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Capítulo 28: O Acordo com Alexa

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 2836 palavras
Data: 17/09/2026 01:06:53

Aviso: Este é o vigésimo oitavo capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 27: A Faxina da Semana!

Dois dias se passaram desde que Pôia e Püia começaram a faxina no apartamento de Margot, onde Putty estava morando agora. Finalmente tudo estava limpo: paredes, chão, móveis, até os cantos mais escondidos. O cheiro forte de merda, vômito e mijo havia sido substituído por um leve aroma de desinfetante. As duas gêmeas poderiam finalmente voltar para a fazenda em Xotaville.

Pôia se despedia de Putty no corredor, chorando e soluçando como de costume, os olhinhos azuis cheios de lágrimas:

— Eu vou pensar em você todo dia... você vai pensar em mim...?

Putty respondeu carinhosa, afagando os cabelos azuis curtos da empregadinha com um sorriso doce:

— Claro que vou pensar em você... Mas calma, a gente já vai se ver de novo daqui a alguns dias. Prometo deixar tudo bem sujo e cagado pra vocês ficarem mais tempo por aqui limpando.

Pôia abriu um sorriso molhado de lágrimas, mas Püia reclamou ao lado, cruzando os braços:

— Tá louca? Foi um inferno limpar a merdalhada que tava esse lugar! Tenta não sujar tanto da próxima vez, caralho! Dá um trabalho da porra tirar o cheiro de merda das paredes...

Nesse exato momento, Mackenzie apareceu no corredor do andar, com a expressão visivelmente preocupada. Putty cumprimentou com um aceno:

— Olha só quem apareceu... Macky! Veio se divertir com a gente?

Mackenzie balançou a cabeça, aflita:

— Não! Vim ver como está a Margot... Faz dois dias que ela não aparece no Jornal pra trabalhar. Eu ligo pro celular dela, mas não responde. Tô ficando preocupada. Ela tá em casa? Tá doente ou algo assim?

Putty coçou a cabeça, pensando por um segundo:

— É... realmente, agora que você mencionou, ela não voltou pra casa desde que saiu com você e a Kristy no outro dia.

Mackenzie ficou puta na hora, arregalando os olhos:

— E você nem percebeu que ela tinha sumido, porra?

Putty explicou, um pouco envergonhada:

— É que... bem, eu tava me divertindo com as duas clones aqui e com a filha da vizinha, aí nem notei que ela tinha sumido.

Mackenzie já ia perguntar, mas Püia corrigiu Putty imediatamente:

— Clones não... gêmeas. Pare de criar mal-entendidos com as pessoas.

Mackenzie respirou fundo e continuou explicando:

— A Margot saiu pra investigar umas informações que recebemos sobre uns bandidos e depois disso não vimos mais ela... Não responde as ligações, ninguém sabe onde ela foi.

Püia pegou a irmã pela mão e começou a puxá-la para o elevador, se despedindo rapidamente:

— Já tô vendo que isso pode ficar perigoso, então vou levar minha irmãzinha de volta pra fazenda.

Pôia fez força contra, os olhos cheios de súplica:

— Nãooo... Eu quero ajudar a Putty...

Putty, vendo que Püia estava realmente preocupada com a segurança da irmã, e lembrando que o motivo principal de ter se mudado para o apartamento de Margot era justamente manter as gêmeas em segurança, longe dela e de suas confusões, reforçou com firmeza:

— Não, Pôia... Vá com sua irmã, ela tá certa dessa vez.

Püia ergueu uma sobrancelha:

— Dessa vez?

Putty continuou, ignorando o tom irônico:

— Talvez eu precise enfrentar bandidos armados, pode ser a Alexa atacando de novo... Não quero que você corra qualquer perigo por estar perto, então volte pra fazenda com a Püia.

Pôia concordou a contragosto, ainda com lágrimas nos olhos. As duas gêmeas desceram pelo elevador. Mackenzie então começou a bombardear Putty com perguntas:

— O que a gente vai fazer? Como vamos procurar a Margot? Ela não falou nada pra você sobre onde estava? Quem é essa Alexa que você mencionou? É a da Alexa Corp? O que ela tem a ver com isso?

Putty, assustada com a avalanche de perguntas, levantou as mãos pedindo calma:

— Ei, ei, ei... Uma pergunta por vez! Não tenho a menor ideia de onde ela pode estar. E sim, é a careca da Alexa Corp mesmo... Ela tem uma implicância comigo e já me atacou algumas vezes.

Mackenzie parou de falar, olhou bem para o rosto de Putty, analisando por alguns segundos em silêncio. De repente, como se todos os pontos tivessem se conectado na cabeça dela, gritou:

— Peraí... você é a tal alienígena perigosa que estava atacando as pessoas!!!

Mackenzie já se preparava para sair correndo, mas Putty segurou seu braço com firmeza:

— Calma! Não é nada disso! Eles mentiram! Eu não sou a vilã da história!

Mackenzie virou-se, ainda tensa, mas curiosa:

— Explique!

Putty ficou até surpresa:

— Hmm, você até que aceitou fácil me escutar... Normalmente as pessoas continuam berrando e tentando fugir quando me reconhecem da TV.

Mackenzie respondeu com seriedade profissional:

— É que eu sou uma repórter. Eu preciso escutar todos os lados de uma história. Depois eu decido em quem acreditar.

Putty decidiu abrir o jogo completamente. Contou tudo: a chegada na Terra, a vida na fazenda, os poderes que desenvolveu, os ataques de Alexa, o baile, a perseguição... Mackenzie escutou tudo com atenção, os olhos brilhando de excitação jornalística. No final, ela exclamou:

— Caralho! Mas isso é uma história incrível! Isso pode foder a Alexa completamente! A gente precisa publicar a sua versão da história agora mesmo!

Putty interrompeu rapidamente:

— Não. A gente precisa achar a Margot agora. E eu sei onde vou procurar...

Mackenzie quis ir junto, mas Putty se recusou:

— Não, é arriscado e eu não quero que ninguém corra perigo por minha culpa.

Mas a repórter era mais teimosa que burro quando empaca, e não desistiu:

— Você quem sabe... Mas se você não me levar, eu vou por conta própria e provavelmente isso vai ser mais perigoso pra mim do que se formos juntas.

Putty suspirou, sabendo que não ia ter jeito. Pegou Mackenzie no colo com facilidade:

— Tá bom, eu te levo... Mas se segura bem que a viagem vai ser agitada.

Mackenzie não fazia ideia da força de Putty e ficou surpresa com a facilidade com que foi erguida:

— Caramba, você é forte, né?

Putty respondeu, com um sorrisinho no rosto:

— Você não viu nada ainda...

A alienígena disparou correndo, subindo os andares do prédio pelas escadas até o topo, com Mackenzie agarrada em seu pescoço. Chegando no terraço, ela correu para a beirada. Mackenzie começou a gritar de medo:

— O que você tá fazendo, sua doida? A gente vai cair! Para! PARA!!!

Putty então saltou e começou a jorrar pelo traseiro um forte jato de diarreia, impulsionando as duas pelos céus como um foguete escatológico. Mackenzie, com os olhos arregalados, gritava misturando terror e empolgação:

— Porra! Você é tipo um foguete movido a merda! Isso é... isso é incrível!

Chegando ao prédio da Alexa Corp, como de costume, Putty entrou atravessando uma janela blindada, protegendo Mackenzie do impacto com o próprio corpo.

O alarme disparou imediatamente e várias Soldadas armadas apareceram, atirando em sua direção. Putty desviava dos disparos com agilidade sobre-humana, desesperada para não estragar o vestidinho rosa que Pôia havia dado de presente:

— Porra, eu esqueci de trocar de roupa... Se algum tiro pegar em mim, vai rasgar...

De repente, uma voz monótona ecoou pelos alto-falantes:

— Todas as Soldadas, parem de atacar imediatamente. Repito, todas as Soldadas parem de atacar imediatamente.

As armas baixaram. Putty achou aquilo muito suspeito:

— Acho que essa era a voz da bonequinha sem vida que fica seguindo a Alexa o tempo todo... Mas por que isso agora?

Então, a voz da própria Alexa saiu pelos alto-falantes, calma e provocante:

— Putty, ficou com saudade de mim? Venha até meu escritório, por favor. Estou lhe aguardando.

Putty colocou Mackenzie no chão e as duas foram andando até o escritório, observadas por dezenas de Soldadas ao longo do caminho.

Na porta, Peggy, a secretária loira de óculos enormes, informou com sua voz esganiçada:

— A senhora Alexaaah está aguardando no seu escritórioo... Pode entraaar.

Dentro do escritório luxuoso, Alexa estava sentada em cima da mesa, as pernas cruzadas elegantemente, com Iza de pé ao seu lado, como sempre. A careca abriu um sorriso frio:

— A que devo a honra dessa visita? Você não disse que era pra eu não mexer mais com você? Não aguentou ficar longe de mim e resolveu vir com... quem é essa?

Mackenzie se apresentou imediatamente, já em modo repórter:

— Sou Mackenzie, repórter do Gozo Diário. O que me diz sobre o fato de ter mentido sobre Putty para todo o mundo? O que está tentando esconder? Qual a sua ligação com o desaparecimento da minha amiga, Margot?

Alexa fechou a cara e ignorou completamente as perguntas da loira, voltando os olhos para Putty:

— O que é isso? Veio me ameaçar? Me interrogar? Tentar me expor de alguma forma?

Putty começou a andar na direção dela. Várias armas automáticas saíram de compartimentos nas paredes e no teto, apontando diretamente para a alienígena. Alexa avisou com frieza:

— Eu não me aproximaria mais se fosse você. Essas armas são do mesmo tipo daquelas que você roubou uns dias atrás. Mesmo que não te acertem, acho que a loirinha ao seu lado não é tão ágil pra desviar de tiros.

Putty parou, furiosa:

— Você sequestrou de novo a Margot, não foi? Me devolva ela!

Alexa fez cara de surpresa genuína:

— Margot? Fala daquela reporterzinha que você libertou uns dias atrás? Eu não sequestrei ela. Eu nem sequer lembrava que ela existia. Tenho coisas mais importantes para me preocupar.

Putty olhou para Mackenzie, sem saber como prosseguir agora que sua principal suspeita havia desmoronado. Alexa, vendo uma oportunidade, aproveitou, escondendo um sorrisinho:

— Tenho uma ideia... Aparentemente essa tal Margot desapareceu e vocês não fazem ideia de onde ela está. Proponho que nos ajudemos mutuamente nesse caso.

Putty virou para ela, desconfiada:

— Como assim?

Alexa prosseguiu, apoiando as mãos nos joelhos:

— Eu as ajudarei a encontrar essa reporterzinha, colocando todo o sistema de câmeras de vigilância e os informantes que tenho pela cidade para procurá-la. Em troca, você ficará me devendo um favor.

Mackenzie ia protestar, mas Putty já respondeu:

— Aceito!

Alexa abriu um sorriso satisfeito e completou:

— E também tenho outra condição... Odeio admitir isso, mas você é uma das poucas que já conseguiu se igualar ao meu nível de luxúria. Quero uma foda aqui e agora antes de ajudá-la.

Iza olhou para sua mestra ao ouvir isso, depois voltou o rosto furioso para Putty. Aquela alienígena maldita não cansava de humilhá-la. Agora Alexa praticamente admitia na frente dela que Iza não era mais suficiente para satisfazê-la totalmente.

Alheia aos pensamentos raivosos de Iza, Putty aceitou com um sorriso:

— Essa parte você nem precisava perguntar... Eu nunca nego uma boa foda, mesmo que seja com você.

Dito isso, Putty começou a tirar com cuidado o vestidinho rosa de babadinhos, dobrando-o com delicadeza e colocando sobre o divã.

Alexa e Iza se espantaram com a cena. Ela não rasgou a roupa? Tomou tanto cuidado... aquela peça devia ser importante para ela.

Alexa virou para Iza e ordenou com frieza:

— Enquanto eu me divirto com essa alienígena tarada, entretenha aquela outra lá.

Iza obedeceu imediatamente, aproximando-se de Mackenzie com a voz monótona:

— Segundo ordens de minha mestra, estou à sua disposição para o que desejar.

A partir daqui, a putaria explodiu.

Alexa estava começando a se despir quando Putty já pulou sobre ela como uma predadora, derrubando-a sobre a mesa do escritório com um baque forte. As duas colaram as bocas num beijo molhado e guloso, enroscando as línguas, babando bastante, a saliva escorrendo e pingando.

— Sua vadia careca... sempre tão arrogante... — rosnou Putty entre beijos.

Alexa lambeu o rosto inteiro de Putty, deixando uma trilha quente de baba:

— E você sempre tão selvagem... me mostra do que é capaz, sua alienígena filha da puta.

Enquanto isso, Mackenzie, percebendo que Iza obedeceria qualquer coisa que pedisse, aproveitou a oportunidade. Sentou no divã confortável, cruzou as pernas e ordenou com um sorrisinho:

— Ajoelha. Chupa meu pé.

Iza retirou o tamanco de Mackenzie sem hesitar. O pé da repórter loira estava quente, suado e com um cheiro forte e azedo de chulé depois de um dia inteiro de trabalho. Iza pegou o pé com as duas mãos, aproximou o rosto e começou a lamber devagar.

Primeiro passou a língua pela sola inteira, sentindo o sabor salgado do suor acumulado. Depois chupou cada dedinho um por um, sugando com força, fazendo sons molhados e obscenos com a boca.

Enfiou o pé inteiro até onde conseguia, engolindo até a metade, sua garganta se contraindo ao redor dos dedos. A língua dançava, lambendo cada ruga da sola.

— Mais fundo... chupa como se fosse a buceta da sua mestra — ordenou Mackenzie, gemendo baixinho.

