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Comadre safada na Casa do Compadre

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1335 palavras
Data: 19/09/2026 00:22:29

Catia estacionou o carro em frente à casa de Marcelo numa quarta-feira à noite. A comadre tinha levado as crianças para passar três dias na casa dos avós maternos, numa cidade vizinha, e só voltaria no sábado. Francisco, por sua vez, estava preso num plantão extra no hospital onde trabalhava; a escala o manteria ocupado até o amanhecer.

Ela tinha combinado de deixar uma caixa de documentos da escola dos afilhados. Marcelo abriu o portão já de camisa aberta e calça jeans, o olhar cansado de quem passara o dia sozinho.

— Entra, Catia. A casa está quieta demais.

Eles foram direto para a cozinha. Ela colocou a caixa sobre a mesa e aceitou o café que ele ofereceu. Conversaram sobre notas, reuniões de pais e a bagunça que as crianças tinham deixado no quarto. O tempo foi passando sem pressa. Catia ria com facilidade, o rosto bonito e simpático iluminado pela luz amarela da lâmpada. De vez em quando os olhos verdes se demoravam nele um segundo a mais.

Quando o café acabou, ela se levantou para guardar a xícara. Demorou de propósito, abrindo o armário devagar, ajeitando as xícaras que nem precisavam ser ajeitadas. Marcelo continuou sentado, os cotovelos apoiados na mesa, observando o movimento dela pela cozinha. O silêncio não era constrangedor; era só… carregado.

— Você sempre deixa tudo no lugar, né? — comentou ele, a voz mais baixa.

Catia sorriu de lado, ainda de costas.

— Costume de mãe. E de quem passa o dia arrumando a casa dos outros também.

Ela fechou o armário e se virou. Em vez de voltar direto para a cadeira, parou encostada na pia, os braços cruzados sob os seios pequeninhos. O tecido da blusa marcava o contorno das auras grandes e inchadas. Marcelo notou, mas não desviou o olhar rápido demais.

— A casa fica estranha sem as crianças — continuou ele. — E sem ela. Fica… grande demais.

Catia inclinou a cabeça, o cabelo loiro escorregando sobre o ombro.

— E você fica sozinho o tempo todo?

— Quase. Às vezes assisto alguma coisa. Às vezes bebo uma cerveja na varanda. Hoje… preferi esperar você chegar com esses papéis.

Ela riu baixo, um som gostoso e sem pressa.

— Então eu sou a distração da noite?

Marcelo se levantou devagar, foi até a geladeira, pegou duas cervejas sem perguntar e abriu as duas. Estendeu uma para ela. Os dedos se tocaram por um segundo a mais do que o necessário. Catia não puxou a mão de imediato.

— Pode ser — respondeu ele. — Ou pode ser só… companhia.

Eles ficaram ali, de pé, tomando a cerveja em silêncio por alguns minutos. O som do relógio da sala marcava o tempo. Catia bebia devagar, os olhos verdes levantando de vez em quando para encontrar os dele. Em determinado momento ela se afastou um pouco da pia e passou por ele para ir até a janela. No caminho, o quadril dela roçou de leve na lateral do corpo dele. Nem um, nem outro se afastou.

— Está fresco lá fora — murmurou ela, olhando o quintal escuro. — Dá vontade de ficar um pouco na varanda.

— A gente pode ir.

Mas nenhum dos dois se moveu. Marcelo ficou olhando o perfil dela: o pescoço, a linha da cintura fina, as pernas longas sob a saia. Catia sentiu o olhar e não se importou. Pelo contrário, demorou mais um pouco na janela, como se estivesse decidindo alguma coisa.

Quando se virou de novo, a distância entre os dois era pequena. Ela ergueu a lata de cerveja e bebeu o último gole, o olhar preso no dele.

— Você não precisa ir embora agora — disse Marcelo, a voz baixa, quase um convite.

Catia não respondeu na hora. Deixou a lata vazia sobre a pia, deu um passo à frente e parou bem perto. O perfume dela subiu entre os dois. Ela ergueu o rosto, o cabelo loiro caindo de lado, e falou baixo, com um sorriso safado no canto da boca:

— E se eu ficar?

