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Ruth, a Evangélica 6

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1189 palavras
Data: 19/09/2026 07:11:25
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 6: A Irmã

A irmã Cláudia chegou por volta das três da tarde, como combinado. Era uma visita “de oração e companheirismo”, dessas que as mulheres da igreja fazem quando o marido está no trabalho e a solidão aperta. Eu abri a porta já vestida com uma saia um pouco acima dos joelhos, blusa fechada e cabelo preso. O sorriso de sempre no rosto. Por dentro, ainda sentia o cu latejando da madrugada anterior com o Jorge e a porra dele que eu tinha limpado às pressas antes do Silas acordar.

Cláudia era um pouco mais velha que eu, uns 34 anos, casada com um obreiro da Assembleia. Corpo cheio, peitos pesados, bunda larga escondida sob a saia plissada. Olhos cansados. Entramos na sala, sentei ao lado dela no sofá e servi um café.

No começo foi conversa fiada de sempre: o culto, os problemas da igreja, a escola dominical. Mas…

— Ruth… — Ela baixou a voz — Eu não aguento mais. — Olha pra chão claramente envergonhada. — Meu marido só me procura de vez enquanto. — o silêncio pesou, mas eu sabia exatamente o que ela sentia. — E ainda assim é rápido. Entra, goza e dorme. Eu fico ali, olhando pro teto, com vontade de… de alguma coisa. Qualquer coisa. Às vezes eu choro no banho. Parece que eu não existo.

Eu fiquei em silêncio por alguns segundos. O coração acelerou. Aquele era o tipo de conversa que eu nunca teria tido meses atrás. Agora, depois de tudo, saía fácil.

— Eu também tinha esse problema — respondi, voz baixa. — Silas era igual. Seu marido. Rápido. Seco. Eu ficava com a buceta latejando e a culpa pesando. Até que um dia eu cansei.

— Cansou de quê? — Ela levantou o olhar, surpresa.

— De esperar. — me ajeitei no sofá fazendo minha saia subir mais um pouco. — De rezar pedindo pra Deus tirar o tesão da minha buceta. — Eu comecei a me divertir fora do casamento. — O silêncio ficou denso.

Cláudia engoliu em seco, mas devagar pra ver o interesse queimar nos seus olhos.

— Primeiro foi o vizinho, aqui mesmo nesse sofá, me tratou feito uma vagabunda e eu gozei como louca. — Eu continuei, sem pudor nenhum. — Depois um ex-viciado no quartinho de bagunça da igreja, lembra do culto para os viciados? — senti minha xota já estava encharcada. — Ele me pegou sem dó, fodeu meu rabo como uma cadela, eu amei. — dava pra ver o tesão tomando conta dela, provavelmente sua buceta está toda melada.

— Meu De… Deus. — A voz claramente trêmula de tesão.

— Aí fui procurar um emprego, mas sem experiência seria difícil achar. — Os olhos dela brilharam de tesão. — então me ofereci ao chefe, chupei o pau dele e deixei ele me usar como uma puta no escritório. — As pernas dela se mexeram sob a saia. Eu vi o peito subir e descer mais rápido. — Essa madrugada fui fazer uma visita ao vizinho, chupei o pau dele e deixei ele me usar como quis, gozei gritando e depois volto pra cama como se nada tivesse acontecido.

— Você… conta isso assim, tão fácil?

— Sim. — sorri cheia de malícia. — Porque eu não aguento mais fingir que sou santa. — Aproximei meu corpo no sofá. Nossas coxas se tocaram. — E olhando pra você agora, acho que você também não aguenta. — Ela não se afastou. — Você também quer gozar. — Eu levei a mão até o joelho dela, por cima da saia, e subi devagar. — também quer ser tratada como uma vadia.

— Ruth… — Cláudia tremeu, mas abriu um pouco as pernas.

