A gente sempre pensou que swing era coisa de noite, de luz baixa, de escuro pra dar coragem. Mas que nada! Domingo de tarde, com sol rachando, é outra puta parada completamente diferente.
Prazer, somos o Casal Apimentados. Quem escreve sou eu, a Lúcia. Nomes fictícios, por motivos que qualquer casal liberal entende bem de porra.
Eu: 1,72 de altura, loira natural de olhos verdes, seios maravilhosos de 40DD que o meu marido adora morder, e umas coxas grossas que o Jorge come há vinte e três anos. Quarenta e três anos de pura gostosura.
Ele, Jorge: negro, 1,85, corpo forte que só um homem de verdade tem, mesmo idade que eu, pau de 20cm que eu adoro engolir até os ovos.
A Spice é uma casa que a gente frequenta há uns quatro anos, sempre à noite, sempre nos finais de semana normais. Mas, uma vez por mês, eles fazem uma coisa diferente: um domingo à tarde, das duas às oito, com uma regra específica: roupa é opcional em qualquer parte da casa, menos numa área reservada pra quem prefere ficar vestido o tempo todo. Uma bosta, se me perguntar.
A gente nunca tinha ido num desses domingos até a Adriana, daquela amiga de Salvador, comentar quando veio pra São Paulo visitar a irmã.
— Vocês nunca foram num domingo de casa de swing? — ela perguntou, incrédula. — É outro clima completamente diferente, mais tranquilo, mais depravado de verdade.
A gente decidiu experimentar. Chegamos duas da tarde, um domingo de outubro, com sol forte lá fora e aquela sensação estranha de estar indo pra um lugar que a gente associa com noite, à luz do dia.
A recepção explicou as regras com calma, como sempre. E a primeira diferença que eu notei foi o clima do salão. Sem luz baixa, sem música alta, com as cortinas parcialmente abertas deixando entrar luz natural, aquele lugar parecia completamente outro. Tinha uma piscina pequena no fundo, uma área de churrasco funcionando, e gente circulando pelada de um jeito muito mais tranquilo do que eu via nas noites que a gente frequentava.
Eu tirei a minha roupa de biquíni logo na entrada, seguindo o exemplo de quem já estava lá, e senti aquela mesma sensação de estar numa praia de nudismo, só que dentro de uma casa fechada, num contexto que já era sexual por definição. Era diferente da praia. Ali todo mundo sabia exatamente pra que servia aquele espaço, e a nudez não era só sobre corpo, tinha aquela camada extra de possibilidade no ar, de foda, de puta que pariu.
O Jorge tirou a bermuda também, e a gente ficou ali sentado numa espreguiçadeira, tomando um suco, conversando com as pessoas que passavam, num clima que eu nunca tinha experimentado numa casa de swing. Era mais leve. Mais devagar. Menos pressa de que alguma coisa precisasse acontecer, mas com mais tesão no ar, mais vontade de foder mesmo.
Conheci um casal simpático perto da piscina, o Otávio e a Renata, que eu vou apresentar melhor daqui a pouco, e a gente ficou conversando sobre bobagem por quase uma hora, sem nenhuma pressa, comendo salgadinho e trocando risada. E foi só depois de todo esse tempo, quando o clima já estava completamente natural, que as coisas começaram a mudar de direção.
O Otávio é negro, uns quarenta anos, corpo atlético, com um pau grosso e duríssimo que eu pude ver quando ele se sentou de pernas abertas na espreguiçadeira, com um jeito calmo de conversar que combinava perfeitamente com o clima daquele domingo. A Renata é morena, uns trinta e oito, cabelo cacheado curto, corpo cheio de curva, seios maravilhosos e uma bunda que eu queria lamber, com uma risada gostosa de ouvir.
Casados há dez anos, sem filhos por escolha, moram perto dali mesmo.
Foi a Renata quem começou a se aproximar mais de mim, primeiro só com conversa, depois com um toque leve no braço, depois com a mão na minha perna enquanto a gente ria de alguma coisa. E o clima de tarde de domingo deixava tudo mais lento, mais gostoso de acontecer, sem aquela pressa que existe à noite.
Fomos pra dentro por volta das quatro, já com o sol começando a baixar um pouco, entrando por uma das janelas do quarto que escolhemos, sem precisar da luz artificial pra clarear nada. E foi estranho e delicioso ao mesmo tempo, ver tudo tão claramente iluminado, sem sombra pra esconder detalhe nenhum.
A Renata me deitou naquela cama com a luz natural entrando de lado, e desceu por mim com uma calma que combinava com todo o resto da tarde. Ela começou me beijando devagar, enquanto suas mãos percorriam meu corpo, apertando meus seios e beliscando meus mamilos até ficarem durinhos. Eu retribuí com a mesma vontade, sentindo a maciez da pele dela e a umidade já escorrendo de sua buceta.
Enquanto isso, os homens nos observavam, já pelados, com seus paus duríssimos. O Otávio se aproximou e começou a lamber a buceta da Renata enquanto ela me chupava. Eu gemia alto, com a luz do dia iluminando cada expressão de prazer no meu rosto. A Renata sabia lamber pra caralho, sua língua dançava no meu clitóris, enquanto seus dedos entravam e saíam da minha buceta molhada.
