Meu nome é Iale. Tenho 1,50 m de altura, corpo estreito na cintura, coxas grossas e musculosas e uma bunda que projeta pra trás — o volume fica todo em cima e pra fora. Quando meço, dá perto de 110 cm de quadril. Treino glúteo pesado quase todo dia e o resultado ficou exatamente assim: arredondada, alta, pesada e bem projetada. Na rua os homens não disfarçam. Já ouvi de tudo: “lá vem a rabuda”, “olha, lá vem a Iale do rabão”, “morena rabuda”, “morena do rabão”. Quando faço bronze, então, eles ficam loucos. A marquinha deixa o contraste ainda mais forte e os olhares pesam nas minhas costas o caminho inteiro.
Eu acordo antes dele.
O celular vibra no silêncio do quarto e eu desligo rápido. Levanto devagar. Ele dorme de lado, respiração pesada. Olho por um segundo e sigo pro banheiro.
Tomo banho rápido. Água quente escorrendo pelas costas, mãos passando sabão nos seios, na barriga, e depois apertando a própria bunda no espelho. Saio, me seco, visto o legging preto justo e o top que empurra os peitos pra cima.
Na cozinha preparo o café dele e o meu shake. Quando volto ao quarto ele já está sentado na beira da cama.
— Bom dia — ele murmura.
Eu me inclino e beijo a boca dele. A mão dele desce e aperta minha bunda por cima do legging.
— Hoje é dia de glúteo de novo?
— Sempre.
Ele sorri e dá um tapa leve. Eu rio baixo e me afasto.
Na academia o corpo esquenta rápido. Elevação pélvica, agachamento búlgaro, abdução. No final fico de lado no espelho, o legging colado, e aperto a bunda com as duas mãos. Gosto do que vejo.
Chego em casa, tomo outro banho e visto uma saia lápis preta bem justa que termina um pouco acima do joelho. Por baixo, fio-dental preta. Blusa de seda branca, decote em V discreto. Salto nude, cabelo solto, batom rosado. O currículo está na bolsa.
O prédio é moderno. No elevador o coração acelera. A recepcionista me manda pro último andar. A porta de vidro se abre e ele está ali, atrás da mesa, de camisa social sem gravata. Olha pra mim de cima a baixo sem pressa. O olhar demora na curva da minha bunda.
— Pode entrar. Fecha a porta.
Eu fecho.
Ele aponta a cadeira.
— Senta.
Eu sento e cruzo as pernas. A saia sobe um pouco. Ele repara.
— Então… me fala de você.
— Meu nome é Iale. Tenho experiência como secretária e assistente administrativa. Sou organizada, discreta e sei lidar com rotina intensa.
Ele se recosta.
— Discreta… E por que você quer trabalhar aqui?
— Pelo crescimento. Vi que a empresa está expandindo.
Ele sorri de canto.
— Você é casada?
— Sim.
— E ele sabe que você está numa entrevista agora?
— Sabe que estou procurando uma nova oportunidade.
Ele inclina a cabeça, o olhar descendo pela blusa e pela saia.
— Fica de pé um instante.
Eu levanto. A saia cola no corpo.
— Vira de lado.
Eu viro. O salto faz a curva da bunda ficar ainda mais evidente. Ele observa em silêncio.
— Pode sentar de novo.
Eu volto pra cadeira.
— A vaga exige disponibilidade. Às vezes precisa ficar além do horário. Seu marido não vai ter problema?
— Não. Eu resolvo.
Ele se inclina pra frente.
— Então me conta… o que você realmente sabe fazer bem.
— Eu sei organizar. Sei antecipar o que o chefe precisa. Sei manter discrição absoluta. E sei cumprir o que for combinado, sem drama.
— Discrição é importante aqui. Você consegue manter a boca fechada mesmo sob pressão?
— Consigo.
Ele se levanta, contorna a mesa e para atrás de mim. Fica perto o suficiente pra eu sentir o calor do corpo dele.
— Você fica muito gostosa com essa saia. Você gosta de provocar?
Eu engulo em seco. Ao me virar, meus olhos descem e eu reparo no volume marcado na calça dele — grande, impossível de ignorar.
— Eu… escolhi porque fica bem em mim.
Ele sorri.
— Fica. Vira de frente.
Eu viro. Estamos perto demais.
— A vaga é sua se você quiser. Mas tem algumas condições que não estão no anúncio.
— Que condições?
— A gente conversa melhor se você aceitar o cargo primeiro. Você aceita?
Eu demoro dois segundos a mais do que deveria.
— Aceito.
Ele se recosta e cruza os braços.
— As condições extras são simples. Mas não são negociáveis. Aqui dentro você vai ser a puta anal do chefe. A boqueteira particular. Vai aceitar qualquer coisa que eu pedir. Ajoelhar, abrir a boca, dar o cu, engolir, beber. Sem drama. Quando eu quiser, você obedece.
