A semana seguinte chegou e estava sendo estranha para Benício. A dança de Marquito com Andreza, os beijos, o jeito como ela tinha se entregado tão facilmente. Ele não sentia ciúme, pelo contrário. Ele achava que estava na hora de algo mais sério, encontrar uma garota legal e ter algo mais firme. Melhor que ficar andando com amigos que fisgam meninas como quem cata conchas na praia.
Andreza apareceu na quarta, saindo da sala do pai, com uma pasta na mão e um sorriso no rosto. Vestia uma calça social bege e uma blusa de seda azul-marinho, que contrastava com o visual despojado do baile. O cabelo estava preso num rabo de cavalo e ela parecia tão à vontade no ambiente corporativo quanto no baile. Andreza se mostrava uma jovem leve, descomplicada.
Andreza: Benício!Que coincidência! Tava justamente pensando em você.
Benício: Em mim?
Andreza: Queria te agradecer de novo pela noite de sábado. Foi incrível, de verdade! Eu nunca me diverti tanto.
Benício: Que bom. E olha que nem tinha falado do baile antes, você descobriu por acaso ao toparmos naquele dia, do nada.
Andreza: Ah, os modos como aconteceram importam pouco. E adorei a Jéssica também. Sabia que ela me seguiu no Instagram? A gente tá trocando umas mensagens, ela me deu umas dicas de lugares legais aqui na cidade. Ela é bem mais legal do que parece, viu?
Benício: Sério? Vocês tão se falando já?
Andreza: Sim, normal. Tô achando ótimo! Ela é super autêntica, não fica com aquela pose de influenciadora falsa, me falou que a cidade tem muito mais do que eu imagino. Falei que já tinha rodado alguns lugares com você. Tô adorando essa nova fase de explorar.
Benício: E gostou muito de Marquito também, hein? Heheheheheheh...
Andreza piscou algumas vezes, com um sorriso meio envergonhado.
Andreza: Ah, sim. O Marquito... Eu gostei dele, sim. Foi inesperado, sabe? A adrenalina do lugar, a música, a dança... tudo contribuiu. Ele é muito carismático, e a gente se conectou rápido. Juro a você que não fui pra festa com nenhum intuito parecido.
Benício: Sim, sim... falo isso porque ele é gente boa, fez parte das descobertas da festa, né?
Benício ficou meio sem graça, não deveria ter mencionado aquilo. Andreza percebeu.
Andreza: As coisas foram... espontâneas. Não planejei nada.
Benício: Eu sei, não tô julgando. Aquilo ali faz parte da curtição desse tipo de festa, absolutamente normal.
A conversa foi interrompida por um funcionário que chamou Andreza para uma reunião. Ela deu um sorriso e desapareceu no elevador. Benício mais uma vez ficou irritado consigo mesmo. Nada a ver ele mencionar com quem ela tinha ficado e o porquê.
Dias depois, numa tarde de sexta-feira, Benício estava no bar com Marquito e Leandro, como de costume. Foi quando Marquito se inclinou, com um brilho de interesse nos olhos.
Marquito: Bené, me faz um favor... Passa o telefone da Andreza pra mim.
Benício: Porra, bicho, sério? Não quer esperar o próximo baile?
Marquito: É que a gente se deu bem no baile, e eu quero ver se rende alguma coisa.
Benício: Porra, Marquito, porque não pegou o contato dela? Passar pra você assim... vai ficar esquisito
Marquito: Tô entendendo seu lado, mas é que ela tava bem interessada, e posso também dar um rolê com ela... ou vocês marcaram já alguma coisa?
Benício: Não, não marcamos mais nada não. Inclusive topei com ela essa semana, ela já tá falando com Jéssica,
Leandro: Porra, a patricinha se joga mesmo... nesse caso... passa o cel, Bené. Se ela quiser, vai rolar. E se não quiser, ele toma um "não" e pronto. Não tem segredo.
Marquito: Não tô pedindo a chave do Banco Central não, bicho.
Benício: Tá bom, mas vou perguntar a ela antes. Se ela autorizar, eu passo.
Ele enviou uma mensagem rápida para Andreza, explicando que Marquito tinha pedido o contato. A resposta veio em poucos minutos: "Claro! Pode passar. Adorei a companhia dele no baile ."
Benício mostrou a mensagem para Marquito, que deu um pulo de alegria.
Marquito: Viu aí? Ela quer! Passa aí, Bené. Depois te pago uma rodada.
Ele passou o número, e a partir dali, a vida de Andreza e Marquito tomou um rumo acelerado.
