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Mostrei nudes da minha ex pra meu primo e ... Parte 1

Um conto erótico de Alan
Categoria: Heterossexual
Contém 1042 palavras
Data: 16/09/2026 20:02:37

Eu e o Tomas sempre fomos mais que primos — éramos cúmplices, confidentes, parceiros de todas as putarias. Desde moleque a gente dividia tudo: cerveja gelada, zoeira sem limite e, principalmente, conversa suja de macho. Quem comeu mais, quem fodeu melhor, detalhes gráficos de cada vadia que passava pela nossa vida. Era nossa tradição sagrada, sem filtro nenhum.

Até que eu conheci a Samanta.

Ela era um furacão em forma de mulher: branquinha, pele claríssima que ficava vermelha fácil, cabelo ruivo curto e bagunçado que dava um ar de menina arteira, peitos pequenos e firmes (perfeitos pra caber na mão e apertar), mas com um rabão descomunal, daqueles redondos, carnudos, pesados, que balançam hipnoticamente quando ela anda ou rebola. Fogosa pra caralho, insaciável. A gente namorou uns bons dois anos. Como ela morava em outra cidade, os encontros eram sempre intensos e desesperados. Toda vez que ela vinha me visitar, mal passava da porta e já tava tirando a roupa, empinando aquele bundão pra mim. E quando voltava pra casa dela, o WhatsApp virava um verdadeiro arsenal de nudes: fotos no espelho do quarto, de quatro, abrindo as nádegas com as duas mãos, o cuzinho rosado piscando pra câmera, a bucetinha inchada brilhando de tesão. Às vezes carinha de santa misturada com olhar de puta completa. Eu guardava tudo. Era meu tesouro particular, material pra bater punheta por anos.

Infelizmente a vida atrapalhou. Ela precisou voltar definitivamente pra cidade dela e o namoro foi morrendo aos poucos. Terminamos de comum acordo, sem drama grande… mas as fotos? Essas eu nunca apaguei. Continuavam ali, salvas em pastas escondidas.

Passou quase um ano.

Numa noite quente de bebedeira na minha casa, o Tomas apareceu com uma caixa de cerveja. A gente tava sozinho, sem família, sem ninguém pra julgar. Começamos a beber e, como sempre, a conversa descambou pro mesmo lugar: putaria.

Ele começou a mostrar nudes das minas que tava pegando. Uma loira de bunda pequena, outra morena com peitos grandes… Ele narrava cada detalhe, orgulhoso. Eu, sem muita novidade recente, fiquei mais quieto, só rindo e zoando. Depois de umas cinco cervejas, ele me cutucou:

— Porra, primo, tu tá seco pra caralho hein? Não tem nem uma pra mostrar? Tá virando monge agora ou o quê?

O álcool subiu forte. Meu cérebro deu um clique doentio. Abri a galeria no celular, escolhi uma foto sem rosto da Samanta — só o corpo dela de quatro no espelho, rabão empinado alto, nádegas bem abertas, buceta inchada e cuzinho rosado bem visíveis. Virei a tela pra ele.

— Já comi essa aqui, mano. Olha esse rabo… coisa fina.

O Tomas pegou o celular da minha mão, aproximou o rosto da tela e ficou em silêncio por uns segundos. Ele ampliou a foto, analisando cada detalhe. De repente os olhos dele se arregalaram.

— Espera… cara… essa é a Samanta?!

Meu estômago gelou. Ele reconheceu na hora.

— Porra, é ela mesmo! Olha esse cabelo ruivo curto… essa pele branquinha… e esse bundão que não tem igual! Eu lembro dela daquela vez que tu trouxe ela na churrascada da família. Caralho, primo… que gostosa do caralho! Eu sempre achei ela uma puta safada só de olhar.

Ele não conseguia desgrudar os olhos da foto. Ampliava mais, passava o dedo na tela como se quisesse tocar. A respiração dele mudou.

