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Me Engana Que Eu Gosto - Capítulo 04

Um conto erótico de Ryu
Categoria: Heterossexual
Contém 2812 palavras
Data: 17/09/2026 08:39:34
Última revisão: 17/09/2026 13:50:42

CAPÍTULO 4 – A Mão que Balança o Berço É a Mão Que Governa o Mundo

Pouco tempo depois, o bebê nasceu. Leandro estava ao lado de Cristiane quando finalmente ouviu o primeiro choro, um som pequeno, agudo e poderoso ao mesmo tempo.

Leandro baixou os olhos e contemplou aquele pequeno rosto, tão delicado e indefeso, tentando encontrar nele alguma coisa que pudesse chamar de sua. Aproximou o rosto, observando atentamente os olhos ainda fechados, o nariz minúsculo, os lábios e o formato do queixo. Procurava um detalhe, qualquer detalhe que pudesse servir como uma confirmação. O nariz era parecido com o dele? Talvez. O queixo também parecia ter alguma semelhança. Ou talvez fosse apenas aquilo que desejava enxergar.

Permaneceu alguns segundos encarando o filho, precisava acreditar. Precisava, de alguma maneira, transformar aquela criança em seu filho dentro da própria cabeça. Apertou delicadamente o bebê contra o peito e, sem conseguir conter a emoção, murmurou:

— Meu filho...

As palavras saíram baixas, quase como uma promessa. Leandro respirou fundo e repetiu, dessa vez com um pouco mais de firmeza:

— Meu filho.

Mas, por dentro, alguma coisa ainda resistia. Uma pequena voz que ele tentava calar lembrava que aquela história não era tão simples quanto gostaria. Não queria pensar nisso, não naquele momento. Queria apenas acreditar que aquele menino era realmente seu, que o nome que havia escolhido, Leandro Júnior, fazia sentido e que, a partir daquele instante, sua vida também começava a mudar.

Fechou os olhos por alguns segundos, sentindo o pequeno corpo aconchegado contra o peito, e tomou uma decisão silenciosa: dali em diante, faria tudo o que estivesse ao seu alcance para ser o pai daquele menino. Talvez não pudesse mudar o passado, mas poderia escolher o homem que seria para aquela criança. E, naquele instante, isso precisava ser suficiente. Mesmo que, em algum lugar dentro dele, algo continuasse sussurrando que a verdade fosse muito mais complicada do que ele estava disposto a admitir.

Para Leandro, aquele casamento parecia bom demais para ser questionado.

Ele havia passado boa parte da vida se sentindo como o sujeito sem graça, o nerd que ninguém imaginava ao lado de uma mulher como ela. Cristiane, por outro lado, era exatamente o tipo de mulher que chamava atenção por onde passava. Bonita, atraente e dona de uma presença que fazia os homens olharem duas vezes.

E agora ela era sua esposa.

Aquilo o enchia de orgulho.

Com o passar do tempo, Leandro passou até a exibi-la, quase como um troféu. Gostava de sair com ela, de perceber os olhares que recebia e, principalmente, de pensar que todos aqueles homens podiam olhar quanto quisessem.

Afinal, aquele monumento de mulher era sua mulher.

Quando algum sujeito mexia com ela na rua, Leandro nem se incomodava tanto. No fundo, aquilo apenas alimentava seu orgulho. Podiam admirar, cobiçar e até imaginar coisas.

Nenhum deles tinha o que ele tinha.

Cristiane estava ao lado dele.

E, para Leandro, isso fazia parecer que, finalmente, ele havia vencido.

A família havia mudado alguma coisa dentro de Leandro.

Até pouco tempo atrás, ele tinha a sensação de que apenas sobrevivia aos dias. Trabalhava, voltava para casa, enfrentava os problemas e repetia tudo novamente na manhã seguinte. Agora, porém, havia um motivo diferente para acordar.

Cristiane e o filho haviam dado à sua vida um novo sentido.

Não que os problemas tivessem desaparecido. Pelo contrário. As responsabilidades pareciam ter aumentado de uma hora para outra. Mas, pela primeira vez em muito tempo, Leandro sentia que estava lutando por alguma coisa que realmente importava.

E isso o fez trabalhar ainda mais.

Na loja, decidiu que não poderia simplesmente continuar fazendo as coisas como sempre havia feito. Começou a pensar em maneiras de aumentar o movimento e melhorar o faturamento.

Criou promoções para produtos que estavam parados no estoque, montou combinações de itens com preços mais atrativos, passou a divulgar as ofertas pelas redes sociais e começou a prestar mais atenção nos períodos de maior movimento.

Também passou a conversar mais com os clientes.

Queria entender o que procuravam, o que fazia falta na loja, quais produtos tinham maior saída e quais poderiam ser oferecidos de maneira diferente.

Aos poucos, os resultados começaram a aparecer.

O faturamento melhorou.

Não era nenhuma transformação milagrosa, mas era suficiente para dar a Leandro a sensação de que estava no caminho certo.

Só que ele não parou por aí.

Começou a aceitar serviços extras depois do expediente. À noite, quando aparecia alguma oportunidade, ele ia. Nos fins de semana, quando surgia algum trabalho que pudesse render um dinheiro a mais, também aceitava.

O sábado, que antes servia para descansar, passou a ser mais um dia de trabalho.

Domingo, quando não havia serviço, ele aproveitava para organizar alguma coisa da loja, pesquisar preços, pensar em novas promoções ou simplesmente colocar em ordem aquilo que havia ficado para trás durante a semana.

