Eu quase não dormi.
Virei de um lado pro outro a noite inteira, o envelope com os quatro mil embaixo do travesseiro, o gosto dele ainda na memória da boca. Quando o celular tocou às seis e meia, eu já estava de olhos abertos.
Levantei sem fazer barulho. Meu marido dormia profundamente. Tomei banho rápido, lavei o cabelo e fiquei em frente ao espelho avaliando o corpo. Na tarde anterior eu tinha feito bronzeamento em cabine num estúdio profissional. A marquinha estava nítida: o triângulo claro dos seios, a linha reta na cintura e, principalmente, o desenho marcado na bunda — a pele mais clara contrastando com o tom bronzeado ao redor. Ficou sensual de um jeito sujo.
Escolhi a roupa com cuidado.
Uma saia lápis cinza-chumbo, mais curta que a de ontem, que terminava no meio da coxa e abria uma fenda discreta atrás. Por baixo, a mesma fio-dental preta. Blusa branca de seda fina, quase transparente sob a luz certa, sem sutiã. Os seios marcavam o tecido e a marquinha do biquíni aparecia claramente quando a blusa esticava. Salto alto preto, cabelo solto, batom rosado. Nada exagerado… mas o suficiente.
Peguei a bolsa, o envelope e saí.
No elevador do prédio dele, meu coração já batia mais forte. A recepcionista nem levantou a cabeça. Subi direto pro último andar. A porta da sala estava entreaberta.
Ele estava de pé, de costas, olhando pela janela. Quando ouviu meus passos, virou devagar.
O olhar desceu imediatamente. Parou nos seios marcados pela seda, desceu pela cintura, pela saia justa e voltou pra marquinha clara que aparecia no decote. Ele não disfarçou o interesse.
— Você veio — disse só.
— Vim.
Ele fechou a porta atrás de mim, deu a volta na mesa e se sentou. Apontou a cadeira na frente.
— Senta.
Eu sentei. A saia subiu um pouco. Ele notou.
— Dormiu bem?
— Quase nada.
— Pensou?
— Pensei a noite inteira.
Ele se recostou, os cotovelos nos braços da cadeira, e me estudou em silêncio por alguns segundos. O olhar voltou várias vezes à marquinha do biquíni que aparecia sob a blusa.
— Então fala. Aceita ou não aceita.
Eu respirei fundo.
— Eu aceito. Mas quero deixar algumas coisas claras.
Ele fez um gesto com a mão pra eu continuar.
— O anal… a gente vai devagar, como você falou. Eu nunca fiz. Se doer demais ou sangrar muito, a gente para naquele dia. Não desisto, mas também não quero me machucar de um jeito que eu não consiga nem sentar.
— Combinado — ele respondeu sem hesitar. — Devagar. Até caber.
— O mijo… eu vou beber. Mas só aqui dentro. Nunca em casa, nunca perto do meu marido.
— Você vai beber onde eu quiser, na hora que eu quiser. Ou não tem acordo.
— Não… nada disso — retruquei, a voz falhando um pouco. — Eu não posso beber perto de casa. Se alguém me ver, se ele desconfiar…
Ele se inclinou pra frente, o olhar frio.
— Puta não escolhe e nem impõe condições. Ou faz o que eu mando, ou não tem acordo.
Eu choraminguei baixo, tentando argumentar:
— Mas… o prédio, os vizinhos, o risco… eu aceito tudo, só isso eu peço que seja só aqui…
Ele sorriu de canto, sem nenhuma doçura.
— Só por ter tentado impor condição, hoje eu mesmo te levo em casa. E você vai beber meu mijo dentro das dependências do prédio onde mora.
Ficamos nos olhando. A tensão na sala era quase física.
— E a mesada. Quero no dia cinco de cada mês. Em dinheiro. Sem atraso.
— No dia cinco. Sem atraso.
— Mais alguma condição? — ele perguntou.
— Só uma. Não quero marcas visíveis. Nenhum chupão, nenhum hematoma, nada que meu marido possa notar no corpo.
Ele sorriu de canto, devagar, o olhar descendo de novo até a marquinha clara dos seios.
— Isso já está no pacote. Agora levanta.
