✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Prazer Jade 2

Um conto erótico de Ferinha
Categoria: Heterossexual
Contém 1347 palavras
Data: 02/09/2026 15:57:39

Continuação

Na manhã seguinte Jade acordou cedo fez o café como de costume, André sentou a mesa junto com seu filho Diego que regressa após suas férias com a mãe, um jovem impetuoso , forte e muito bonito cabelos escuros como noite, olhos castanhos esverdeado com da mãe, pele clara, boca carnuda e vermelha, voz firme porém doce, sorriso arrebatador, daqueles que uma fera da antes de devorar sua presa.

Pai e filho falavam dos negócios da família sobre a faculdade de Diego, que cursava administração na UFMG e como tinha sido suas férias.

Jade quando chegou Diego já havia partido de férias, quando Diego a viu estranhou uma nova "empregada".

-Temos uma nova empregada?

-Sim, essa é Jade, ela é afilhada de sua tia Susana. Você sabe como o Carlos é, ai sua tia pediu para ela vir para cá.

-Tio Carlos não perdoa ,rsrsrs... ela até que é bonitinha, quanto tempo ela vai ficar?

-O tempo que ela precisar, não seja intrometido.

-Jade venha cá.

André tentou falar o mais calmo possível em sua cabeça não sai a noite passada, não poderia transparecer seu nervosismo.

Jade se aproximou com a voz doce e seu jeito ingênuo. Era quase como um cordeiro em meio a lobos faminto.

-Sim tio André.

-Jade deixa eu te apresentar meu filho. -Esse é o Diego.

Jade desde que Diego sentou-se a mesa o olhava discretamente.

-Olá Diego, sou Jade, se precisar de qualquer coisa é só me chamar Tio André falou que você é muito ocupado, não vou incomodá-lo. -Tio já terminei aqui, vou tomar meu café e limpar seu escritório.

Um frio percorreu a espinha de André, ele passaria o dia fora porém um desejo de observar Jade limpando o escritório veio em sua mente, ficariam a sós.

Logo André foi para o escritório, Diego foi para seu quarto, Jade após o café tirou a mesa e foi limpar o escritório, quando chegou lá viu André no computador a mesa cheia de papeis, o telefone vibrava na mesa com várias mensagens, ela perguntou se era uma boa hora para limpar ali, e André respondeu que sim, que não o atrapalhava.

Na verdade André não sabia direito porque queria estar ali só para vê-la limpar, mas quando Jade abaixou para ajeitar uma manta que ficava em um sofá, tudo fez sentido, ela usava uma calça legging e uma blusinha de alcinha fina, simples nada vulgar, porém muito sensual, o avental só cobria a frente da roupa, pobre André ficou ali hipnotizado. Em seus pensamentos ele segura Jade na mesma posição sem roupa, e a possuia com seu pênis que estava explodindo dentro da calça nesse momento.

André sentia-se quente, imaginava com devia ser linda e gostosa a bucetinha da jovem.

O toque do telefone o despertou, e Jade continuou seu serviço alheia o desejo do seu patrão.

Enquanto André resolvia o telefonema, notou que não podia levantar, sua ereção era altamente visível, como faria para sair dali?

Foi então que veio a ideia de aproveitar a ligação e pedir privacidade, assim ela não estranharia nada , nem ficaria chateada.

Após terminar a ligação André permaneceu no escritório tinha de ir a oficina, porém seu pau estava mais duro que pedra, ele não tinha outra alternativa e começou bater outra punheta pensando em Jade, no ato ele fechou os olhos e sussurrou o nome dela , quando abriu os olhos Jade estava na sua frente, ela o observava com um ar de incredulidade misturada com desejo.

André tentou se recompor rapidamente, porém Jade falou.

-Calma tio, sei que errei por não ter batido na porta, desculpe, eu vou embora.

André pulo da cadeira, e correu em direção a porta , se encostou a porta e disse.

-Jade eu posso explicar. Me desculpe, eu não sei o que passou pela minha cabeça, foi um momento de fraqueza, por favor me perdoe.

