5,9,1,1,6,8,4 vc vai gozar gostoso me assistindo, tenho packs para todos os bolsos, inclusive BBC, anal, oral, DP, de tudo um pouco, além disso estou produzindo um book de incesto rs fiz um insta para vcs tammyfelixx

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Foto de perfil de Ramses

Sensacional!!

Ja comentei que não sou chegado na maioria absoluta de conto de cornos, mas Alexandre e Morgana é maravilhoso!!

Fiquei nervoso junto com o Alexandre e maravilhado com a Morgana no final!

Para falar a verdade, amei essa parte final, a conversa dos dois!!

Bom, eu sou muito fãs de vocês. Posso dizer que acho que sou o primeiro fã de vocês queridos T&A!

E essa é a frase do capitulo porque ela é pura verdade!!! hahaha

"Não tem nada pior do que você acordar com a noite caindo, com aquele gosto de cabo de guarda-chuva na boca."

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Quem nunca, né, soberano do Egito? rsrsrs

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Foto de perfil de Ramses

Meus queridos e amados escribas de Thoth,

Quem nunca mesmo!! É ruim demais!!!

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É uma incógnita, não consigo decifrar se o Alexandre tem tesão de corno, se quer realmente quebrar a estigma dos outros relacionamentos ou se é um tremendo recalcado à ponto de ser lesado, porém a Morgana pra quem não queria, embarcou de corpo e alma na trepada com o macho comedor. Restam as perguntas:

Ele vai permitir outras trepadas por fora?

Ela vai se contentar só com essa?

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Foto de perfil de Theodor e Aline

Obrigado pelo comentário, Zé Luíz!

Essas questões serão respondidas no capítulo final, que será o próximo, mas uma coisa é certa. O episódio narrado nesse capítulo aconteceu há 20 anos e os dois continuam juntos, com 60 e 50 anos.

A única pergunta que não cabe, nesse caso, é se, depois dessa maluquice toda, os dois continuaram juntos.

Se é por causa do plano "Chapolin Colorado" do Alexandre, acho que nós nunca vamos descobrir, mas que o casamento deu certo, disso não há dúvida.

Abç!

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Foto de perfil de Sr. Bolseiro

O conto de voces é bem escrito, dinâmico, tem um toque de humor inteligente, erotico no ponto certo.

Ha escrita é excelente mesmo.

Mas a questão sentimental dos personagens eu acho muito rasa.

Mesmo que sao adultos maduros, ainda sim daria pra trabalhar mais nos sentimentos, dúvidas, medos, receios e etc.

Achei a coisa muito tranquila para uma primeira vez do casal.

Ela se entregou 100% para o amante e não demonstrou qualquer preocupação com as saídas dele do quarto. Isso em uma situação inicial de um casal liberal pode dar em muita confusão.

Ela demonstrou pouco receio real em relação ao que aconteceu na primeira relação.

E ele foi extremamente tranquilo, cadê aquela comparação fútil de homem ?

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Foto de perfil de Theodor e Aline

Obrigado pelo comentário, Osório!

O grande mistério dessa história toda é a facilidade com que a Morgana aceita as loucuras do Alexandre, mas depois usa essas próprias esquisitices dele para debochar e provocar o futuro marido.

Sendo que nós sabemos que o Alexandre narra essa história 20 anos depois dos fatos narrados nesse capítulo e os dois continuam juntos. Ele com 60 e ela com 50.

Talvez, de alguma forma, uma coisa responda a outra.

Abç!

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