Após alguns dias da conversa com Sérgio, visitei-os para levar boas notícias. Consegui alguns contatos em diferentes empresas para que ele fizesse entrevistas, e mais, como havia uma vaga para secretária executiva na empresa em que trabalho, pedi ao pessoal do recrutamento que desse atenção especial a uma candidata que eu recomendaria. Contei-lhes da novidade e ambos ficaram impressionados com o salário que Fabíola receberia, pois era bem acima da média. Entretanto, ela disse meio sem graça:
-É, vamos ver... vou pensar.
Sérgio se espantou:
-Pensar?! Amor, estamos na pior, um salário de nove mil e quinhentos reais, fora o monte de benefícios que o Leo citou. Tem que agarrar com as duas mãos.
Fabíola aceitou com uma cara contrariada. Porém, pouco mais de meia-hora que saí da casa deles, meu celular tocou e era ela, deve ter pegado o número com o Sérgio. Em um tom seco, perguntou:
-Antes de ir à entrevista, quero saber umas coisas.
-Ué? Mas eu estava aí até há pouco, por que não perguntou?
-Não quero que o Sérgio ouça, podemos conversar a sós?
-Claro, quando?
-Pode ser amanhã, após o seu trabalho.
-Ok, vamos marcar para às cinco e meia no shopping que tem perto de ondes vocês estão ficando. Quem chegar primeiro, espera na praça de alimentação.
Como combinado, no dia seguinte, nos encontramos. Fabíola estava com os cabelos soltos, levemente ondulados e volumosos e até a metade das costas, bem maquiada, com uma blusinha azul marinho que destacava seus seios médios e calça jeans apertada, além de botinha que a deixava ainda mais alta. Sem delongas, a mulher do meu amigo disparou:
-Não quero trabalhar no mesmo ambiente que você. Inventa uma desculpa para o Sérgio diz que a vaga foi preenchida...
-Mas por quê?
Ela repuxou a boca em sinal de reprovação e disse:
-Ainda pergunta?
Fiquei contrariado:
-Ah! Não acredito que vai recusar um puta emprego desses por causa de algo que ocorreu há mais de 8 anos e que eu mesmo nem me lembro mais?
Fabíola abriu mais os olhos como que surpresa e se mexeu na cadeira, incomodada com a minha resposta:
-Pois eu me lembro e bem do quanto você pode ser canalha. Certeza que vai tentar algo comigo e como não irei aceitar, irá me demitir.
Levei a mão à testa, fechei os olhos e disse:
-O que aconteceu naquela noite, foi um erro de ambos, agora acha mesmo que após tantos e tantos anos, eu armaria todo esse estratagema só para poder ter umas transinhas com você? Não está sendo um pouco presunçosa? Se eu nem me lembro direito como era a garota que foi comigo naquela viagem, assim como mal me lembro de 90% das muitas mulheres que me envolvi nesses mais de 8 anos, acha que ainda penso naquela, digamos...situação que vivemos? Aquilo não define quem eu sou muito, menos quem é você. Aceita esse emprego, tem muita gente com a sua formação, ganhando 4, 5 mil no máximo. Além disso, mal nos veremos, pois você trabalhará para outro diretor da empresa.
Aquelas palavras desarmaram Fabíola, creio que ela se sentiu uma tola por pensar que eu estava interessado em dar o bote nela. A esposa do meu amigo ficou calada, suspeitei que até decepcionada, depois disso, começou a falar num tom menos rude, fez várias perguntas sobre o trabalho.
Após muita conversa aceitou ir à entrevista e, pasmem, chegou a pedir desculpas por ter me chamado de canalha. Dois dias depois, ela foi à empresa e acabou sendo contratada.
Falei para Sérgio sobre o sobrado que eu tinha e que eles poderiam ficar lá sem pagar nada e mais para frente, quando estivessem estabilizados, me pagariam o aluguel ou iriam para outro lugar. Os 2 ficaram muito felizes, trataram de comprar os móveis (em longas prestações) e se mudaram.
Nas semanas seguintes, passei a ver Fabíola quase que diariamente, ela vinha vestida de maneira adequada com saias ou calças e camisas sociais, sapatos de salto médio. Às vezes, vinha com os cabelos soltos, outras, preso. Apesar dos trajes comportados, o simples andar dela me deixava excitado. Outros homens, inclusive diretores como eu, também a secavam, mas por ser um ambiente de trabalho, ninguém tentava nada. Eu apenas a cumprimentava rapidamente e mesmo tentando ser gentil, notava sua tensão, toda vez que me via.
