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Fogo e Água: Quando o Desejo Encontra o Caminho de Volta

Um conto erótico de Casal Apimentados
Categoria: Grupal
Contém 1664 palavras
Data: 17/09/2026 00:22:14

No início de 2020, eu e Lúcia estávamos no auge da nossa vida liberal.

Eu, Jorge, com meus 38 anos, corpo forte, pele negra brilhando sob as luzes das festas, e ela, minha loira de olhos verdes, seios fartos balançando ao ritmo da música, coxas grossas que eu adorava apertar. A gente frequentava três, quatro casas diferentes, tinha nosso círculo de confiança, e toda semana era uma nova aventura.

Nessas festas, eu via minha mulher se transformar. Lúcia, tão reservada no dia a dia, se soltava como ninguém. Lembro de uma noite em especial, na casa do casal Carla e Marcos. Lúcia estava dançando, vestida apenas com um vestido vermelho curto, sem calcinha, como eu gostava. A música era alta, as luzes piscavam, e ela se movia como se estivesse sozinha no mundo, até que Carla se aproximou por trás, passando as mãos pelas coxas de Lúcia, subindo devagar até os seios. Lúcia não hesitou, inclinou a cabeça para trás, e as duas se beijaram enquanto eu observava, meu pau duro já latejando nas calças.

Foi nessa noite que experimentamos algo novo. Um casal mais novo, Rafael e Beatriz, se juntou a nós. Beatriz, uma morena de peitos pequenos e bunda grande, não tirava os olhos de mim. Lúcia percebeu e me sussurrou no ouvido: "Vai, meu amor. Ela está morrendo de te experimentar." E eu fui. Enquanto isso, Lúcia ficou com Carla e Rafael. O quarto estava cheio de cheiro de sexo, suor e perfume. Beatriz me ajoelhou e, sem cerimonia, engoliu meu pau todo. Ela chupava com uma fome que me fez gemer alto. Enquanto isso, do outro lado do quarto, ouvia os gemidos de Lúcia sendo comida por Carla enquanto Rafael enchia a bunda dela.

Mas aí veio a pandemia, e tudo parou. Dois anos sem festas, sem encontros, sem nada além de saudade e pornografia caseira. Eu sentia falta de tudo: das festas, dos cheiros, dos sabores, dos corpos. Quando as coisas começaram a normalizar, lá pelo fim de 2021, eu estava contando os dias pra voltar. Só que Lúcia não estava.

— Jorge, eu não sei se eu quero voltar — ela finalmente confessou numa noite.

Aquilo doeu mais do que qualquer soco. Eu, que sentia falta daquele mundo como do ar, descobri que minha mulher havia encontrado paz durante o isolamento.

— E eu senti muita falta, Lú. Muita.

— Eu sei que você sentiu. Mas eu percebi umas coisas sobre mim durante esse tempo parado. Eu gostava daquilo, mas parte de mim gostava porque era um hábito. E, quando parou de vez, eu descobri que dava pra viver bem sem.

Passamos seis meses nesse limbo. Eu segurando a vontade, ela segurando a culpa, até que numa noite de sábado, sem festa nenhuma marcada, ela sentou do meu lado no sofá e falou:

— Eu não quero que a gente vire dois estranhos morando junto por causa disso.

E aí, finalmente, a gente conseguiu falar sem rodeio. Eu contei o quanto aquilo tinha virado parte de mim, não só o sexo, mas o ambiente inteiro. Ela contou que, pra ela, sempre teve uma camada a mais de esforço emocional.

— Eu carreguei muito peso nesses anos, Jorge. E a pandemia foi a primeira vez em anos que eu não tive que carregar nada disso.

Foi ela quem propôs a solução:

— E se a gente for menos, mas melhor?

Hoje é diferente. Saímos menos, mas quando saímos, aproveitamos cada segundo. E tem uma noite em especial que vou carregar pra sempre. Foi um mês depois daquela conversa decisiva. A gente jantou em casa, tomou um vinho, e ela, no meio do jantar, me olhou de um jeito diferente.

— Eu quero fazer uma coisa hoje. Só nós dois. Do jeito que a gente fazia antes de qualquer casa de swing existir na nossa vida.

Fomos pro quarto ainda com a luz da cozinha acesa lá atrás, esquecida, e ela me puxou pela mão com uma urgência que eu não via fazia tempo. Ela me beijou de um jeito diferente daquela noite, mais intenso, mais presente, como se estivesse tentando me mostrar com o corpo o que as palavras não davam conta de explicar direito.

Tirou minha camisa com pressa, beijando meu peito, descendo devagar até ajoelhar-se na minha frente. Abriu o meu cinto com os dentes, tirou minha calça e meu boxer, e meu pau já duro saltou em direção à sua boca. Lúcia olhou nos meus olhos antes de engolir tudo. Ela chupava com uma vontade que me fez perder o fôlego, passando a língua pela cabeça do meu pau, descendo até meus ovos, chupando cada um com cuidado antes de voltar a engolir tudo. Eu segurava seu cabelo loiro, guiando o ritmo, sentindo minhas pernas tremerem.

— Que delícia, meu amor — gemi, enquanto ela me chupava cada vez mais rápido.