Eu levantei. Ele se levantou também, contornou a mesa e parou na minha frente. Olhou a marquinha do biquíni no decote e depois desceu o olhar até a saia.
— Quero ver a marquinha do rabão. Mostra.
Ele apertou forte as minhas nádeegas por cima da saia. Eu me curvei um pouco pra frente, puxei a saia lápis pra baixo até abaixo da bunda e empinhei, mostrando a marquinha clara e nítida que o bronzeamento tinha deixado. A pele bronzeada contrastava com o triângulo mais claro. Ele apalpou as duas nádeegas com força, os dedos afundando na carne, passando o polegar bem em cima da linha do bronze. Depois eu levantei a saia de volta.
— Você fica gostosa demais de marquinha de bronze.
A mão dele desceu de novo, contornou a cintura e apertou a bunda. Depois ele me virou de costas, ergueu a saia até a cintura e puxou o fio-dental pro lado. Abaixou-se e cravou a língua no meu cu sem aviso.
Eu soltei um gemido baixo, surpresa, as mãos se apoiando na mesa. Ele lambia devagar, a língua quente e úmida girando ao redor e entrando um pouco, enquanto as mãos seguravam minhas nádeegas abertas. A marquinha clara do biquíni ficava ainda mais evidente ali.
Ele falou com a boca ainda colada em mim, a voz rouca:
— Depois eu quero conhecer o corno. Quero olhar na cara dele sabendo que todo dia eu como a mulher dele.
Continuou chupando e lambendo meu cu por mais alguns segundos, até eu estar molhada e ofegante. Só então se levantou, desceu o zíper e tirou o pau pra fora. Já estava duro, grosso, pesado, as bolas enormes aparentes.
— Ajoelha.
Eu ajoelhei na frente dele, no mesmo lugar de ontem.
*Meu marido está no trabalho agora. Tomando café, respondendo e-mail, sem imaginar que a mulher dele está de joelhos no chão de uma sala, pronta pra chupar outro homem.*
O cheiro veio forte assim que ele tirou o pau. Grosso, pesado, as bolas enormes balançando bem na minha frente.
*Ontem ele já gozou duas vezes na minha cara e na minha boca. Hoje eu voltei por vontade própria. Isso me assusta mais do que o tamanho.*
Meu olhar desceu pro pau dele. A cabeça larga, a grossura absurda.
*O do meu marido é pequeno. Familiar. Previsível. A diferença é humilhante. O que ele pensaria se visse a mulher dele ajoelhada diante disso?*
Ele segurou a base e encostou a cabeça larga na minha boca. Eu ainda podia levantar e ir embora. Ainda dava tempo.
*Doze mil. A mesada. A forma como ele me olha. Tudo pesa mais.*
Respirei fundo, fechei os olhos por um segundo e aceitei.
*Meu marido é segurança. Esse homem é fome e controle. Eu estou escolhendo a fome.*
Ele pressionou a cabeça larga contra meus lábios.
— Abre.
Eu abri a boca e enfiei só a cabeça larga.
Comecei a sugar com força, indo e vindo só na glande, fazendo barulho alto de sucção — molhado, obsceno, alto o suficiente pra ser ouvido do corredor se alguém passasse. A mão direita bombava a base grossa com velocidade absurda, punheta apertada, rápida, experiente. Parecia que eu fazia aquilo há anos. A outra mão segurava as bolas enormes, apertando e massageando enquanto eu chupava.
Saliva escorria pelo queixo, pingava no chão e molhava as bolas. Eu não diminuía o ritmo. Chupava a cabeça com força, puxava quase saindo e enfia de novo, sempre só a glande, enquanto a mão subia e descia numa velocidade brutal.
Em dez minutos ele gozou.
O jato veio tão forte que me engasguei na hora. A porra encheu minha boca de uma vez e eu me joguei pra trás por instinto, tossindo. Os jatos continuaram voando, batendo no meu rosto, na testa, no cabelo, escorrendo pelo pescoço e molhando a blusa. Uma quantidade absurda, quente, cobrindo tudo.