Era cansativo. Mas havia algo dentro dele que o empurrava para frente.

Quando chegava em casa e encontrava Cristiane com o filho, aquela sensação de cansaço parecia ganhar outro significado.

Ele olhava para os dois e pensava que todo aquele esforço tinha um propósito.

Queria dar uma vida melhor para eles, e, principalmente, queria sentir que estava cumprindo seu papel.

Cristiane, por sua vez, parecia viver aquela nova fase de maneira bem diferente.

Um dia Leandro chegou cansado em casa depois de um dia cheio, se preparava para deitar na cama. Nem percebeu quando Cristiane, completamente nua, se aproximou se abaixou e puxou suas calças para baixo:

Aaai! — Leandro deu um gritinho, dando um pulo para o lado.

Por pouco não perdeu o equilíbrio. Precisou abrir os braços e dar dois passinhos desajeitados para se firmar, enquanto Cristiane o olhava com uma expressão safada.

— Vamos colocar esse pauzão para fora que eu quero chupar!

Leandro olhou para ela. Cristiane continuava gostosa. O tempo passou, mas ela ainda conservava aquele jeito atraente, feminina, tesuda ... Tudo nela ainda tinha o poder de chamar sua atenção.

Por um instante, ele pensou: Há alguns anos, esse boquete seria o meu sonho.

Cristiane estava ali, chupando gostoso e louca pra levar pau! Mas tudo o que conseguia sentir naquele momento era o cansaço.

Sentia os ombros pesados, tudo o que queria naquele momento era, comer alguma coisa e simplesmente se deitar.

Cristiane, ainda de joelhos, começou a sugar o pau com ainda mais vontade

Leandro respirou fundo e passou delicadamente as mãos na cabeça dela.

— Cris, não fica chateada comigo, tá? Eu queria muito te comer gostoso, mas hoje realmente não estou conseguindo. Minha cabeça está explodindo. Acho que se eu tomar um banho quente e dormir cedo, amanhã vou estar melhor.

Cristiane fez uma pequena expressão de desapontamento, não se conformou e ... mordeu o pau de Leandro

— Porraaaaa! Cristiane! Que isso? — Gritou Leandro assustado e puxando o pau pra fora da boca — Tá ficando louca ?!

Cristiane apenas sorriu, com aquele ar de quem não estava nem um pouco arrependida. Inclinou a cabeça e tentou morder o pau novamente.

— Sai pra lá! — Leandro disse, se afastando.

Ela insistiu, aproximando-se outra vez, e Leandro, instintivamente, segurou-a pelo pescoço, impedindo que ela avançasse.

Quando percebeu o que tinha feito, Leandro se arrependeu e estava prestes a soltar e pedir desculpas.

Mas ouviu Cristiane soltar um suspiro de prazer, arrancado do fundo da alma. Seu corpo relaxou e ela expos o pescoço, como se pedisse por mais.

Leandro, ao invés de soltar, apertou um pouco mais:

— AAAííí! Leandro, que delícia!

O corpo dela relaxou, jogou o pescoço para trás, os ombros caíram e os braços escorregaram e ficaram largados.

Cristiane teve um orgasmo, sob as mãos de Leandro apertando seu pescoço.

Leandro a soltou:

— Você tá bem Cristiane?

— Aqui no quarto eu não sou a Cristiane! Sou tua puta, safada, cachorra, vagabunda! Eu quero mais Leandro!!

Leandro reagiu rápido. Resolveu entrar no jogo.

Segurou-a com firmeza e a levou até uma mesa próxima. Mandou que ela ficasse de pé, de frente para o tampo.

— Mãos na mesa! — ordenou.

Leandro a fez inclinar o corpo para a frente. Em poucos segundos, Cristiane estava com a parte superior do corpo apoiada sobre a mesa, e a bundinha empinada.

Leandro manteve o controle da situação, segurando-a pelo braço e posicionando os dois braços dela para trás. Em seguida, juntou as mãos dela nas costas, mantendo-as imobilizadas.

— Você mordeu meu pau, sua vagabunda!

— Mordi sim! Não mereço ser castigada? Levar uns tapas do meu macho?

Leandro levantou a mão para dar o primeiro tapa na bundinha de Cristiane. Antes de começar, olhou para Cris e falou:

— Quero que conte cada tapa em voz alta. E quero que termine cada número com “senhor”. Entendido?

— Entendido, senhor!

Leandro ergueu a mão.

Pá! (primeiro tapa)

— Um, senhor!

Leandro subiu a mão novamente.

PÁ!

— Dois, senhor!

PÁ!

— Três, senhor!

PÁ!

— Quatro, senhor!

Leandro manteve o ritmo, enquanto Cris permanecia atenta à contagem.

PÁ!

— Cinco, senhor!

PÁ!

— Seis, senhor!

PÁ!

— Sete, senhor!

PÁ!

— Oito, senhor!

A bunda já estava vermelha

Leandro levantou a mão mais uma vez.

PÁ!

— Nove, senhor!

Então veio o último tapa.

PÁ!

— Dez, senhor!

Leandro levantou a cabeça de Cristiane, puxando-a pelo cabelo. Ela deu um grande gemido e o olhou com uma expressão de prazer, totalmente entregue, como se pedisse por mais brutalidade.

Leandro enfiou o dedo na bucetinha e viu que estava enxarcada, aproveitou para ajustar a imobilização, pressionando com mais firmeza os braços de Cristiane contra as costas, tornando a posição ainda mais desconfortável para ela.

