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Conto 18: O rodízio

Um conto erótico de Theo Sante
Categoria: Gay
Contém 1915 palavras
Data: 16/09/2026 19:11:11

A música tocava em um volume médio na caixa de som que meus tios haviam levado para o sítio. Era por volta das nove horas da noite. Papai, os irmãos e os cunhados estavam no alpendre, tomando cerveja e jogando baralho. Depois de arrumarmos a cozinha após o jantar, meus primos e eu também fomos jogar. Colocamos banquetas e cadeiras no terraço e iniciamos a partida. Como sempre, os mais velhos se saíam melhor no jogo e já se ouviam piadas como “se eu ganhar, eu vou comer o cu de alguém” ou “se alguém me der o rabo, eu deixo ganhar essa partida”. Como já mencionei em outro conto, nos acostumamos a andar pelados pela casa já que estávamos sozinhos no sítio. Então, quem estava de pé esperando a vez de jogar, de vez em quando roçava o pau no ombro de quem estava sentado. Eu sempre tirava uma casquinha dos meus primos, sobretudo os mais velhos, que tinham paus ainda maiores que os outros. Cheirava suas pirocas, passava a língua, chupava o saco e engolia aquelas rolas antes mesmo de ficarem duras. Eles sempre ficavam meia-bomba. Todos nós nos divertíamos bastante!

Por volta das dez e meia, começou um burburinho entre nossos pais, que não durou muito, pois eles se levantaram e caminharam até nós. Meu pai tomou a palavra e disse:

— Meninos, vamos entrar que tem uma surpresa pra vocês lá dentro.

Eles foram à frente e nós os acompanhamos. No caminho, nós fomos trocando olhares maliciosos de quem já sabia o que iria acontecer. Chegando à sala da casa, vimos que os sofás haviam sido afastados de seus lugares originais, assim como a mesinha de centro e as poltronas. No lugar deles, havia colchões, que foram retirados das camas dos quartos. Eles estavam cobertos e tinham várias almofadas em cima. Próximo aos colchões havia quatro pequenos tubos grossos com algo transparente dentro. Era lubrificante.

— Bom, nós queríamos fazer algo diferente com vocês hoje. — Dessa vez foi tio Dener que falou.

— É, a gente já provou algumas coisas que gostamos muito, mas decidimos tentar algo novo. — Disse tio Dante.

— Algo que talvez alguns não tenham tentado ainda. — Disse tio Diogo.

— Mas que talvez seja muito gostoso pra vocês. — Concluiu meu pai.

— Se trata de um rodízio. — Disse tio Carlos. Com um sorriso sacana e um olhar safado, Denis deu um passo à frente e rompeu o silêncio:

— Acho que já sabemos do que é esse rodízio, papai.

Em seguida, subiu em um colchão, se ajoelhou e apoiou-se nos cotovelos, ficando de quatro com a bunda bem empinada, fazendo com que seu cu se abrisse totalmente. Ele sabia que aquela visão deixaria qualquer um excitado. Denis era tão gostoso quanto qualquer um dos nossos primos. Tio Dener se aproximou já com o pau totalmente duro, chegou perto do rosto do filho e disse:

— Deixa o pai cuidar bem de você, filho!

— Deixo sim, papai. — Foi o que meu primo respondeu antes de começar a chupar o pau do próprio pai sem qualquer cerimônia. Para nos certificarmos de que ele e os outros se sairiam bem, fiz alguns treinos a sós com eles, que consistiam em tentar fazer alguém gozar com um boquete. Assim, eles teriam de aprimorar a forma de chupar, o jeito que colocariam a pica na boca para não machucar com os dentes, a questão do fôlego e descobririam se gostavam ou não da coisa. Denis foi um dos que conseguiram fazer um dos mais velhos gozar. Ele mamou o Mauro, que gozou e deu o parecer: aprovado! Além de Denis, Maurício tirou leite de Jonas e Bento chupou Joel. Os outros se saíram muito bem também, mas os que se destacaram foram esses. Então, eu sabia que Denis se sairia bem.