*Agridoce. Saboroso. Cremoso demais. Gruda na língua e no céu da boca como leite condensado misturado com iogurte. Espesso, denso, em quantidade absurda. A porra do meu marido é rala, pouca e amarga demais. Isso aqui é outra coisa.*
Ainda ofegante e com o rosto banhado, eu voltei. Alojei a glande de novo entre os lábios, fechei a boca com força ao redor dela e suguei, engolindo o máximo de porra quente que ainda saía. Continuei mamando e engolindo até os espasmos diminuírem, saboreando cada gole daquele esperma cremoso e agridoce que grudava na boca.
Quando finalmente soltei, um fio grosso ainda ligava a cabeça do pau à minha língua. Meu rosto estava uma máscara branca e brilhante.
Ele recuperou a respiração devagar, ainda com a mão no meu cabelo.
— Porra… você chupa que nem puta profissional.
— Eu nunca chupei assim na vida.
— Parecia que fazia isso todo dia.
— Foi a primeira vez que eu chupei tão forte.
— O barulho que você fazia… se alguém passasse no corredor escutava.
— Eu não consegui segurar o barulho.
— Sua mão também… a punheta estava perfeita.
— Eu só queria te fazer gozar rápido.
— Gozei em dez minutos. Quase não aguentei.
— Achei que ia me afogar.
— Você se jogou pra trás e ainda voltou pra engolir.
— Não queria desperdiçar.
— Olha o seu rosto… está completamente coberto.
— Está escorrendo até o pescoço.
— Você engoliu quase tudo.
— Ainda tem gosto forte na boca.
— Amanhã quero de novo. Mais tempo.
— Eu vou tentar.
— Hoje ainda não acabou.
— O que você vai fazer?
— Vou tentar comer o seu cuzinho.
Eu fiquei ajoelhada, o rosto ainda sujo e brilhante de porra. O gosto agridoce e cremoso continuava forte na boca. Quando ele falou que ia tentar comer meu cuzinho, meu corpo inteiro tremeu.
*Ele vai enfiar isso em mim. Aquele pau grosso, a cabeça larga demais. Vai doer. Vai rasgar. Eu nunca fiz. Nunca deixei ninguém chegar perto. E se sangrar muito? E se eu não aguentar? E se eu gritar e alguém escutar no corredor? Meu marido… se ele soubesse…*
A tensão subiu pela barriga e apertou o peito. Eu estava nervosa demais. As mãos suavam. A respiração ficou curta. Eu imaginava a dor, o ardor, a sensação de ser aberta à força por algo que claramente não cabia.
Ele se levantou, ainda semi-duro, e apontou pra poltrona grande perto da janela.
— Fica de quatro nela. Empina o rabo.
Eu hesitei só um segundo, depois subi na poltrona. Apoiei os joelhos no assento, as mãos no encosto, e empinhei a bunda o máximo que consegui. A saia foi erguida até a cintura. Ele puxou o fio-dental pro lado, expondo meu cuzinho completamente.
Senti o calor do corpo dele se aproximando. A cabeça larga e quente do pau dele encostou bem no meio das minhas nádeegas. Ele pressionou.
A força veio logo em seguida.
— Por favor… vai com calma… por favor… — pedi, a voz já trêmula.
Ele não respondeu. Continuou empurrando.
Eu senti meu cuzinho começando a se abrir. A pressão era enorme. A cabeça larga forçou a entrada, esticando a carne de um jeito que eu nunca tinha sentido. A dor veio gigante, aguda, profunda, como se algo estivesse me rasgando por dentro. Eu soltei um gemido abafado, os dedos se cravando no encosto da poltrona, o corpo inteiro travado pela dor.
Ele continuou empurrando.
A pressão era absurda. Meu cuzinho ardia e se abria à força ao redor da cabeça larga. Eu tremia inteira, os dedos cravados no encosto da poltrona, a respiração presa.
— Fala que você é uma puta — ele mandou, a voz baixa e firme, enquanto empurrava mais um pouco.
— Eu… eu sou uma puta… — soltei, a voz falhando de dor.
Ele não parou. A cabeça larga forçou mais, esticando a entrada de um jeito insuportável. Eu sentia cada milímetro sendo aberto.
— Fala direito. Fala que você é a puta do chefe.
— Eu sou… a puta do chefe… — repeti, quase chorando.
Foi nesse momento que a cabeça finalmente passou.
A glande entrou de uma vez.
Eu dei um grito alto, rouco, descontrolado, alto o suficiente pra ser ouvido bem longe:
— TIRA! TÁ ME RASGANDO! EU VOU ME CAGAR… AÍ MEU CU, QUE ROLA GROSSA!
O grito ecoou pela sala e desceu pelo corredor.
Lá embaixo, na recepção, Lola, a menina de dezenove anos, loira gostosa de olhos azuis, boca carnuda, cabelos lisos que desciam até abaixo da bunda e corpo de falsa magra com 105 de bunda, ergueu os olhos do computador. Ela reconheceu o som imediatamente. Um sorrisinho pequeno e sujo surgiu no canto da boca. Ela lembrou do próprio primeiro dia — quando já de cara levou até o talo e se cagou toda. Riu baixo, balançou a cabeça e voltou a digitar, como se nada tivesse acontecido.
Lá em cima, meu corpo inteiro tremia. A dor era gigante, aguda, como se estivesse me abrindo ao meio. Eu tentei avançar pra frente, mas ele segurou firme na minha cintura e manteve a cabeça enfiada dentro do meu cu, latejando.
Ele empurrou mais um pouco.
A cabeça larga, que já estava dentro, avançou mais alguns centímetros. Meu cuzinho ardeu de um jeito insuportável, esticando além do que eu achava possível. A dor subiu pela espinha e eu gritei de novo, ainda mais alto e desesperado:
— AIIII! TÁ ME RASGANDO INTEIRA! EU TO ME CAGANDO! TIRA ESSA ROLA GROSSA DO MEU CU! TO ME CAGANDO TODA!
O desespero tomou conta. Eu tentei engatinhar pra frente na poltrona, as unhas arranhando o encosto, o corpo inteiro tremendo. As lágrimas escorriam misturadas com a porra que ainda estava no meu rosto. Eu soluçava, pedindo, choramingando, sem conseguir formar frase direita.
Ele segurou firme na minha cintura por mais um segundo… e então puxou pra fora de uma vez.
No mesmo instante em que a cabeça larga saiu, meu corpo não aguentou. Eu me caguei toda. As fezes quentes e moles saíram sem controle, sujando a poltrona, minhas coxas e escorrendo pela parte de trás da saia. O cheiro forte se espalhou na sala. Eu fiquei envergonhada e aliviada ao mesmo tempo, ofegante, o cuzinho ainda aberto e latejando.
Mal ele tirou e já gozou.
Os jatos quentes e grossos bateram direto na minha bunda bronzeada, misturando-se com a merda, cobrindo a marquinha clara do biquíni e escorrendo pelas nádeegas. Ele masturbou rápido, espalhando a porra cremosa por toda a minha bunda suja e pelo cuzinho ainda aberto.
Quando terminou, ele olhou pra mim e falou com calma:
— Pega os lenços umedecidos na gaveta e limpa meu pau.
Eu desci da poltrona com as pernas tremendo, ainda com merda escorrendo pelas coxas, e fui até a gaveta. Peguei o pacote de lenços umedecidos e ajoelhei na frente dele. O pau estava sujo de fezes e porra, a cabeça larga e o comprimento ainda semi-duro. Eu comecei a limpar com cuidado, passando o lenço úmido pela glande e descendo pela lateral.
— Você se cagou toda — ele comentou, observando.
— Eu não aguentei… doeu demais. Achei que ia rachar.
— É normal no começo. A Lola também se cagou no primeiro dia.
— A loira da recepção?
— É. Levou até o talo de primeira e sujou a sala inteira.
Eu troquei de lenço e continuei limpando, passando com mais força na cabeça pra tirar o resto de merda.
— E você gostou de me ver assim? Suja, chorando, gritando…
— Gostei. Principalmente do grito. E de você falando que era a puta do chefe.
— Eu falei porque você mandou.
— Mas falou. E agora já sabe como é.
Eu limpei as bolas enormes com outro lenço, com cuidado. O cheiro ainda estava forte.
— Vai doer assim toda vez?
— As primeiras vezes sim. Depois o cu acostuma. A Lola já engole tudo sem chorar.