Novamente ouviu ela dar um gemido de prazer.

Ainda segurando as duas mãos, ele enfiou o pau todo de uma vez no cuzinho , de forma brusca, seca.

Cristiane gritou alto, tão alto que parecia um uivo.

Leandro socou com raiva, fazendo movimentos com força, arregaçando o cu de Cristiane.

Segurou o quanto pode , até que anunciou :

— Vou gozar!

Soltou os braços de Cristiane para que ela pudesse se virar.

Ela se virou de frente para Leandro, se ajoelhou e abriu a boca, colocando a língua para fora, esperando Leandro gozar.

A ejaculação veio forte, abundante, encheu a boquinha de Cristiane.

— Me dá um tapa ... — tentou dizer.

A boca estava tão cheia que a frase saiu completamente embolada.

Leandro franziu a testa, mas conseguiu entender

Meio temeroso Leandro deu um tapa de leve em seu rosto:

- Nossa que tapa fraquinho. Como você é molenga, será que vou ter de arranjar outro macho pra mim?

“Arranjar outro macho”? – Aquela frase atingiu um lugar muito mais profundo do que Cristiane provavelmente imaginava.

Por dentro, aquela frase lhe causou uma mistura de vergonha, dor e uma revolta que subiu de repente, quente, quase sufocante.

Leandro sentiu um impulso e desferiu um tapa mais forte. O rosto de Cristiane virou levemente com o tapa, e o resto de esperma que ainda estava na sua boca foi expulso num jato involuntário, espirrando e espalhando pequenas gotas pelo chão.

Leandro ficou imóvel por um segundo, enquanto Cristiane soltou um gritinho de puro prazer:

— Aaahhh... — Cristiane gemeu baixinho — Finalmente.

Leandro ficou alguns segundos parado, observando Cristiane, ela estava suada, os cabelos completamente desalinhados, a maquiagem borrada Apesar da aparência desarrumada, havia algo que chamou a atenção de Leandro.

Cristiane estava feliz.

Não era apenas euforia, havia em seu rosto uma expressão de satisfação, de quem tinha aproveitado cada minuto.

Leandro sorriu.

No fundo, gostava de vê-la assim.

Gostava de saber que ele a satisfazia na cama.

Mas, logo depois, outro pensamento apareceu.

Só que Cristiane é mãe do meu filho. Não posso trata-la como uma puta!

O olhar dele se desviou para o corredor que levava ao quarto de Junior.

Era inevitável. Desde que se casara e tivera um filho, Leandro começara a enxergar a própria vida de outra maneira. Parte dele esperava que Cristiane também mudasse. Imaginava uma esposa mais centrada.

Tentava mesclar o sexo mais intenso com algo mais romântico, afinal ele estava comendo a esposa, a mãe de seu filho, não estava comendo uma puta na rua.

As vezes até tentava criar um clima mais romântico em casa.

Cristiane aceitava.

Tentava gostar.

Mas Leandro começou a perceber uma coisa que o incomodava. Ela parecia "cumprir tabela", mas não se empolgava de verdade. A buceta seca: uma vez ele viu Cristiane passar saliva na mão e depois passar na buceta, que estava seca.

Somente o sexo selvagem e violente fazia com que ela gozasse de verdade.

Leandro tinha assumido Junior como seu e, cada vez mais deixou de pensar nele como “filho de Cristiane” ou “filho de outro homem”. Para Leandro, simplesmente era seu filho.

Sempre que olhava para Junior sentia um orgulho enorme e um amor incondicional, mas uma vontade antiga e visceral insistia em soprar no seu ouvido: ele queria sentir a experiência de gerar um filho do seu próprio sangue, de procurar os próprios traços no rosto de um recém-nascido.

Quando Leandro tocou no assunto em uma noite tranquila, a resposta de Cristiane foi direta e categórica.

— Leandro, a gente acabou de ter o Junior! — disse ela, cruzando os braços. — Você sabe o trabalho que dá. É noite mal dormida, é fralda, é gasto que não acaba mais. Sem contar que você ainda está se matando para fazer a loja engrenar e se consolidar. Não é hora.

Cristiane não deixava margem para deslizes. Ela se cuidava rigorosamente, e sexo só com camisinha.

A mente de Leandro entendia perfeitamente a lógica da esposa. Ela tinha razão. Do ponto de vista prático e financeiro, ter outro bebê naquele momento seria uma imprudência. Mas o coração dele jogava com outras regras. Por mais que tentasse abafar o sentimento para manter a harmonia em casa, o desejo de ter um filho sangue do seu sangue continuava ali — quieto, mas cada vez mais vivo.

Quando imaginava, hipoteticamente, como seria sua vida longe daquela casa, havia sempre uma imagem que o fazia hesitar: Junior

Leandro percebeu, talvez com alguma surpresa, que o filho de Cristiane era uma das principais razões — talvez a maior delas — que o prendiam àquele casamento.

Ele amava Cristiane. Mas o sentimento que tinha pelo menino era diferente. Mais profundo, mais instintivo. Não dependia de casamento, de paixão ou de convivência entre marido e mulher. Era o amor que ele havia construído ao longo dos anos, feito de cuidados, preocupação, pequenas conquistas e incontáveis momentos compartilhados.

Bem lá no fundo, Leandro sabia que não havia qualquer ligação biológica entre os dois. Sabia que outro homem era o pai biológico daquele garoto.

Mas, para ele, isso havia deixado de ter importância.

