✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Coabitação forçada. Cap.1

Um conto erótico de Amor Proibido
Categoria: Heterossexual
Contém 3977 palavras
Data: 01/09/2026 01:06:09
Última revisão: 04/09/2026 04:29:17

Uma herança obriga uma madrasta e seu enteado a viverem juntos num apartamento contra a sua vontade. Que aventuras reservam?

COEXISTÊNCIA FORÇADA

Capítulo 1: A Herança Imposta

O calor de julho penetrava sua pele como uma mão pesada e úmida que não a soltava. As calçadas da General Osório brilhavam com um verniz oleoso, o asfalto amolecido pelo sol, e o ar cheirava a alcatrão quente, gasolina queimada e aquele suor coletivo da cidade que impregnava suas roupas. Mateo caminhava rapidamente, seu terno escuro absorvendo o calor do meio-dia, sua camisa branca colada às costas, gotas de suor escorrendo pelo pescoço e desaparecendo em sua pele. Fazia exatamente um mês desde a morte de seu pai, e cada passo ecoava com uma raiva contida e abafada, como um tambor distante. Por anos, ele construiu sua vida sozinho: seus estudos pagos pelo pai, sim, mas com a condição implícita de nunca pedir nada mais; um relacionamento estável, previsível e confortável com Laura; Um corpo esculpido ao milímetro — 1,73 metros de músculos ágeis e definidos, braços e costas esculpidos por anos de ginástica, dança e levantamento de peso, cabelos castanhos cortados com precisão, olhos claros que desarmavam com um único olhar, um sorriso fácil que abria portas sem esforço. Nada de álcool, nada de excessos. Tudo sob controle. E agora a vontade ameaçava destruir tudo.

Pensei em Mia com um ódio puro e cortante. Eu a tinha visto em fotos antigas e em algum jantar de família distante, sempre de relance: 35 anos, colombiana, corpo extremamente curvilíneo com uma silhueta de ampulheta bem pronunciada, cintura fina e definida, quadris largos, coxas grossas e tonificadas, nádegas e busto volumosos, sutilmente preenchidos nos lugares certos. Pele quente e uniformemente bronzeada por todo o corpo, lisa e impecável, com um brilho natural. Seios grandes e naturais, tamanho D ou DD, em formato de gota arredondada com uma leve inclinação, mamilos escuros de tamanho médio. Cabelo preto como azeviche, liso e com um brilho saudável. Olhos escuros e profundos, amendoados como pálpebras de gato com uma leve dobra, cílios longos e grossos. Tatuagens: duas pequenas andorinhas na parte superior do seio, uma rosa grande e detalhada na parte externa da coxa esquerda. Para Mateo, ela não passava de uma oportunista que seduziu seu pai viúvo, transformando seus últimos anos em uma piada luxuosa paga com o dinheiro da família.

Ele entrou no cartório e o ar-condicionado o atingiu como um soco frio e seco, arrepiando-lhe a pele por baixo da camisa encharcada. Lá estava ela, ao lado do tabelião, vestindo um terninho rosa-claro que se colava ao corpo como se tivesse sido costurado. Saltos pretos alongavam suas pernas, realçando a curva de suas coxas grossas e o balanço pronunciado de seus quadris largos. O tecido esticava-se sobre seus seios grandes e pesados, sugerindo que ela não usava sutiã, ou que era tão fino que era inútil; seus mamilos escuros eram quase invisíveis, dois pontinhos sob o tecido macio, andorinhas tatuadas espreitando sutilmente de seu decote. Mateo sentiu o impacto direto em seu pênis: um puxão forte e imediato, uma imagem rápida e suja daquele tecido deslizando lentamente para baixo, revelando mamilos escuros de tamanho médio, a pele bronzeada e quente brilhando com uma leve transpiração. Instantaneamente, ele se odiou por ter pensado nisso, por aquela reação traiçoeira do corpo que não obedecia à razão.