O Jorge e o Otávio entraram na dança. O Jorge, sem camisinha, como sempre faz comigo, me pegou por trás e começou a me comer com vontade, as estocadas profundas fazendo a cama ranger. Enquanto isso, o Otávio se posicionou à frente da Renata, e ela chupava o pau dele com gosto, fazendo aqueles barulhos de sucção que me deixavam louca.
A posição mudou para aumentar o tesão. O Jorge deitou de costas e eu sentei em cima dele, de frente, cavalgando com vontade enquanto ele segurava minha cintura. A Renata, vendo a cena, se ajoelhou na cama e começou a lamber meu clitóris por baixo, enquanto o Jorge me fodia por dentro. Eu gemia alto, sentindo a língua da Renata e o pau do meu marido trabalhando juntos.
— Puta que pariu, que tesão! — eu gritei, sentindo o ápice chegar.
Mas a gente queria mais. Eu saí de cima do Jorge e me virei de quatro, empinando a bunda para o quarto. Foi aí que a coisa ficou bruta. O Otávio, com seu pau grosso e duríssimo (protegido pela camisinha), se posicionou atrás de mim e entrou com força na minha bunda. No mesmo instante, o Jorge se ajoelhou na minha frente e deslizou seu pau na minha boca.
Eu estava ali, sentindo o Otávio me devastando por trás e engolindo o Jorge. Era a imagem da depravação à luz do dia. O ritmo era frenético, a carne batendo contra a carne.
— Fode minha bunda, Otávio! Mete esse pau até os ovos! — eu gritava entre as sugava no Jorge.
A Renata não ficou de fora. Ela se aproximou e começou a lamber meus seios e meu pescoço, enquanto usava os dedos para massagear meu clitóris, me levando ao limite do orgasmo.
Quando o ritmo atingiu o pico, aconteceu a dupla penetração. O Otávio continuava me fodendo com força no rabo, e o Jorge, saindo da minha boca, se posicionou e entrou com tudo na minha buceta. Eu senti os dois paus latejando dentro de mim, preenchendo cada espaço, esticando tudo. Era uma pressão absurda e deliciosa. Eu gozei violentamente, sentindo os dois ritmos se chocando dentro do meu corpo.
Para finalizar a sequência, eu saí do aperto dos dois e, ainda trêmula e molhada, sentei com tudo no rosto da Renata. Ela me recebeu com a língua faminta, bebendo todo o meu prazer misturado com o suor da tarde. Enquanto a Renata me chupava com vontade, o Jorge e o Otávio se posicionaram ao meu lado, excitados ao extremo.
O final foi uma explosão de sêmen. O Jorge gozou fundo dentro de mim, enchendo minha buceta com sua porra quente. O Otávio, tirando o pau da minha bunda, borrifou todo seu leite no meu rabo e nas minhas costas. A Renata, ainda com o rosto entre minhas pernas, gozou junto comigo, sentindo a vibração do meu orgasmo enquanto bebia minha essência.
— Caralho, que gostoso! — gritei, sentindo o calor da porra dos dois em mim, enquanto a Renata continuava a me lamber, agora saboreando o esperma do Jorge que escorria por mim.
A gente ficou assim por um tempo, os quatro deitados naquela cama, com o sol batendo direto na janela, suados, satisfeitos, rindo de bobagem, e a claridade do dia deixava tudo com uma sinceridade diferente.
O Jorge me achou com o olho, como sempre acha, e dessa vez foi mais fácil ainda, porque não tinha escuridão nenhuma pra atravessar. Ele me beijou, um beijo gostoso, de marido e mulher, mas com o gosto da porra do outro homem ainda na minha boca.
Saímos daquele quarto por volta das seis, ainda com luz do dia lá fora, e voltamos pra área da piscina, onde mais gente já estava reunida pro fim de tarde. E aquilo, meninas, foi a parte que eu mais gostei do domingo inteiro: descer, ainda pelada, sentar na beira da piscina com o Jorge do lado, com a Renata e o Otávio conversando por perto, e o sol descendo devagar no horizonte.
A casa foi esvaziando aos poucos, e por volta das sete a gente já estava vestido de novo, tomando um café antes de ir embora.
O Otávio, na despedida, comentou:
— Domingo é diferente, né?
— É — eu falei. — É bem diferente.
— Eu prefiro assim. A noite tem aquela pressa toda. O domingo é mais sobre estar presente mesmo.
E ele tinha razão.
No carro, na volta, com o sol já baixo, eu fiquei pensando em como aquela tarde tinha sido diferente de tudo o que a gente já viveu nesses nove anos.
— Gostou? — o Jorge perguntou.
— Muito. Foi tipo Tambaba com uma camada a mais.
Ele riu.
— É exatamente isso.
— Vamos voltar num próximo domingo.
E voltamos, sim, algumas vezes desde então, sempre com aquela mesma sensação de tranquilidade que só a luz do dia parece trazer pra esse tipo de experiência.
E, todo mês, quando chega o anúncio do próximo domingo na Spice, o Jorge me manda no privado, sem nenhuma legenda, só a foto do cartaz.
E eu já sei exatamente o que responder.
Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.
Casal Apimentados