Jade no fundo gostou do que viu, mas como falar isso para o cara que era seu patrão e havia lhe dado abrigo, mas Jade chegou perto de André sem raciocinar, o beijou.

André ficou parado por um instante, mas logo correspondeu o beijo, passou a mão na cintura dela e puxou a contra seu corpo, Jade pós a mão em volta do pescoço dele, ai os instintos tomaram conta. Jade apesar de se tocar era virgem, André não sabia, mas logo descobriria.

Jogo a no sofá e tirou seu avental e sua blusa, ela não usava sutiã, seus seios eram pequenos botões, André os beijava e acariciava com a língua, logo tirou sua legging e sua calcinha, a colocou de quatro sobre o sofá, afastando sua pernas e lhe dando um banho de língua sem igual, Jade não tinha controle de seu corpo, ela gosou seu corpo obedecia aos comandos de André, quando ele começou o chupa lá ela se contorceu por inteiro nunca havia experimentado tal sensação, o prazer tomou conta daquele lindo corpo feminino.

André tirou a própria roupa, enquanto Jade ajoelhou em sua frente tímida pegou seu pênis e pos na boca lentamente, um arrepio subiu pelo corpo do tão experiente André, ela logo começou a intensificar o movimento, ele delirava de prazer, e pensa se aquilo realmente estava acontecendo, por um instante esqueceram quem eram. Então quando ele a colocou de quatro novamente e ia introduzir seu pau latejante nela, ela falou.

-Vai de vagar tio essa é minha primeira vez.

André parou. Olhou nos olhos dela e se afastou.

-Jade você nunca?...

Sua voz era quase um sussurro.

-Nunca fiz sexo, até porque nunca tive ninguém, minha mãe era doente e eu tinha de trabalhar desde muito nova.

-Então porque me deixou fazer essas coisa com você? Você entende o que estávamos fazendo agora?

André se culpou por tudo que aconteceu.

Então Jade o puxou para o sofá com força e ele caiu sobre ele. Ela subiu em André e disse.

-Tio eu quero, eu quero muito não me rejeite, sei que não sou bonita, e que não passo de uma simples empregada, meu corpo está ardendo de vontade, por favor.

André permaneceu com o pau ereto, agora mais ereto ainda com as palavras dela e com o pau centímetros da buceta melada e quente de Jade, o tesão falou mais alto que tudo, mas isso com certeza teria consequências.

André puxo ela firme para baixo delicadamente para seu membro, ela engolido centímetro a centímetro, uma beceta muito, muito apertada, ele fazia um enorme esforço para não gosar, era muito difícil, enquanto isso Jade choramingando falava.

-Dói mas não para tio, hoje vou ser sua como nas minhas noites me aliviando em segredo no meu quarto.

André parou e a encarou atônito com a revelação.

-O que você disse?

-Que todas as noites me toco pensando em você. Desde que cheguei aqui te desejo. Tio tudo que quero é você.

André não se conteve e penetrou cada vez mais, até entrar por inteiro, começou o movimento frenético mas logo a puxou para cima com força, e jorrou muito , porém seu pau permaneceu duro, ela o chupou novamente o deixando no ponto de recomeçar, ele a virou de costas e de quatro a penetrou como tanto queria, os dois gemiam e arfavam como dois lobos no cio. Jade gosou com nunca, a sensação era nova e dolorida porém gostosa, André continuou, até que ele puxou seu pau para fora para gosar ,e Jade rapidamente se abaixou e segurou seu pau e pos na boca, ele gosou loucamente, e para sua surpresa ela não cuspiu seu semem, ela engoliu com cara de satisfação, que nenhuma das mulheres que ele teve jamais fez.

André ficou admirando a pequena Jade por segundos afim.

Até que ele ouviu um barulho que vinha de fora .

André se vestiu e pediu para Jade fazer o mesmo.

-Jade vou sair na frente quando se sentir segura saia e vá para seu quarto descansar, mais tarde passo lá para conversarmos.

Então André foi para o quarto dele tomou um banho rápido e foi trabalhar.

Quando a noite chegou André bateu baixinho na porta do quarto de Jade.

Continua...

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 2 estrelas.
Incentive Ferinha Manaus a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários