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As visitas da madrugada

Um conto erótico de Kayki
Categoria: Gay
Contém 692 palavras
Data: 17/09/2026 08:58:54
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Rafael estava deitado na cama, a cabeça no peito de Caio, os dedos desenhando círculos lentos na barriga morena.

— Me conta direito — pediu, a voz baixa. — Aquele que vinha de madrugada. O de São Cristóvão. Quero cada detalhe.

Caio respirou fundo, a mão subindo até o cabelo de Rafael.

— Ele tinha 1,78 m, exatamente minha altura. Moreno da minha cor, peito peludo, barriga chapada com aquela trilha de pelos escuros descendo até o pau. O pau era pequeno, uns 13 centímetros, mais fino, mas a cabeça era gordinha e muito sensível. Quando ele metia, a cabeça batia no lugar certo e eu gozava rápido. Casado. Separou. Morava em São Cristóvão, mas ficava aqui perto.

Começou mandando bom dia todo dia. Eu respondia de boa. Até que um dia perguntou se eu estava em casa. Falei que sim, assistindo filme. Ele perguntou se estava só. Disse que sim. “Posso ir aí pra gente conversar?” Achei estranho, mas falei que sim.

Ele chegou. Ficou na varanda primeiro. Depois perguntou o que eu estava assistindo e se podia ver. Entrou. Foi direto pro meu quarto e sentou na cama. Acho que ele pensava que era pornô. Não era. Ficou uns dez minutos. Aí o primo ligou e ele teve que ir embora. Mas aquilo acendeu o fogo.

Depois vieram as mensagens. Memes de sexo. Foto de dois homens se beijando. Eu mandei de volta um vídeo de dois caras transando. Ele riu. “Se eu estivesse aí agora, o que você faria comigo?” Eu respondi: “O mesmo que o cara tá fazendo. Chupando.” Ele: “É mesmo? Pois vou te dar uma surra de pica.” Eu: “Quero.”

A partir daí virou vício. Quase dois meses. Sempre de madrugada. Uma hora, duas da manhã. Ele mandava mensagem: “Tô chegando.” Eu deixava o portão aberto. A porta do quarto semi-aberta. Ele subia as escadas quieto, já de pau duro dentro da calça.

Eu tirava a cueca dele e caía de boca. O pau pequeno cabia inteiro. Eu chupava as bolas, lambia a cabeça gordinha, engolia até a base. Ele gemia baixo, a mão no meu cabelo. “Porra, Caio… você mama gostoso pra caralho.”

Depois me virava. Me beijava fundo, língua quente, enquanto enfiava os dedos no meu cu. Quando entrava, era devagar no começo. Aquele pau fino deslizava fácil, mas a cabeça batia certeira. Ele metia com vontade. Ritmo firme. Eu de quatro ou de frente, se beijando o tempo todo, peito contra peito, suando. Ele gozava dentro. Quente, muito. Eu sentia escorrendo depois. Às vezes eu gozava só de ser fodido assim. Outras vezes ele me chupava depois, limpando o próprio porra com a língua.

Uma vez eu pedi pra comer ele. Ele deixou. Não aguentou eu meter toda… era apertado demais. Mas eu enfiei o que deu e gozei gostoso dentro dele. Ele tremeu inteiro. Depois disso, sempre que ele vinha, eu chupava até ele ficar duro de novo e ele me comia até eu não aguentar mais.

Eu gostava. Não amava. Mas gostava de transar com ele. Do cheiro dele. Do jeito que ele me olhava quando chegava de madrugada, já com o pau marcando a calça. Do jeito que ele gemia meu nome baixinho pra ninguém ouvir.

Caio parou de falar. O pau dele estava duro debaixo do lençol. Rafael deslizou a mão por cima e apertou.

— E agora? — perguntou Rafael, a voz rouca. — Quer que eu continue te ouvindo… ou quer que eu te mostre como era?

Caio puxou o namorado para cima do seu corpo.

— Mostra.

Rafael sorriu, puxou o lençol e desceu. Engoliu o pau grosso de Caio de uma vez, molhado, profundo. Depois subiu, se sentou devagar, o cu abrindo em volta da carne quente, e começou a rebolar.

— Assim… — murmurou no ouvido de Caio. — Igual ele metia em você.

E foderam longo, suado, Rafael rebolando enquanto Caio segurava a cintura dele e metia de baixo para cima, os dois gemendo baixinho no escuro do quarto.

Quando terminaram, ainda colados, Rafael beijou a boca de Caio e falou:

— Próxima vez você me conta o outro. O do pau maior.

Caio sorriu cansado, a mão subindo pelas costas do namorado.

— Próximo.

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