A paternidade, descobrira, não estava apenas no sangue. Estava em quem ficava acordado quando o filho estava doente, em quem ensinava, protegia, dava bronca, comemorava as vitórias e estava presente nos momentos difíceis. Estava nos anos vividos juntos.

A paternidade estava nas mãos que balançam o berço.

Enquanto ele balançava o berço, e admirava Junior, ele cantava uma antiga canção da banda The Smiths, "The Hand That Rocks the Cradle" ( "A Mão que Balança o Berço")

🎵 I'll still be by your side ♪

♫ For you are all that matters ♫

🎶 And I'll love you till the day I die ♪

🎵 As long as the hand that rocks the cradle is mine

🎶 I once had a child, and it saved my life

🎵 Although you're only three, sonny boy

🎶 You're, you're mine

🎵 And your mother she just never knew

🎶 Oh, your mother

🎵 As long, as long, as long

🎶 I did my best for her

🎵 I did my best for her

O tempo passou, e Junior já estava com quatros anos quando chegou a festa de Dia dos Pais na escolinha.

Leandro foi à apresentação sem esperar nada de especial. Para ele, seria apenas mais uma daquelas comemorações infantis, com músicas, desenhos e crianças tentando lembrar o que as professoras haviam ensaiado.

Até que seu nome foi chamado.

— Papai do Leandrinho, pode vir aqui na frente!

Leandro levantou-se, um pouco sem jeito, e caminhou até o centro do pequeno palco improvisado.

Junior estava esperando por ele com um sorriso enorme.

Quando o pai se aproximou, o menino lhe entregou um cartão que havia feito na escola. Era um desenho simples, cheio de cores e com os traços ainda desajeitados de uma criança de quatro anos.

Leandro abriu o cartão.

Era ele.

Ou, pelo menos, a versão que Junior fazia dele.

Um homem de cabelos escuros, com braços enormes e um grande S desenhado no peito, como se fosse o Superman.

Leandro sorriu.

— Gostou, papai?

Antes que pudesse responder, Junior completou:

— Papai, você é meu “helói”!

A palavra, pronunciada daquele jeito infantil, atingiu Leandro de uma maneira que ele não esperava.

Ele ficou alguns segundos olhando para o desenho.

Herói.

Ele?

Durante grande parte da vida, Leandro jamais havia se enxergado daquela maneira. Fora o garoto nerd, desajeitado, tímido, aquele que não chamava atenção e que muitas vezes passava despercebido.

Agora, aos olhos de uma criança, ele era outra coisa.

Era um herói.

Continua …

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Comentários

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Os dois são louquinhos. Tão precisando de uma terapia de casal!

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Excelente sugestão!

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Kkkkkkk

Que a primeira sessão seja na Delegacia!!!

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🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

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Acho que não conseguiria ser como Leandro, não sou evoluído suficiente para me enganar por gosto

Christiane é safada...

Deve estar aprontando para satisfazer sua tara...

Ela é mulher pra apanhar, ser usada e ele um corno romântico

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E no meio de tudo isso tem um filho!

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E eu acho que é esse filho que vai dar o tom dramatico!

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Corno Romântico é aquele romanceia a relação com a Mulher enquanto ela romanceia com o comedor, é isso ?

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Caro Presidente... Ele idealizou um amor que não existe e se sujeita a ser corno "Conscientemente" para uma relação romântica que sé existe na cabeça dele!!!

Por isso digo que ele é um corno romântico!!!

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Bom dia Zanon, tecnicamente ainda não sabemos se ele está sendo Corno, Ele está sendo "enganado", grosseiramente, mas na realidade, eu acho que a Cris sabe, que o Leandro sabe que não é Pai do Júnior, pois todos sabem que por Coito Anal não se engravida, salvo em condições ultra excepcionais, então o que eles vivem é uma farsa, exceto se por acaso ser uma bizarrice da Natureza em ter sido uma fecundação por Coito Anal, mas Chifre ainda não teve, ao contrário, a Cris tem um fogo danado com o Marido, só que, é ele que puxa o freio de mão, mas traição, de fato não houve ou não foi relatada no texto.

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Pra mim a Traição Física é o de menos nessa história;;;

Sequer analisei isso!!!

O que eu defendo é que o Casamento surgiu a partir de uma mentira de Christiane e se passou 4 anos com o cara se dedicando como provedor, dando amor ao filho... e ela NUNCA conversou com ele sobre isso...

Que tipo de ser humano é esse??? Ela construiu uma vida por uma mentira e se omite por todo esse empo em ser verdadeira com uma pesssoa que faz tudo por ela e pelo filho!!!

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E com apoio da Mãe, por isso não vejo romance, mas o Leandro é Trouxa, mas não é Corno Manso ainda não, pelo menos isso kkkkkkk

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Depende do seu ponto de vista!!!

No momento que ele aceitou se casar com Christhiane, sabendo que a probabilidade de ser pai da criança, e se tornou oficialmente o marido...

Ele pra mim desde esse fato é Corno... e é Corno manso porque aceitou e sabendo, antes da criança nascer que era filho do Carlão, mais "manso ainda"

Mas como disse, depende do ponto de vista...

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Gosto bastante da história e seus romos. Leandro se amolda à situação, mas não creio que Cristiane vá fazer o mesmo. E já estou vendo a hora do Carlão pintar de novo na área…

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Na mosca. Carlão aparecerá de novo.

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Eu acho que tudo vai se resumir ao Leandro.

Ele tem tantas dores dentro dele, tantas limitações auto impostas, tantas frustrações mal resolvidas que espero de coração que ele possa ter um fim digno e feliz.

Mas a escolha impensada de ter se casado com Cris em um arroubo gigante não promete coisas boas para ele.

Mas vc é o mestre das surpresas!!!

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A intenção é a surpresa.

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Então vamos ser surpreendidos com certeza!!!

Disse da escrita da Giz, deliciosa, da potencia do Mhcmm e agora digo da sua escrita sutil e enigmática!

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Ryu meu anjo.

De um ponto de vista do Leandro a história está está muito perfeitinha, mas definitivamente há um problema no casal, a criação do Leandro não permite ele querer satisfazer a Cristiane como ela quer e isso é receita para problemas.

Tanto o conservadorismo de querer que eka represente um papel imaculado, (mãe e esposa recatada), quanto o fato que ele não deixa tempo para ela na sua própria vida.

Ela meio que deixou de importar. O que importa é o filho e principalmente o próximo filho.

Dito isso.........

A cena de sexo dos dois mexeu muito comigo, adorei como ela arranca uma reação bruta dele com um sorriso no rosto.

Sério me deu até calafrios o jeito que ela conseguiu fazer ele tratar ela. Vou tentar uma mordida qualquer dia ver se tenho esse efeito... Principalmente se meus outros métodos falharem.

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Interessante, Giz...

Passou um milhão de coisas pela minha cabeça lendo seu comentário.

Como falei em outro comentário, às vezes eu sacrifico um pouquinho da lógica e da coerência em favor do inusitado. Gosto de conduzir o leitor por um caminho que parece fazer sentido… até ele descobrir que talvez estivesse olhando para a direção errada. 😏

Dito isso, lendo seu comentário, acho que você vai gostar muito do capítulo final — o 6. Aliás, estou começando a ficar curioso para saber o que você vai achar quando chegar lá.

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"sacrifico um pouquinho da lógica e da coerência em favor do inusitado"

Agora entendi bem melhor aquela nossa conversa!

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Agora me deixou ansiosa. Kkkkkkk

Ok vou esperar com carinho ❤️ ❤️ ❤️

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Falai Ryu, mas apesar de surpreendente, nesse capítulo teve a coerência e a plausibilidade intactas, pois o Leandro é um Cara Frustado, com desejos delimitados por arquétipos sociais ultrapassados que o fazem ter uma visão tosca do sexo no casamento, mas ao mesmo tempo, está disposto a fazer e ceder QUALQUER coisa para manter aquilo que ele jamais pensou em conquistar, olhando por essa perspectiva tudo está lógico e coerente até agora.

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Discordo

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Discorra a respeito de sua discordância, essa discordância seria total, acredito que não??

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Discordo de Leandro ser um cara frustrado no atual momento da vida dele. Leandro se inovou, correu atrás e expandiu seu negócio.

Concordo sobre ele seguir uma vida delimitada por arquétipos sociais, não sei o que seria ultrapassado ou não.

Acho que ele ama Cris, mas não esta disposto a fazer qualquer coisa por ela. Mas pelo filho que não é biologicamente sim, ele esta disposto a fazer qualquer coisa.

Mas qual seria essa qualquer coisa? Aceitar se submeter as vontade de Cris?

No fim do capitulo tivemos um gap de 4 anos. Nos foi dito pouco sobre esses 4 anos.

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Então, a questão não é de se submeter, se ele teve o prazer momentâneo com uma prostituta sem restrição alguma, não consigo entender o motivo de não se jogar na Fantasia e Ardor Sexual da esposa, também não vejo como saudável essa obsessão que ele tem pela criança, é potencialmente ou totalmente perigosa, ele está se sacrificando, se é que pode chamar de sacrifício, pelos motivos errados, desde o início, sempre foi pelo o que ele julgava impossível de cknseguir5, denotando uma baixa autoestima que é preocupante, imagina se a Cristiane se acerta com o Carlão e ele acaba sabendo que o Filho é dele, como ficaria essa situação, tendo em vista que o Carlão poderia ser o Grande Amor da vida da Cristiane e vice versa, já que o que importa para o Leandro é só o Junior, como ficaria essa solução??????

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Mas ele diz que alterna esse sexo mais selvagem com uma coisa mais romântica. Cris aceita mas não sente prazer, faz por ele.

Agora, e se ele curtir mais uma cosa calminha? Cada um tem um gosto.

Sobre o filho meu amigo, é possível controlar o amor? O filho dele que não é dele troue um novo propósito para sua vida e isso é magico. Não vejo de forma alguma o amor dele pela criança como uma obsessão. E ele tbm percebe que o filho é o principal motivo para manter seu casamento.

Sabe, eu acho que ele ama a Cris sim, mas não do jeito de antes.

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Com a prostituta teve de tudo, ele é obsessivo com o filho sim, nunca se deve condicionar a própria vida a nenhum outro ser humano, se você não se ama não consegue doar amor saudável, quanto a Cristiane não é amor é idealização projetada de amor, outra situação perigosa

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Bom, a prostituta foi lá atrás antes de ele se casar, não da para comparar uma trepada com uma prostituta com uma relação de marido e mulher.

Sobre o amor pelo filho, não o vejo obsessivo. Só vejo um sujeito que sente um amor de pai por seu filho.

Com relação a Cris, concordo integralmente com vc. É um amor idealizado e sim, uma situação perigosissima.

