Evelyn era casada há oito anos com André: vida confortável, rotina tranquila e noites mornas de previsibilidade absoluta. Ela achava que estava satisfeita com essa calmaria e eventuais escapadas toleradas pelo marido, até André inventar que passariam parte das férias na Chapada Diamantina. Sete dias de caminhadas, ar puro e cachoeiras. O cenário perfeito para um casal descolado - ou para uma mulher faminta descobrir o que realmente significa perder o juízo.
I - A Trilha
Eles conheceram o guia no primeiro dia, na saída para o Vale do Capão. Nome dele: Vitão. Homem negro de quase um metro e noventa, tronco largo talhado pelo sol forte da Bahia, peito nu com cordão de sementes, sorriso lento que desmontava qualquer compostura. Sob o short fino de trekking, o volume entre as pernas dele era um escândalo evidente: massa pesada, espessa e comprida que marcava o tecido a cada passo largo - o pano não dava conta de disfarçar.
A calcinha de Evelyn encharcou antes do primeiro quilômetro de subida, enquanto André caminhava à frente gravando pássaros com sua câmera. Na descida do Poço do Diabo, ela pisou levemente em falso numa laje molhada. A mão do Vitão envolveu a cintura dela com firmeza descomunal, a palma imensa, quente, áspera.
- Firme, dona - murmurou ele, a voz grave colada no ouvido dela, os dedos demorando na pele de Evelyn mais do que a segurança exigia.
- Tô firme - respondeu ela, a voz trêmula.
- Mais tarde, se quiserem contemplar a lua, atrás das rochas do mirante - sussurrou ele, soltando-a devagar enquanto André se virava para apontar uma árvore rara.
II - O Mirante, à Noite
Evelyn esperou André adormecer na pousada e saiu sem fazer ruído. O ar da serra estava fresco, mas o corpo inteiro dela ardia em febre. Chegou ao mirante iluminado apenas pela lua prateada. Vitão já estava lá, encostado nas pedras gigantes, parecendo uma estátua escura esculpida na rocha.
Ao perceber que ela fora só, Vitão arriscou tudo puxando-a pelo braço e tomou a boca dela: beijo faminto, autoritário, a língua grossa invadindo tudo, as duas mãos descendo com força para agarrar a bunda dela por baixo da minissaia encontrando-a sem calcinha. Evelyn arfou dentro da boca dele, desceu a mão pelo short dele e sentiu o monstro acordado - grosso demais para que os dedos dela se fechassem ao redor da base.
Vitão desceu o short com um movimento ágil. À luz pálida da lua, o pau dele se revelou em toda a imponência: máquina de fazer sexo extraordinariamente exagerada, comprida, grossa como um punho fechado, a cabeçona escura membruda e reluzente de desejo, veias espessas subindo pelo tronco negro como raízes retorcidas.
- Meu Deus... - sussurrou ela, caindo de joelhos na areia fofa.
- É disso que você tem sede, dona? - provocou ele, acariciando a nuca dela.
- De cada centímetro - confessou ela, abrindo a boca.
Evelyn engoliu aquela cabeça imensa com voracidade: mandíbula aberta no limite, lábios esticados até a pele arder, saliva descendo pelo tronco negro enquanto descia a boca o mais fundo que podia. Com as duas mãos espalmadas, masturbava a base que não cabia na garganta - e ainda sobrava palmo daquele monumento. Ela chupou com volúpia devassa, sugando, lambendo cada veia saliente, sentindo o gosto forte de pele quente e macho, até ouvi-lo rosnar de prazer.
III - A Trepada no Mirante
Vitão não aguentou muito tempo daquele suplício. Puxou-a pelos cabelos de forma ríspida, virou-a de quatro contra a areia massageando a xoxotinha dela. A buceta de Evelyn estava totalmente depilada, rosada, inchada de tesão e vertendo líquido sem parar. Ele posicionou a glande gigante na entrada molhada dela e empurrou carinhosamente.
