Enviando contos aqui comecei a receber ótimos comentários do Roberto, e após alguns, respondi a ele e começamos uma conversa. Eu achava engraçado ter conhecido alguém e ter afinidade logo de cara mesmo sem saber como era essa pessoa. Mas papo vai e papo vem, por “obra do acaso” estaríamos, por motivos profissionais, em São Paulo na mesma semana. Me antecipei e o convidei para um final de semana onde poderíamos conversar melhor e principalmente nos conhecermos pessoalmente. Para minha surpresa ele topou de imediato. Bom, lá fui eu para minha viagem, e combinamos de nos encontrar na quinta-feira a tarde. O local inusitado seria na praça da Republica, nas escadarias do teatro municipal, e de lá, caso ele topasse, iriamos para uma chácara na grande SP. Eu havia locado via AirBnB. Meu coração já pulava de medo e ansiedade. Na quinta pela manhã deixei o hotel com tudo dentro do carro e fui ao local combinado. Cheguei mais cedo do que o previsto e fiquei feito uma barata tonta andando de um lado para o outro. Recebi uma mensagem dele dizendo que estava a caminho porem se atrasaria uns minutos. Eu quase desisti, sabia que algo me atraia demais, a energia era intensa. Então após uns minutos ouço meu nome e ao me virar o vi bem próximo a mim, com um sorriso enorme e com a mão estendida em minha direção. Ele era mais bonito do que eu imaginava. Aquele olhar de mistério, cabelos grisalhos e um perfume inebriante. Eu não sabia o que fazer e mesmo dando uma gaguejada o cumprimentei. Fomos a uma mesa em uma cafeteria ali mesmo, pedimos cafés e iniciamos nossa conversa. Eu estava como que enfeitiçado, ele ali me olhando profundamente, e eu exalando tesão por ele. Ao chegar o café, tomamos, estávamos conversando e eu me soltando um pouco, mas ainda com um tremor enorme, quando ele me disse: Vamos?
Eu vi que ele estava decidido mesmo, e topei na hora. Meu carro estava no estacionamento em uma vaga bem distante e bem estratégica para fugir de câmeras e pessoas passando. Abri o porta malas, pus sua mala e ao entrarmos no carro ele foi por sua mochila no banco de trás se inclinando e roçando seu rosto no meu. Foi como aproximar dois fios elétricos, saiu faíscas. Nos olhamos rimos e o beijo aconteceu de forma carinhosa, romântica, mas com um tesão absurdo. Ele parecia não querer parar nunca com aquilo e por mim ficaria ali muito mais tempo. Paramos nos olhamos e fomos conversando enquanto eu dirigia e rumava para longe daquele fervo de São Paulo.
Durante a conversa falamos sobre a vida de cada um de nós, das adversidades vividas e entramos no papo de sexo. Cada um contou como gosta de fazer, ser tocado, etc. Eu via um sorriso nele sempre que eu dizia gostar de ser passivo e principalmente dominado. A viagem demorou quase uma hora e meia, o trânsito de SP é punk, mas aproveitamos muito rindo e saboreando cada informação nossa. Ao chegarmos fomos recebidos pelo proprietário do imóvel, um negro enorme, com sorriso largo e muito gentil. Ele fez questão de nos mostrar toda a propriedade que é linda, com lago, área verde extremamente bem cuidada, e o Chalé que parece ter sido transportado de uma história romântica. Após todo o tour ele nos olhou profundamente e disse que estaria ali ao lado pois sua residência era vizinha do chalé, também nos contou que vivia ali sozinho e que estaria disponível para tudo o que precisássemos, ele enfatizou o TUDO e segundo o Roberto me comeu com os olhos, pois já havia sacado toda a nosso intensão de ficarmos ali no final de semana.
Antes de sair nos deixou todos os controles incluindo o do portão e já foi embora. Ao fecharmos o portão nos olhamos e sem dizer nada nos agarramos ali mesmo, em pleno gramado. Foi uma loucura! Beijos, lambidas, abraços, aquele homem parecia um polvo, com vários braços, pois suas mãos estavam em todos os lugares do meu corpo. Fomos nos encaminhando para o quarto principal e eu literalmente fui despido em segundos. Quando me dei conta já estava deitado, nu e ele sobre mim somente de cueca. Eu o fiz parar e disse: Espera aí... tire tudo, por que está me escondendo isso? Ele riu alto e disse: Não quero que se assuste. Rimos e ele se levantou e fez a cueca cair a seus pés. Eu quase infartei pois o pau dele era lindo, não muito grande, mas... bem grosso. O calibre era considerável. Eu cheguei a salivar. Ele voltou a se deitar sobre mim e nossos paus já se esfregavam, e nossos corpos exalavam tesão. Vi que ele estava com algo em sua mão e perguntei o que era... ele me mostrou um tubo de lubrificante e disse: Um cuidado para nós dois. Gostei de sua preocupação e dengosamente me virei ficando de barriga para baixo enquanto ele iniciou carinhos em minhas costas junto com lambidas e mordiscadas, já se posicionando e chegando próximo a minha bunda. Me lambeu a olhota o que me fez gemer alto, a sua língua não me deixava quieto pois estava ali e parecia ter vida própria. Foram alguns minutos que me levaram ao céu! Eu já estava saindo do corpo quando senti seu dedo me penetrando... Adorei a sensação. Ele me fodia com o dedo que logo foi substituído por dois e na sequencia três dedos dentro de mim! Eu só gemia e rebolava muito. Me beijou e durante o beijo foi se posicionando e me virando. Ficamos em uma posição de papai mamãe e ele se encaixou e pôs seu pau diretamente esfregando em minha olhota, que neste momento já piscava de fome e tesão.
Ele parou me olhou dentro dos meus olhos e foi entrando, e eu engolindo toda aquela tora, a penetração foi intensa e dolorida pois como falei o calibre daquela arma é grande! Ao entrar todo em mim ele gemeu, e me abraçou com carinho se posicionando melhor. E nesse momento eu até relaxei um pouco facilitando o encaixe e também me posicionando melhor embaixo daquele macho. Aí tudo mudou... pois quando ele viu que eu estava submisso e entregue a ele. Começou a socar com muita força e velocidade me tirando gritos e gemidos. Enquanto me fodia eu tentava o empurrar e me mexer para tirar um pouco aquele mastro de dentro de mim. Ele entrava cada vez mais fundo, forte e rápido. Meu cu ardia e doía. Seus braços me prendiam e seu corpo me pressionava a ficar e continuar submisso. Ali eu era a fêmea! E ele o macho dominante! Eu desisti de lutar contra e me soltei um pouco, ele se aproveitou e se posicionou melhor acelerando os movimentos e quando vi ele já urrava gemia e me apertava o pescoço com a sua mão. Gozou como um ogro gemendo e esporrando muito dentro de mim!
Caiu sobre mim suando muito e com a respiração acelerada. Foi se acalmando e seu pau foi escorregando de dentro de mim trazendo um rio de porra quente.
Rimos nos beijamos e ele se deitou ao meu lado, enquanto eu apenas me encolhi para tentar diminuir a dor que vinha do meu cu arrombado naquele momento. Estava me sentindo que estava dominado como uma fêmea submissa.
Essa foi a primeira foda daquele final de semana que me marcou profundamente.