Mia aproximou-se para cumprimentá-lo. Tentou os dois beijos de praxe, curvando-se com graça natural, seu perfume — jasmim doce misturado com algo mais quente, mais carnal, como baunilha e pele recém-lavada — envolvendo tudo, preenchendo seu nariz, sua garganta. Mateo deu um passo para trás e apertou sua mão, fria e firme, apertando com mais força do que o necessário, como se quisesse transmitir todo o seu desprezo naquele contato.

"Um prazer", disse ele secamente, com a voz baixa e áspera.

Ela fez uma pausa, seus lábios carnudos entreabertos por um segundo, depois sorriu sem alcançar seus olhos escuros em formato de amêndoa, um sorriso educado, porém tenso.

—Igualmente, Mateo.

Eles se sentaram em frente à mesa do tabelião. O ar-condicionado zumbia constantemente, seu frio artificial contrastando fortemente com o calor abafado lá fora. O homem leu em um tom monótono e profissional, sem qualquer inflexão. Primeiro, os cargos: Mateo, Diretor Financeiro; Mia, Gerente Geral. Salários conforme o acordo coletivo, nada extraordinário. A empresa seria administrada por uma empresa terceirizada até segunda ordem. Mateo cerrou os punhos sob a mesa, os nós dos dedos brancos, sentindo a raiva subir-lhe ao peito como bile.

Então veio a bomba, lida textualmente, sem nenhum acréscimo:

—Para receber a herança integral, ambos devem morar juntos durante um ano inteiro na casa da família, no número 12 da Rua General Osório. O objetivo —repetiu o tabelião com a mesma voz monótona—é “conhecer-se e aceitar-se como família”.

Um silêncio total e denso, tão denso que se podia cortar com uma faca. Mia piscou lentamente, uma lágrima grossa escorrendo por sua bochecha quente e bronzeada, mas ela não soluçou; chorou ereta, digna, sem alarde, enxugando-a com o dorso da mão. Mateo sentiu puro ódio pelo pai morto, um ódio que lhe queimava o estômago. Seria essa uma reconciliação forçada? Trancar o filho legítimo com a viúva interesseira, como se fossem uma família de verdade?

Eles também destinarameuros para que Mateo reformasse um quarto e um banheiro privativo no apartamento ao seu gosto. Ele assinou os papéis sem dizer mais nada, levantou-se rigidamente e saiu sem se despedir, deixando para trás a frieza artificial do cartório e retornando ao calor sufocante da rua.

Duas semanas depois, a reforma estava concluída. O apartamento era amplo, com 200 metros quadrados, iluminado graças às janelas altas, com uma sala de estar espaçosa e pé-direito alto, uma cozinha moderna equipada com eletrodomésticos de aço inoxidável, banheiros reformados, quartos separados, mas um pouco próximos demais um do outro, e um grande terraço com vista para a rua arborizada. O calor entrava pelas janelas abertas, trazendo o cheiro de asfalto quente, folhas secas e o ruído distante do trânsito madrilenho.

O quarto de Mateo se transformou em seu bunker pessoal: paredes em tons de cinza claro e escuro, uma grande escrivaninha com um computador de última geração, um guarda-roupa impecavelmente organizado — ternos pendurados por cor, camisas dobradas com precisão militar, roupas esportivas em fileiras impecáveis. Paredes adornadas com diplomas universitários emoldurados e prêmios de competições esportivas. Ordem absoluta, controle total, como sempre.

Laura estava ajudando-o na mudança. Loira, de beleza clássica, com uma figura encantadora, mas sem as curvas extremas de Mia: seios firmes, porém pequenos, cintura reta, quadris moderados. Um relacionamento fácil e previsível, sem surpresas. Subiram as escadas carregando caixas, suando no calor, o ar denso de poeira e papelão.

"Que apartamento incrível", disse Laura enquanto colocava livros nas novas prateleiras, com a voz leve, tentando parecer alegre. "E aquela mulher tem muita sorte de ter tudo isso."