Minhas pernas tremem.
— Isso é… sério? Por que eu aceitaria uma coisa dessas?
— Porque além do salário de quatro mil, você vai receber por fora uma mesada de doze mil. Todo mês. Em dinheiro. Sem registro.
O número bate forte.
— Eu nunca fiz anal na vida. Nunca. E… eu estou precisando de dinheiro. Bastante.
Ele abre a gaveta, tira um envelope e espalha as notas na mesa. Dois mil reais.
— Pode pensar. A porta está ali. Mas se você ajoelhar agora e me chupar até eu gozar, esse dinheiro é seu. Na hora.
O silêncio fica pesado. Eu olho pro envelope, pro volume na calça dele, pro rosto dele.
Demoro vários segundos. Depois deixo a bolsa no chão e ajoelho. As mãos tremem enquanto abro o cinto e puxo o zíper. O pau salta pra fora — grosso, pesado, enorme. Eu travo.
— Puta que pariu…
Me levanto num salto e dou dois passos pra trás, o coração disparado.
— Sua rola é grande e grossa… a do meu marido é pequena. Eu nunca vi um pau assim.
Ele continua sentado.
— Então? Vai chupar ou vai embora?
— Não… isso não é normal. Não consigo.
Ele abre a gaveta de novo e coloca mais um envelope em cima do primeiro. Agora são quatro mil.
— Quatro mil. Agora. Só por ajoelhar e tentar de verdade.
Eu fico parada, olhando pro dinheiro e pro pau. Os pensamentos se atropelam.
*Doze mil por mês. Mais o salário. Quatro mil só pra tentar agora. Eu preciso. O aluguel, as dívidas, tudo. Meu marido não pode saber. Mas aquilo… como alguém enfia uma coisa daquele tamanho? Se eu ajoelhar e não conseguir, a oferta some. Se eu for embora, perco os quatro mil e a chance dos doze.*
Sinto a calcinha úmida apesar do medo. Isso me irrita. Quase dou meia-volta. Quase pego a bolsa e saio. A mão já está na alça quando ele fala de novo, a voz baixa:
— Decide, Iale. A porta continua aberta. Mas o dinheiro só sai daqui se você ajoelhar de novo.
Eu respiro fundo, ainda em pé. O medo aperta o peito. Imagino o que meu marido pensaria se visse. Imagino a dor. Imagino o arrependimento. Mas os números na mesa pesam mais.
— Quatro mil só pra tentar… E se eu não conseguir colocar nem a cabeça? Você ainda deixa eu ficar com o dinheiro?
— Se você ajoelhar de verdade e tentar com vontade, o dinheiro é seu. Mesmo que não entre tudo.
— E a mesada de doze mil… começa quando?
— No primeiro mês que você cumprir o combinado.
O medo ainda está lá. Mas eu ajoelho de novo.
Ao puxar a calça e a cueca mais pra baixo, vejo as bolas dele: pesadas, enormes. Eu travo por um segundo.
— Meu Deus…
Ele solta um riso curto e pousa a mão na minha cabeça.
— Se você me fizer gozar duas vezes, o dinheiro é todo seu. Mas eu acho que não vai caber nessa boca pequena. Pode lamber à vontade se não entrar. Só a ponta. Nada mais que isso.
Seguro a base com as duas mãos e aproximo o rosto. Passo a língua na cabeça larga. Tento abrir a boca o máximo e encaixar a ponta. A glande estica meus lábios até doer e para ali. Não tem como ir mais fundo.
Começo a chupar só a ponta enquanto lambo o resto. A língua desce pela lateral, sobe, lamba as bolas. Ele suspira baixo, os dedos no meu cabelo.
— Isso… só a ponta. Chupa direito.
O envelope com os quatro mil continua no canto da minha visão.
Ele puxa meu cabelo pra eu olhar pra cima.
— E o corno? Vai ser problema?
— Eu tô chupando pelos quatro mil. Ainda não aceitei a proposta.
— Ainda não aceitou… mas tá de joelhos. Insisto: o marido vai atrapalhar?
Volto a lamber e falo entre as passadas, a voz embargada:
— Ele… trabalha o dia inteiro… chega tarde… cansado… a gente quase não transa… ele nem repara mais se eu chego depois… ou se tô molhada…
— Continua falando. E continua chupando.
Mal termino de lamber e ele goza.
O primeiro jato bate na minha testa. O segundo acerta o nariz e a boca. Depois não para. Jato atrás de jato, uma quantidade absurda, cobrindo meu rosto inteiro. Eu fecho os olhos, sentindo a porra escorrer pela testa, pelas bochechas, pingando do queixo.