Nos dias seguintes, eles trocaram mensagens sem parar. Marquito, com sua lábia infalível, soube equilibrar o humor, o flerte e o interesse genuíno que parecia ter por ela. Convidou-a para um festival de street dance que aconteceria no centro da cidade, num galpão abandonado transformado em espaço cultural. Andreza aceitou na hora. Parecia que haveria uma troca de cicerone para aquela semi-turista.
Ela chegou vestindo uma calça preta, um top branco e tênis - exatamente o estilo que Marquito havia sugerido. Ele a esperava na entrada, com um sorriso largo e aquela confiança que o caracterizava.
Marquito: Tá linda, princesa! Esse jeitinho simples cativa qualquer um
Andreza: Tava com saudade dessa energia, Marquito
Se beijaram no rosto. Ali era diferente do baile e não tinha nada vislumbrando que já eram namorados depois de uma ficada dias atrás.
O festival foi um sucesso. Batalhas de dança, de MC’s, música ao vivo, uma atmosfera elétrica que contagiou os dois. Ela se sentiu completamente envolvida. Pelo som, pela multidão, mas principalmente por ele. Marquito a apresentou a alguns amigos, explicou os estilos de dança, e fez questão de ficar ao lado dela o tempo todo, com um braço em volta de sua cintura ou a mão segurando a dela.
Quando a noite caiu e o festival começou a esvaziar, eles sentaram num banco próximo ao palco, o cansaço e a adrenalina se misturando. Marquito notou que ela estava diferente - mais solta, mais próxima, o corpo inclinado na direção dele.
- Tá gostando?
- Adorando. Você é muito intenso, Marquito. Não tem um segundo de tédio com você.
- Tédio é inimigo da diversão. E eu gosto de você. De verdade.
Ela sentiu um arrepio percorrer a espinha. A atração era física, visceral, e Marquito sabia exatamente como alimentá-la. Não perdeu tempo. Inclinou-se, capturou os lábios dela num beijo que começou suave e rapidamente se intensificou. Ela correspondeu, com as mãos no peito dele, puxando-o para mais perto.
Minutos depois, ele sussurrou no ouvido dela:
- Quer ir pra um lugar mais... privado?
Ela hesitou por um segundo, mas o olhar ardente dele e a própria vontade falaram mais alto.
- Sim...
Marquito chamou um uber e deu o endereço para o motorista. Andreza não perguntou para onde iam; confiava nele. Quando o carro parou em frente a um motel discreto, com fachada iluminada e entrada reservada, ela soltou uma risada baixa.
- Você é bem atrevido, hein?
- Não quero enrolar você. Quando o negócio é bom, a gente deixa levar.
O quarto era simples, mas acolhedor. Assim que a porta se fechou, Marquito a puxou pela cintura e a beijou com fome, com uma intensidade precisa, que ele sabia usar quando devia. Andreza correspondeu, deixando-se levar. As roupas foram caindo rapidamente. Os corpos se encontraram na cama, o suor do festival ainda fresco na pele, o cheiro de noite e música misturado ao perfume dela.
- Tava pensando nisso desde o baile. Seu cheiro, seu sorriso, seu jeitinho...
- Eu também... você tem fogo... Não para de me beijar.
Eles se entregaram com tesão, sem pressa mas com intensidade. Marquito guiava os movimentos com confiança, mas também se preocupava em ouvir os gemidos dela, em fazê-la sentir cada toque. Andreza, por sua vez, se soltou completamente, deixando de lado as amarras da vida de patricinha para se entregar àquele momento cru e verdadeiro.
Marquito começou chupando os peitos médios, era delicado, arrancava suspiros baixos dela.
- Assim, Marquito... Não para.
- Não vou parar, gata... Você é minha agora.
Ela arqueou o corpo, entregue ao prazer. Ele ia descendo pelo abdômen, mordiscando cada pedaço daquele corpinho. Foi tirando a calcinha. Andreza estava dominada pela novidade, pela ousadia, pela determinação em escantear a vida de princesa e penetrar na vida de guerreira. Quando Marquito encontrou aquela bucetinha babada, suspirou e foi envolvendo aquela vulva loira, aquele grelinho saliente, que pedia bocas mais ávidas, mais descaradas, mais audaciosas.
Andreza: Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, Marquito, delícia!!! Vem chupar sua loirinha, gostoso!
E Marquito desbravava aquela xotinha, macia, cremosa com líquidos cada vez mais fartos. Começou a dar um banho de lingua, chupava que fazia barulho. Andreza ia alucinando, seus olhinhos cerrados de tesão.