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Bom se você pensa que sexo com prostituta tem que ser mais prazeroso que com a de um casal, está posta uma diferença de posicionamento difícil de ser equacionada, pois eu acredito piamente que o sexo com a esposa tem que ser SEMPRE mais ousado e prazeroso do que com qualquer outra mulher, aliás, eu tenho um posicionamento bem interessante, pois eu adoro sexo, de verdade, gosto muito mesmo, SEMPRE gostei, mas eu nunca na minha vida paguei por sexo, talvez seja por gostar TANTO, SEMPRE achei que perderia a Magia, por isso acho verdadeiramente hipócrita o posicionamento do Leandro, mesmo que tenha sido no passado, pois eu tive passado também, no qual todos os amigos me sacaneavam em não ir no Puteiro, Vila Mimosa e Rua Alice, que já até fui, mas nunca transei por questão de posicionamento pessoal mesmo, nunca achei natural, apesar de não julgar o ato em si.

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Não sei o que vc entendeu mas não foi isso que eu disse.

Eu particularmente não gosto de puteiro e consequentemente de GP.

Me repetindo. É incomparável o prazer que temos com uma mulher que amamos, seja esposa ou não do que o prazer momentâneo com uma prostituta

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Me desculpa, relendo meu comentário da GP ficou meio esquisito mesmo.

Erro meu!!!

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Até estranhei, mas não precisava se desculpar, fico até aliviado por termos mais esse ponto em comum.

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Precisava sim meu amigo!

Saiu totalmente errado. Não condiz com quem eu sou e o que eu penso!

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Vou ser mais claro, um cara estar casado com uma Mulher só por causa de um Filho que não é dele, e uma situação bastante frustante, pois onde está o Amor, uma criança ser criada num Lar sem amor saudável e recíproco SEMPRE é negativo e frustante.

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Com certeza é frustrante em alguns aspectos, mas não é dito que ele não ama sua família.

Mas o Leandro que foi no Bordel com o cunhado não existe mais.

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Mas a Mulher que ele transou na Festa ainda existe, esse é o problema entende, ele criou uma realidade paralela no qual se moldou aos anseios e necessidades dele, mas é tudo um Castelo de Areia, parafraseando nosso amigo Manfi.

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Mas note que no Bordel de Luxo, ele transou bem, com direito a gritinho, mas quando ele saiu de lá e foi para casa, ele nem lembrava da prostituta.

Ele queria mesmo era uma família, papai, mamãe e filhinho. Ele me parece que é assim, é o que o faz ou faria feliz.

Mas Cris, entre quatro paredes é 'aquela prostituta', ela só sente prazer em uma pegada bruta.

Olha, na verdade acho que o Leandro ta fudido, só não sabe ainda, ou já sabe e não quer ver.

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E vou além. Cris não é burra, ela sabe o que é melhor para ela. Ela preza sua família.

Mas...acho que o Carlão vai se separar da mulher e aí a vaca vai pro brejo!

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Agora você começou a ver o perigo da idealização do Leandro, ele só teria chance se virasse a Cristiane do avesso e sentisse prazer nisso, caso contrário está depositando amor em um elemento neutro, o Junior, no qual não verá proliferação desse amor.

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Mas a idealização perigosa dele por Cris já vi no capitulo 1, Inclusive comentei de me parecer que Leandro era um cara simples vivendo uma vida sem graça.

Agora eu quero ver como ele vai se comportar quando essa idealização que ele criou explodir.

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Na verdade esse casamento começou errado desde o começo.

Leandro idealizou em Cris um amor que iria trazer a sua vida mais emoção. Ela estava chata, ele estava em depressão, até pensou em se matar. Lembra?

E Cris, nunca esteve nos planos dela ter qualquer tipo de contato com Leandro a não ser uma amizade distante. Mas ela engravidou de uma homem casado e usou Leandro para se safar dessa situação.

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Então se você viu a idealização, também tem que ter visto a frustração em se sentir insuficiente para esposa, não conseguindo satisfaze-la com prazer para ambos, não tem nada mais frustante que isso, potencializado por ser uma mulher idealizada a vida inteira e agora só sobrou o filho de outro homem para amar.

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Eu não sei se eu vi essa frustação dele em ser insuficiente sexualmente para a esposa.

Eu vi ele se matando de trabalhar para dar a sua família uma condição de vida melhor.

Vi nela uma tentativa de dar a seu marido o que ele gosta, de um sexo gostoso e romântico e ele tentando dar a ela um sexo com pegada as vezes.

Mas com certeza absoluta isso é uma panela de pressão para ambos. Insatisfação certa que irá terminar em algum tipo de crise.

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Meu Amigo Embaixador, quando o Sexo não é Pleno e Mútuo, a Frustração é certa.

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Meu Presidente!!

Eu sinceramente acho que na vida de um casal que se ama. que se respeita e que são companheiros o sexo é uma consequência, é um adendo importante. Mas sexo pleno entre um casal é uma coisa extremamente difícil de ser alcançado.

A plenitude para mim é quase que como uma utopia. São e também somos feitos de muitas variáveis que mudam constantemente.

Sendo assim, não acredito em nada pleno, mas sim em equilíbrio.

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Mas o equilíbrio é pleno, não existe nada perfeito, a perfeição é imperfeita já na pretensão, perfeição eu não acredito eu acredito na plenitude que é o equilíbrio entre duas relações meu Querido Embaixador.

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kkkkkkkkkkkk

Geralmente de sexta eu desmonto completamente e meu cérebro ta meia fase!! Só to dando bola fora!

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Kkkkkkkkkkkkkkkk bola fora nada estamos exercitando a capacidade de argumentação, isso nunca é bola fora, pois dentro de outro contexto pode ser utilizado.

