Me chamo Davi e hoje quero contar da minha primeira experiência compartilhando minha namorada, tenho 26 anos, atualmente não trabalho mas ganho dinheiro pois sou pesquisador e recebo uma bolsa, minha namorada se chama Maria, ela também recebe bolsa mas diferente de mim ainda está na graduação, quando a conheci estava entrando na pós enquanto ela estava entrando na faculdade, (apesar de termos a mesma idade). Farei uma breve descrição minha e dela:
Eu sou relativamente baixo, tenho 1,67, sou forte para minha altura, peso 95kg e não sou gordo, tenho tatuagens e alguns piercings, apesar da história envolver culck, não sou um cara pouco afortunado, tenho um dote de 20cm com uma grossura mediana, mas sou lotado de fetiches.
Maria é baixinha, 1,60, pernas grossas, bunda empinada cabelos castanhos tem uma tatuagem de um pedaço de torta com uma mordida na nádega direita, um sorriso com covinhas e uma pequena fenda entre os dentes da parte de cima, seus peitos são grandes e macios com auréolas que acompanham o tamanho, ela é bem branca, se enquadra como uma PAWG. Ela faz o estilo vaqueira, gosta de cavalgar, usa calças jeans apertadas, botas, chapéu e coisas do meio, é uma namorada tradicional que se dá ao respeito.
A história começa justamente em um evento que envolve cavalgada, nunca foi a minha praia ir a vaquejadas e eventos do tipo, mas como ela gosta, sempre acompanho, também sempre gosto de ver ela trajada para o evento, a bunda dela parece uma obra de arte no jeans, com a bota e o chapéu meu tesão aumenta muito, tenho várias fantasias relacionadas, mas emfin, nesse evento em específico ocorreria uma parte de dia em uma cidade, e iríamos a cavalo até outra cidade em que a noite haveria uma festa, fomos junto a família dela e alguns conhecidos.
Um deles era Lucas, um rapaz de pele escura, alto, talvez 1,91, porte físico de um trabalhador braçal, Lucas montava a cavalo muito bem, e geralmente tomava conta dos cavalos da família da minha namorada, ele auxiliou os menos experientes a montar nos cavalos e seguimos caminho até a próxima cidadezinha.
Havia muita bebida disponível e eu constantemente provocava minha namorada a beber, quando nos conhecemos ela falava que aguentava bastante álcool mas sendo sincero, nunca vi ela bebendo mais de duas latas, diferentemente de mim que tinha a fama de beber apenas água ardente nas festas da faculdade e acordar com a memória intacta e sem ressaca, (tenho muita resistência a álcool), nessa brincadeira ela foi bebendo mais e se soltando um pouco, ao chegarmos na cidadezinha a festa intensificou isso, em um momento já bêbada, ela abaixou para pegar uma lata no cooler, escorregou e caiu pra tras onde estava Lucas de frente, numa posição meio que como se ele estivesse encoxando ela, ele segurou ela pela cintura e ela ficou um pouco naquela posição até se recompor, perguntamos se ela estava bem, ela disse que sim, se desculpou com ele e voltou para meu lado, reparei que durante o acontecido, Lucas de uma bela encarada no rabão dela apertado pela jeans, e após ela sair de perto, havia um volume na calça dele confirmando minha suspeita. Já havia notado que em outros momentos Lucas secava um pouco as mulheres, e como Maria era quem era mais empolgada pra esse tipo de evento, ele reparava bastante no corpo dela, enfim, nunca liguei muito pq sou a pessoa menos ciumenta que existe no mundo.
