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Mamando o moleque mais gostoso da favela na LAN house

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 1707 palavras
Data: 16/09/2026 20:14:40
Última revisão: 21/09/2026 19:45:00

Fechei a porta, voltei pro computador atrás do balcão e contei os minutos pra fechar a LAN house. Assim que desse quatro da manhã, eu apagaria as luzes, desligaria as máquinas e iria embora pra casa, mas aí passou um tempo, o relógio deu 3h20, a porta correu pela última vez e eu fiquei puto antes mesmo de ver quem era.

- Olha, desculpa, mas já deu a hora e eu tô... – só então eu vi o cliente na minha frente. – Eu tô... Fechando...

Ele me olhou sob a aba baixa do boné, lambeu o beiço inferior e não falou nada, como sempre. Meu coração bateu mais forte no peito, as pupilas dilataram e fiquei sem jeito pra falar com o moleque mais sagaz de todos.

- Poxa, desculpa, não vi que era tu. P-Pode entrar, fica à vontade.

- Vai fechar? – ele perguntou.

- V-Vou, mas dá pra tu usar uns minutos ainda, se for rápido.

- Não vou te atrapalhar, Lauro?

- Tu, me atrapalhar? N-Não, nunca! Claro que não, nem se quisesse. Vai lá, eu libero a máquina.

- Tá ligado qual é minha favorita?

- Máquina sete, deixa comigo. Pronto, tá liberada. – falei.

O macho estendeu o punho e esperou eu bater o meu no dele, tipo cumprimento entre amigos.

- Não vou demorar, prometo. Palavra de sujeito homem.

- Relaxa. Toma todo o tempo que tu precisar, eu espero.

- Tamo juntão, cria. – ele bateu no meu ombro, abaixou o boné e andou sem pressa até o sétimo computador da fileira.

Fabinho era um pretinho charmoso cheio do molho e Marreta ganhava minha atenção com seu corpo forte e o jeitão marrento, mas quem enchia meus olhos de verdade era o Wudson. Aquele lá era diferenciado, puro esculacho.

Ele tinha 20 anos, era um pouco mais alto que eu, pardo e mais moreno que o Fabinho, sem bigode no rosto, mas com barbicha sob o beiço e no queixo. Tava de calça jeans e chinelos, com os pezões veiúdos de fora, regata e os brações expostos, bem como as axilas peludas, sendo tão forte quanto o Marreta.

Wudson era soldado do Exército, alguém que os vizinhos chamavam de o “famoso dotadão”. Isso porque quando ele não tava no quartel, tava comendo alguma mina na moto, tarde da noite, em algum beco no pé do morro. Sempre de boné pra frente, caladão, o mais quieto de todos os moleques, justamente o mais falado no bairro.

As novinhas mais saidinhas queriam ter uma historinha com ele, o cara seduzia com seu jeito silencioso de ser. Ele jogava com os moleques, mas não se misturava, era muito na dele. Não ficava se exibindo, se mostrando ou querendo aparecer que nem os outros, e todos esses detalhes meio que criavam uma aura taciturna ao redor dele, Wudson era destacado dos demais.

- Qual foi, aqueles cuzão tiveram aqui? – ele sentou na cadeira do PC, tirou os Kenners dos pés e esticou as pernas em direção à cadeira ao lado.

- Tiveram, sim. Eles te esperaram pra tal da copinha, mas tu não apareceu. – eu vi aquelas solas massudas viradas na minha direção e não resisti, fui até lá ver de perto.

- Eles jogaram, então?

- Jogaram e meteram o pé. Perderam todas. – zoei.

- Esses mlk são foda, sem mim eles perdem. – Wudson pegou Ice na geladeira e voltou pro lugar. – Demorei porque tava na minha mina, tá ligado? Ela tá boladona, tive que ir lá.

- Hmm, entendi. Ficou um tempo lá e acabou dando umazinha pra fazer as pazes, por isso demorou.

- Porra, antes fosse. Falaram pra ela que me viram com uma piranha lá na rua do rio, bagulho ficou doido.

- Saquei, Wudson. E vem cá, tu tava na rua do rio com uma piranha ou não? Agora até eu quero saber. Hahahah. – não resisti, tive que perguntar.

Sentei na cadeira do lado, ele apoiou os pés no meu colo e senti muito tesão, principalmente por culpa do cheiro deles. Eram pés de macho que usava coturno dia e noite no batalhão, meus dedos pegaram fogo apertando as solas enquanto a gente conversava.

- Irmão, eu sou homem. Quando a pica sobe, não adianta. Minha mina fica nessa de não querer fuder, o que tu acha que eu faço? Tenho que gozar, Lauro, não sou de ferro. Sexo é meu fraco.

- Então quer dizer que tu tava mesmo traindo tua namorada?

- Tava, foda-se. Hoje brotei lá na casa dela pra conversar, achei que ia tá fudendo uma hora dessa, mas não. Brigamo, discutimo e agora eu tô aqui, de saco cheio. – ele beliscou a pica por cima da calça, apertou o volume e continuou dando atenção à tela do computador, enquanto eu massageava seus pés. – Isso, bem aí onde tu apertou agora. Aperta com força, pode botar pressão. SSSS! Boa, mano, só tu mesmo pra fortalecer.

- Gosta de massagem?

- Quem não gosta? Não recuso um agrado, Lauro. – é muito ridículo quando o filho da puta que paga de caladão abre o jogo contigo na intimidade.