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Querido Presidente, no meu cérebro meia fase eu confundi a ideia de Plenitude com Intensidade.

Se formos ver Leandro e Cris, fora do "conto" ta tudo errado!!

Teve a construção desse amor? Teve aquele tempo precioso de maturação de seus sentimentos?

Não teve"

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Se eu fosse você Giz, antes de tomar a atitude de dar uma mordida no companheiro, analise bem o Dono do Passarinho, nem todos são iguais ao Leandro, nem todos vão fazer "Aaiiii" e dar dois passinhos para o lado, a reação pode vir um tanto mais forte e espontânea e escalonar bastante, como diz minha Mãe CuiDaaAAAaduu!!!!! KKKKKKKK

Mas eu até falei sobre isso lá atrás, a primeira interação sexual deles deu para perceber que se o Leandro estivesse atrás de pureza não ia dar certo kkkkkkkkkkkkkkk

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Mas aí é que está o X da questão.

Ele não consegue acompanhar a pegada da Cris.

E concordo da mordida no periquito, é um risco grande de dar merda.

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Ok vou tomar cuidado kkkkk

Sim, não há pureza... Não a que ele busca.

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Exatamente, esse modelo de mulher austera e com a libido baixa ou controlada não tem nada a ver com a Cristiane, que por enquanto tem esse segredo bem desagradável, que foi apoiado e dividido com a Mãe, então ela tá errada, mas não é uma vagabunda despudorada, por enquanto ainda não, cometeu erros graves que ainda não teve explicação, mas perdida ela ainda não tá, ao contrário, ela tá se posicionando no casamento apesar de toda Hipocrisia Estrutural do Leandro.

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A mentira acabou saindo um pouco de foco, sinto que vai voltar quando a história atingir o apogeu. Quando algo fica reprimido por tanto tempo dentro de uma pessoa, não desaparece de um dia para o outro. Vai corroendo por dentro e, em algum momento, tende a sair. E muitas vezes, de forma explosiva.

Tenho o hábito de colocar alguma música para tocar enquanto leio, e a que estava na playlist quando comecei esse capítulo foi Hedonist, do Jinjer. Em determinado trecho, a música diz “Of pleasure quintessence! Forget the consequences”.

Essa frase combina com o casal, principalmente com o Leandro, que prefere ter o prazer de possuir uma esposa como Cristiane e exibi-la como um troféu, uma conquista, enquanto escolhe esquecer a verdade incômoda que existe por trás de tudo isso.

Eu ri pra caralho quando a Cristiane mordeu o pau do Leandro. O cara chega em casa cansado, recusando a investida porque só queria tomar banho e dormir, e a primira reação dela é morder o pau do cara. A reação dele com o “gritinho”. Tô rindo até agora KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.

Só uma última coisinha, um detalhezinho ali... sabe... tem um Leonardo perdido ali no meio kkkkk

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Esqueci da mordida no pau dele!!!!

Cris despertou o piruzão com uma dentada bem dada!!!!

"Finalmente"

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Eu ri demais kkkkkkkkkkkkkkkkk lembrei da irmã do Perigo da série do Bayoux, levou dentada no pau.

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Acho que essa serie do Bayoux vai ficar pra sempre na minha cabeça!

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Ela é extremamente maravilhosa ri muito de tudo.

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Você tem toda razão, a mentira vai voltar ao centro da história!

Editei o capítulo, e tirei o Leonardo que estava perdido por engano ali.

Valeu Haedrig!

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Achei a reação dela, MA-RA-VI-LHO-SA.....

Minha musa inspiradora que me deu ideias....

😎😎😎😎🤣🤣🤣🤣🤣

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Quando ela diz "finalmente" eu juro que consegui ver a cara dela de satisfação!

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Eu senti a satisfação dela na minha alma, olha o meu comentário acima.

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Eu li!

E eu amei ela nessa parte.

Deixa um gostinho de quero muito mais de Cris!

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Deixa eu te explicar de outra forma como isso me afetou usando meus próprios contos.

Se a Raquel dessa uma mordida dessas no Jiang, como ela seria tratada na sequência... Esse pensamento me arrepiou até a nuca.

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Interessante esse seu comentário!

Vc realmente se viu ali!

Como escrevi ontem. Isso aqui tudo é fantástico!

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Essa "tática" deu certo na ficção. Será que na prática também funciona bem?

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Vou ter que pesquisar o jeito certo kkkkkkkkkkkk

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Grande Ryu , eu sabia que Vc não iria me desapontar , eu te sigo desde que Vc brigava com o Ken e o Honda .

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Clododa!!

Agora aqui é uma Base Operacional do FUCDC!

Taca-lhe pau!!!

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Vocês vão dominar todo o site!

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Todo site não meu amigo!

Nossas Bases Operacionais somente estão sendo instadas nas melhores paginas!!

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Rainha do Egito, o FUCDC vai acabar pq meu time ( que so conta comigo mesmo ) vai acabar com FUCDC

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Hahaha! Aquela foi fase mais violenta! 😂 Naquela época eu resolvia tudo na base do Hadouken. Hoje troquei a pancadaria pelas palavras… mas o Ryu continua dando trabalho. 😂

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rs ai sim , trocou o kinono pela caneta

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Não tava esperando SM. Mas foi Dukaralho!

A mulher é doida!

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A Cristiane é mais doida do que isso!

Valeu Polaco!

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Nossa Senhora!!

Partimos para um drama!!

Ainda preciso deixar minha mente trabalhar esse capitulo!