Mateo deixou cair um cofre no chão com um baque, o som ecoando na sala vazia.

"Não diga isso", murmurou ele, conduzindo-a com cuidado, mas com tensão, para um canto. "Ela não é a vítima aqui. Meu pai se deixou enganar como um tolo, e agora está nos prejudicando com essa palhaçada."

Laura suspirou, acariciando seu braço nu, cuja pele estava quente e ligeiramente úmida de suor.

"Querida, ele está morto. Ele não pode se defender. E ela ainda vai ter que te aturar por um ano inteiro. Vamos tentar tirar o melhor proveito disso, tá bom?"

Naquele instante, Mia apareceu na porta, encostada no batente com uma postura relaxada, porém atenta. Ela vestia um vestido leve de linho branco que se ajustava ao seu corpo no calor, o tecido fino realçando seus mamilos escuros, endurecidos pelo atrito ou pelo ar-condicionado, seus quadris largos balançando levemente a cada movimento, e uma grande tatuagem floral espreitando por baixo de sua coxa esquerda bronzeada.

"Olá", disse ela suavemente, com uma voz calorosa e um leve sotaque colombiano, mas com um tom de cautela subjacente. "Sou Mia. Prazer em conhecê-la, Laura."

Ele se inclinou e deu dois beijos em Laura, seus lábios suaves roçando suas bochechas. Laura sorriu calorosamente, abertamente; Mia estava tensa, mas educada. Mateo a observou enquanto seus lábios carnudos roçavam as bochechas de sua namorada, enquanto o aroma de jasmim e o calor de seu corpo o envolviam novamente, preenchendo seus pulmões, seus olhos amendoados e felinos encontrando brevemente os dele.

"Estou te convidando para jantar hoje à noite", sugeriu Mia, olhando de um para o outro. "Assim podemos conversar em paz. Laura, venha quando quiser; esta casa também é sua enquanto estiver aqui. Eu não impus essas condições absurdas; elas me incomodam tanto quanto o incomodam."

Laura respondeu prontamente, percebendo a tensão no ar e tentando apaziguar os ânimos.

—Obrigado. Seria ótimo. Tenho certeza de que nos daríamos muito bem, não é, Mateo?

Mia sorriu tristemente, seus profundos olhos escuros se voltando para o chão por um instante.

—Não quero te incomodar. Se preferir ficar sozinha, posso levar uma salada para o quarto e te deixar em paz.

Mateo permaneceu em silêncio, com os braços cruzados sobre o peito rijo, olhando fixamente para a frente. Laura respondeu por ambos, com sua diplomacia habitual:

—Não precisa. Vamos jantar juntos, sim.

Mia assentiu com a cabeça, com um pequeno sorriso resignado, e caminhou pelo corredor, seus quadris largos balançando naturalmente, o vestido roçando suas coxas grossas e bronzeadas, uma tatuagem floral visível em sua perna.

Mateo preparou o jantar com sua precisão habitual: frango grelhado sem adição de gordura, uma salada fresca com tomate maduro e alface crocante, e quinoa cozida no ponto certo. Tudo medido, saudável, controlado. Jantaram na grande mesa da sala de estar, sob a luz quente dos abajures, com o ar-condicionado funcionando suavemente. A conversa foi educada e superficial: o tempo, o trânsito, anedotas banais do trabalho. Mia falava pouco, respondendo com monossílabos ou frases curtas com um leve sotaque colombiano; Laura tentava puxar assunto, perguntando sobre a decoração do apartamento, sobre receitas. Mateo comia em silêncio, observando como a luz do abajur incidia sobre o decote profundo do vestido dela, como seus lábios carnudos se fechavam ao redor do garfo, deixando um brilho úmido, com suas tatuagens de andorinha aparecendo sutilmente.

