Eu trabalhava de Uber e levava todo tipo de passageiro, mas o que realmente me chamava a atenção eram as garotas trans. Afinal, como dizem: se está na garrafa de Heineken, é Heineken, né? Kkk. Como eu não estava transando muito naquela época, decidi me dar ao luxo de experimentar algo diferente para relaxar. Eu já tinha ficado com trans antes, mas a morena que achei no site parecia uma universitária linda: corpo escultural, cabelos longos e um atributo na medida certa, perfeito para a gente curtir a dois sem pressa e inverter os papéis.
Marquei com ela para o período da noite. Quando cheguei ao apartamento, ela abriu a porta já me deixando sem ar: vestia uma lingerie preta de renda finíssima, saltos altos que alongavam as pernas torneadas e uma bunda enorme com uma tatuagem provocante na coxa. Assim que entrei no quarto, ela sorriu e pediu para eu ficar à vontade. Não pensei duas vezes: tirei a roupa e fiquei nu diante dela.
Ela perguntou como eu queria começar a noite. Como ela era incrivelmente gostosa, pedi logo para inverter a ordem tradicional: eu queria comê-la primeiro. Ela se sentou na beirada da cama, abrindo as pernas. Aproveitei para admirar de perto: um membro de tamanho médio, com a glande escura e já brilhando de lubrificação natural. Meu pau latejou na hora. Fui direto para o meio das pernas dela, comecei a chupar com vontade, sentindo o sabor e o calor, enquanto acariciava e masturbava aquela ereção firme até ela gemer manhosa de tesão.
Depois, posicionei ela de quatro na cama. Ela mesma colocou a camisinha e eu alinhei meu pau na entrada do seu cuzinho. Empurrei devagar, sentindo a resistência gostosa e o calor daquele aperto perfeito. Meu pau latejou ainda mais forte. Comecei a bombear em ritmo cadenciado, batendo com força naquela bunda redonda e macia. Era uma delícia absurda. A vontade de gozar subiu rápido, mas me segurei, afinal a noite estava só começando.
— Agora é a sua vez de me comer — falei com um sorriso malicioso, propondo a troca.
Fiquei de quatro na cama, empinando bem o bumbum para ela. Senti o pau dela pincelando a minha entrada, lambuzada em muito lubrificante. Com um empurrão firme, ela entrou de uma vez só. Percebi na hora que ela estava sem camisinha, o que me deu um choque de surpresa, mas o tesão foi tão gigante que só consegui gemer ao sentir a cabeça grossa do pau dela deslizando lá dentro.
Ela começou a ir devagar, testando o meu limite, e logo perguntou se podia meter com força.
— Sim! Fode esse cu como se não houvesse amanhã! — respondi, completamente entregue ao prazer.
E foi exatamente o que ela fez. Segurou firme na minha cintura, me puxando contra o corpo dela e socando fundo, numa estocada atrás da outra que me fazia perder a noção do tempo. Depois, deitei de costas na cama e ela veio por cima, cavalgando com vontade, encaixando o pau no meu cu com uma precisão deliciosa.
— Posso gozar? Tá muito gostoso aqui dentro — ela perguntou, arqueando as costas.
— Pode, amor, despeja tudo! — autorizei.
Ela acelerou o ritmo, subindo e descendo com força, respirando fundo e soltando gemidos cada vez mais altos. De repente, senti o pau dela pulsar lá no fundo do meu ventre — foram umas três pulsadas fortes, despejando todo o leite quente dentro de mim. Aos poucos, ela foi perdendo o fôlego e o ritmo, enquanto o pau amolecia lentamente dentro do meu corpo. Quando ela finalmente saiu, meu cuzinho ficou aberto, latejando e escorregando os resquícios daquele gozo farto. Levantei cambaleando de tesao, peguei um lenço umedecido e limpei, mas a sensação de plenitude ainda continuava.
Como eu ainda não tinha chegado lá, pedi para ela me dar uma última atenção. Ela se ajoelhou na minha frente, me masturbou com carinho e deu umas chupadas caprichadas na cabeça do meu pau até que eu não resistisse mais. Soltei meu sêmen direto na boca dela, que engoliu tudo sem desperdiçar uma gota sequer.
Ajeitei minhas roupas, paguei o combinado e saí de lá leve, relaxado e com a certeza de que a noite tinha superado todas as expectativas.