Eu não conseguia entender a minha fixação por Fabíola, não era paixão, absolutamente nada romântico, era uma louca vontade de terminar o que mal começamos naquela noite no Guarujá, se apenas tocando em sua bocetinha, a levei um super orgasmo, imaginava como seria se pudéssemos fazer com calma, por horas. Queria ver aquela princesa delicadinha nua, lamber e chupar seu corpo todo para saber como era seu cheiro e seu gosto, pegá-la de jeito em diversas posições, chocá-la ainda mais do que ficou ao me assistir com Luma. Era errado, eu saiba, uma puta sacanagem com meu amigo, mas não conseguia parar de pensar.
Uma vez por semana, me encontrava com Sérgio, estava difícil para ele arrumar emprego, mesmo com os meus contatos, acho que estava querendo ganhar muito. Certo dia, ele bebeu umas a mais, contou o monte de trapalhadas que fez nos negócios e no final, soltou a língua me revelando coisas surpreendentes sobre sua vida pessoal:
-Fiz uma grande burrada em Miami, amigo, tive um caso com uma artista plástica brasileira, gostosa para caralho, ficamos um ano juntos.
-Caralho, velho! Você é casado com uma mulher linda, não têm filhos por opção, mas são felizes, por que foi fazer uma merda dessas?
-Cara, eu amo demais a Fabíola, mas experimente ficar comendo a mesma mulher por tantos anos, é o mesmo que comer chuchu sem sal, um dia dá vontade de experimentar algo diferente.
-Bom, é por isso que não me caso, mas a Fabíola descobriu?
Sérgio virou o copo de uísque e disse:
-Ainda bem que não! Apesar de eu ter dado muita bandeira, chegava altas horas, dizia que eram jantares de negócio, networkings da vida e ela engolia, mas eu me fodi nessa.
-Como assim?
-A artista que me envolvi só jantava em restaurantes finos em Miami e eu bancando, também comprei alguns presentes caros, imagina o preju que me deu? E isso ocorreu quando eu já não andava bem das pernas financeiramente. Quando ela sacou que a minha grana tava curta, me despachou sem cerimônia.
Não acreditei que meu amigo tivesse feito tanta merda, mas optei por não lhe dar nenhum sermão, pois a não adiantaria nada;
Dois meses após, Fabíola começar a trabalhar na mesma empresa, o destino decidiu me tentar mais um pouco, o diretor Paulo César se afastou por motivos de saúde e como sua função era mais estratégica que a minha, o presidente decidiu me colocar em seu lugar e arrumar um outro para a minha função. Isso significava dizer que começaria a ter muito mais contato com a esposa do meu amigo que se tornaria a minha secretária.
Apesar de ter deixado de lado a raiva que tinha de mim, notei que Fabíola ficava um pouco tensa quando estávamos a sós e principalmente quando nos sentávamos próximos e passávamos a comentar sobre algum documento. Numa das vezes, sem querer, encostei meu braço no dela e nossos rostos ficaram bem próximos, enquanto olhávamos um documento e eu explicava o que era para ser feito, senti sua respiração acelerada, seu rosto ficou vermelho e apesar de fingir que estava prestando atenção, vi que ficou bem nervosa.
Aquilo só poderia ser uma das coisas, ou Fabíola temia que eu a assediasse ou temia não resistir a uma nova aproximação minha.
Meus olhos começaram a me trair, eu olhava para o seu corpo quando ela ia ou vinha à minha sala, uma simples agachada dela era suficiente para me deixar excitado. Também me perdia admirando seu rosto lindo que me lembrava a atriz Michelle Monaghan quando era bem mais nova. Certa vez, a esposa do meu amigo estava procurando algo num armário e se curvou, naquele dia, ela estava com uma camisa branca social e uma calça preta apertada que naquela posição me permitiu ver bem aquele bumbum médio e arrebitado dela, a vontade era de encher a mão e depois morder suavemente. Devo ter feito uma cara de tarado, pois quando a mesma se virou e me viu, arregalou os olhos e ficou branca, até gaguejou ao me entregar o documento.
Mais 3 meses se passaram. Ainda havia uma certa tensão entre nós, porém, bem menor. Inclusive notava que a mesma agora demonstrava uma certa admiração pelo jeito que eu resolvia os assuntos, me comunicava nas reuniões internas ou de negócios. Seu jeito de me olhar deixava transparecer isso.
Até que um fato revelador, mudaria tudo. Era o aniversário de 31 anos de Fabíola e fui convidado para a festa que ocorreria na casa deles. Muitos parentes de Sérgio não foram, pois estavam fulos da vida com a grana alta que o mesmo pediu emprestado e não conseguiu pagar. Mas os familiares dela foram. Além disso, alguns amigos nosso do passado vieram. Foi uma noite bem agradável, apesar de alguns terem exagerado um pouco na bebida, especialmente, o dono da casa.
Por volta da meia-noite e meia, quase todo mundo já tinha ido embora, decidi que também iria, fui até os fundos, onde Fabíola e mais 3 amigas conversavam, bebiam e gargalhavam sentadas numa roda de cadeiras, me despedi de todas e me encaminhei para sair, foi quando vi pela janela da sala que Sérgio tinha virado o cosplay da menina do filme O Exorcista e com uma cara medonha, botava os bofes para fora, lançando longos jatos de vômito. Pudera, tinha tomado todas.
Eu não ia acudir e muito menos limpar vômito, mas achei por bem avisar Fabíola, decidi dar meia-volta pelo mesmo corredor para avisá-la, mas quando estava me aproximando ouvi, uma conversa picante entre elas. Uma das amigas tinha contado qual era a sua fantasia sexual mais louca e agora incentivava outra a também falar. Ela enrolou um pouco, mas disse que acharia excitante ser pega por 4 ou 5 negros bem roludos que a fodessem à noite inteira, sem dar nenhum minuto de descanso. Em seguida, gargalhou e disse que na real, não teria coragem, mas achava excitante.
Passaram, então, a instigar Fabíola que no começo disse que não tinha nenhuma, mas as amigas a zoaram dizendo que ela deveria deixar de frescura, pois era impossível não ter uma fantasia. Fabíola decidiu falar numa mistura de vergonha e travessura:
-Vou contar, mas já deixo claro que é só fantasia. Tem um cara importante lá na empresa que mexe com a minha cabeça, ele parece todo sério, mas sei que é um sacana com as mulheres, especialmente as comprometidas. Eu me imagino não simplesmente transando com ele num motel da vida, fantasio meio que sendo dominada por ele sabe? Eu fingindo que não quero, mas sendo convencida a fazer umas coisas no meio do expediente ou dentro de um carro, sendo usada para saciar todos os desejos dele, xingada...Ai, que vergonha! Aahahaha
As amigas deram um baita grito juntas de admiração pela revelação.
-Mas é só fantasia, gente! amo o Sérgio e ele me completa totalmente.
Nesse momento, tive quase certeza que era de mim que Fabíola falava, mas como ela tinha contato com outros diretores e até com o presidente, poderia não ser. Segui ouvindo.
-E ele já deu em cima de você?
Fabíola mudou a feição, disfarçou, mas voltou a se soltar:
-Não, mas de vez em quando, me dá umas olhadas que me sinto nua, chego a ficar arrepiada. Outro dia, havia um evento com gerentes e um monte de funcionários no auditório, tipo um treinamento com um cara contratado, aí o pessoal falando sem parar nem dando pelota para o cara. De repente, esse grandão da empresa que falei, subiu ao palco, pegou o microfone e mesmo sem usar uma palavra mais pesada ou elevar a voz, deu um tremendo de um esculacho em todo mundo. O jeito firme e poderoso que falou me deixou fascinada.
Quando ouvi isso, meu coração disparou, pois tinha sido eu quem fizera o que ela acabara de narrar. Fiquei bem surpreso, mas algumas coisas passaram a fazer sentido. Mesmo impactado com o que tinha ouvido, decidi me afastar um pouco e chamar por ela para avisar sobre Sérgio.
Fabíola ficou bem sem graça temendo que eu tivesse ouvido, mas como contei que seu marido estava passando mal (talvez, precisando de um exorcista), ela ficou mais aliviada e foi vê-lo.
A certeza de que ela tinha fantasias comigo e que eram bem específicas, fizeram com que minha cabeça pirasse, um lado meu queria tentar seduzi-la, outro, pedia que eu pensasse em Sérgio.
Decidi não tentar nada por ora, mas nas semanas seguintes, fui arrumando formas de encaixar um elogio aqui outro ali, sobre seu trabalho, mas também sobre como estava atraente e elegante naquele dia. Fabíola ficava vermelha quando ouvia, mas senti que estava adorando. Também passei a ficar bem próximo dela, fingindo perguntar algo, numa das vezes, cheguei a colocar minha mão em seu braço, perto do ombro e acariciar, fingindo ser um cumprimento, a esposa do meu amigo se arrepiou inteira.
Fabíola foi aceitando lentamente minhas sutis investidas e creio que até ficava desapontada, quando eu não lhe fazia um elogio ou chegava bem próximo. Notei também que ela passou a caminhar mais vezes por minha sala e quase sempre dava uma olhada discreta para ver se estava olhando para o seu bumbum. Àquela altura, não tinha mais dúvidas, a esposa do meu amigo está interessada em mim assim como eu nela.
Era hora de agir, mas sabia que precisava ser cuidadoso, por isso, decidi ir com calma e não fazer o trivial de convidá-la para um jantar e cantá-la
Numa sexta-feira, tive uma reunião de negócios em outra empresa e a chamei para me acompanhar. Fabíola já tinha ido a umas duas, então, foi pensando que era só mais uma. Porém, na volta, quando estávamos em uma região erma, com muitas árvores, perguntei:
-Fabíola, será que posso encostar um pouco para conversarmos?
Ela ficou surpresa, talvez achando que era alguma bronca sobre algo e respondeu:
-Claro.
Encostei e decidi ser direto, primeiro fiz questão de deixar claro que ali não estava o diretor da empresa nem a secretária, apenas Leo e Fabíola. A partir daí, fui dizendo que mesmo tendo muita consideração por Sérgio, nos últimos meses estava muito atraída por ela, fiz vários elogios, falei sobre o que ocorreu no Guarujá, dizendo que menti quando disse que nem me lembrava mais, mas a verdade é que nunca tinha esquecido de nenhum detalhe. Disse ainda, que decidi abrir o jogo, pois achava que talvez ela também estivesse atraída por mim.
Fabíola ouvia tudo ruborizada, mas tentava passar a imagem de durona e ao final do meu longo discurso, disse:
-Você está totalmente enganado, só o vejo como um bom profissional, sério e competente, acho que interpretou errada, a minha admiração, além disso, sou uma esposa fiel, em mais de 10 anos entre namoro, morar junto e casar, nunca traí o Sérgio. Não vou fazer um escândalo porque veio se abrir educadamente, mas acho melhor arrumarmos um jeito de eu ir trabalhar com outro diretor.
Saquei a jogada de Fabíola, se fazer de difícil, mas eu decidi jogar do meu jeito. Dei partida para sair com o carro e disse:
-É uma pena que eu tenha interpretado errado, tinha todo um esquema para que fosse algo discreto e duradouro, não queria só uma transinha, mas também não pretendia estragar seu casamento, apenas termos algo para relaxarmos, aproveitando o fato de que estamos sempre juntos. Prometo que não voltarei mais a tocar nesse assunto.
Dei partida e quando me preparava para sair, Fabíola colocou a mão em meu braço direito e disse com a voz baixa:
-Espera...
-O quê?
Ela demorou alguns segundos, ficou olhando para frente, respirou fundo e disse:
-Também me sinto atraída por você...só que entenda, tirando aquela loucura que ocorreu no Guarujá, nunca tive outro homem, além do Sérgio. É difícil imaginar algo assim, ainda mais sendo amigo do marido. Não vou negar, já fantasiei muito com você, não só agora, que se tornou esse homem mais sério e poderoso, mas desde a praia, o que vi você fazendo naquela noite com a sua ficante e depois...na cozinha...nós, só que não sou assim, amo meu marido, apesar de saber de umas coisas dele (deduzi que ela soubesse do caso de Sérgio com outra em Miami), não posso jogar um casamento assim para o alto.
-Mas quem está falando em jogar para o alto? Se formos discretos, ele e ninguém nunca saberá, até porque trabalhamos juntos e teremos tempo de sobra, além disso, não precisamos transar de cara se não quiser, podemos ir no seu tempo.
Fabíola arregalou os olhos, demonstrando interesse:
-Como assim?
-Ah! Sei lá...tipo namoradinhos que ainda não transam, mas se tocam, entendeu?
Ela balançou a cabeça afirmativamente e ficou pensativa por um bom tempo, depois olhou para os lados, mordeu o lábio inferior e me surpreendeu completamente:
-Você diz fazermos algo mais ou menos assim? – E já veio para o meu lado do banco, me beijando e levando a mão ao meu pau. Foi um beijo longo e após um tempo, Fabíola começou a desabotoar a minha calça, colocando minha rola para fora e segurando com sua mãozinha direita, pequena e suave.
Fiquei louco com aquele toque. Ela parou de me beijar, se ajeitou melhor de lado no banco e olhou para o meu pau duraço em sua mãozinha. Deu um leve sorriso travesso e acelerou a punheta. Puxei-a para mais um beijo e minha mão começou a alisar sua bunda. Ela estava com uma calça social preta, então pude apalpar com jeito. Aquilo a deixou excitada, vi seu rosto mudando de expressão.
-Não acredito que estou tendo essa atitude. – Ela disse para si própria.
Tentei então fazê-la se deitar no banco dela, para acaricia-la, Fabíola se espantou e disse:
-Não, transar, não, muito menos aqui na rua.
-Só deixa eu te tocar um pouco para você curtir também.
Ela relaxou no banco e disse:
-Tá bom, mas não vou tirar a parte de baixo.
Me virei para o lado do banco do carona, quase que ficando em cima dela, nos beijamos bastante, ela tentava pegar meu pau que roçava em seu corpo. Respeitei o pedido dela de não tentar tirar sua calça, mas desabotoei sua camisa social rosa, acariciei seus seios médios por um tempo, depois, coloquei-os para fora, vendo o quanto eram lindos e delicados, pareciam os de uma jovem de 18, tinham as aréolas médias e claras, quase rosadas. Mamei-os com vontade, explorei-os com minha língua, suguei e, ao mesmo tempo, com a mão esquerda, passei a alisar a sua bocetinha, mas por cima da calça.
Fabíola foi ficando ofegante e emitindo alguns gemidos, vez ou outra, eu olhava para os lados para ver se não tinha alguém e voltava a ataca-la. Num dado momento, ela disse com um tom de voz diferente, de quem estão com muito tesão.
-Você gosta de fazer isso com as casadas ou comprometidas, não é? Conta pra mim, já seduziu muitas, não é, seu safado, pauzudo, gosta de xingá-la, conta, conta...
Entendi que Fabíola queria ouvir o meu lado cafajeste e disse a primeira coisa que me veio à mente, meio que misturando com a fantasia que ela havia revelado às amigas:
-Sim, prefiro as casadinhas como você, pois tem mais fogo que essas da balada que estão sempre fodendo. Não tem nada mais gostoso do que transar com uma mulher casada, fazê-la de putinha. Já fiz com várias e farei com você, vou te dar o tempo que quiser, mas quando estiver pronta, saiba que usarei e abusarei muito desse corpo lindo, pode estar certa de que serei seu dono.
Aquilo foi como jogar querosene numa fogueira que já está alta, Fabíola me olhou espantada por alguns segundos e depois me beijou forte, como que selando um pacto. Segui acariciando sua bocetinha e beijando-a, até que a mesma chegou ao orgasmo, mesmo sem ter tirado as calças. Ela gemeu como da vez no Guarujá, porém mais alto e começou a dar trancos com os quadris.
Ficamos um tempo calados, depois ela sorriu e veio para o meu lado do banco, acariciando meu pau e me chamando de safado. Foi a minha vez de relaxar, recebendo uma deliciosa punheta. Poderia ter insistido para que Fabíola me fizesse um boquete, mas decidi não forçar.
Apalpei com força sua bunda por cima da calça, cutucando bem no rumo do reguinho. Um tempo depois, não aguentei e avisei que iria gozar. Fabíola acelerou mais sua mãozinha e explodi num gozo forte, fazendo jatos de porra espirrarem que a surpreenderam pela quantidade.
Nos vestimos e como não tínhamos que voltar mais para o trabalho, levei-a para a sua casa. No caminho, conversamos normalmente como se nada tivesse ocorrido. Até que decidi perguntar:
-O que você quis dizer quando disse que sabia de umas coisas do Sérgio? É algo grave? –
-Deixa para lá, melhor não mexer nisso, ele pensa que não descobri...acha que sou burra.
Tive certeza de que era sobre o caso dele com a tal artista plástica, mas me fiz de besta e completei:
-Bem, se um dia quiser desabafar, pode contar com a minha discrição.
Antes dela sair do carro, segurei seu queixo, olhei para o seu rostinho lindo e disse:
-Segunda, eu vou querer mais e, se bobear, será na minha sala, no final do expediente. -Em seguida, dei-lhe um rápido selinho.
Na segunda pela manhã, Fabíola me trouxe alguns papéis para eu ler e depois assinar e depois disse num tom baixo:
-Pensei direito, não devemos mais fazer aquilo. Fiquei com muito remorso pelo Sérgio, não quero mais.
Levantei-me, caminhei, parei atrás da cadeira dela, me curvei e disse baixinho com os lábios quase tocando sua nuca e orelha:
-Você quer sim. E hoje será melhor do que sexta. Está vendo aquele lindo sofá de couro ali, mais tarde, estaremos nele, desfrutando de bons momentos. Prepare-se.
Fabíola chegou a tremer, depois se levantou da cadeira e deixou a sala.
Os jogos estavam só começando, muitas brincadeiras eróticas sem penetração e talvez com, estavam por acontecer.