— Eu não sei se vou aguentar.
— Vai. Você já voltou hoje. E já se cagou. O pior já passou.
Eu passei o último lenço pelo comprimento inteiro até ele ficar limpo, só um pouco úmido. Continuei ajoelhada na frente dele, o pau limpo agora bem na minha cara.
— E agora? — perguntei baixo.
— Agora você limpa toda essa bagunça. A poltrona, o chão, tudo. Depois vai pro banheiro, toma banho e volta.
Eu peguei mais lenços umedecidos e papel toalha. Limpei a poltrona com cuidado, removendo a merda e a porra que tinham sujado o assento e o encosto. Passei no chão também, onde tinha pingado. O cheiro ainda estava forte. Quando terminei, fui até o banheiro da sala, tirei a roupa suja, lavei o corpo inteiro com água quente e sabonete, esfreguei o cuzinho ainda dolorido e o rosto até tirar o resto de porra seca. Me sequei, vesti de novo a saia e a blusa (mesmo amassadas) e voltei.
Ele estava sentado atrás da mesa, mexendo no computador.
— Pronto?
— Pronto.
— Então desce na recepção. Fala pra Lola que eu preciso dos serviços especiais dela. Diz que meus testículos estão doendo demais e que eu preciso descarregar e de uma massagem. Depois sobe com ela.
Eu desci o elevador com o coração acelerado. Lola estava na recepção, loira, olhos azuis, cabelo longo até abaixo da bunda, digitando. Quando me viu, ergueu o olhar e sorriu de canto, como se já soubesse.
— O chefe mandou te chamar — falei, a voz um pouco baixa. — Disse que precisa dos seus serviços especiais. Que os testículos dele estão doendo muito e ele precisa descarregar… e de uma massagem.
Lola salvou o que estava fazendo, trancou a tela e se levantou sem nenhuma surpresa.
— Tá bom. Vamos.
Subimos juntas. No elevador ela não falou nada, só ajeitou o cabelo. Quando entramos na sala, ele ergueu os olhos.
— Iale, senta. Lola, acomoda entre as minhas pernas e faz o que você sabe fazer de melhor.
Lola sorriu, olhou pra mim e mandou um beijo no ar. Depois se ajoelhou entre as pernas dele sem nenhuma hesitação, abriu o zíper, puxou a cueca e tirou o pau grosso e pesado pra fora. Segurou a base e ergueu o rosto pra ele.
— O cheirinho só precisa gozar uma vez na minha garganta ou quer descarregar todo o testículo pra passar a manhã mais calmo?
— Descarrega tudo — ele respondeu. — Hoje os dois estão pesados.
Lola não perdeu tempo. Abriu a boca, encaixou a cabeça larga e, num movimento só, engoliu a rola inteira até as bolas. Eu fiquei de queixo caído. A garganta dela aceitou o pau grosso sem esforço aparente, o nariz encostando na virilha dele enquanto ela engolia tudo até o talo. Começou a subir e descer com facilidade, fazendo barulho molhado de garganta sendo usada.
Eu continuei sentada, sem conseguir tirar os olhos daquilo. A Lola chupava como se aquele pau monstro fosse normal, sem engasgar, sem travar, engolindo e puxando até a cabeça quase sair e enfiar de novo até o fundo.
Ele olhou pra mim por cima da cabeça dela, a mão pousada no cabelo loiro longo, e começou a falar como se nada estivesse acontecendo:
— Então, Iale… sobre as pautas de hoje.
Lola continuava engolindo o pau inteiro sem dificuldade, o nariz batendo na virilha dele a cada descida. O barulho molhado de garganta sendo usada enchia a sala. Eu tentava prestar atenção no que ele falava, mas meus olhos não saíam daquilo.
— Sobre as pautas de hoje… — ele repetiu, a voz calma, como se estivesse numa reunião normal. — Preciso que você organize a agenda da semana. Tem três reuniões importantes e um relatório que precisa sair até quinta.
Eu engoli em seco, ainda de queixo caído.
— Tá… eu organizo.
Lola subiu até a cabeça, lambeu a glande com a língua larga e desceu de novo até o talo, engolindo tudo de uma vez. Ele soltou um suspiro baixo e passou a mão no cabelo loiro dela, sem parar de falar comigo.
— Também quero que você revise os contratos que estão na pasta azul. Tem cláusula errada em dois deles. Corrige e me mostra amanhã cedo.
— Sim… senhor.
Minha voz saiu rouca. Eu estava molhada só de assistir. A Lola chupava com uma naturalidade absurda, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nas bolas enormes enquanto ela trabalhava a garganta nele.
Ele olhou pra mim de novo, um sorriso pequeno no canto da boca.
— Você está prestando atenção, Iale? Ou está só olhando a Lola engolir meu pau?
— Estou… prestando atenção.
— Então repete o que eu acabei de falar.
Eu abri a boca e fechei de novo. Tinha prestado atenção só pela metade.
— Agenda… reuniões… relatório até quinta… e os contratos da pasta azul.
— Muito bem. — Ele puxou o cabelo da Lola, fazendo ela engolir mais fundo ainda. — Agora presta atenção de verdade. Porque daqui a pouco você vai ter que aprender a fazer isso também.
Eu senti o rosto esquentar.
Lola continuava engolindo o pau inteiro com facilidade, o barulho molhado e constante enchendo a sala. Cada vez que ela descia até o talo, o nariz dela batia na virilha dele e um pouco de saliva escorria pelas bolas enormes. Eu não conseguia parar de olhar.
Ele manteve a mão no cabelo loiro dela e continuou falando comigo como se estivesse numa reunião qualquer:
— Além da agenda e dos contratos, quero que você prepare o material da apresentação de sexta. Gráficos, números, tudo organizado. Sem erro.
— Sim, senhor…
Minha voz saiu baixa. Eu estava molhada, as coxas se apertando sozinhas sob a saia. Assistir a Lola engolir aquilo com tanta naturalidade me deixava ao mesmo tempo envergonhada e excitada.
Ele puxou a cabeça dela pra cima, fazendo a rola sair quase toda da boca, só a glande larga ainda dentro. Lola olhou pra mim de canto, os olhos azuis meio marejados, e sorriu com a boca cheia antes de descer de novo até o fundo.
— Você viu como ela faz? — ele perguntou. — Sem engasgar. Sem medo. Só aceita. Um dia você vai chegar nesse nível.
Eu engoli em seco.
— Eu… ainda não consigo.
— Ainda. — Ele soltou um suspiro mais fundo quando Lola acelerou o ritmo. — Mas vai conseguir. Hoje você já se cagou e mesmo assim voltou limpinha. Isso já diz muita coisa.
Lola aumentou a velocidade, engolindo e puxando com força, as duas mãos agora massageando as bolas pesadas. O som ficou mais molhado e alto. Ele apertou o cabelo dela e olhou direto pra mim.
— Presta atenção no que eu vou falar agora, Iale. Porque quando ela terminar de me fazer gozar, a gente vai pro seu prédio. E você vai beber meu mijo lá, como combinado.
Eu senti um frio na barriga.
Lola acelerou ainda mais. Agora ela engolia o pau inteiro num ritmo rápido e profundo, a garganta fazendo barulho molhado a cada descida. As mãos apertavam e massageavam as bolas enormes enquanto ela trabalhava. Eu conseguia ver a garganta dela se distendendo toda vez que a cabeça larga desaparecia lá dentro.
Ele soltou um gemido mais longo e puxou o cabelo dela com mais força.
— Isso… engole fundo. Descarrega tudo.
Lola obedeceu, descendo até o talo e segurando lá, engolindo ao redor do pau enquanto ele começava a gozar. Vi o corpo dele tremer. Ela não tirou a boca. Continuou engolindo, a garganta trabalhando pra receber tudo. Um pouco de porra vazou pelo canto da boca e escorreu pelo queixo, mas ela não parou até ele terminar de descarregar.
Quando finalmente subiu, puxando a rola pra fora com um som molhado, um fio grosso de esperma ainda ligava a glande à língua dela. Lola engoliu o que restava na boca, limpou o queixo com o dedo e chupou o dedo na minha frente, olhando pra mim.
Ele recuperou a respiração devagar, ainda com a mão no cabelo dela.