— Abre a boca. Coloca a cabeça dentro e bebe tudo. Agora.
Assustada, abro a boca e enfio a glande de novo. O esperma enche minha boca de uma vez. Engulo o que dá, mas é tanto que vaza pelos cantos dos lábios e sobe pelo nariz. Sinto o líquido escorrer das narinas enquanto engasgo e tento engolir.
Meu rosto vira uma máscara branca e pegajosa. Continuo chupando a ponta, engolindo aos poucos, enquanto mais jatos ainda saem.
— Bebe. Não desperdiça. Tudo.
Os jatos continuam. Quando os espasmos diminuem, um filete ainda pinga na minha língua.
Eu tiro a boca, ofegante.
— Meu Deus… eu nunca bebi tanto esperma na minha vida…
Ele passa o polegar no meu queixo e empurra o líquido de volta pra dentro da minha boca.
— E vai beber mais. Agora limpa tudo. Até o chão.
No piso, bem na frente da cadeira, formou-se uma poça enorme de porra misturada com saliva. Eu me abaixei de quatro e passo a língua nela. Lambo até o chão ficar só úmido de saliva.
Quando levanto o rosto, ainda sujo, ele já está semi-duro de novo.
— Terminou? Então volta a chupar. Só a ponta. E dessa vez não para até eu gozar de novo.
Volto a ajoelhar. Enfio só a cabeça larga entre os lábios e começo a chupar com vontade, sugando forte. A mão direita bombava a base com velocidade. Em poucos minutos ele segura meu cabelo e goza de novo. O esperma jorra dentro da minha boca. Continuo sugando e engolindo até os espasmos pararem.
Quando solto, um fio grosso ainda liga a cabeça do pau à minha língua.
Fico ajoelhada, ofegante. Ele passa a mão no meu cabelo e se recosta.
— Levanta. Senta ali.
Eu me levanto com as pernas trêmulas e sento. Ele joga um lenço na minha direção.
— Pode limpar o excesso do rosto. O resto você engole depois.
Enquanto passo o lenço, ele empurra o envelope com os quatro mil na minha direção.
— Esse é seu. Agora vamos falar sério sobre o resto.
— Os doze mil por mês… É todo mês?
— Todo mês. Desde que você cumpra o combinado. De segunda a sexta, quando eu quiser, você está disponível.
— E o anal… eu nunca fiz. Vai doer pra caralho.
— Vai doer. No começo vai sangrar. Você vai chorar. Eu sei. Mas você vai aguentar. A gente começa devagar. Só a ponta. Depois um pouco mais. Até caber. E quando acontecer, você não vai me impedir.
— E se eu quiser parar?
— Aí a mesada para no mesmo dia. O salário de quatro mil continua se você quiser ficar só como secretária normal. Mas os doze mil acabam.
— Meu marido… ele não pode saber de jeito nenhum.
— Ele não vai saber. Você chega, trabalha, me chupa quando eu mandar, me dá o cu quando eu quiser, bebe o que eu gozar e o que eu mijar, e vai embora. Vida normal em casa.
— Beber mijo…?
— Toda manhã. No banheiro. Você ajoelha, abre a boca e bebe. Tudo. Sem desperdício. Às vezes durante o dia também.
— Isso é humilhante pra caralho…
— É. E você vai fazer mesmo assim. Porque doze mil por mês compram muita humilhação.
Fico quieta. Os pensamentos se atropelam.
*Doze mil. Todo mês. Mais os quatro de salário. Em troca de ajoelhar todo dia, beber porra, beber mijo e deixar ele enfiar esse pau no meu cu devagar. Ele já gozou duas vezes na minha cara e na minha boca e eu ainda estou aqui negociando. Meu corpo reagiu. Eu fiquei molhada. Isso me assusta mais do que o tamanho dele.*
— E se eu não aguentar o anal? Se sangrar demais?
— Aí a gente para naquele dia e tenta de novo no outro. Mas você não desiste. Desistir cancela a mesada.
Eu respiro fundo. O gosto dele ainda está na boca. O envelope está na minha mão. Eu sei que se sair agora, nunca mais volto. E sei que se voltar amanhã, não tem mais volta.
— Eu preciso de um tempo pra pensar.
Ele balança a cabeça.
— Justo. Leva o envelope. Pensa essa noite. Amanhã você chega às oito. Se vier, eu entendo que aceitou. Se não vier, a gente finge que hoje foi só uma entrevista estranha e acabou.
Ele se levanta, guarda o pau e fecha o zíper.
— Pode ir, Iale. E não se limpa demais antes de chegar em casa. Quero que você sinta o cheiro o caminho inteiro.
Eu pego a bolsa e o envelope. Na porta, olho por cima do ombro uma última vez. Ele ainda está me observando. Saio sem responder.