Após alguns minutos chupando, tio Dener já estava com o cacete brilhando todo babado e se encaminhou para as costas do filho. A segunda parte do nosso treino foi justamente essa: a melhor posição para ser fodido e quem se sairia melhor dando o rabo. Novamente, Denis e Maurício se saíram melhor. Marcelo gozou depois de passar apenas alguns minutos metendo em Denis, que começou a foda de lado, ficou de bruços depois que se acostumou com o pau, mas pediu para testar como era levar madeira de quatro. Marcelo deixou o cu dele escorrendo e meteu até o talo segurando sua cintura. Denis sorria e mordia os lábios enquanto dava, e durante a foda ia contando como se sentia. Aquilo deixou todos novamente excitados, confirmando que ele se sairia bem sendo passivo na orgia.

Tio Dener passou lubrificante no cu de Denis depois de cuspir algumas vezes e massagear sua entrada com os dedos. Posicionou a cabeça do pau e começou a empurrar. Ouvimos o gemido arrastado de Denis, que fechou os olhos, abriu um sorriso e massageou o próprio pau com uma das mãos. Ele estava duro, indicando que seu corpo sentia tesão naquilo. Seu pai fazia movimentos lentos e empurrava tudo até o talo às vezes, dando uma pequena pausa, para ele se acostumar. O corpo de Denis se arrepiava e ele arqueava as costas, enquanto olhava para todos na sala e sorria mordendo os lábios.

— Papai, me faz ser tua putinha, por favor! — Denis pediu virando a cabeça para trás. O som de um estalo se ouviu. Tio Dener deu-lhe uma palmada que deixou a nádega direita de seu filho com o desenho de sua mão.

— Então aguenta que o pai vai foder teu cu até você ficar largo! — Tio Dener respondeu. Em seguida, aumentou a velocidade e começou a foder o rabo de Denis fundo. O corpo dele estremecia em cima do colchão e o choque da pélvis do seu pai contra sua bunda provocava barulho. Ele massageava o saco como lhe ensinei e também batia punheta de leve. O objetivo era sentir a excitação em todo o corpo durante o sexo anal, mas sem provocar o próprio gozo, para não perder as forças e se cansar ou perder o ritmo.

De repente, Maurício contornou o colchão em que tio Dener fodia Denis e repetiu o mesmo gesto, ficando de quatro de frente para Denis, que começou a beijá-lo de língua. Tio Carlos foi logo para cima dele, caindo de boca em seu cu. Depois, se levantou e colocou o pau entre meus dois primos, que começaram a fazer um boquete duplo delicioso. Parecia coisa de cinema! Cinco minutos depois, tio Carlos gemia de excitação socando fundo no rabo de Maurício. Bento repediu o gesto com tio Caio, que já recebia uma punheta gostosa com mão amiga de Jonas. Eu chupava a pica do meu pai e de tio Cássio, e os dividia com os outros. Antônio estava deitado de bruços em outro colchão com a perna dobrada, sendo comido por tio Dante. Tio Diogo enrabava Samuel. Joel estava deitado entre seu irmão e Antônio e ambos o chupavam.

— Vem, papai, é a nossa vez. — Eu falei pausando o boquete e o tomando pela mão até um dos colchões para ser enrabado. Enquanto meu pai me fazia puta dele de bruços igual a tio Dante com Antônio, eu aproveitava para dar prazer a Mauro com a boca.

Com cerca de quarenta minutos de bacanal, houve a primeira troca: papai foi para Denis; tio Dener, para Bento; tio Caio, para Samuel; tio Dante, para Maurício; tio Carlos, para Antônio e tio Diogo veio para mim. Os mais velhos eram mamados por nós e dedados pelos pais. Joel tirou uma casquinha e eu o vi sentando em Jonas. Depois, Mauro também sentou em Jonas e em Joel. Joel retribuiu e sentou em Mauro. E Jonas quicou no colo dos outros dois. Foi insano!

