Ao sair do seu escritório de advocacia, em Ipanema, Paulo deu de cara com um antigo colega de ginásio, de quem guardava saudosas lembranças.
- Oi, você não é o Guilherme? – indagou.
- Não acredito! – respondeu o outro, com uma voz afeminada e fazendo trejeitos espetaculosos. – É você mesmo, Paulinho?
- Lógico que sou eu! – Que máximo! Você não mudou nada! Vamos tomar um café e botar os assuntos em dia, falar da vida e matar saudades!
- Tenho um convite melhor, querido, vamos beber alguma coisa no meu apê, moro aqui perto, na Nascimento Silva!
- Claro, claro! – Que coisa de louco te encontrar!
***
Uma vez chegados ao luxuoso apartamento de Guilherme, depois de duas ou três doses de uma excelente vodca polonesa enquanto levavam um breve papo, e puderam recordar as muitas sacanagens que faziam no colégio, os dois ex-colegas já se encontravam muito à vontade.
Paulo encontrava-se sentado na cama, com Guilherme acomodado em seu colo. A bicha havia gozado horrores, mas Paulo ainda não. Seu membro continuava ereto e pulsante.
- Disposto? – perguntou. – Posso comer sua bunda?
- Sempre. É ótimo.
Guilherme abandonou o colo do rapaz. Virou-se para ele, de quatro na cama, expondo sua magnífica bunda.
Sentiu Paulo entrando firme nele. A um instante, ele tirou:
- Por quê? – reclamou Guilherme.
- Posso pôr bem fundo?
- Aí?
- Se você não quiser, tudo bem.
- Não, é que... Olha, não ria, mas eu... Já fui enrabado por caralhos bem maiores e grossos do que o seu! Lembra dos tempos do colégio? Sempre me pedem para enfiar aí.
- Tem que haver uma primeira vez, para mim, não acha? É a primeira vez depois de adulto que enrabo um homem!
- Já te falei que sou MULHER! – protestou vivamente Guilherme.
- De-des-culpe... – gaguejou Paulo.
- Sua esposa deixa você entrar atrás?
- Frequentemente. Quer?
- É claro, bobinho. Venha!
Paulo fez o boiola empinar mais o traseiro. Obrigou-o a curvar o corpo de forma a que ficasse com o peito escorados nos travesseiros e as mãos apoiadas na cabeceira da cama. Com isso, a posição o obrigava a permanecer com o traseiro levantado, as nádegas forçadamente abertas. Guilherme foi invadido por uma excitação incrível, quando sentiu a cabeça do pênis de Paulo encostar no ânus. Paulo estava excitado, pois a visão daquele buraquinho liso o fascinava. Pressionou vagarosamente. As pregas de Guilherme eram bonitas, asseadas, num rosado aconchegante. Precisou um pouco de força. Guilherme foi empurrada para a frente. Não cedeu. Apenas suas pregas foram resistindo um pouco à avançada de Paulo. Quando não havia mais condições de recuar, elas se renderam, batidas. Subitamente, a glande, inchada, transpôs a barreira, entrando no túnel de Guilherme. Doeu um pouquinho e ele gemeu, acusando o acontecimento. Mas, daí para a frente, só o prazer de sentir-se invadir por aquele músculo duro, em partes nunca antes visitadas por aquele macho, compensou. Sentiu Paulo a lhe explorar quase até os intestinos. Sentiu-o caminhando dentro dele, interminável. Quando ele parou, por fim, o pederasta percebeu que ele havia entrado todo, pelos pelinhos púbicos a lhe roçarem as nádegas. Ele apertou-se, contraiu os músculos. E Paulo, junto com ele, foi ao gozo, inundando-o.
Paulo, quando terminou, ocupou-se em acariciar o falo melado do parceiro.
O advogado abriu-se num largo sorriso. Estava realmente muito à vontade. Conhecera sensações novas, ao comer a bunda de Guilherme. A visão de seu pênis colado à cuceta de Guilherme era uma dádiva que não saía da sua cabeça.
Ficaram deitados na cama, lado a lado, trocando carícias e confidências.
Muitos minutos depois, uma ideia muito louca brotou da imaginação fértil do homem. Dirigiu-se ao rapaz:
- Querido, entre um pouco em mim, por favor? Nunca dei o rabo...
Guilherme aquiesceu, com prazer. Paulo havia se deitado de nádegas para cima. Ficando com o torso apoiado nas almofadas, ergueu os quadris.