Evelyn sentiu a pele se abrir com violência deliciosa. Centímetro por centímetro, a espessura descomunal daquele pau foi rasgando o interior dela, preenchendo cada canto, esticando as paredes dela até o fundo do ventre. Ela soltou um grito abafado contra o vento da serra quando ele encostou os pelos da virilha na bunda dela.
- Aguenta, que agora é tudo meu - rosnou ele.
Ele começou a meter com estocadas longas, mais fortes e cadenciadas. O barulho da carne batendo na carne ecoava pelas fendas das pedras. A cada golpe profundo, o pauzão raspava em pontos que ela nem sabia que existiam, arrancando gemidos rasgados da garganta dela. Evelyn rebolava para trás, faminta, engolindo toda aquela grossura a cada investida.
Ela teve três orgasmos seguidos, convulsivos, as pernas dela travando enquanto a buceta apertava o tronco do Vitão com tenacidade. Ele aumentou a violência dos golpes, cravou os dedos no quadril dela deixando marcas arroxeadas e, com um urro abafado, descarregou jatos grossos e quentes bem no fundo. O esperma era tanto que escorria pelas coxas dela, misturando-se com a própria umidade sobre a areia branca.
IV - A Semana
A partir daquela noite, Evelyn transformou a viagem num banquete diário de perversão. Todos os dias ela inventava um pretexto para André - uma foto no mirante ao amanhecer, uma visita à feira de artesanato, o cansaço para pular uma trilha longa. Enquanto o marido caminhava convicto de que ela descansava, Vitão a devorava sem misericórdia.
Eles transaram boiando nas águas geladas de um poço escondido, com as pernas dela trançadas no quadril dele enquanto aquele pauzão duro a invadia por baixo d'água; treparam no chão de tábua da cabana dele até a madeira estalar; e, na audácia máxima, ele a comeu de quatro no quarto da pousada de madrugada, com André dormindo a apenas duas portas de distância, enquanto ela mordia o travesseiro para não acordar a vila inteira com seus berros.
Evelyn foi uma cadela insaciável, e ele honrou cada centímetro daquele dote monumental em trepadas homéricas que deixavam o corpo dela dolorido e a alma saciada.
V - O Reencontro Marcado
A pedido da Evelyn eles estenderam o passeio e no décimo e último dia, na despedida ao lado do carro, Vitão a ajudou colocar as malas no porta-malas sob pretexto de cordialidade. Quando André virou as costas para acertar as gorjetas, a mão imensa do Vitão desceu pesada na bunda dela, apertando a carne com posse e o dedo enterrando na bucetinha que estava livre, mais uma vez sem calcinha.
- Teu número tá salvo aqui, minha gostosa - sussurrou ele, mostrando a tela do celular por um segundo. - Mês que vem terei trabalho na tua capital. Quero te encontrar lá, treparemos muito, já estou com saudades, ele falou mostrando o pau extremamente duro.
- Se não me procurar, eu venho te buscar - respondeu ela, massageando aquele pauzão duro e beijando-o gostoso sem se preocupar com a proximidade do André, a voz estava carregada de tesão, sedução e promessa.
Eles pegaram a estrada de volta. André dirigia empolgado, tagarelando sem parar sobre as belezas naturais, a energia das pedras e as fotos maravilhosas que tirou, falando em um retorno em breve. Evelyn apenas encostou a cabeça no vidro, sem calcinha, a buceta ainda úmida e o corpo inteiro marcado pelos dedos do Vitão, olhando as montanhas ficarem para trás com um sorriso no rosto imaginando tal retorno. O marido tinha as paisagens; ela levava na memória - e no corpo - a lembrança daquele pauzão negro que agora era seu dono.
Evelyn amava o marido — de verdade. André era bom demais, atento demais. E sabia de tudo: sempre soube das escapadas da esposa, desde a primeira. Nunca recriminou, nunca cobrou, nunca fez cena. Apenas a deixava livre - e a esperava em casa, como se nada tivesse acontecido, e sempre aproveita as sobras do fogo da esposa. Talvez fosse compreensão, amor. Talvez fosse fetiche ou algo que nenhum dos dois jamais nomeou. Para Evelyn, dava no mesmo: era o casamento perfeito.
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