Então, sentaram-se no grande sofá da sala para assistir à Netflix. Laura sentou-se entre eles, uma barreira natural. Colocaram uma comédia leve; as risadas gravadas eram tão cativantes que ninguém realmente ria junto. O ar-condicionado zumbia constantemente, um frio seco que contrastava fortemente com o calor persistente do dia. Quando os créditos finais terminaram, Mia levantou-se lentamente, espreguiçando-se com uma graça felina, o tecido do vestido apertando seus seios grandes e pesados, seus mamilos escuros ficando mais proeminentes, tatuagens de andorinhas visíveis na parte superior do peito.

"Boa noite", disse ela suavemente, com a voz rouca de cansaço, olhando para os dois com seus profundos olhos amendoados. "Foi um dia longo, estou exausta."

Ela caminhou pelo corredor, seus quadris largos balançando naquele ritmo hipnótico, o vestido roçando suas coxas grossas e bronzeadas, a porta se fechando com um clique suave e final.

Laura bocejou, aconchegando-se no ombro de Mateo, com os cabelos loiros cheirando ao seu xampu habitual.

—Vou dormir, tenho que acordar muito cedo amanhã—ela sussurrou, dando-lhe um beijo no canto dos lábios—. Venha comigo.

Mateo desligou a TV com o controle remoto, a tela ficando preta, e a seguiu pelo corredor. Ao passar pela porta fechada de Mia, parou por um segundo imperceptível. Ouviu gemidos baixos, rítmicos e úmidos, quase inaudíveis: podia ser prazer solitário, dedos se movendo lentamente entre as pernas abertas, a respiração suspensa. Seu coração disparou, seu pau pulsando sob as calças. Laura não o ouviu e continuou andando; ele cerrou os dentes, o maxilar tenso, e entrou no quarto dela atrás dela.

Laura já estava na nova cama king-size, as luzes apagadas, exceto pelo brilho alaranjado dos postes de luz que filtrava pelas cortinas entreabertas. O calor abafado do dia ainda pairava no ar, apesar do ar-condicionado.

"Você vem?", ela sussurrou, estendendo a mão na penumbra, com uma voz suave e familiar.

Mateo tirou a roupa com movimentos precisos, dobrando-a cuidadosamente sobre a cadeira da escrivaninha: camisa, calça, cueca. Estava cansado, ressentido, a raiva do dia fervilhando em seu estômago. Mas Laura se aproximou, rastejando sobre o lençol frio, beijos suaves em seu pescoço, as mãos explorando seu peito firme e definido, os dedos roçando seus músculos esculpidos. Ele aceitou porque a amava, porque era o que lhe trazia conforto, era previsível, era seguro.

Eles apagaram todas as luzes. Apenas o brilho alaranjado da cidade filtrava-se pelas frestas. Laura o beijou lentamente, sua língua quente e úmida invadindo a boca dele, com gosto de pasta de dente mentolada e do carinho de sempre, aquele gosto familiar que não surpreendia, mas confortava. Mateo respondeu a princípio mecanicamente, as mãos repousando em sua cintura fina, sentindo o corpo familiar, a pele lisa e sem pelos. Ela tirou a camiseta clara, ficando apenas com uma calcinha e um sutiã brancos, simples e funcionais. Seios firmes, pequenos e altos, mamilos rosados ​​endurecidos pelo toque do ar frio.

Mas outra imagem invasiva e traiçoeira surgiu na mente de Mateo: os seios grandes e pesados ​​de Mia, bronzeados, naturais, em formato de lágrima e levemente caídos, com mamilos escuros e endurecidos de tamanho médio e andorinhas tatuadas na parte superior dos seios. Ele fechou os olhos com força, tentando apagá-la da memória. Começou a beijar o pescoço dela com mais fervor do que o habitual, os lábios percorrendo sua delicada clavícula, a língua traçando caminhos úmidos até alcançar um dos seios. Sugou o mamilo com força, sentindo uma nova pressão, a língua girando em torno do botão rosado, os dentes apenas roçando-o. Laura ofegou, surpresa com a intensidade, arqueando as costas e pressionando o seio contra a boca dele.

