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O Futuro Presente em Nosso Passado. Quinto Capítulo: O Quarteto Fantástico

Um conto erótico de Astrogildo Kabeça
Categoria: Grupal
Contém 2553 palavras
Data: 18/09/2026 17:59:37

O baile estava no auge em mais um sábado quando os quatro — Marquito, Andreza, Leandro e Benício — se reuniram perto do paredão de som. Marquito e Andreza estavam colados, se beijando sem pressa, as mãos dele passeando pela cintura dela enquanto ela o puxava pelos cabelos.Leandro, exaltado como sempre, dançava sozinho ao lado, rebolando e provocando olhares. Benício, mais contido, observava tudo com um copo na mão, tentando se divertir e visualizando o vai e vem das meninas, procurando ver se seus olhares se cruzavam com alguma delas.

Foi quando Jéssica surgiu do meio da multidão, com seu andar rebolado e aquele sorriso de quem sabia que era a dona da pista. Vestia um shortinho jeans que mal cobria as nádegas e um cropped de renda preta que deixava a barriga de fora. Ela se aproximou e, sem cerimônia, encostou no grupo.

Jéssica: E aí, galeraaaaaaaaaa. Tava sentindo falta da minha patricinha favorita!

Andreza: Jessy! Estávamos procurando você! A gente precisa conversar sobre aquele lugar que você me falou.

Jéssica: Depois a gente troca ideia, amor, agora é hora de dançar.

As duas foram para a pista, rebolando juntas, os corpos em sintonia. Leandro não perdeu tempo e agarrou Jéssica por trás, colando o corpo no dela e acompanhando o ritmo. Ela riu, inclinando a cabeça para trás e deixando que ele a guiasse.

Benício viu a cena e respirou fundo. Marquito e Andreza estavam num mundo à parte, Leandro e Jéssica se pegavam como se não houvesse amanhã, e ele... ele estava ali, de mãos vazias, mais uma vez.

Benício: Vou dar uma volta aí

Ninguém pareceu ouvir. Ele se afastou, caminhou entre a multidão por alguns minutos, e quando viu que a noite não tinha mais espaço para ele ali, pegou um uber e foi embora. “Nem sei porque vim hoje, tava na cara que isso podia rolar”.

No baile, os quatro continuaram. A música pulsava, os corpos suados se chocavam, e a química entre eles crescia a cada batida. Marquito, com a mão na nuca de Andreza, beijava seu pescoço enquanto Leandro e Jéssica se devoravam em beijos.

Leandro: Cadê Bené, gente?

Jéssica: Ih, acho que ele já pegou a pista. Se ele fosse mais expansivo, até que eu apresentava umas peguetes, mas ele é cheio de novidade…

Marquito: Vou mandar uma mensagem pra ele

Leandro: Vem cá… sua família viajou não foi?

Marquito: Simmmmmmmmmmmmmmmm

Leandro: A casa do Marquito tá vazia!!

Jéssica: Essa frase nunca significa boa coisa.

Andreza: Por que essa alegria toda? O que isso sugere?

Jéssica: Que a noite tá só começandooooooooooo

Marquito: Pô, Bené vazou já!

Jéssica: Azar o deleeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

A casa de Marquito estava silenciosa quando chegaram. Luzes baixas, sofá grande, uma mesa com bebidas e o som ambiente ligado baixinho. Os quatro se espalharam pela sala, ainda eufóricos com a energia do baile.

Andreza: Hum, então essa casona tá vazia mesmo? Imagino o quanto você apronta nesses dias...

Jéssica: E casona vazia não é de ninguém

Leandro: Exatamente

Leandro já estava agarrado em Jéssica, beijando seu pescoço e sussurrando coisas no ouvido dela que a faziam rir. As duas duplas se instalaram em cantos opostos da sala, mas a energia era única, compartilhada.

Marquito e Andreza se beijavam com fome, as mãos dele subindo por baixo da blusa, ela gemia baixinho, colando o corpo ao dele. Do outro lado, Leandro já tinha Jéssica deitada no sofá, a blusa cropped jogada para cima enquanto ele beijava sua barriga.

O clima esquentou rápido. A sala se encheu de sussurros, gemidos abafados e o som ligado como trilha sonora. Marquito tirou a blusa de Andreza, revelando os seios firmes, e desceu a boca até um dos mamilos, chupando com avidez. Ela soltou um gemido alto.

Andreza: Isso, Marquito... assim, loucura...

Marquito: Você gosta, né?Quando não se tem frescura, as coisas rolam divinamente

Andreza: Nunca fui fresca.Me fode...

Do outro lado, Leandro estava com a cabeça entre as pernas de Jéssica, chupando sua boceta com uma voracidade que arrancava gemidos agudos dela.