Que conto maravilhoso Ryu, amo demais quando em um primeiro momento não sei o que pensar!

Mas Cristiane ja deu para sacar que é doidinha mesmo e ela ou ja quer ou, como diz nossa amada Megerinha, vai querer maaaiiiisssss do que Leandro pode dar!!

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Mas antes de pensar preciso tirar da mente isso!!

"Aaai! — Leandro deu um gritinho, dando um pulo para o lado."

Ai Leandroooo!! hahahaha

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Esse gritinho do Leandro tem uma influência do Bayoux aí

... ops, isso ficou meio estranho! 😂

Mas é sério: o humor refinado e, principalmente, muito bem colocado do Bayoux me inspira a tentar colocar também alguns toques de humor nos meus textos. No meu caso, aquele humor só para dar uma quebrada na tensão.

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Mantenha o gritinho por favor!

Notei que Leandro tem algumas camadas.

Aqui percebi que ela ama a Cris, mas que ela faz parte do todo e não é só ela.

Primeiro, ele gosta de "exibir" um pouco a Cris, não por fetiche (ainda talvez?) mas para massagear seu ego.

Mas seu amor incondicional é seu filho. Isso esta claro! Tanto que me parece que ele se questiona em certos momentos sobre sua vida junto com a Cris. O motivo mais forte dele estar ali ainda é o filho.

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É exatamente por aí! Você percebeu uma camada importante do Leandro.

Ele nunca se achou “o tal”. Sempre foi o nerd, mais apagado, aquele que provavelmente nunca imaginou que um dia teria uma mulher como a Cris ao lado. Então, sim, estar casado com uma mulher que ele considera uma tremenda gostosa também mexe com o ego dele. Ele gosta de “exibir” um pouquinho a Cris, não necessariamente por fetiche — mas porque, de certa forma, ela também representa uma espécie de troféu para o ego de alguém que nunca se viu como grande coisa.

Mas o mais importante é que o Leandro sempre foi apaixonado pela Cris. O que mudou profundamente foi a paternidade. O Junior entrou na vida dele e criou um vínculo que ele próprio talvez não esperasse que fosse tão forte.

Acho que o Leandro ainda ama a Cris, mas o amor pelo Junior passou a ocupar um espaço completamente diferente dentro dele. É um amor que não depende de relacionamento, desejo ou circunstância: é simplesmente “meu filho”.

E talvez seja justamente por isso que, em alguns momentos, ele comece a olhar para a própria vida e se perguntar algumas coisas. Não necessariamente porque deixou de amar a Cris, mas porque agora existe alguém que se tornou o centro emocional da vida dele. E isso inevitavelmente muda a maneira como ele enxerga todo o resto.

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Isso!!

Ja imagino que essa dinâmica na vida de Leandro vai mudar. E já sinto por ele!

Cris começa a aparecer na trama agora!! E acho que Cris vai abalar as bases da vida do Leandro!

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Exatamente. A Cristiane ta pedindo mais do que o Leandro pode ( ou quer) dar.

Bom que está gostando!

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Leandro pode mas não quer. Não quer para não macular a visão de Cris como mãe de seu filho.

Já imagino que Carlão voltará com tudo!!!

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Eu não tinha percebido que depois desse: "— Aaahhh... — Cristiane gemeu baixinho — Finalmente." até o fim do capitulo o gap de 4 anos foi preenchido.

Agora me pergunto...Cris ama Leandro também, de alguma maneira que seja, ou ela é só "grata" por Leandro ser um excelente pai?

Veremos....

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Seu raciocínio é muito bom e, dentro do que a história apresentou até aqui, tem bastante coerência. Mas tem um detalhe que preciso deixar claro: minhas histórias costumam ter poucos capítulos. Essa, por exemplo, só terá mais dois.

E eu priorizo muito a surpresa e o inusitado. Às vezes até mais do que a coerência lógica. 😂 Se for preciso sacrificar um pouquinho da lógica para chegar a um resultado que surpreenda o leitor, confesso que eu faço sem muita culpa.

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To bem ansioso para ver onde vai dar tudo isso! Muito mesmo!!

Eu amo três coisas aqui no CDC que infelizmente acontece muito pouco.

Surpresas...Vc, Giz e Mhcmm estão sendo os mestres nesse quesito.

Detalhismo...Carlão e Obetão são insuperáveis. Pena que as meninas do Ménage Literário estão em um hiato muito grande.

Humor....Bayoux e Theodor e Aline são completamente imbatíveis!!

Vamos lá, vamos nos divertir nesse dois últimos capítulos, mesmo pq tenho muita coisa para ler de vc e do Bayoux ainda!!

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Opa, eu nunca li nada do Mhcmm. Theodor e Aline eu não conheço. Mas pelo jeito são boas dicas, vou ler!

O Carlos tem um capricho muito grande com os detalhes. To esperando o capitulo 22.

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Mhcmm é fantástico. Mas leia do começo pois ele fez o mesmo que a Giz. Ele esta conseguindo unir seus personagens em um Universo.

Theodor e Aline são impressionantes com a Megera e o Demônio! Surreal naquela loucura que criaram! Os melhores "diálogos" do CDC.

E o capitulo 21 do Carlão esta com 750 comentários. Preciso dizer mais alguma coisa?

E sério, veja Obetão com o se Será que Tudo está Escrito nas Estrelas? É um romance de duas almas gêmeas em forma de diário simplesmente lotado de detalhes que se encaixam durante os 81 capítulos da história.

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