Olá. Outro dia estava de carro com um amigo e passamos por uma praça onde tinha um vendedor de toalhas. Esticadas em uma corda, toalhas com o rosto de candidatos a presidente. Mais de um modelo de cada político. Meu amigo falou: imagina você se secar com a barba do candidato!? e emendei. Imagina você ir de noite no banheiro, acender a luz e aquela cara estiver no box. Rimos e ele lembrou: bom mesmo era na década de 1990 que tinha toalha de mulher pelada. Aquilo era uma coisa educativa, bonita. De fato, hoje em dia não seria bem visto uma toalha com figuras eróticas, mas essas de políticos também não são boa coisa. Meu amigo lembrou que antes tinha revistas de mulher pelada nas bancas, que a gente ia na banca pra ficar vendo a capa. hoje, não tem mais essas publicações, mas ninguém deixaria numa banca. Lembrei de uma história que conto agora sobre a década de 1990 que era bem diferente dos nossos dias.
Cresci na década de 1990 no interior. Eu era um raro caso de filho único, porque havia ainda famílias numerosas na minha região. Havia muitos tabus, não se podia falar de tudo, mas na minha família se falava de tudo mesmo. Só me avisaram para não ficar comentando porque as pessoas poderiam achar estranho. Na família do meu pai eram seis rapazes, todos bem dispostos, esportistas e sem pudor de falar as coisas. A família da minha mãe era de outro estado e recatada, ou seja, com os primos de lá não podia falar o que falava com os de cá.
pois, bem, sobre as toalhas. Um tio solteiro tinha uma toalha com uma moça de biquini, acho que não era nua. Ele deixava para secar na porta do quarto. Meus primos e eu admirávamos a moça que ficava pendurada na porta. Um outro tio teve a ideia de presentear cada um dos sobrinhos, quando era o aniversário, com uma toalha de mulher. Teve tia que achou um absurdo e teve gente que achou engraçado. Ele dizia que trazia do Paraguai essas toalhas, mas acho que era de São Paulo. Teve até a história, verdadeira ou não, mas engraçada, de um primo que disseram que ele colocava a toalha sobre a cama e ficava se esfregando.
A minha toalha era de uma negona na praia. eu gostava. era bem bonita. Lembro que uma vez esse meu tio solteiro foi tomar banho em casa e me pediu uma toalha, dei uma simples pra ele, mas ele disse: quero a negona. Ele tomou banho e eu estava no banheiro quando ele estava se enxugando e falou brincando: quando você for se secar pega a bunda da negona e esfrega no seu saco pre ele crescer mais. Riu. Eu falei, ah é? e ele me passou toalha no saco. Todo mundo é peludo na família e ele passou pelas bolas e pelo pênis que logo foi crescendo. Achei uma coisa fantástica aquele pau grande, porque o meu deveria ficar naquele tamanho. Ele me perguntou se eu já tinha visto um pau duro. respondi que não e ele falou: olha só, fica como pedra. Perguntou se eu já tinha pelo no saco, mostrei que sim. Fiz ver meu pau que estava também endurecendo. Ele falou que o pau dele ficou grande assim porque ele começou a fazer sexo cedo. Perguntou se eu já comia as gatinhas. Respondi sem graça que não. Ele segurando no pau grosso, me explicou: Você põe a cabecinha devagar na buceta, depois vai colocando tudo e vai fazendo pra frente e pra trás. A aulinha até que foi interessante.
Noutra ocasião estava ele, meu pai e eu no carro e ele perguntou sobre as namoradinhas. Falei que estava devagar. Ele disse para meu pai que tinha me dado umas instruções. Meu pai disse que o básico eu já sabia. Meu tio disse que meu pai era um dos melhores comedores da cidade. Perguntou se eu já tinha visto meus pais transando. Olhei para meu pai que respondeu que sim, que eu já tinha visto algumas vezes. Meu tio perguntou como que era. Eu falei: ele deita em cima da mamãe e põe o pau na buceta dela. Ele falou: só isso!? respondi que basicamente sim. aí acrescentei detalhes que ambos gostaram de ouvir. Falei assim: Antes de tudo, papai sempre mama nos peitos da mamãe e ela chupa o pau dele. As vezes ele chupa a buceta dela, às vezes já deita em cima dela e põe o pau logo. Aí ela geme gostoso até que se cansam. De fato, na época eu não sabia que gozavam. Aí meu pai acrescentou: nem sempre eu deito em cima. Aí disse: é, tem vezes que ela fica de costas.