Continuando, após o ocorrido, decidi que já tava na hora de meter o pé, a casa da família dela ficava um pouco distante mas perto o suficiente para ir de cavalo, a maioria das pessoas da família dela já tinha voltado e não estávamos encontrando o resto na festa, então decidi que voltaríamos só nos dois, no processo, vi que naquele estado ela não subiria no cavalo e não tinha expertise pra carregar ela no meu, Lucas viu a situação e ofereceu ajuda, achei razoável que ele carregasse ela no cavalo dele e fôssemos os 3, pode parecer estranho isso mas o fato dele olhar ela e sentir tesão nela também me deu tesão, sempre senti tesão nisso apesar de nunca me abri sobre, não no fetiche de compartilhar a cônjuge mas em coisas o meio liberal em geral, tenho mil e um fetiches diferentes e naquele dia o que tava gritando forte era o interracial e cuck, acho o corpo de Maria perfeito pra ser degustado por um negro forte, ela tem uma buceta bem avantajada, carnuda, perfeitamente lisa e é literalmente a buceta mais molhada que eu já tive o prazer de comer, ela vira uma cachoeira com uma facilidade incrível além de conseguir fazer squirt quando chupo ela, então imaginar outro homem, principalmente negro e dotado desfrutando disso, foi uma ideia que percorreu minha mente e fez o tesão percorrer meu corpo.
Voltando a situação, ela estava consciente sentada na frente do cavalo dele, mas meio sem graça de não conseguir montar só é meio envergonhada da situação, resumindo, ela achava estranho, ela não tem a mesma cabeça que a minha, deixou claro quando nos conhecemos que não curte essas coisas do meio liberal e é extremamente respeitosa a mim é fiel, mas acho que a situação, a bebida e meu conformismo fez ela ficar suscetível a dúvida naquele momento
No meio do caminho, nos deparamos com uma carreata passando (viadagem de época de política) e Lucas sugeriu que ao invés de irmos direto, fôssemos para a casa dele, lá ela poderia tomar um banho, seria o tempo da carreata passar e ela poderia voltar montada no cavalo, aceitamos e fomos,
Na casa de Lucas, ele apontou o banheiro no quarto dele e disse que poderíamos ficar a vontade, entramos no quarto dele, fechei a porta e comecei a ajudar ela a tirar a roupa, enquanto tirava ela me perguntou baixo:
_ você ficou confortável com essa situação do cavalo?
Tive um surto repentino de coragem por causa do tesão, e também por notar que ela estava suscetível a algo e disse:
_amor, pode parecer loucura, mas isso me deixou morrendo de tesão...
Levei a mão dela até meu pau e ela pareceu muito surpresa, a bebida fez ela continuar:
_voce ficou com tesão deu ter sido encoxada o caminho todo por outro homem??
Decidi apostar tudo e disse:
_sim fiquei, ele também ficou, e se você sentiu nem que seja um pouco de tesão, me faria o homem mais feliz do mundo se deixasse ele terminar o serviço...
_não brinque com o tesão de uma mulher bêbada...
Ela respondeu num tom que nunca tinha visto antes, mas decidi dobrar a aposta:
_onde você arranjou esse tesão não tinha coragem?
Ela me encarou seria, tirou a calça, (ela tava com uma calcinha que não conseguia comportar nem metade do rabo dela e apenas a linha da bct, preta é bem fina, de costas você só enxergava que ela estava usando por causa das alças) e gritou _LUCAS!!!
Eu fiquei parado ainda sem acreditar e entender qual era o plano dela, mas antes de Lucas entrar vi ela simulando que estava tonta no banheiro e entendi o plano, decidi dar corda. Lucas entrou no quarto é de imediato perguntou a mim se estava tudo bem, respondi que sim e antes que dissesse qualquer coisa a mais ela interrompeu:
_eu tô sem equilíbrio e ele não tá conseguindo me segurar no chuveiro, me ajuda por favor?
Lucas ficou embasbacado com aquele corpo gostoso na frente dele, ele me olhou com cara de "posso?" Eu confirmei com a cabeça, ele agarrou ela pela cintura e a ajudou a se levantar, antes de entrar no chuveiro ela disse:
_Lucas, acho melhor você tirar sua camisa e a calça, não sei se vou vomitar ou não e não quero me sentir culpada por sujar sua roupa.