O primeiro beijo foi quase hesitante. Só a boca dela encostando na dele, os lábios se abrindo devagar. Marcelo respondeu no mesmo ritmo, a mão subindo pelo braço dela até a nuca. A língua dela entrou depois, explorando sem pressa. Catia apoiou as mãos no peito dele, sentindo o calor da pele sob a camisa aberta. O beijo foi se aprofundando aos poucos, até ela morder de leve o lábio inferior dele e sussurrar:

— Faz tempo que eu não beijo assim…

Ele puxou a blusa dela para cima com calma. Catia levantou os braços e deixou o tecido escorregar. Os seios pequeninhos ficaram à mostra, as auras grandes, inchadas e rosadas já endurecidas. Marcelo passou o polegar por uma delas, sentindo a textura, e depois baixou a cabeça. Chupou o mamilo devagar, a língua girando em círculos enquanto a outra mão descia pela cintura fina até a saia. Catia arqueou o corpo, a mão nos cabelos dele.

— Mais devagar… assim… sente o gosto…

Ele desceu o zíper da saia. O tecido caiu no chão. A calcinha preta contrastava com a pele clara. Marcelo ajoelhou, puxou o tecido para o lado e passou a língua pela buceta lisinha, pequena e rosada. Catia abriu as pernas longas um pouco mais, a mão firme na nuca dele.

— Isso… passa a língua inteira… chupa com vontade… eu gosto quando você faz barulho…

Marcelo chupou o clitóris com ritmo constante, enfiando dois dedos devagar, sentindo o aperto. Catia gemia baixo, o corpo balançando contra a boca dele. Quando as pernas começaram a tremer, ela o puxou para cima.

— Sobe. Quero você dentro.

Eles foram até a cama sem pressa. Marcelo tirou a calça e a cueca. Catia se deitou de costas, as pernas longas abertas, a mão guiando o pau dele até a entrada. Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro, até estar completamente dentro. Os dois ficaram parados por um segundo, só sentindo.

— Porra… como aperta — ele murmurou.

— Porque está com vontade… agora mexe… devagar primeiro…

Ele obedeceu. Estocadas longas e profundas. Catia rebolava de encontro, os seios pequeninhos balançando levemente, as auras rosadas marcadas pelos dedos dele. O ritmo foi aumentando aos poucos. Marcelo segurou a cintura fina e começou a meter com mais força. O som molhado encheu o quarto.

— Mais fundo… isso… fala o que você está sentindo…

— Sua buceta está quente pra caralho… molhada… aperta toda vez que eu entro…

Catia sorriu, os olhos verdes semicerrados.

— Então usa ela direito. Vira de quatro.

Ele a virou. A bunda grande ficou erguida. Marcelo segurou as nádegas, abriu e penetrou de novo, agora mais fundo. As estocadas eram fortes, mas ainda controladas. Catia empurrava para trás, o cabelo loiro espalhado no travesseiro.

— Bate nela… devagar… eu quero sentir a mão…

A palmada veio firme, o som ecoando. Depois outra. Catia gemeu mais alto.

— Assim… continua metendo… não para…

Marcelo a puxou para o colo, de costas para ele. Catia se acomodou, a buceta engolindo o pau inteiro. Ele segurou os seios pequeninhos enquanto ela rebolava. Os dois gemiam juntos, o ritmo cada vez mais intenso.

— Olha pra mim — ele pediu, virando o rosto dela.

Catia obedeceu, os olhos verdes fixos nos dele.

— Quero sua porra na minha cara… na minha boca… goza pra mim…

Ele a tirou do colo com cuidado. Catia ajoelhou no chão, entre as pernas dele. Marcelo se masturbava rápido, a mão molhada dela. O jato veio forte. A primeira porrada acertou a bochecha, a segunda a língua, a terceira escorreu pela boca aberta e pingou nos seios pequeninhos, manchando as auras inchadas. Catia engoliu o que pôde, chupando a cabeça ainda pulsando, limpando o resto com a língua sem pressa.

Quando terminou, ficou ajoelhada por um momento, respirando. Depois se levantou, subiu na cama e se deitou ao lado dele. Marcelo passou o braço por cima da cintura fina dela. Os dois ficaram em silêncio, o suor esfriando na pele clara.

Catia ajeitou a cabeça no peito dele e fechou os olhos. O relógio da sala continuava marcando o tempo, mas nenhum dos dois se moveu.

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