Perguntei para meu tio como ele transava se não era casado. Ele disse que não transava todo dia como meu pai, mas que sempre tinha mulher para fazer sexo, aliás várias. Comentou o nome de uma e falou que era deliciosa. Meu pai falou que o bundão dela era maravilhoso. Meu tio falou que ela tinha a buceta lisinha e meu pai disse que chupou muito ela. Achei o máximo os dois compartilharem a mesma parceira.
Como eu tinha a negona da minha toalha perguntei se eles já tinham feito sexo com uma negra. Meu tio disse que sim, que tinha peitão, que foi uma delícia. Meu pai já veio com a história de uma magrinha que ele comeu no mato. Meu pai disse que a menina tinha os cabelos da buceta enrroladinhos. meu tio disse que era assim que gostava, que não gostava de lisinhas. Perguntou se eu já tinha visto uma buceta. Respondi que a da minha mãe e era peluda. Meu pai disse que pedia para manter assim. Meu tio perguntou se chupava mesmo assim, e ele respondeu que sim, que abria bem pra meter a língua no lugar certo. Meu pai continuou: bucetona grande, quando tá latejando, já vou com a boca, é igual beijo na boca, enfio a lingua. ela adora. Meu tio todo animado teceu diversos elogios para minha mãe. Meu pai acrescentou: e chupa bem também, chupa até as bolas. E a conversa seguiu animada.
Lembro outra vez em que estavamos vendo TV e passava a banheira do Gugu. Estavamos em tios e
Voltando sobre a toalha. Uma vez a tolha estava esticada e minha mãe falou: você gosta dessa negona, né. Rindo disse que era o que tinha. Ela tirou o short e a camiseta, ficou de calcinha e sutian e perguntou quem era mais bonita. respondi que era ela. Ela riu e disse: você falou com seu tio que eu tinha a buceta peluda, né. Fiquei com vergonha, ela disse: não precisa ficar com vergonha, seu pai me contou. Falei que fazia parte do assunto. Ela perguntou: Você prefere lisa ou peluda? disse peluda para agradar. ela riu e falou: agora fala pro seu tio que eu raspo tudo de vez enquando. Olha só. e levantando a calcinha me fez ver a grandona toda lisa. Ela dissse: seu pai vai chupar muito essa noite. E saiu.
Quando meu pai chegou do trabalho tudo seguiu normal. Nem lembrei de comentar, mas ela falou com ele. Já era tarde, eu já estava no meu quarto, quando meu pai aparece de cueca, com o pau saltando do lado e me chama para ver uma coisa. Eu fui curioso. Minha mãe estava nua na cama e ele falou: deixa eu mostrar pro Allyson como que chupa. Ela disse que ficava com vergonha, mas ele disse que eu precisava aprender. Falou: Filho, é como beijo na boca. E foi chupando. Depois falou, tem que colcoar a lingua. e chupava aquela buceta grande e lisa. ela de pernas abertas gemia alto e gostoso tocando os seios. até que ele ficou de pé e perguntou se aprendi. Balancei a cabeça dizendo que sim. Aí ele tirou a cueca com o pau duro, puxou a cabeça pra fora e disse: agora é só meter. Ele colocou ela de quatro e foi metendo devagar, depois aumentou o ritmo. Lembro que foi algo longo, tipo uma meia hora na minha cabeça. Vai rápido, ela geme, vai devagar. Ele não tirava o pau, só mudava o ritmo. Até que ela chegou ao orgasmo e ele também começou a socar forte.
Ela ficou deitada de bruços com a bunda grande pra cima, ele com aquele pau umido, sentou na cama, olhou pra mim e disse: você ainda vai comer muita buceta gostosa. Deitou na cama de barriga pra cima e vi o pau amolecendo.
Numa outra ocasião meu pai e meu tio falavam sobre uma gostosa, perguntei se era minha mãe. Meu tio disse que ainda não tinha comido ela. Meu pai disse que o dia que experimentasse ia gostar.