Ele me olhou novamente com cara de dúvida e eu completei:
_ é melhor mesmo, seria ruim se manchasse.
Ele deu de ombros e tirou a camisa, antes de tirar a calça ela disse "eu te ajudo" soltou o cinto dele e abaixou as calças, Lucas estava com uma cara de surpresa impagável, mas no momento que ela abaixou as calças dele, ele foi entendendo a brincadeira e não se preocupou em esconder a ereção enorme que tinha, e põe enorme nisso, Maria não conseguia tirar os olhos:
_meu Deus Lucas...olha o tamanho disso, deixa eu por pra fora?
Lucas virou pra mim e disse "_cara, tá tudo bem?" Eu só confirmei e disse:
_Voce tá só ajudando ela...
Naquele momento ele já tinha sacado tudo e a vergonha foi embora, puxou a rola da cueca e colocou pra fora, e que lapa de rola, o cara era muito bem afortunado, tinha por baixo uns 23 cm, grosso, parecia uma lata de cerveja mas com um formato de "taco" (grosso na base e no meio e afinava na cabeça), levemente torto, ele também tinha um saco de respeito, as bolas balançavam, eram grandes e ficavam penduradas, Maria tava agachada na frente dele, ele colocou o cacete do lado da cara dela, ela virou pra mim lentamente ainda na posição e disse:
_Amor, olha o tamanho disso, ele é enorme... foi você que quis isso, sinto muito, mas eu vou ter que domar esse cavalo
Ela levantou e eles começaram a se beijar de língua ainda no banheiro, Lucas iniciou o trabalho apalpando a bunda dela, ela sabia o que tava fazendo por que fez questão de ficar virada com a bunda pra direção da porta, em um momento, Lucas começou a chupar o pescoço dela, ela se entregou olhando pra cima mordendo os lábios, enquanto isso, as mãos dele passeavam pelo rabo dela, um dos dedos já estava por de baixo da calcinha enquanto a outra mão abria e apertava aquela bunda ao mesmo tempo, em um dado momento, ela decidiu que já era hora, puxou o braço de Lucas, jogou ele sentado na cama, ajoelhou e começou a linguar as bolas dele, lambeu o mastro de baixo pra cima até chegar na cabeça enquanto punhetava, nunca tinha visto ela tão safada assim, ela olhou pra mim punhetando ele e disse:
_amor, isso é novo pra mim...eu tô ficando muito molhada
Com o tesão do mundo todo na mente e querendo encorajar ela, falei:
_eu quero que você se solte, seja o mais vsgabunda que conseguir
Ela numa mistura de tesão e coragem apertou a rola dele, e me respondeu:
_então eu vou ser sim, mas vou ser vagabunda desse negão aqui (ela bateu o pau dele na cara), você se prepare pq ele vai me fuder sem camisinha e se ele gozar, vai ser dentro do meu útero
Fiquei em choque, nunca imaginei que ela fosse capaz de dizer algo assim, sempre foi Santa CMG, até nos momentos mais safados era reservada, ela começou a mamar ele, conseguiu engolir 2/3 daquele mastro, os olhos dela enxeram de lágrimas, tirou a rola da boca ofegante e voltou a lambuzar ela enquanto brincava com as bolas, boquetou ele mais um tempo até que resolveu dar atenção ao saco dele enquanto punhetava, ela desceu a língua até o períneo, naquele momento a rola de Lucas não parava de escorrer uma mistura de pré-gozo e saliva, ela tava lustrada e brilhando, aquela cena da minha namorada com a língua no períneo dele e aquelas duas bolas pretas apoiadas na cara dela sobre o nariz e o olho esquerdo com o cacete logo em cima cobrindo todo o lado direito do rosto dela me deixou com um tesão maior ainda, ver sua mulher com a língua quase no cu de um negão alto, forte, com porte de cavalo, era o ápice da depravação, eu me masturbava sem parar enquanto Lucas gemia com ela fazendo aquele trabalho excelente no cacete dele.