— Relaxa. — Levantei a saia dela. — Ninguém precisa saber. — Por baixo havia uma calcinha de algodão branca, já com uma mancha úmida no meio.

Puxei pro lado. A buceta dela era carnuda, peluda, molhada. Passei o dedo no meio e ela soltou um gemido baixo. Eu ajoelhei no chão, entre as pernas dela, e lambi. Passei minha língua lentamente na gruta úmida, chupando o clitóris inchado devagar. Segurei firme em suas coxas e fui abrindo mais e mais suas pernas, respondo cada vez mais aquela bucetona carnuda, enfiei dois dedos nela procurando seu ponto G. Cláudia segurou meu cabelo, rebolou contra minha boca, gemendo sem conseguir se controlar.

— Misericórdia… Ruth… nunca… nunca ninguém…

Eu chupei com vontade, sentindo o gosto azedo e gostoso dela. Quando ela estava prestes a gozar, foquei no gelo duro dela lambendo sem parar do jeito que Jorge fazia comigo. Não demorou e Claudia gozou tremendo e vibrando contra minha boca, dava pra sentir sua buceta apertando meus dedos.

Me levantei e tirei a própria saia. Sem calcinha (eu já quase não usava mais calcinha). A buceta raspadinha e melada, o cu piscando de tesão. Subi no sofá, abri as pernas por cima do seu rosto e esfreguei minha xana melada na cara dela.

— Agora é a sua vez. Chupa.

Cláudia hesitou só um segundo. Depois enterrou o rosto entre minhas coxas. A língua dela era tímida e desajeitada no começo, mas logo ficou faminta. Chupava, lambia, enfiava a língua na entrada. Eu segurei a cabeça dela e rebolei, esfregando meu grelo na sua língua quente, o tesão do proibido, medo de Silas chegar me fez goza na boca dela com um gemido mais alto do eu prévia. Depois me sentei no colo dela, beijei sua boca cheia do meu gosto.

— Isso… isso foi pecado, Ruth. — Falou envergonhada.

— Foi. — sorri.. — E foi muito gostoso.

Depois disso, levei ela para o banheiro, raspei os pelo da sua buceta e mostrei pra ela como brincar sozinha e se satisfazer e durante a “aula” ela gozou novamente. Nessa hora ouvi a porta da frente se abrir Silas havia chegado.

— Amor? — Perguntou um tanto desconfiado.

— Oi amor. — Respondi do banheiro, Claudia enfiava um frasco de desodorante no meu rabo.

— Você está bem? — Continuou chegando perto da porta do banheiro.

— Estou sim amor. — Falei fingindo naturalidade, sentindo o franco entrar e sair do meu rabo. — Estou conversando coisas de mulher com a irmã Cláudia. — gozei tapando minha própria boca.

— Tá bom.

Nós arrumamos no e nos limpamos o melhor possível, passamos um perfume que para que ele não sentisse o cheiro de sexo e saímos como se nada tivesse acontecido. Silas comprimentou a irmã Cláudia com respeito e eu a acompanhei até a porta.

— A gente… pode fazer de novo?

Eu só sorri.

— Sempre que você quiser, irmã.

Depois que ela foi embora, tomei banho rápido, me vesti de novo com a saia um pouco acima do joelho e a blusa fechada. Mas dessa vez, pela primeira vez, não coloquei calcinha para ir a igreja. Saí de casa sentindo o ar bater direto na buceta e no cu, o tecido da saia roçando nos lábios inchados a cada passo.

Chegamos na igreja para o culto da noite com o sorriso de sempre. Sentei no banco da frente, ao lado do Silas. Quando o pastor olhava pra mim eu abria um pouco as pernas mostrando pra ele que estava sem calcinha e eu sei que ele percebeu, enquanto ele falava não parava de imaginar ele me fodendo o rabo na frente de todos.

Sai da igreja com a buceta melada e louca pra dar, mas em casa Silas deitou e dormiu rápido.

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