Quando senti que ia gozar, ela parou, me puxou para a cama e deitou de pernas abertas. Eu me posicionei entre as pernas dela e, sem aviso, enfiei meu pau na buceta dela molhada. Ela gemeu alto, arqueando as costas. Eu fodi com uma fome que não sentia há tempos, cada golpe mais profundo, cada gemido mais alto. Ela arranhava minhas costas, me chamando de "seu negrão safado", "meu macho", enquanto eu enchia a buceta dela.

Depois de um tempo, ela pediu: "Me come de quatro." Eu não pensei duas vezes. Ela se virou, aquela bunda linda pra mim, e eu entrei novamente, dessa vez na buceta, mas com o dedo no meio da bunda dela. Ela gemeu ainda mais alto, empurrando o traseiro contra mim. Foi quando eu decidi: tirei o dedo e botei o pau na bunda dela. Lúcia gemeu alto, misturando dor e prazer, enquanto eu enchia o cu dela devagar, até que meu pau inteiro estivesse dentro. Aí comecei a fodê-la com mais força, enquanto minha mão encontrava seu clitóris.

— Goza pra mim, porra! — gritei, sentindo minha própria ejaculação se aproximando.

E ela gozou, tremendo toda, gemendo meu nome, enquanto eu enchia a bunda dela com meu esperma. Caímos na cama, ofegantes, e ela me beijou com uma intensidade que me fez sentir completo.

Mas a noite não acabou aí. Depois de um tempo recuperando o fôlego, ela me sussurrou: "Agora é minha vez." E me empurrou suavemente na cama, descendo devagar, beijando meu peito, meu abdômen, até chegar no meu pau já duro de novo. Dessa vez, ela foi mais devagar, mais cuidadosa, como se quisesse memorizar cada centímetro. Ela chupava meu pau enquanto os dedos brincavam com meus ovos, e eu senti uma onda de prazer tão intenso que quase perdi a consciência.

Quando eu não aguentava mais, ela subiu, se sentou no meu pau e começou a cavalgar, lentamente, os seios balançando na minha frente. Eu peguei nos seios dela, beliscando os bicos duros, enquanto ela aumentava o ritmo. A gente se olhava nos olhos, e eu via tudo o que sentíamos um pelo outro naquele olhar.

— Te amo, porra — gritei, enquanto sentia minha segunda ejaculação se aproximando.

— Eu também te amo, meu amor — ela respondeu, e aí a gente gozou junto, numa explosão de prazer que pareceu durar uma eternidade.

Hoje, quando a gente sai pra uma festa, é diferente. Eu não sinto mais aquela fome desesperada de antes, e ela não sente mais aquele peso de obrigação. A gente vai porque quer, do jeito que a gente quer, e volta pra casa sabendo que o mais importante sempre esteve bem ali, entre nós dois, com ou sem festa nenhuma no meio.

A gente ainda sai, ainda frequenta, ainda vê os amigos que construímos nesses anos. Mas hoje é diferente. É umas seis, sete vezes por ano, escolhido a dedo, sem aquela fome constante de antes. E nessas raras saídas, o prazer é mais concentrado, mais intenso.

Lembro da última vez que fomos, na casa do casal Paula e André. Lúcia estava mais solta do que nunca, vestida com um corpo justo que realçava cada curva. A noite começou calma, com conversas e risadas, mas o clima esquentou rápido. Paula, uma morena de peitos enormes, não tirava os olhos de mim. Lúcia percebeu e, com um sorriso malicioso, me empurrou suavemente em direção a ela. "Vai, meu amor, divirta-se," ela sussurrou no meu ouvido.

Eu não precisei de segunda convocação. Paula me levou para um dos quartos, e lá, ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau com uma fome animal. Enquanto isso, André se aproximou de Lúcia, e vi de relance ele a comendo com vontade, enquanto ela gemia alto. A casa toda parecia pulsar com o som de sexo, de gemidos, de corpos se encontrando. Paula me fez gozar na boca, e eu vi ela engolir tudo com um sorriso satisfeito.

Depois, voltei para Lúcia. Ela estava ofegante, com o rosto corado, o brilho do prazer nos olhos. "Meu amor," ela disse, me puxando para um beijo profundo. Eu a tirei dali, a levei para um quarto vazio, e a fodi com toda a força do meu desejo. Ela gemeu meu nome, pedindo mais, mais, até que a gente gozou junto, exaustos, mas felizes.

Hoje, quando a gente transa, seja só nós dois ou com outros, tem uma coisa diferente. Tem mais conexão, mais presença. As festas eram temperos. Aquilo ali, na nossa cama, na nossa intimidade, continuava sendo o prato principal.

Ela gozou de novo, mais devagar, com as pernas em volta da minha cintura, e eu vim logo depois, ficando ali, abraçado com ela, num silêncio bom, sem pressa de sair da cama.

— Obrigado por me escutar — ela falou, baixinho, já quase dormindo.

— Obrigado por não desistir de mim no meio do processo.

Se você chegou até aqui, obrigado por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.

Casal Apimentados

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Foto de perfil de Apimentados Apimentados Contos: 50Seguidores: 34Seguindo: 0Mensagem Casal de São Paulo que adora novas amizades 🌶️

Comentários

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Suas histórias são maravilhosas, parabéns. ksado44sp@bol.com.br

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Pandemia causa muitas mudanças né muitos momentos de reflexão ...muita mudança de hábitos aconteceram ..

Um abraço pra vcs casal top

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