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Sonho Quente: Quando o Subconsciente Desperta o Desejo

Um conto erótico de Casal Apimentados
Categoria: Grupal
Contém 1885 palavras
Data: 19/09/2026 01:39:20

Eu acordei de manhã com a buceta molhada e o coração acelerado, sentindo uma vergonha danada, mesmo sabendo que não tinha feito absolutamente nada na vida real.

Foi só um sonho. Mas foi um sonho tão vívido que eu levei o dia inteiro carregando ele comigo, sentindo o cheiro fictício dela ainda no meu corpo.

Prazer, somos o Casal Apimentados. Quem escreve sou eu, a Lúcia. Nomes fictícios, por motivos que qualquer casal liberal entende.

Eu: 1,72 de altura, loira natural, olhos verdes, seios fartos e durinhos com mamilos rosados, e umas coxas grossas que o meu marido adora morder há vinte e três anos. Quarenta e três anos e uma buceta que ainda aperta como se tivesse vinte.

Ele, Jorge: negro, 1,85, corpo forte sem ser musculoso, com um pau enorme que eu adoro chupar, mesma idade que eu. Hetero assumido, não usa camisinha comigo desde sempre, e não é corno de jeito nenhum.

Trabalho com uma mulher que eu vou chamar de Renata, faz uns três anos.

Ela é da equipe de marketing, uns trinta e oito anos, morena, cabelo curto, sempre bem-arrumada, com uns seios médios que eu nunca tinha reparado direito até aquela noite. Tem um jeito de falar rápido e direto que impressiona todo mundo em reunião, e uns lábios carnudos que fizeram meu sonho ficar tão bom.

A gente não é próxima de amizade, mas se dá bem, almoça junto de vez em quando, comenta a vida uma da outra sem entrar em detalhe fundo.

Nunca, em nenhum momento, eu tinha pensado nela de outro jeito.

E foi justamente por isso que aquele sonho me pegou tão de surpresa.

Sonhei que a gente estava numa sala de reunião qualquer, depois do expediente, sozinhas, terminando alguma apresentação atrasada. E, no sonho, sem nenhum motivo lógico, sem nenhuma conversa prévia, a Renata simplesmente se levantou da cadeira dela, veio até a minha e me beijou.

E eu, no sonho, não estranhei nada. Beijei de volta como se fosse a coisa mais natural do mundo, sentindo aquela língua deliciosa entrando na minha boca, aquelas mãos subindo pela minha cintura, apertando meus seios.

O resto foi confuso, do jeito que sonho costuma ser, misturando lugar, misturando tempo. Em determinado momento a gente já não estava mais na sala de reunião, estava num lugar que parecia mais com um quarto qualquer, e as coisas foram acontecendo naquela lógica solta que só existe dormindo.

Lembro dela me despindo devagar, tirando minha blusa, meu sutiã, lambendo meus mamilos durinhos. Lembro de minhas mãos desabotoando a calça dela, descobrindo que ela não usava calcinha, sentindo aquele cabelinho úmido na minha ponta dos dedos antes de mergulhar naquela buceta deliciosa.

Eu acordei antes de qualquer coisa se resolver de fato, exatamente no momento em que ela estava me beijando o pescoço, e fiquei ali, parada na cama, olhando pro teto, tentando entender o que tinha acabado de sonhar, sentindo minha calcinha molhada de tesão.

O Jorge ainda dormia do meu lado, com aquele pau duro que ele sempre acorda.

Fiquei quieta uns minutos, com aquela sensação estranha de corpo ainda meio ligado, misturada com a vergonha de ter sonhado aquilo com uma colega de trabalho que eu via toda semana, de um jeito completamente platônico.

Quando ele acordou, percebeu que eu estava diferente.

— Você está bem?

— Estou. Só tive um sonho estranho.

— Estranho como?

Eu contei, meio sem graça, gaguejando um pouco no meio, tentando explicar direito uma coisa que nem eu mesma entendia completamente.

Ele ficou ouvindo com atenção, aquele sorriso crescendo no canto da boca conforme eu contava, e já vi o pau dele endurecendo debaixo do lençol.

— E você ficou incomodada com isso?

— Um pouco. Não sei explicar. Não é que eu penso nela assim. Nunca pensei.

— Talvez não seja sobre ela especificamente — ele falou, se ajeitando na cama. — Talvez seja sobre alguma coisa que a sua cabeça estava processando e ela apareceu só porque estava por perto, na sua vida, ultimamente.

Fiquei pensando naquilo o resto do dia.

E, meninas, é engraçado como um sonho consegue bagunçar a cabeça da gente por mais tempo do que devia.

No trabalho, quando cruzei com a Renata no corredor, senti um desconforto bobo, uma vergonha sem sentido nenhum, porque óbvio que ela não sabia de nada, e nunca ia saber.

Ela só me deu bom dia, comentou alguma coisa sobre a reunião das dez, e seguiu andando, completamente alheia ao fato de que, na noite anterior, dentro da minha cabeça, a gente tinha se chupado inteiras numa sala de reunião vazia.

Almocei com ela naquele dia, como de costume, e passei o almoço inteiro num misto de estranheza e curiosidade, prestando atenção em detalhe que eu nunca tinha notado antes: o jeito que ela ria, o jeito que ela mexia o cabelo quando ficava concentrada em alguma coisa, o decote da blusa dela que eu nunca tinha reparado.

Não que eu quisesse alguma coisa com ela de verdade. Era mais uma curiosidade sobre a própria cabeça, sobre por que aquela imagem específica tinha surgido justamente naquela noite.

Contei pro Jorge de novo à noite, já mais calma, encontrando um jeito melhor de explicar a sensação.

— Eu acho que não é sobre querer ela — eu falei, sentada na cama, já de pijama. — É mais sobre lembrar como é bom ser desejada de um jeito que não tem nada a ver com rotina, com casa, com marido de vinte e três anos.

Ele riu, sem nenhuma ofensa na risada.

— Eu entendo. Às vezes eu sonho parecido, sabia?

— Sonha com quem?

— Não vou te dizer.

Ele riu ainda mais quando eu fingi indignação, dando um tapa de leve no braço dele.

E aí, meio de brincadeira, meio curioso de verdade, ele perguntou:

— Você quer que eu faça alguma coisa com essa informação?

— Que tipo de coisa?

— Sei não. A gente podia procurar uma morena de cabelo curto num grupo qualquer, só pra você tirar essa curiosidade da cabeça de um jeito real.

Eu ri, jogando o travesseiro nele.

— Não é sobre isso, Jorge.

— Eu sei que não é. Só estava provocando.

E ele estava certo em provocar, porque, no fundo, aquele sonho não pedia solução nenhuma. Não era desejo represado esperando saída. Era só a minha cabeça brincando com uma coisa qualquer, do jeito solto que sonho costuma brincar, sem nenhum recado escondido debaixo.

A gente ficou ali conversando mais um pouco, rindo da situação, do absurdo de um sonho bobo ter me deixado tão sem jeito o dia inteiro.

E aí ele me puxou pra perto, e a conversa foi ficando outra coisa, do jeito que sempre fica quando a gente já está deitado, já de pijama, já rindo perto um do outro.

Ele me beijou devagar, e eu senti aquela mesma sensação boa do sonho, só que agora de verdade, com o homem certo, na cama certa, depois de vinte e três anos de conhecer cada detalhe do próprio corpo dele.

Ele tirou minha blusa com calma, beijando meu pescoço exatamente no lugar onde, no sonho, a Renata tinha beijado, e aquela coincidência boba me fez rir no meio do beijo, o que ele sentiu e perguntou o motivo, rindo também sem nem saber da piada.

Não contei. Só continuei rindo, e ele continuou beijando, e a risada foi se transformando em outra coisa conforme ele descia pelo meu corpo, sem pressa, do jeito que a gente já não precisa mais negociar depois de tantos anos.

Ele lambeu meus seios, mordiscando meus mamilos rosados até ficarem durinhos, sentindo o cheiro do meu corpo. Desceu com a língua pela minha barriga, parando no meu umbigo, antes de continuar descendo até encontrar a minha buceta já molhada de tesão.

— Sua safada — ele murmurou antes de mergulhar a cara entre minhas pernas.

Senti a língua dele abrindo meus láios, achando meu clitóris já duro. Ele chupou com vontade, fazendo aquele barulhinho gostoso que só ele sabe fazer. Minhas mãos foram para o cabelo dele, puxando, guindando ele para onde eu mais queria. Ele meteu dois dedos na minha buceta enquanto chupava, me fodendo com a mão enquanto a língua dançava no meu clitóris.

Eu gozei baixinho, com as pernas tremendo, enchendo a boca dele com meu mel, sem sonho nenhum se misturando, só a realidade boa de estar ali, com ele, na nossa cama de sempre.

Ele subiu depois, com a boca brilhando com o meu gozo, e me beijou com gosto de buceta. O pau dele batia na minha coxa, duro, grande, pedindo para entrar.

— Quer chupar antes, gata?

Eu só respondi com um sorriso, descendo até encontrar aquele cacete maravilhoso. Passei a língua pela cabeça, lambendo o buraquinho do prepúcio, antes de engolir tudo. Ele pegou meu cabelo, guindando meu ritmo, fodendo minha boca com força, até sentir as bolas dele pesadas, prestes a explodir.

— Não agora, amor. Quero ir na sua bunda hoje.

Ele me virou de barriga para baixo, passou a língua pelo meu rabo, me preparando como só ele sabe. Sentindo a língua dele entrando no meu cu, eu gemi no travesseiro. Ele me montou, e eu senti a cabeça do pau dele empurrando minha entrada. Ele entrou devagar, do jeito que eu gosto, me abrindo até as bolas baterem no meu cuzinho.

— Fode meu cu, Jorge. Fode essa sua vadia.

Ele começou a me foder com força, com as mãos nos meus quadris, me puxando contra ele. A cada golpe, eu sentia meu corpo inteiro vibrar. Ele passou a mão por baixo, achou meu clitóris, e começou a me masturbar enquanto me fodia no rabo.

Foi demais. Eu gritei no travesseiro, gozando de novo, dessa vez com o cu apertando o pau dele. Ele sentiu e gemeu alto, enchendo meu cuzinho com porra quente.

Ficamos ali um tempo, ele ainda dentro de mim, recuperando o fôlego. Depois ele saiu, me virou de novo, e entrou na minha buceta já molhada de novo.

— De novo, gata. Vamos até o amanhecer.

E a gente foi. Fodemos em todas as posições, com ele me comendo de quatro, com eu por cima, montada nele, com ele me chupando de novo até eu não aguentar mais de tanto gozar. Em cada posição, em cada beijo, em cada momento de puro prazer, eu via o rosto da Renata, mas não era com ela que eu estava fodendo. Era com ele, meu Jorge, meu homem.

No trabalho, nas semanas seguintes, tudo continuou absolutamente normal com a Renata. Bom dia, almoço de vez em quando, reunião de sexta.

E, de vez em quando, bem de vez em quando, eu me pego olhando pra ela um pouco mais do que precisava, só pra confirmar pra mim mesma que aquilo realmente não significava nada.

E não significa. Só foi um sonho bobo, numa noite qualquer, que serviu pra me lembrar de uma coisa boa sobre mim mesma, e que eu levei direto pra cama, pro homem certo, sem precisar ir buscar em lugar nenhum.

Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.

Casal Apimentados

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Foto de perfil de Apimentados Apimentados Contos: 55Seguidores: 40Seguindo: 0Mensagem Casal de São Paulo que adora novas amizades 🌶️

Comentários

Foto de perfil de ALRAMOS

Top! estou gostando desse casal que escreve bem pra caramba. Parabéns.

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Muito bom ! Parabéns. Mas você deveria dar um insinuada pra sua amiga.

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Quem sabe um dia né Raposo, vamos ver se ela dá alguma pista que curte.

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Foto de perfil de Mestredosexo

Lu, a maioria das grandes realizações da humanidade, foram frutos do sonho de alguém...!

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Falou e disse viu Mestre e com muita coragem conseguimos realizar.

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