"Você está... diferente hoje", ela sussurrou, rindo baixinho, enquanto suas mãos se enroscavam em seus cabelos castanhos, puxando-os delicadamente. "Eu adoro."

Mateo não respondeu, a voz presa na garganta. Gentilmente, mas com firmeza, empurrou-a para trás, posicionando-se entre suas pernas esbeltas e abrindo-as com os joelhos. As preliminares foram breves a princípio, mas prolongaram-se à medida que a frustração o dominava: dedos deslizando por baixo de sua calcinha de algodão, encontrando-a já úmida, os lábios lisos e depilados, o clitóris inchado sob o capuz. Inseriu primeiro um dedo, lentamente, sentindo o calor apertado e familiar envolvê-lo, depois dois, movendo-os suavemente, curvando-os para roçar aquele ponto interno áspero que a fazia estremecer. O som úmido era suave, rítmico, o delicado chiado dos fluidos, o aroma da excitação feminina preenchendo o quarto, misturado ao suor do dia.

Laura soltou um suspiro suave, seus quadris se elevando ao encontro dos dedos dele, sua respiração acelerando. Mateo retirou os dedos brilhantes, tirando apressadamente a cueca. Seu pênis estava mais duro do que nunca naquela noite, uma veia grossa proeminente ao longo da haste, a glande inchada e arroxeada, brilhando com o líquido pré-ejaculatório transparente. Laura o pegou em sua mão quente, acariciando-o suavemente para cima e para baixo a princípio, depois com mais pressão, o polegar roçando a glande sensível. Mateo pressionou contra a mão dela, querendo mais, mais fricção, mais intensidade.

Ele colocou a camisinha rapidamente, o látex esticando com um rangido elástico sobre sua grossura. Penetrou devagar no início, sentindo os grandes lábios de Laura se abrirem ao redor da glande, a pele quente e úmida envolvendo-o centímetro por centímetro, as paredes vaginais dela pulsando suavemente. Ela suspirou profundamente, suas pernas esbeltas se enrolando em sua cintura, os calcanhares pressionando sua lombar. Começaram devagar, com movimentos longos e profundos, roçando seu clitóris inchado cada vez que ele quase se retirava e voltava a penetrá-la, pélvis contra pélvis com um som suave e úmido.

Mas ele fechou os olhos e deixou que a imagem proibida de Mia o invadisse completamente: cabelos negros como azeviche espalhados no travesseiro como uma mancha de tinta, olhos felinos escuros em formato de amêndoa olhando para ele com desejo culpado, quadris largos se elevando para engoli-lo mais fundo, seios grandes e pesados ​​balançando livremente a cada estocada, mamilos escuros de tamanho médio duros como pedras, tatuagens de andorinha voando em seu peito bronzeado.

O ritmo mudou por si só, impulsionado pela fantasia. Ele penetrou mais fundo, mais rápido, pélvis colidindo com pélvis num som úmido e alto, seus testículos roçando suavemente o períneo de Laura. Ela soltou um suspiro alto, surpresa, mas encantada, suas unhas cravando-se nas marcas em suas costas.

"Meu Deus, Mateo... sim... assim mesmo, porra..." ela sussurrou, com a voz embargada, e as pernas se apertando com mais força.

Ele grunhiu baixinho, agarrando seus quadris esguios com uma força recém-descoberta, os dedos cravando em sua carne macia, deixando marcas tênues. Ele a virou de quatro abruptamente, um movimento brusco, mas consensual. Laura se entregou, apreciando a intensidade inesperada, sua bunda firme e bonita empinada, as costas arqueadas. Por trás, ela viu seu corpo esguio e familiar, mas em sua mente, era outra pessoa: os quadris largos de Mia, sua bunda grande, redonda, alta e firme quicando contra sua pélvis a cada estocada profunda, sua pele quente e bronzeada brilhando de suor, uma grande tatuagem floral em sua coxa esquerda tremendo.