— Isso, Leo, não para, caralho! Não para!

No outro canto, sem cerimônia, Andreza já pagava um boquete pra Marquito, sua mão direita punhetando, a cabeçorra no interior da sua boca, tentando enfiar tudo na garganta. As mãos de Marquito acariciando os cabelos loiros.

- Ahhh, que linguinha sacana… lambe assim, ahhhhhhh

E Andreza caprichava, enquanto Jéssica falava um monte de putaria

Jéssica; Ah, chupador de buceta, lambe minha xota, mete a mingua nela, seu verme escroto! Ahhhhhhhh

As duas duplas se entrelaçavam num balé erótico. Marquito deitou Andreza no tapete, abriu suas pernas e meteu num movimento único, fazendo-a gritar. Ele começou a socar fundo, o ritmo acelerado, a testa suada. Tudo muito rápido, sem muitas indagações, titubeios, ou recuos.

Marquito: Isso, gata! Gosta de pica?

Andreza: Gosto, caralho, me arromba, seu cavalo! Vai, Marquito! Me fode! Vou gozar, vou gozar!

Ao lado, Leandro se posicionou atrás de Jéssica, que estava de quatro no sofá, e a penetrou com força, puxando seus cabelos para trás. Ela acompanhou o ritmo, rebolando com maestria.

- Isso, porra, bate nessa bunda, gostoso!

A sala se tornou um turbilhão de sensações. Os corpos suados se chocavam num ritmo animalesco, os gemidos se multiplicavam, palavras obscenas preenchiam o ar. Andreza, montada em Marquito, cavalgava em ritmo acelerado, os seios balançando, a boca aberta num gemido contínuo.

— Vai, seu cavalo! Me fode! Me arromba! Vou gozar na sua pica, caralho!

Jéssica, na mesma sintonia, gozava ao mesmo tempo, berrando enquanto Leandro mantinha o ritmo alucinado.

— Isso, porra! Aumenta a velocidade, vai, porra, vaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiii

A foda estava animal, haviam três pessoas que desenvolviam essas trepadas há tempos, mas uma nova componente criava uma química especial. Andreza caiu de paraquedas naquele bonde e sua transição praquele mundo foi tão rápida que parecia que ela era adepta dessas loucuras até há mais tempo que os demais.

Marqutio: Ah, que delícia de buceta!!Adoro socar você, Andrezinha!

Andreza: Hum…ahh…ahnnnnn…hum… ai, Marqutio, meu pau de mel…mete assim, gostoso…

Jéssica: Ai, porra, vou gozar de novo, soca… ahhhhhhhhhhhhhhhh…uhhhhhhhh

Leandro: Porra, Jessy, rebola no meu pau… vai, puta...

Leandro puxou a rola e, com movimentos rápidos, jorrou sobre o rosto dela. Jéssica abriu a bocarra, recebendo aquele esperma grosso com um sorriso lascivo, lambendo os lábios. Marquito, vendo a cena, fez o mesmo com Andreza, que já estava exausta, mas abriu a boca para receber aquela jatada quente escorrendo pelo queixo enquanto Os quatro caíram no chão e no sofá, ofegantes, os corpos exaustos, o suor escorrendo pela pele. O silêncio foi quebrado por risadas baixas e suspiros de satisfação.

Andreza: Caralho, vocês são demais. Nunca fiz nada assim na vida. Foi... selvagem.

Jéssica: Bem-vinda ao mundo real, patricinha. Gostou?

Andreza: Foi bom, sua louca. É muita adrenalina! Mas tenho que assimilar direito

Marquito: Como você fala, parece que sua vida era bem sem sal mesmo

Andreza: Pô, não chegava a tanto… passava longe

Marquito: E você gosta da bagunça, hein?

Andreza: Digamos que a vida agitada sempre me atraiu

Leandro: Você tá na turma certa! É isso aí!

Jéssica: Eu acho exatamente o contrário. A turma é toda errada…

Marquito: Tarde demais

Andreza: Mas isso não quer dizer que eu aprove tudo isso ainda!

Jéssica: Nós somos foda! Literalmente. Alguém quer uma cerveja? Tô seca.

Marquito foi até a geladeira e voltou com quatro latas. Os quatro se sentaram no chão, as costas encostadas no sofá, bebendo em silêncio por alguns momentos, o cansaço e o prazer se misturando.

Andreza: Se meu pai soubesse onde eu estou agora, provavelmente ligaria para Benício perguntando se ele sabe de alguma coisa.

Leandro: Mano, a cara do Benício quando viu a gente na pista…Ficou bem desambientado. Acho que a gente deixou ele por fora. O clima tava propício a isso aqui… eu percebia.

