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3 - Escritório

Um conto erótico de BiBi
Categoria: Gay
Contém 1049 palavras
Data: 18/09/2026 00:17:39

Ao chegar em casa aquele sentimento de vazio me perseguiu. Não conseguia pensar em outra coisa. Pior do que isso, eu não conseguia pensar em outra pica. Passe a madrugada no meu escritório relembrando cada momento, cada sentimento, do gosto daquela pica, do gosto de porra invadindo minha garganta, do cheiro e principalmente, o sentimento do meu cuzinho completamente preenchido com aquela peça quente, dura, grande, grossa e pulsante.

No dia seguinte, toda a dor que não senti no momento veio depois, ele me arregaçou, depois me dei conta que fiquei mais de uma hora levando rola no cu, pareceram minutos na hora. Aquelas estocadas finais cobraram seu preço. Preço que eu pagaria de novo, com juros, sem titubear. Continuava me masturgando localmente relembrando do acontecido.

Deixei uma mensagem pra ele agradeço por cada centímetro de rola que ele levei e cada gota de leitinho quente que tomei, implorando por mais. Meu cuzinho nem estava em condições ainda. Não estava nem raciocinando direito, se ele me mandasse mamar ele na escadaria do prédio, dentro do carro, eu faria. Nada mais fazia sentido pra mim.

Dias se passaram, quatro, cinco, uma semana, duas semanas. Nenhum retorno dele, eu comecei a passar na frente do escritório e não via ele. Meu deus, que vergonha, em que ponto eu cheguei, estou me humilhando por pica. Não sei nem o que se passava pela minha cabeça, mas eu precisava daquilo pra poder seguir minha vida, parece que ela parou naquele momento que fiquei ali no chão gelado depois da surra de pica e banho de leite que levei.

Minha cabeça fica viajando se aconteceu algum problema no dia ou se ele tinha se arrependido. Mais estranho que aquele foda não desperou a minha vontade geral de ser puta, eu queria ser a puta dele. Não conseguia me relacionar mais com a minha esposa, parece que virou uma chave, me isolei naquele momento. Minha vida parou, assim como um viciado.

A gente tinha trocado número de telefone no “dia do cheiro”, pensei em ligar mas eu não sabia nem o que dizer exatamente, fiquei com medo também de assustar e parecer um stalker.

Depois de uns 20 dias, recebo uma mensagem estranha no meu celular confirmando um horário de atendimento. Eu não entendi nada na hora. Mas quando olhei de onde era aquele número, meu coração parou, era do escritório dele, a secretária estava confirmando um horário para aquela tarde, mal conseguia segurar o celular na mão e respondi que sim, estava confirmado.

Mas o que ele queria com tudo isso? porque ele não me chamou antes? era tudo um joguinho? não tinha resposta, ele não me respondia. Me restou ir no horário no escritório. Afinal eu tinha me prestado a isso, a obedecer ele. Mas era horário comercial, teria mais gente trabalhando nesse horário.

Chegou o horário e eu simplesmente fui. Era um sentimento diferente da primeira vez que fui sabendo que iria levar rola

Chegando lá ainda me deixou esperando mais de 1h. Não via ele. Até que a secretária me chamou. Abriu a porta e entrei. Lá estava ele, me cumprimentou como um cliente de longa data, retribuiu pois estava aos olhos da secretária. Ela saiu fechou a porta, só de estar naquele lugar já me trazia um tesão enorme, olhando para aquele sofá, onde fui feita fêmea.

Ele não falou uma palavra pra mim, ele foi até os fundos do escritório que tinha uma janela pro jardim e fechou ela, ali eu senti já que era meu dia de sorte. Mas eu tinha tantas perguntas.

Não me disse uma palavra e muito menos me deixou falar alguma coisa. Ele colocou o pau pra fora no meu ombro de costas. O que me restava fazer? não teve calma dessa vez, primeiro cheirar, lambar, tudo com calma. Ele abriu minha boca e colocou aquela pica meia bomba na minha boca mas que imediatamente ficou totalmente dura, sentia o salgadinho do líquido pré-seminal.

Não tinha mais perguntas, agora eu queria aproveitar aquele momento. Ele estava sedento. Não me deixava fazer meu trabalho ali, queria foder minha garganta. Em algum momento eu desisti, só me relaxei e deixei ele segurar meu pescoço e foder minha garganta. Estava entregue novamente, só me usa e me ensina a ser sua puta.

Comecei fazer aquela barulho característico: “gloc, gloc, gloc”, como citei, não sinto reflexo de enjoo e isso incentivava ele a socar mais forte, como se fosse meu cu. Mas aí ele se deu conta do barulho, a secretária estava numa mesa 3 metros dali. Parou por um momento, guardou a rola toda molhada de saliva e saiu da sala, pediu algo pra secretária e voltou.

Não sei se ele foi pedir pra ela fazer algo e tirou dela dali, só sei que ele voltou, passou a chave na porta e aí sussurrou no meu ouvido: “eu vou sentar naquele sofá e eu vou te dar todo leite que tenho guardado a dias aqui pra você, não quero uma gota no chão ou no sofá, se cair vou te fazer lamber”. Eu só balancei a cabeça positivamente. Ele baixou as calças e prontamente aquela pica estava enorme e pulsando na minha cara. De fato eu sabia o que fazer, mamei apaixonadamente, daquela forma que esqueci que tinha uma pessoa ali, eu só via aquela pica.

Ali sim eu podia mostrar todo o meu reportório. Lambidas na pica inteira, passando a pica toda babada por todo o rosto, caindo de cara naquelas bolas, mamando elas individualmente, abocanhando a pica inteira, chupando com vontade, dando mordidinhas. Ele estava indo a loucura. Tudo com muito cuidado pra não fazer barulho.

Então eu senti que ele estava pra gozar, eu só lembrei do que ele tinha falado: “não desperdiçar uma gota”. Então eu soquei fundo na garganta e logo veio todo aquela porra grossa e quente, eu fui tirando aos poucos do fundo da garganta porque queria sentir o gosto. Ele estava fazendo uma força enorme pra não urrar.

Bom, terminamos. Dessa vez eu nem esperei ele me mandar embora, já tinha entendido, me recompus e fui embora. Eu tinha só um comedor, tinha um dono, e era do jeito dele e é claro que a putaria não parou por aí, pelo contrário, ela aumentou. Fica para o próximo conto.

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