Ele queria dar umas palmadas naquela bunda imaginária, deixar uma marca vermelha em suas nádegas carnudas, ouvir o estalo seco e um gemido sujo e rouco. Mas se conteve; Laura não gostava de sexo bruto e brutal. Ele continuou penetrando fundo e rápido, seus testículos batendo contra seu clitóris inchado, a camisinha encharcada com o líquido dela, o cheiro de sexo preenchendo o quarto, gotas de suor se formando nas testas.

Laura chegou primeiro, tremendo violentamente da cabeça aos pés, sua vagina se contraindo em espasmos rítmicos e poderosos, as paredes apertando seu pênis, um grito abafado no travesseiro para evitar fazer barulho. O líquido quente encharcava ainda mais o látex, o som úmido se intensificando. Mateo continuou imaginando Mia gozando sob ele, as unhas cravando em seus ombros, a voz rouca e rouca, sussurrando: "Mais forte, querido... rasga minha vagina."

Ele ejaculou com um rosnado abafado e animalesco, o sêmen quente preenchendo a camisinha em jatos longos e poderosos, um prazer intenso percorrendo sua espinha como eletricidade, mas misturado a uma raiva contida. Ele imaginou ejacular dentro de Mia sem barreiras, preenchendo-a até que o sêmen espesso escorresse por suas coxas quentes e bronzeadas, marcando-a por dentro.

Ele desabou ao lado dela, ofegante, com o peito subindo e descendo. Laura aconchegou-se a ele, sorrindo, com a pele pegajosa de suor.

"Foi incrível, meu amor", sussurrou ele, beijando seu peito firme, sua língua roçando um mamilo masculino. "Eu te amo muito."

Mateo passou a mão mecanicamente pelos cabelos loiros, sentindo a frustração queimar por dentro como ácido. Não era suficiente. Ele queria mais crueza, mais proibido, mais intensidade que quebrasse suas próprias regras.

Laura adormeceu rapidamente, sua respiração profunda e constante. Ele não conseguiu. Levantou-se silenciosamente depois de meia hora, com os pés descalços no piso frio de parquet, e desceu até a cozinha para pegar água gelada. Abriu a geladeira, uma luz branca iluminando o espaço. Lá estava Mia, de costas para ele, tomando chá lentamente, com uma xícara fumegante nas mãos. Uma camiseta curta de algodão mal cobria seu bumbum grande, redondo e empinado, e ela não usava sutiã: seios fartos eram claramente visíveis sob o tecido fino, mamilos escuros de tamanho médio, pernas grossas bronzeadas até a parte superior das coxas e uma grande tatuagem floral na coxa esquerda.

Ela se virou lentamente ao ouvi-lo, sem qualquer pudor, seus olhos escuros, amendoados e felinos brilhando na penumbra da cozinha.

"Que garanhão você é", disse ele com voz rouca, dando uma risadinha provocativa enquanto tomava um gole de chá, com um leve sotaque colombiano na voz. "Você a deixou exausta, eu conseguia ouvi-la ofegando do meu quarto... mas, para ser sincero, não ouvi você curtindo muito."

Mateo serviu-se de água da torneira, copo gelado na mão, tentando ignorar a ereção que crescia novamente sob seu pijama fino, seu pênis pulsando contra o tecido.

"Eu não te tocaria nem se você fosse a última mulher do planeta", disse ele friamente, com a voz mais grave do que pretendia, rouca de excitação reprimida.

Mia tomou um gole de chá lentamente, seus lábios carnudos se fechando ao redor da borda da xícara, deixando um brilho úmido.

"Eu não disse que queria que você me tocasse", respondeu ela calmamente, mas com um brilho travesso nos olhos felinos. "Mas com uma mulher como eu, você não duraria dois minutos lá dentro antes de gozar como uma criança."