Jéssica: O jeito dele é pra acabar assim, indo pra casa mais cedo. Não posso fazer nada por ele.

Andreza: Ele é um doce, sabe? Mas realmente é um pouco mais moderado em relação a vocês. Espero que a amizade não fique abalada depois disso...

Marquito: Não, não… não é muito a cara dele isso aqui. Nem devia tá conversando isso, mas esse departamento aqui não faz o tipo dele. Deixa lá, depois a gente conversa. Relaxa.

Andreza: Esse negócio todo é demais pra mim também, talvez. Eu é que não tô medindo muito as coisas. Acho que preciso desacelerar pra depois ir no equilíbrio certo. Vocês tem uma autoestima absurda.

Jéssica: Nós somos isso aqui, não há muito mistério. Você rapidinho se encaixou. A gente não vai abusar muito, mas ocasionalmente a gente se topa.

Eles riram, e a noite continuou, entre mais cervejas, mais risadas, e mais corpos se encontrando no tapete da sala. Leandro e Jéssica foram pra casa e Andreza dormiria por lá com seu novo amor.

Andreza: Nunca pensei que ia viver uma noite dessas.

Marquito: Só sei que a vida é curta e a cidade é grande. Uma hora tudo passa, cada qual no seu canto, e adeus.

Andreza: O que você tá dizendo é “aproveite enquanto é tempo,porque nada dura pra sempre”. É. Tá certo você. Quando acordei hoje, eu não imaginava que minha noite terminaria assim.

Marquito: Taí justamente o segredo.

Andreza: Qual?

Marquito: Nunca fazer planos demais

Andreza: Talvez essa seja exatamente a primeira coisa que você já disse que eu vou levar a sério.

No domingo, os quatro se encontraram numa churrascaria. Depois da noite anterior, ninguém parecia particularmente disposto a começar o dia cedo, e o encontro acabou acontecendo já próximo das 15 horas.Sentaram-se numa mesa ampla, o sol quente da tarde contrastando com o frescor das cervejas geladas que chegaram primeiro. O garçom anotou os pedidos e eles ficaram ali, à vontade, como se fossem velhos amigos de infância.

Andreza olhou ao redor, absorvendo a cena: as mesas simples, as famílias que riam alto, as crianças correndo entre as cadeiras. Ela sorriu, genuinamente feliz, arrancando um pedaço de pão com alho.

Andreza: Gente, sério… eu não sei como explicar, mas tô adorando tudo isso. É tão... diferente, tão verdadeiro. Diferente da minha vida, sabe? Para mim era tudo muito planejado, tudo caro, tudo com cara de vitrine. Aqui, eu posso ser eu mesma sem medo de julgamento. Não preciso ficar com pose, não preciso falar de viagem, de camarotes suntuosos...

Marquito: Você tá dizendo que não tinha liberdade nem pra discordar.

Jéssica: Pois é, patricinha. Pra você, isso é novidade. Pra mim, é a vida inteira. Desde cedo, tô na correria, viu? Acordar cedo, pegar ônibus lotado, ajudar minha mãe a cuidar de irmão pequeno... Eu não tive escolha de "experimentar" a periferia. Eu nasci nela.

Andreza: Eu sei, Jéssica. Isso me faz pensar o quanto eu sou privilegiada e nem percebo. Você tem uma força que eu nunca vou ter. E admiro isso em você.

Jéssica: Não precisa me admirar, não. Só tô vivendo, igual todo mundo. Mas é bom ver que você não é daquelas patricinhas que olham de cima. Você desce do salto pra andar no asfalto, e isso é raro.

Leandro: E é por isso que a gente gosta dela. É uma mina sem frescura, por mais que tenha nascido com uma vida privilegiada.

Andreza se sentiu aquecida por dentro. Aquelas palavras, vindo de pessoas tão diferentes dela, tinham um peso que nenhum elogio de seus antigos amigos esnobes jamais tivera.

Andreza: Olha, vou ser sincera… Eu passei a vida inteira cercada de gente falsa, que só falava de dinheiro e de aparência. E quando conheci vocês, no baile, naquela noite... senti que finalmente encontrei um lugar onde posso ser quem eu sou. E não quero mais voltar atrás.

Marquito: Então fica. Fica com a gente, curte a cidade, vive a vida. A gente te mostra tudo que tem de bom. E de ruim também...

Os quatro bateram os copos, e o almoço continuou entre risadas, histórias e mais carne saindo da churrasqueira. Andreza contou sobre suas viagens, mas agora sem aquele ar de ostentação; contou sobre as cidades que visitou, mas focando nas pessoas que conheceu, nas ruas que andou. Jéssica falou sobre os perrengues da infância, sobre como aprendeu a dançar funk nas quebradas, sobre os vídeos que fazia para ajudar a mãe em casa. Leandro e Marquito completavam as histórias com piadas e provocações, mas sempre com um fundo de admiração genuína.

Leandro: Na periferia, muita gente começa a se virar cedo. Você cresce vendo sua mãe preocupada com conta, vizinho procurando emprego, gente fazendo dois trabalhos... Não tem muito espaço para ficar escolhendo o que você quer fazer da vida.

Andreza: Eu vivi numa bolha durante muito tempo. E agora que estou saindo dela, percebo como as pessoas vivem realidades completamente diferentes na mesma cidade.

Marquito: Às vezes a gente mora a poucos quilômetros de alguém e parece que vive em outro planeta.

Jéssica; E ainda tem gente que acha que é só “se esforçar”.

Depois do almoço, os quatro resolveram esticar o dia. Foram a um mercado cultural, onde Andreza comprou um colar de miçangas feito por uma artesã local — algo que ela jamais usaria em seus ambientes habituais, mas que agora usava com orgulho. Passearam por um parque, sentaram-se na grama e ficaram ouvindo música no celular de Jéssica, que conhecia todas as letras de sucessos populares.

Andreza, pela primeira vez, não se sentiu deslocada. Pelo contrário, sentiu desabrochar um certo pertencimento, mesmo que periférico.

Ao anoitecer, sentaram-se num banco de praça, vendo a lua cheia crescer no céu.O silêncio era confortável, quebrado apenas pelo barulho distante dos carros e pelo riso de crianças brincando.

Andreza: Sabe de uma coisa? Esse fim de semana foi o melhor que eu tive em anos. E não tô falando só do baile, do churrasco, ou da noite de ontem. Tô falando de vocês. De como vocês me acolheram sem me julgar. Estou encarando tudo com uma maturidade muito grande, sentindo o desabrochar de uma nova era.

Jéssica: Você é gente boa. E olha que eu sou muito chata pra dizer isso.

Leandro: E bota chata nisso! Mas quando ela gosta, gosta de verdade.

Marquito segurou a mão de Andreza, com um carinho que ia além da atração física.

Marquito: Tá vendo? A vida não precisa ser tão complicada. É só se abrir pra novidade, pro diferente. E você tá fazendo isso.

Andreza sentiu um nó na garganta. Ela não estava acostumada a tanto afeto genuíno, a tanto calor humano vindo de pessoas que não queriam nada além da sua companhia.

Andreza: Eu quero continuar saindo com vocês. Quero conhecer mais, aprender mais, fazer parte disso. Não quero ser a patricinha que veio turistar. Quero ser a Andreza que é amiga de vocês. Pelo menos atá a vida mostrar outra coisa.

O cansaço do dia começava a pesar, mas o sorriso no rosto de Andreza não se apagava. Ela sentia que, finalmente, tinha encontrado algo que sua vida de patricinha nunca poderia oferecer: pertencimento.

E enquanto caminhava ao lado dos três, com as risadas ecoando pela rua, ela sabia que aquela amizade - e tudo o que vinha com ela - era o começo de uma nova história. E Andreza, ao querer conhecer a cidade, não conhecia apenas novas ruas, novos ares, e novas pessoas. Conhecia sobretudo a si mesma.

(continua...)

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Comentários

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Cheguei junto. Boa parte, foi boa e bem contada a entrada com o sexo compartilhado num mesmo ambiente. Isso aliviou a segunda metade de questionamento existencial da patricinha. Certos diálogos durante a foda, ficaram meio "colocados" para criar clima. Senti um pouco de falas a mais, não precisava tanto. Achei também essas situações de reflexão social na diferença de classes muito bem colocadas, embora não precisasse ter tantas, mas passou bem, o recado foi dado, não chegou a ser redundante. Agora, acho que Andreza já está ciente das duas realidades e dos dois mundos, não precisa mais tanta autoanálise e autoconhecimento. A vida tem que ter surpresas e contradições. Chegou num ponto de equilíbrio da história. Gostei do texto, mais enxuto, mais direto. O que agrada é o tom bem realista, e bem natural, sem grandes "invenções" de enredo, tudo muito crível. Estou gostando mesmo, até porque, coloca no cenário, história diferente, bem original, e bem estruturada. Valeu.

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As expectativas são excelentes, espero que tenhamos muitas aventuras.por conta da dificuldade de bons textos na casa, fico com sentimento de que os capítulos estão muito pequenos. Grande abraço

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Até o presente momento não consegui vislumbrar onde essa história vai chegar. A construção dela está sendo feita de uma forma que vai gerar muitas surpresas.

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