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4 - Território

Um conto erótico de BiBi
Categoria: Gay
Contém 1504 palavras
Data: 19/09/2026 00:26:18
Assuntos: calcinha, Esposa, Gay, leitada

A dinâmica daquela relação estava clara agora. Aquele tratamento inicialmente que era praticamente uma amizade foi substituído por uma relação de posse. Confesso que aquilo me excitava também. Meu papel estava claro. Me cabia apenas ficar esperando e obedecer.

Essa dinâmica descrita no conto anterior se repetiu várias vezes. A secretária me chamava, eu entrava na agenda oficial dele só pra ir lá ser o depósito de porra dele. Tenho impressão que era o único momento que ele gozava, porque era uma quantidade muito grande e aqueles encontros que eram mais espaçados começaram a ficar mais constantes.

Não sei exatamente o que ele falava pra secretária, mas aconteceu de eu ir todos os dias da semana. Mas uma coisa me angustiava, apesar de amar mamar aquela pica, sentir estar cumprindo meu dever no mundo com aquilo, ele nunca mais iria me comer? estava morrendo de vontade de levar pica a ponto de quase implorar, mas ele mal me dava abertura para falar alguma coisa.

Ele ficava me testando inclusive, alguns dias ele marcava em horários extremamente desconfortáveis, tipo 7h da manhã. Lá estava eu esperando leite. Algumas vezes eu até me preparei na esperança de levar pica no cuzinho, nada acontecia e me acabava em casa sentando no consolo da minha esposa.

Do nada ele ficou uma semana sem contato. Ele tinha estabelecido um vício em mim, eu pedi pra secretária dele se tinha algum horário. Já estava aceitando que me cabia só beber o leite dele e ficar sem me deixava maluco, então eu fui atrás. A secretária me avisou que ele tinha entrado de férias e ido viajar com a família.

Meu deus como seria isso, um mês sem pica, sem leite. Achei que iria entrar em depressão. De fato, esses gelos que ele me dava me afetam igual um viciado. Mas sabia que ele voltaria e esperava que com a mesma vontade que eu estava.

Esse longo mês se passou e nada dele me chamar, chamei a secretária e ela me comentou que ele estava muito ocupado e não poderia me atender. No dia seguinte ele me mandou uma mensagem no nosso chat: “para de ficar chamando no meu escritório. Só quero saber uma coisa. Sua casa agora, dia e horário”.

Subiu um calafrio pela espinha, porque ele fazia isso comigo? Eu obedecia as ordens dele, horários absurdos, risco do escritório cheio. Mas minha casa não era só questão de risco, tinha um sentimento de violação.

Mas meus deus! que dilema, mas eu queria, eu precisava tanto daquela pica. Comecei a calcular os riscos, e aqui é preciso lembrar do primeiro texto de introdução que citei de como tinha dificuldade de encontrar a situação perfeita para liberar esse meu lado. Quais eram os riscos agora? Minha esposa de fato sai de manhã para trabalhar e eu ficava o dia todo sozinho. Raramente aconteceu dela voltar sem avisar, ela voltava algumas vezes mas me pedia para ir buscar ela. Mas se naquele dia justamente ela resolvesse voltar? Se encontrasse um estranho dentro da casa dela, como explicar? ou pior, dar de cara com o marido dela de boca numa pica.

Tinha muito medo de questionar ele e ele sumir, mas eu pensei até que se ele quisesse algo mais confortável, não seria só a mamada, ele iria me comer finalmente. Já fazia 3 meses da primeira e única vez que ele me arrombou. Isso começou a fazer sentido na minha cabeça e me deixou entusiasmado.

Demorei para responder uns 3 dias e ele continuava a me cobrar no chat. O jogo virou, não é mesmo? hehe. Dava para sentir a aflição dele depois de tanto tempo que precisava daquilo tanto quanto eu.

O ideal seria um dia que minha esposa estivesse viajando, mas isso aconteceu 2-3x por ano. Não dava para esperar. Precisava me arriscar, mas de uma forma calculada. Então conversando com ela me contou que estaria fora da cidade na sexta-feira seguinte. Bingo!. Era uma garantia melhor, ela sairia meio-dia e voltaria às 20h. Dava pra tomar muita pica no cu nesse intervalo de tempo.

Então respondi ele, sexta-feira, 14h e mandei localização. Mandar a localização já me expõe totalmente, mas eu conhecia o escritório dele também, estávamos meio quites. Nessas duas horas antes eu tirei para me preparar para toda a pica no cu possível de levar, deixei o salão “pronto pra festa” como ele tinha adorado da primeira vez.

14h ele manda uma mensagem “estou na frente do seu prédio”. Parece que não importa quantas vezes a situação se repita, meu coração vai sempre sair pela boca na eminência de ter aquela pica.

Pois bem, desci, abri para ele entrar, como se nada tivesse acontecendo demais. Subimos o elevador, já prestando atenção no volume na calça aumentando. Abri e tranquei a porta. Pronto, a minha masculinidade fica pro lado de fora, agora estou para servir meu macho, sem interrupções ou então aquele cuidado enorme com barulho, o prédio ficava praticamente vazio naquele horário.

Não esperei ele mandar, fui tirando minha roupa como já sabia que ele mandaria e mostrando para ele o escritório, então ele me fala:

Não, teu escritório não, quero o quarto do casal.

Eu tinha prepara o escritório pra toda bagunça que a gente podia fazer, nosso quarto de casal tinha medo que alguma bagunça pudesse gerar desconfiança, mas no momento nem pensei em nada só apontei, ele então entrou e foi abrindo o guarda roupa procurando as roupas da minha mulher. Achou a gaveta das calcinhas, escolheu uma cuidadosamente e me mandou vesti ali na frente dele. O que obedeci prontamente.

Depois me mandou ficar de quatro na cama do quarto casal mesmo, começou a tirar a roupa e eu já comecei a sentir o cheiro daquela pica, estava salivando e agora com a certeza que eu tomar ela todinha no rabo de novo. Como da primeira vez ele me deu boas linguadas no cuzinho, soltando todas as pregas. Mal me deixou mamar ele, só o suficiente para lubrificar a pica toda. Lubrificou meu cuzinho também e mandou eu me virar de frango assado, encostou a cabeça da pica na porta e foi empurrando. Aquela pica estava muito dura, meu cuzinho não mostrou nenhuma resistência.

Eu estava novamente sendo fodida pelo meu macho, agora diferente, na cama onde fazia isso com a minha esposa, em um lugar que eu pegava ela exatamente desse jeito. Eu abria as pernas e me arregaçava mais ainda.

Então aconteceu algo que eu tinha no início (quando a gente ainda conversava) manifestado dificuldade em pensar em beijo na boca, em todos nosso encontro nunca aconteceu, mas naquele momento, naquela posição, ele me beijou e eu só conseguia me sentir mais ainda a fêmea dele.

Senti que aquele beijo deixou ele ainda mais excitado. De ele queria me comer igual uma fêmea agora. Então ele deitou na cama e pude experimentar uma nova posição que eu nem sabia se iria gostar: “senta nessa pica e cavalga igual a puta que você é”. Obedeci, como sempre, mas logo senti meu corpo deslizando sobre ele e aquela pica enorme me invadindo e acessando lugares antes inexplorados. Era muito diferente, eu tinha uma liberdade para controlar e a mais podia, soltar a franga rebolando de formas que nem sabia que meu quadril permitia.

Estava com medo de quebrar a cama tamanha minha empolgação naquela cavalgada. Com o esfrega eu acabei gozando, também uma novidade pra mim, gozar ainda sendo enrabado.

Tinha medo que ao acontecer isso me tesão iria embora, mas nem deu tempo pra pensar, assim que ele percebeu, me colocou de quatro de uma forma que eu conseguisse no espelho ver a pica dele entrando.

Ele forçou meu rosto pro lado do espelho:

Olha vagabunda! essa é você sendo enrabada na cama que tu dorme com tua mulher, com a calcinha dela atolada no rabo.

Mal conseguia falar alguma coisa, só fiquei observando aquela cena maravilhosa e aquele contexto todo me deixava com mais tesão. Então ele falou:

Sabe o que tá faltando agora? encher esse teu cuzinho de leite.

Então como na primeira vez ele segurou minhas ancas e começou a me foder com mais velocidade e força, aquilo era incrível, sentia pica pulsar no prenúncio da leitada. Até que de fato ele urrou e socou no mais fundo que pode me enchendo de porra e depois caindo sobre mim. Uma das melhores coisas que já me aconteceu, aquela porra quente me invadido. Eu era uma puta completa agora.

Dois minutos depois disso, ele levantou, colocou sua roupa e saiu como se nada tivesse acontecido, só escutei ele fechando a porta. Tive que me restabelecer, apesar de ter muito tempo ainda, para arrumar aquela bagunça, eu passava os dedos no meu cuzinho e lambia ainda pensando no que tinha acontecido, me masturbei ainda umas 3x naquela situação antes de levantar. Foi maravilhoso, valeu o risco, valeu tudo.

Mas o que tinha sobrado de mim depois disso? e dele? o que ainda tinha na cabeça? isso fica para um próximo conto.

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