Logo após se saciar em chupa-lo, ela levantou, pegou o chapéu de cowboy (ela estava só com a calcinha fio dental, a blusa de cavalgada, o chapéu e a meia) colocou na cabeça, ficou de 4 na cama, balançou o rabo gostoso dela enquanto olhava pro negão e disse:
_vem garanhão, testa se essa égua aqui te aguenta
Lucas não perdeu tempo, levantou, abaixou a calcinha dela e caiu de boca na bct dela, que a esse ponto transbordava, ela gemia mordendo os lábios enquanto ele já começava a dedar ela e subir a língua pro cuzinho gostoso que não parava de piscar, Maria só conseguia afundar a cara no travesseiro e gemer mais ainda, Lucas afastou um pouco, colocou o joelho na cama e bateu com força o cacete dele na tatuagem de torta dela, ela virou com uma puta voz manhosa:
_come essa torta negão, como meu namorado não se incomoda, ela é toda sua
Ele de imediato enfiou a cabeça, e naquele ponto, com a quantidade de líquido que saia dela, a metade do cacete deslizou como se não fosse nada pra dentro, ela gemia e ele afundava cada vez mais, era a combinação perfeita, uma bucetuda é um roludo, parecia literalmente um cavalo enxertando uma égua, ele começou a afundar o dedo no cuzinho dela enquanto metia, e ela se empolgava cada vez mais, Lucas largou um tapa com força na bunda branca dela que deixou a marca de sua mão, ela me encarava enquanto ele judiava daquela buceta
_era isso que você queria? Ah..ah ah, Um peão metendo na sua namorada?
Não conseguia raciocinar pra responder, apenas me masturbava, e ela continuava:
_ele ta me enchendo toda amor, porraaa...mete Lucas, METE CARALHO
Lucas começou a meter com um movimento de quadril, ela tava se perdendo em tesão, o cuzinho dela piscava cada vez mais e o dedo dele fincava naquele rabo enquanto a pica entrava e saia da buceta dela em um ritmo delicioso.
Em um momento quando ele tirou o cacete pra apreciar o estrago, ela o arrastou pelo braço, jogou ele na cama e foi de imediato por cima, antes de introduzir o monstro dentro dela, ela arrancou a camisa e o sutiã, colocou o chapéu, olhou pra ele ainda ofegante e disse:
_Agora é minha vez...eu vou te mostrar por que eu cavalgo tão bem seu preto gostoso
Lucas que até então estava quieto, decidiu ser ousado, deu um tapa na cara dela, e eles iniciaram uma troca de falas um para o outro
_sua vagabunda, sabia que você era puta de negão, devia ter te comido nas vezes que foi buscar seu cavalo sozinha na baia
_se eu soubesse que você tinha uma pica gostosa dessas eu dava pra você lá mesmo
Ela introduziu a rola de Lucas na buceta dela e iniciou o movimento, minha namorada tinha uma cavalgada fatal, ela consegue mexer o quadril a contrair a buceta de forma incrível e sincronizada, e faz isso num ritmo absurdo, a cama tremia de um lado pro outro, o cabelo dela balançava e ela apoiava uma mão no seu quadril enquanto a outra segurava o chapéu, Lucas agarrava um dos peitos dela enquanto deixava a outra mão sob a cintura dela auxiliando no movimento, ele começou a apertar aquele peito conforme ela ia para frente e pra trás, puxava o bico do peito dela e ela se enchia de mais e mais tesão.