— Manda outra. Só mais uma, vai…

Eu, meio bêbado, excitado com a situação estranha e com o ego inflado, continuei mostrando. Segunda foto: Samanta no carro, cinto de segurança, carinha de santa, batom, olhar inocente. O Tomas gemeu baixinho.

— Olha essa carinha de boa moça… ninguém imagina o que tem entre as pernas dela.

Terceira foto: bunda bem aberta, mãos separando as nádegas, cuzinho claramente usado e vermelhinho. Ele quase babou.

— Porra… olha esse cuzinho. Tu arrombou ela aqui, né? Tá inchado ainda na foto… que delícia.

Quarta foto: ela de lado, peitos pequenos aparecendo, rabão de perfil. Ele ficou claramente de pau duro, marcando na bermuda. O olhar dele tava vidrado.

— Mano… me mostra mais. Por favor. Essa mina é foda demais.

Eu fui mostrando mais umas cinco, seis fotos. Cada uma ele reagia com mais tesão, comentando detalhes: “Olha como a buceta dela brilha”, “Esse rabão merece ser estapeado todo dia”, “Os peitos pequenos são perfeitos pra morder enquanto mete”.

Em determinado momento ele levantou de repente, visivelmente excitado:

— Vou no banheiro mijar.

Demorou uns bons 20 minutos. Quando voltou, estava com o rosto vermelho, o cabelo bagunçado e um sorriso safado de quem tinha acabado de bater uma punheta rápida pensando na minha ex.

Sentou de novo, tomou um gole grande de cerveja e falou direto, sem rodeio:

— Primo… sei que tu é meu primo, a gente é sangue… mas eu vou comer ela. Vou foder essa Samanta pra valer. Vou arrombar esse rabão do jeito que tu não conseguiu.

Eu ri alto, achando que era zoeira de bêbado:

— Duvido pra caralho, mano. Essa bunda me pertence. Ela é fogosa demais, insaciável. Tu não vai conseguir nem chegar perto. Ela precisa de rola o dia todo, tu vai gozar em 5 minutos igual eu.

Ele só sorriu, daquele jeito predador que eu conhecia muito bem. O sorriso que dizia “veremos”.

Chegou o Natal.

Eu tava em casa, família toda reunida, quando o celular vibrou. Mensagem do Tomas. Abri sem imaginar nada.

Foto.

Samanta de quatro na cama dele. Completamente nua. O rabão branco e carnudo empinado absurdamente alto, as nádegas bem abertas com as marcas dos dedos dele. O cuzinho rosado estava vermelho, inchado, claramente arrombado e brilhando. Marcas roxas de chupões e mordidas espalhadas pela bunda, cintura e costas. O cabelo ruivo curto todo bagunçado, o rosto virado de lado com expressão de puta satisfeita, olhos semi-fechados. Os peitos pequenos apertados contra o lençol. Porra grossa escorrendo pela coxa dela.

A legenda:

“Eu disse que ia conseguir kkkkk. Ela gemeu meu nome o tempo todo, primo.”

Fiquei paralisado, pau latejando na calça. A vadia que era minha agora tava destruída, marcada e cheia de porra do meu primo.

Respondi só com um “Porra mano…”

Ele mandou um áudio logo em seguida, voz baixa e rouca de quem tinha acabado de foder:

— Ela ainda tava apertadinha… mas aguentou tudo. Depois te conto com detalhes como eu fudi ela…

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Comentários

Foto de perfil de Leon-Medrado

Começou bem, um conto da hora, muito bem escrito, descrito, e com detalhes, mas numa narrativa enxuta, que torna o conto fácil de ler e relativamente curto. Gostei muito. Seja bem vindo. Leva jeito de quem já escreve há muito tempo. Estrelado com louvor.

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Foto de perfil genérica

Não sei qual é o original, mas acabei de achar o mesmo conto em outro site, mudaram apenas o primo por um tio e o nome da namorada.

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Foto de perfil de Leon-Medrado

Basta ver a data de publicação de um e de outro. Isso já ajuda a saber quem veio primeiro, o ovo ou o pinto, quer dizer, a galinha. KKKKK

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