A bichona entrou satisfeita no ânus apertado dele, entrava, saía, entrava, saía... Guilherme colocou o rapaz de barriga para cima, a fim de comê-lo na posição conhecida popularmente como “frango assado”. Assim, ambos podiam ver a expressão dos respectivos rostos. Segurou o pênis duro de Paulo, masturbando-o, enquanto o penetrava. Paulo ficou meio sem graça, mas consentiu. Estava surpreso consigo mesmo, afinal, era a primeira vez que dava o cu, embora Guilherme fosse um homossexual. Mas, se a bunda de Guilherme era semelhante à de uma moça, o pênis era de ... um rapaz!
Guilherme recuou um pouco, dando instruções mudas. Foi empurrando, até entrar todo para o interior do macho, por aquele buraco virgem, apertado. Quando estava toda dentro dele, é claro, gozou ali, despejando muita porra, com gosto.
***
Foram tomar banho de chuveiro, juntos. Quando saíram do banheiro, sentaram-se no sofá da sala, ainda enrolados nas toalhas e secando os cabelos. Guilherme ficou olhando para Paulo. Ficou de pé em frente ao homem, com um copo de bebida na mão.
- O que será que vamos fazer? Ficar sentados, apenas?
- Não creio – disse Paulo. – Nós, é claro, não vamos ficar apenas conversando, não?
Guilherme riu para ele. Paulo avançou:
- Você é uma fêmea maravilhosa, sabe? Me satisfaz. Amei levar sua pica no cu. Venha!
Paulo levantou-se e dirigiu-se ao amigo. Indicou-lhe a única poltrona que havia na sala, onde Guilherme se sentou. Então, Paulo, ajoelhado, colocou o membro dele na boca, e o molhou bem.
- Você gostou de entrar atrás de mim, Guilherme?
- Amei!
Ao ver o membro vermelho, que tanto prazer lhe proporcionara, Paulo não resistiu:
- Entre em mim, de novo, então. Eu curti muito isso.
Paulo sentou-se no colo da bichinha. Era uma sensação nova, alegre, ter um pênis no seu buraquinho rugoso. Completava o seu lado “feminino”, que ele sabia que existia e, até então, estava escondido. Subiu e desceu repetidas vezes no pau teso de Guilherme. Rebolava freneticamente seu traseiro, sentindo toda a rigidez e a grossura do pênis de Guilherme. Tocando uma vigorosa punheta, descarregou no tapete vermelho do apartamento. Algum tempo depois, sentindo ser inundado pelo esperma de Guilherme, levantou-se. Procurou um pano, com o qual limpou o pau do rapaz.
***
Guilherme e Paulo fizeram uma pausa. Guilherme desafiou-o:
- Que tal nós invertermos os papéis? Eu gostaria de chupar o seu pau!
Paulo ficou desconcertado. Já havia gozado muito. Afinal, ele era o “macho”! Será que ainda teria fôlego? Olhou para o enorme pênis de Guilherme, ainda encolhido. Murcho, assemelhava-se mais a um grelo avantajado. Dirigiu-se insolentemente ao viado:
- Vem cá, putinho! O seu macho deixa você chupar ele!
- Macho? – Guilherme debochou. – Acho que agora você está mais para viadinho...
- Não sou invertido, não! – protestou Paulo. – Afinal, você é uma bicha, afeminada, não é homem!
Os dois riram-se. Guilherme mais do que Paulo...
- Chupe-me agora, querido. Põe a língua lá dentro. Assim – ciciou Paulo, com uma vozinha meio afeminada, imitando o amigo.
Guilherme chupou, sugou o membro com dedicação, parecia executar uma das coisas de que mais gostava. E o fez com tanta concentração e maestria, que, a certo instante, Paulo, embora meio fatigado, não resistiu e soltou uma golfada de sêmen que se projetou pela boca de Guilherme, aninhou-se entre os dentes e as bochechas, acariciou o céu da boca, começou a escorrer garganta abaixo. Sem sequer abrir os olhos, Guilherme engoliu, decidido. Era a primeira vez que o fazia, nunca engolia o esperma dos homens com quem transava, mas não lhe desagradou, em hipótese alguma. Quando viu que Paulo não soltaria mais uma gota, embora estivesse ainda duro, levantou-se e colou a boca na dele.
Mergulhou a língua para um cumprimento à dele. O gosto de saliva misturado com o esperma teve um efeito surpreendentemente afrodisíaco...