Em um dado momento, ela decidiu por os pés na cama e começou a quicar nele, Lucas apoiou as duas mais na bunda imensa dela e fazia o movimento de subir o quadril dele e e empurrar o rabo dela quando ela descia, o saco preto dele balançavam e atingia o cuzinho dela, eles se beijavam de língua enquanto ela tentava manter o beijo em meio aos gemidos. Ela não aguentou o ritmo dele, Maria tem pouca resistência no joelho e não dura mais de 15 estocadas quicando, na décima quicada ela caiu de joelhos de novo com os braços na cama ofegante
Ele puxou ela pro peito dele, abraçou a cintura dela com os dois bracos, e ainda com o pau dentro da buceta dela apoiou os pés na cama e começou a meter violentamente, as bolas dele que antes tavam só batendo de leve, agora acertavam com força o cuzinho dela e faziam um barulho que ecoava pelo quarto, ela já tava tomada pelo tesão, nem sabia mais o que dizia, só gritava coisas que a cabeça não tinha nem capacidade de processor antes de falar:
_soca..Ah ah... Soca essa rola na buceta da sua vagabunda soca...caralho Ah ah aiii, me enxerta seu cavalo desgraçado.. aaaaaaaaaaaiiii, goza, enche o útero dessa puta vai, eu quero esse leite quente, essa metida porraaaa... Esse saco batendo no meu cu, eu vou gozar caralho, NÃO PARA QUE EU VOU GOZAAAARRR
Ela começou a se tremer pra caralho, a buceta dela fez um squirt com o pau dele dentro, antes que ela pudesse se quer reagir ele inverteu a posição, colocou as pernas dela pra trás e começou a socar descontroladamente, o barulho das estocadas era alto e constante, ela não conseguia reagir, só teve tempo de pegar o travesseiro e colocar na cara, gritava tão alto que mesmo com ele ainda ficava alto, ele também estava somente com tesão na cabeça, totalmente tomado por instinto, a cada metida falava alguma putaria:
_minha vez sua puta, Ah ah ah...não disse que queria pica? Tá escondendo a cara por que sua vagabunda
Ele abocanhou o peito dela e começou a chupar com força, dava pra ver a saliva escorrendo, ela tirou o travesseiro da cara, encarou a cena e não conseguia se controlar de tesão
_aaaaaaaaaaaiiii caralhoooo, eu vou gozar de novo porra, eu sou sua puta caralho, sou sua vagabunda!, estoca essa rola preta vaiiiii, aaaaah caralho, caralho Ah ah, goza comigo porra, goza comigo seu preto
_eu vou gozar, eu vou gozar, Ah ah, eu vou gozar e vai ser tudo dentro da sua buceta, vou leitar sua buceta toda, ESSA BUCETA BRANCA É MINHA PORRAAAAAAAAA
A cada socada que ele dava as pernas dela que estavam pra cima tremiam descontroladamente, na última socada ele apertou fundo e afundou cada centímetro do cacete, ela começou a ter vários choques, era como se estivesse convulsionando, e ele apertava mais e mais forte, dava pra ver as bolas dele pulsando com muita força, deve ter dado umas 10 a 15 jatadas no útero da minha namorada, ele tirou o pau de dentro, ela ainda tremia, não parava de escorrer porra da buceta dela, e ele ainda tava jorrando, encheu a barriga dele e os peitos de gala, ela ficou parada ofegante sem conseguir se recompor, ele despencou em cima dela, já tinha me acabado na punheta durante todo o processo, gozei umas 5 vezes, quase sem forças, levantei e perguntei a ela se estava tudo bem, ela me disse baixo e sem forças:
_vida, eu quero dormir com ele hoje, da privacidade pra gente e vai pra sala por favor...
Fui, deitei no sofá, ainda com adrenalina no corpo, não consegui dormir, pouco tempo passou e havia barulho de sexo dnv no quarto, mas ela fechou a porta, eles tinham terminado a primeira transa as 23:48, eu ouvi eles transando até às 3:27 quando o último barulho de socada e gemidos parou.
No dia seguinte fomos embora, ela saiu do quarto só e vestida, como se nada tivesse acontecido, não conversamos no caminho e na casa da família dela agimos com naturalidade, ainda não tocamos no assunto dês de então