Iza obedeceu, enfiando o pé mais fundo na boca, babando saliva grossa que escorria pela sola e pingava no chão. Seus olhos permaneciam neutros, mas a buceta dela já vazava gozo pela calcinha, excitada por estar obedecendo uma ordem de Alexa.

Enquanto isso, Putty já havia descido para a buceta da careca. Chupava com fome, a língua entrando fundo, sugando os lábios carnudos. Alexa gemia alto, agarrando os cabelos vermelhos de Putty com as duas mãos:

— Isso... chupa minha buceta... mais forte... ahhh!

De repente, um jato forte de mijo quente explodiu na boca de Putty. Ela bebeu tudo, gorgolejando, sem perder uma gota.

Quando o mijo acabou, Putty separou a boca, lambendo os lábios melados:

— Agora se prepara que o negócio vai ficar louco!

Putty fechou o punho e socou fundo dentro do cu de Alexa. A careca deu um grito rouco de prazer misturado com choque.

Putty começou a meter e tirar o braço inteiro, fazendo o cu de Alexa esticar obscenamente ao redor do antebraço, espirrando merda líquida e pastosa para todo lado. Bosta marrom-clara melava o braço de Putty, melava a mesa toda, sujava o rosto e os seios da própria Alexa.

— Caralho... você é uma vadia sem fundo mesmo... — rosnou Putty, socando cada vez mais forte.

Iza escutou o grito de Alexa e tirou o pé da boca por um segundo, preocupada. Mackenzie segurou o rosto dela com as mãos e forçou de volta, beijando-a com gula, trocando saliva e chulé.

— Agora é a sua vez... lambe a minha cara! — ordenou Mackenzie.

Iza obedeceu. Lambia o rosto da loira com devoção. Catarro grosso começou a escorrer em abundância do nariz de Mackenzie, e Iza chupava todo o ranho viscoso que descia, mastigando a gosma pegajosa na boca antes de engolir.

As duas se beijavam, compartilhando o catarro, fios longos e amarelados esticando de uma boca para outra.

Putty já estava com os dois braços enfiados em Alexa até os cotovelos, um no cu e outro na buceta. Metia e tirava sem parar, as carnes internas se contraindo e esticando para fora a cada estocada violenta. Bosta e gozo espirravam sem parar, melando os braços, o peito e o rosto de Putty.

— Olha só como você tá gozando... — provocava Putty.

Alexa convulsionava de prazer, gritando:

— Mais fundo... me arromba... eu aguento... ahhh!

Putty então tirou os dois braços de dentro dela com um som molhado e obsceno, fazendo merda e gozo escorrerem pra fora. Subiu na mesa onde Alexa estava deitada, acocorou sobre seu rosto e encaixou o cu perfeitamente na boca da careca.

— Agora engole tudo, sua vadia gulosa...

Uma torrente forte de diarreia líquida e quente começou a jorrar direto na garganta de Alexa. A careca agarrou a bunda de Putty com as duas mãos, forçando o rosto mais fundo no cu da alienígena, engolindo tudo que conseguia. Parte da diarreia transbordava pelos cantos da boca, escorrendo pelo pescoço.

A barriga de Alexa inchava visivelmente. De repente, a diarreia começou a sair pelo cu dela... o jato que entrava pela boca estava atravessando o corpo inteiro e saindo pelo outro lado.

Alexa convulsionava enlouquecida, gemendo abafada contra o cu de Putty, sem largar por nada.

Do outro lado, Iza e Mackenzie ainda se devoravam. Mackenzie acabou engasgando com tanto catarro e vomitou um jato forte direto na boca de Iza. A assistente separou a boca e vomitou tudo no chão.

— Eu só bebo o vômito da minha mestra — disse Iza, com a voz monótona.

Mackenzie pensou em forçar, mas reconsiderou:

— Tudo bem... Todo mundo tem suas regras. Vou deixar pra lá dessa vez.

Iza não respondeu, mas seus pensamentos eram furiosos:

— Dessa vez? Quem você pensa que é? Só porque pôde se aproveitar de mim um pouco, agora já está achando que é alguém pra decidir alguma coisa aqui?

Putty parou de cagar na boca de Alexa e desceu da mesa. A careca ficou ainda alguns minutos tendo espasmos, vazando merda pela boca e pelo cu, a barriga inchada borbulhando.

Quando se recuperou, Alexa sentou na beira da mesa toda suja de merda, cruzou as pernas novamente, colocou as mãos sobre os joelhos e falou com a voz ainda rouca:

— Pronto. Isso sela o nosso acordo. Vou colocar todos os recursos da Alexa Corp para localizarem essa sua amiga e entrarei em contato quando tiver alguma informação.

Alexa e Putty então apertaram as mãos, selando o pacto no meio de uma mesa completamente melada de bosta.

Continua...

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