Ela se virou lentamente, caminhando em direção ao seu quarto com passos deliberados e precisos. Sua bunda grande, redonda, alta e firme balançava sob a camiseta curta, sua pele bronzeada e macia, cada passo levantando o tecido e revelando a curva carnuda de suas nádegas, uma tatuagem floral tremendo levemente em sua coxa. Mateo a encarava, incapaz de desviar o olhar, seu pau duro pulsando dolorosamente, o líquido pré-ejaculatório umedecendo o tecido de seu pijama.

Mia estava parada na porta do seu quarto, virou a cabeça, com seus longos cabelos negros caindo sobre um ombro.

"Não se esqueça de limpar a baba, bonitão", disse ela com um sorriso lento e malicioso, a voz baixa e rouca, e fechou a porta com outro clique suave.

Mateo estava sozinho na cozinha, com uma ereção brutal pulsando, furioso consigo mesmo e com ela. Ele engoliu a água de um só gole, o copo frio contra seus lábios, mas isso não apagou o fogo dentro dele. Subiu as escadas lentamente e entrou no quarto sem fazer barulho. Laura dormia profundamente, alheia a tudo. Ele deslizou para a cama, o lençol frio roçando sua pele quente, e levou a mão ao seu pênis duro e pulsante.

Ele se tocou lentamente a princípio, a palma da mão envolvendo a grossura sensível ainda em recuperação, a pele lisa deslizando para cima e para baixo, a glande inchada brilhando na penumbra. Lembrou-se daquela bunda grande, redonda e empinada balançando enquanto ela caminhava, os mamilos escuros de tamanho médio aparecendo por baixo da camiseta, a voz provocante e rouca com um leve sotaque pronunciando aquelas palavras obscenas. Ele moveu a mão para cima e para baixo mais rápido, imaginando a boca carnuda de Mia engolindo seu pau até o fundo, a garganta apertada e quente, a saliva espessa escorrendo pela haste, os olhos escuros, amendoados e felinos o encarando enquanto ela lambia seus testículos pesados, a língua quente girando.

Ele a imaginou transando com ela contra a bancada da cozinha, levantando-a facilmente pelos quadris largos, as pernas grossas e bronzeadas abertas em volta de sua cintura, penetrando fundo e com força, os seios grandes balançando livremente a cada estocada, os mamilos escuros roçando em seu peito, a buceta quente e úmida dela o engolindo inteiro até a base, o líquido abundante encharcando seus testículos, o cheiro de sexo proibido preenchendo o ar, os gemidos baixos e lascivos dela ecoando pela cozinha: “Assim, meu garoto… coloque tudo dentro… isso é errado, mas não pare…”.

O ritmo tornou-se frenético, sua mão escorregadia com o abundante líquido pré-ejaculatório, um som suave e úmido de pele contra pele na quietude da noite. Ele apertou a base por um segundo para diminuir a velocidade, depois acelerou novamente, imaginando ejacular dentro dela, o sêmen espesso pulsando em jatos poderosos contra suas paredes, preenchendo-a até transbordar.

Ele ejaculou em absoluto silêncio, o sêmen quente espirrando em seu abdômen tenso em jatos poderosos e longos, mordendo o travesseiro para não acordar Laura, um prazer brutal que sacudiu todo o seu corpo, mas vazio no final, cheio de raiva e um desejo insaciável e insatisfeito.

Ele se enxugou com papel que estava na mesa de cabeceira, encarando o teto úmido na penumbra alaranjada.

Viver juntos assim durante um ano inteiro.

Continua...

Por Amor Proibido

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 18 estrelas.
Incentive Amor Proibido a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Amor Proibido Amor Proibido Contos: 34Seguidores: 87Seguindo: 90Mensagem Olá amigos, sejam bem-vindos ao meu cantinho, como vocês perceberam, gosto muito do amor proibido, onde o amor impossível, se torna possível(incesto, amante secreto e infidelidade), adoro uma boa putaria. Vou postar contos de experiências da minha vida, contos elaborados por mim e algumas traduções, mas meu foco vai ser contos de amor proibido.

Comentários