Wudson era macho e, sendo macho, é óbvio que ele era safado. Ser introvertido, tímido ou calado não tem nada a ver com não ser safado, e é exatamente disso que eu tô falando, do fato desse morenão ser um verdadeiro puto por dentro. Quando que eu imaginei que faria massagem nos pés suados dele, ouvindo suas lamentações e manjando aquele amontoado de pica tombada na calça? Nunca, nem nos meus melhores sonhos.

- Mas dá o papo, mano Lauro, os mlk jogaram e ralaram? – ele quis saber.

- Sim. Como eu falei, eles perderam várias e foram embora.

- Só? – tirou os olhos da tela e me olhou torto.

- Só? Como assim?

- Eles fizeram alguma coisa contigo?

- Tá doido, Wudson? O que eles fariam comigo, cara?

- Ué, me diga você. – o militar puxou o teclado pro lado e apontou pra camisinha que o puto do Fabinho esqueceu.

Eu gelei, minhas mãos até pararam de apertar os pés dele. Arregalei os olhos, a gente se olhou e eu não soube o que dizer, fiquei muito sem graça e isso meio que respondeu por mim.

- Achei que tu tinha feito alguma parada com eles. Sei lá, tipo mamado ou dado a bunda. – o safado mandou na lata.

- Por que tu quer saber? Tá interessado? – tomei coragem, subi a mão do pé pra perna, cheguei na coxa dele e quase travei quando patolei o volumão da caceta e Wudson não fez nada.

- Tipo, mano, posso dar o papo reto pra tu? Sou muito chegado nessas parada de botar viado pra mamar não, mas do jeito que eu tô pesado hoje, até deixo tu bater umazinha pra mim.

- Tipo mão amiga?

- Tipo mão amiga. Preguiça de bater punheta, se ligou?

- Entendo. É com prazer. – a piroca cresceu nas minhas apalpadas, eu desci o zíper da calça e Wudson tava sem cueca por baixo, só no jeans mesmo, galudo pra leitar.

Passei a pica e o sacão preto pra fora da braguilha, o caralho pulsou e eu contei pelo menos 21cm de envergadura torta pra cima, mas o que mais me impressionou foi a largura de quase quatro dedos, nunca vi uma vara tão grossa antes. Já tava babadona antes mesmo de eu começar a masturba-lo.

- Pode cuspir, se quiser. – ele deu a ordem e colocou o vídeo de uma mulher punhetando um cara, a prova da carência.

Tudo que o morenão queria era uma atençãozinha, então eu resolvi ajoelhar e dar toda a moral que ele tava precisando naquela noite solitária de baile no Juramento. Quando Wudson menos esperou, eu engoli o cacete no talo, gargarejei com fome e não dei nem chance de ele dizer que tava ruim, o molecão chegou a ficar de pé com a pressão da chupeta.

- SSSSS! Sabia que tu não ia se aguentar!

- Sabia, seu puto? E vai deixar?

- Ué, tu não quer mamar? Mama aí, chupa essa porra. Faz o que tu sabe, mostra no que tu é bom. FFFF! – foi a segunda vez que ele tirou os olhos da tela e mirou em mim.

Sua pele arrepiou, Wudson abriu os dedos dos pés nos Kenners, empinou o corpo e rebolou a cintura devagarzinho pra casar com os movimentos de vai e vem da minha boca. Eu sugando de um lado, ele metendo lentinho na frente, a putaria rolando no PC, mas nós ignoramos, porque o boquete ficou mais envolvente do que a pornografia.

- Chupa, passa a linguinha na cabeça.

- Cabeção escuro, ó. Porra, mal cabe na boca. – arregacei, a glande inchou e dobrou de tamanho na minha língua.

- Cabe sim, faz esforço. É mamador ou não é?

- Sou mesmo, quer ver?

- Quero, cadê? – ele duvidou, eu engoli tudo de novo e o deixei na pontinha dos pés. – AAARSS! Caralho, que boca é essa!?

- Sua mina não mama assim? Hahahah.

- Porra, quem dera! Se ela chupasse metade disso, eu não teria um terço dos problemas que eu tenho, papo reto. Heheheh! SSSS!

Quem disse que macho caladão não é puto? Ser caladão é justamente o charme de alguns putões, aliás. Até o jeito que o bonitão escorregou a mão atrás da minha cabeça pra forçar a caceta na minha garganta foi diferenciado, porque ele continuou na ponta dos dedos, mexendo a cintura, e não parou de fuder minha boca enquanto isso.

- OOORGH! Era só pra bater umazinha, mas tu não consegue, né? Tinha que cair de boca, cuzão.

- Quer que pare? – provoquei.

- Parar é o caralho, mama meu piru. Vai tirar mingau dele. Mamadeira tá cheia de leite, Lauro.

- É que eu pensei num jeito mais gostoso de te satisfazer, Wudson. – apoiei na mesa do computador, empinei pra trás e abri as nádegas.

Pra ser sincero, achei que ele veria a porra do Marreta vazando do meu cu e recusaria, mas, pra minha surpresa, o moreno começou a rir e gostou do estrago que os colegas fizeram no meu rabo.

- Cadê, tem camisinha aí? – ele perguntou.

- Não, tu tem?

- Também não. O jeito vai ser improvisar.

Sabe o que o macho fez? Simplesmente pegou a camisinha usada do Fabinho, vestiu no caralho e veio galudão pra me enrabar. Eu já tava larguinho da putaria anterior e...

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Comentários

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Uma pena esse autor nunca postar os contos todos nos sites deixa a gente no tesão e acaba na metade ai tem que ir no Twitter ou no telegram pra ler

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