Mais trinta minutos passados, veio a segunda troca: papai com Denis, tio Dener com Bento, tio Diogo com Antônio, tio Dante com Samuel, tio Carlos com Maurício e tio Caio comigo. Os gemidos eram música para os nossos ouvidos. O som da caixa lá fora soava baixinho e nossos corpos suados liberavam o cheiro do sexo e do prazer. Todos estavam inebriados pela atmosfera que se formou.

Passados outros vinte minutos, houve a terceira troca do rodízio: tio Carlos comigo, tio Caio com Denis, meu pai com Antônio, tio Dante com Maurício, tio Dener com Samuel e tio Diogo com Bento. Tio Caio metia fundo no cu de Denis e tio Dante arregaçava o rabo de Maurício. Tio Dener, por sua vez, pegava Samuel de quatro de jeito e tio Diogo segurava Bento pela cintura enquanto arrebentava seu orifício. Papai se deliciava no rabão de Antônio e todos nós gemíamos de prazer. A essa altura, era comum ouvir algumas falas, como:

— Que delícia o rabo do teu filho, hein Dante! — Dizia meu pai aproveitando o cu de Antônio.

— O teu não fica por menos, Dimas! — Falava tio Carlos — Que rabo delicioso! Vou ficar viciado, hein?!

— Hahaha! — Ria tio Dener — Tô vendo que a gente fez um excelente trabalho aqui!

— Olha como eles gostam de levar pica, olha! — Dizia tio Diogo.

— Assim papai vai querer foder vocês sempre! — Falava tio Caio, que já perdera completamente a timidez.

Horas se passaram e todos os cus já haviam sido dados. Todos os nossos tios comeram todos nós. Os três mais velhos resolveram experimentar e sentaram no colo de tio Cássio, que se deliciou no cu deles. Tio Caio e tio Carlos fizeram dupla penetração em mim antes de tentarem em Antônio e Maurício. Então chegou o grande ápice e, de um por um, eles foram gozando dentro de nós. Alguns, como tio Carlos e papai, gozaram e ficaram batendo o leite dentro. Depois, paravam alguns minutos, tomavam água e retomavam a foda. Nessa brincadeira gostosa, foram dez rodadas de rodízio, até que todos foderam e gozaram dentro de nós.

Como combinado, cada um de nós limpou a pica gozada do pai com a boca. Tio Cássio teve o pau chupado por Joel, Mauro e Jonas, que também gozaram e se limparam mamando uns aos outros. Isso foi a terceira parte do meu treinamento com eles, em que ensinei que o esperma de podia ser saboroso e que valia a pena experimentar. Denis, Maurício e Bento experimentaram os dos primos e contaram que foi uma experiência deliciosa, o que instigou os outros a quererem provar também. Então, fiz todos eles gozarem em copinhos de bebida alcoólica e virarem na boca para provar, como fizemos nas minhas férias na fazenda e eu relatei em outro conto. Eu me sentia muito orgulhoso deles, por vencerem alguns preconceitos, incluindo o preconceito de comer cu de homem, que eles pensavam que era “coisa de viado”, mas viram que se tratava apenas de sentir prazer e se conectar com quem gostamos. Jonas, Mauro e Joel nos confessaram que não achavam tão gostoso dar o cu como eu ou os outros, mas que dariam para satisfazer os pais/tios. Mauro e Jonas contaram também que tinham o costume de bater punheta com as pernas levantadas para gozarem na própria boca, e Jonas até comentou que já conseguira mamar o próprio cacete certa vez. Joel revelou que, depois das minhas últimas férias, sempre que dava, ele mamava o irmão e saciava a sede de esperma, que ele gostou de saborear e virou seu costume. Já de madrugada, no fim da orgia, tomamos banho e nos jogamos nos colchões na sala mesmo para dormir. Quando o dia amanheceu, fomos nos organizar para voltarmos para casa com as lembranças daquele final de semana inesquecível em família.

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Foto de perfil de Theo SanteTheo SanteContos: 18Seguidores: 28Seguindo: 1Mensagem X : @theosante

Comentários

Foto de perfil de Jota_

Porra cara, mais orgia que isso impossível!! Hahaha que família perfeita

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