— Boa menina.
Depois olhou pra mim.
— Levanta. Vamos.
Eu me levantei com as pernas um pouco moles. Lola se levantou também, ajeitou a blusa e o cabelo como se nada tivesse acontecido.
— Você fica aqui — ele falou pra ela. — Cuida da recepção. Eu e a Iale temos um compromisso fora.
Lola sorriu de canto, mandou outro beijo no ar pra mim e saiu da sala sem dizer nada.
Ele guardou o pau, fechou o zíper e pegou as chaves do carro.
— Vamos pro seu prédio. Lembra o combinado. Hoje você bebe meu mijo lá.
Saímos da sala juntos.
No corredor eu ainda sentia as pernas moles e o cuzinho latejando de dor. O elevador desceu em silêncio. Lola nem levantou a cabeça quando passamos pela recepção, mas eu notei o sorrisinho pequeno no canto da boca dela.
Dentro do carro dele, o cheiro de couro e perfume masculino me envolveu. Ele dirigia com uma mão só, calmo, como se estivesse levando uma funcionária normal pra qualquer lugar. Eu fiquei olhando pela janela, o coração acelerado.
*Este lugar é um antro de perdição.*
A frase veio sozinha na minha cabeça. Em menos de vinte e quatro horas eu já tinha ajoelhado, engolido porra, me cagado de dor com a rola dele no cu e agora estava indo pro meu próprio prédio pra beber mijo dele. E o pior: eu tinha voltado por vontade própria.
Ele parou o carro a duas quadras do meu edifício, em uma rua mais quieta.
— Desce. A gente entra juntos. Você conhece algum canto discreto? Garagem, escada de serviço, algo assim?
Eu engoli em seco.
— Tem a escada de emergência no fundo. Quase ninguém usa.
— Perfeito. Anda.
Descemos do carro.
Eu caminhei na frente, as pernas ainda um pouco trêmulas, o cuzinho latejando a cada passo. Ele vinha logo atrás, calmo, as mãos nos bolsos. Entramos pelo portão lateral do prédio, o mesmo que eu usava quando chegava tarde pra não encontrar vizinhos. A escada de emergência ficava no fundo, mal iluminada, com cheiro de mofo e concreto.
Subimos dois lances em silêncio. No patamar entre o segundo e o terceiro andar ele parou.
— Aqui. Ajoelha.
Meu coração disparou. Olhei pros lados por reflexo, mesmo sabendo que quase ninguém passava por ali. Depois me abaixei na frente dele, os joelhos no chão frio e sujo da escada.
Ele já estava abrindo o cinto e o zíper. O pau saiu semi-duro, ainda com gosto e cheiro da boca da Lola. Ele segurou a base e encostou a cabeça larga nos meus lábios.
— Abre. E bebe tudo. Sem desperdiçar.
Eu abri a boca. Ele enfiou só a ponta e começou a mijar.
O jato veio quente, forte e amarelo. O gosto salgado e forte encheu minha boca de imediato. Eu engoli o máximo que consegui, mas a quantidade era grande. Parte escorreu pelos cantos dos lábios e pingou no meu queixo e na blusa. Ele segurou minha cabeça no lugar, obrigando a beber.
— Engole. Tudo.
Continuei engolindo, a garganta trabalhando, os olhos marejados. O cheiro forte subia pelo nariz. Quando o jato finalmente diminuiu, ele tirou o pau da minha boca e sacudiu as últimas gotas no meu lábio inferior.
Eu engoli o que restava, ofegante, o gosto intenso ainda na língua.
Ele guardou o pau, fechou o zíper e me olhou de cima.
— Agora sobe. Vamos pro seu apartamento.
— Espera… — comecei a protestar, ainda ajoelhada. — Meu marido pode chegar a qualquer momento. Não podemos subir juntos. Se alguém nos ver…
— Levanta e anda. Eu decido.
Eu me levantei com as pernas tremendo. Continuei tentando argumentar enquanto subíamos a escada:
— Sério, se ele chegar e te ver… ou se algum vizinho… isso é arriscado demais. A gente podia ficar só na escada, ou no carro…
Ele não respondeu. Só segurou meu braço e me guiou até a porta do meu apartamento. Eu abri com a chave, ainda murmurando baixinho:
— Por favor, só não demora. Se ele chegar…
Assim que a porta se fechou atrás de nós, ele me empurrou em direção ao sofá da sala.
— Deita. Abre as pernas.
— Espera, a gente combinou só o mijo… — tentei de novo. — Meu marido…
Ele ajoelhou na frente do sofá, puxou minha saia pra cima, afastou o fio-dental e cravou a boca na minha buceta sem aviso. A língua quente e larga passou entre os lábios, chupou o clitóris e desceu até a entrada, lambendo com força. Eu soltei um gemido abafado, as mãos apertando o estofado.
Ele chupou e lambeu por vários minutos, a língua entrando e saindo, os lábios sugando. Eu estava molhada e ofegante, os protestos morrendo na garganta. Quando senti que ia gozar, ele parou de repente, se levantou, tirou o pau pra fora e começou a masturbar rápido na minha frente.
— Abre a boca.
— Não… na cara não… — ainda tentei, mas a voz saiu fraca.
O primeiro jato bateu na minha testa. Os outros seguiram, quentes e grossos, cobrindo meu rosto, escorrendo pelos olhos, nariz e boca. Ele gozou bastante, espalhando a porra cremosa por toda a minha cara enquanto eu ficava deitada no sofá, ofegante e suja.
Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele segurou meu queixo, abriu minha boca à força e enfiou a cabeça larga entre os lábios.
— Bebe de novo.
O jato de mijo veio logo em seguida, quente e forte. Eu engoli o máximo que consegui, o gosto salgado se misturando com o esperma que ainda escorria do meu rosto. Parte vazou pelos cantos da boca e desceu pelo queixo, misturando tudo. Ele manteve o pau na minha boca até terminar de mijar, depois tirou, sacudiu as últimas gotas nos meus lábios e guardou.
Eu fiquei ali, deitada, o rosto sujo, a boca cheia do gosto misturado de porra e mijo.
Ele ajeitou a roupa, pegou as chaves e olhou pra mim uma última vez.
— Não se limpa. Dorme assim. Amanhã às oito você está na empresa.
Depois abriu a porta e saiu, deixando o apartamento em silêncio.
Fiquei deitada no sofá por alguns minutos, o rosto ainda coberto de porra e o gosto de mijo forte na boca. O apartamento estava em silêncio. Meu marido não tinha chegado.
Levantei com as pernas moles e fui direto pro banheiro. Abri o chuveiro e entrei sem nem tirar a roupa direito. A água quente escorreu pelo cabelo, pelo rosto, lavando a porra cremosa que ainda grudava na pele. Eu esfreguei o rosto com as duas mãos, sentindo o esperma se dissolver e descer pelo ralo misturado com o mijo que ainda tinha gosto na língua.
*O que eu estou fazendo?*
A pergunta veio sozinha enquanto a água batia nas minhas costas.
*Em menos de dois dias eu já ajoelhei, engoli porra, me caguei de dor com a rola dele no cu, bebi mijo na escada do meu próprio prédio e agora estou lavando a porra dele da minha pele. E o pior: eu voltei. Eu aceitei. Eu estou molhada só de lembrar.*
Passei a mão entre as pernas. Ainda estava úmida, o clitóris sensível. O cuzinho latejava, dolorido, lembrando o quanto tinha sido aberto.
*Doze mil por mês. É só dinheiro. É só isso.*
Mas eu sabia que não era.
Fechei os olhos e deixei a água quente escorrer pelo rosto sujo pela última vez. Quando saí do box, me olhei no espelho embaçado. Os olhos estavam cansados. A boca ainda tinha um leve gosto residual. O corpo inteiro carregava as marcas do que eu tinha permitido. A bunda ainda doía. A garganta ainda lembrava o gosto. E no fundo da mente, uma certeza quieta e assustadora já se formava:
*Amanhã às oito eu vou estar lá de novo. E da próxima vez vai ser pior. Ou melhor. Eu ainda não sei qual dos dois.*
Enxuguei o corpo, vesti um short e uma camiseta e saí do banheiro. O cheiro dele ainda parecia pairar no apartamento.