- Ahhhhh, assim, assim, vai!!
E Marquito explorava bem, fazia a gatinha gemer muito. Após maltratar bastante, ele foi subindo, deixando o peitoral pra ela explorar com a língua. Foi se deitando, e agora era ela quem comandava lambidas, beijos, mãos ávidas por músculos tesos. Não demorou e ela encontrou a cueca estufada, a demonstração exata do que ela queria ver com seus efeitos femininos.
- É grandinho, hein? Nossa... quem baila bem é bem nutrido assim, é?
Os olhos brilhavam, beijos aconteciam, e Marquito só aguardando a boquinha de sua nova amada trabalhar. Ela puxou a peça íntima e um grosso cacete despontava. Ela lambia os lábios, Há tempos ela não sentia aquele alvoroço.
- Ah, Marquito, que grosso... e ele será todinho meu...
Ela punhetava aquele pauzão, suas mãozinhas tremendo de tesão ao alisar aquele colosso volumoso. Já salivando, ela foi lambendo aquele pedaço de carne devagarinho, sem pressa, pra ir acelerando aos poucos e logo estar voluptuosamente mamando aquela picona. Agora era a vez de Marquito suspirar, ante os avanços daquela patricinha pós-popular
- Ah, Andrezinha, que delícia, uhhhh, que boquinha mágica!
Andreza havia namorado um alemão meses atrás, estava com saudade de uma boa foda. Começou a alternar punhetas e boquetes, sempre sorrindo sensualmente pra seu novo amante.
- Hum, pauzão gostoso, grosso... tá gostando, garanhão?
- Ahhhhhhhh, sua putinha loirinha! Vai, lambe minha caceta!
Os dois estavam bem envolvidos, ela mamava, lambia a glande, subia e descia, batia o pau na cara. Depois mergulhava a boquinha e glub-glub-glub-glub...
Se embolaram na cama aos beijos e foi então que, já por cima, Marquito raspava aquele cacetão na bucetinha dela, roçava, roçava, roçava, provocava, ela respirando forte, ansiosa para ser penetrada. Num golpe certeiro, ele afundou o cano naquela grutinha que vazava líquidos em abundância, e parou. Beijos quentes, linguadas, cabeças se movimentando. Seu pau passou a movimentar também, o ritmo acelerou, Andreza arfava, dava gritinhos do fundo da garganta ao sentir cada vez mais sendo arrombada. E foi ai que ele apoiou os braços na cama e mandou ver
- Toma, putinha, delira na minha pica!!
- Ahhhhhhhh, seu puto! Assim... ai... ai...aiiiiiiiiiiiiii, porraaaaaaaaaaaaa
E assim, Marquito passou a bombar forte, com tudo, intenso, como se quisesse que seu pau se perdesse lá dentro. A cama começou a fazer um nhec-nhec cada vez mais audível e aquele casal no movimento do pula-pula do colchão.
- Ahhh, que bucetinha apertada, que delícia... toma, putinha, vara!
- Ai, Marquito, assim vou gozar, vou gozar, gostoso, ahhhhhhhhhhhhhhh
- Goza, minha delciinha, tesuda!
- Ai, Marquitoooooooooooooooo
E ele bombava, cada vez mais rápido, esfregava seu corpo no dela, e o nhec-nhec cada vez fazendo parte daquele agito. Logo ela estrebuchava embaixo dele, seus pezinhos tensionados pelo prazer de um forte orgasmo.
Logo ela cavalgava com fervor, Seus peitos balançando e esbarrando no rosto dele, suas mãos na cintura dela fazendo com que aquele corpinho loiro quicasse ainda mais. Ela balançava a cabeça, seus cabelos bailando com aquela montaria, seus gritinhos de tesão entrelaçados com a cama rangendo.
- Ah, que delícia! É muito gostosoooooooo, ai, Marquito, tesãoo!!
- Ahhhhhhhhhhh, martela, gostosa! Vai, monta na minha pica, vai!
- Ah, que louco, seu gostoso, vou gozar de novo, asimmmmmmmmmmmm, vaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai
E mais uma vez, o corpo de Andreza experimentava novo fervor, a febre corporal proporcionada por Marquito e seu pau rombador. Beijos e lambidas descaradas eram a combinação perfeita entre uma nobre em desconstrução e um garanhão de baile.
Ajoelhada, de quatro, mãozinhas no travesseiro, bunda no ar a ser estapeada, enquanto o bravo dançarino de rua metia a verga, a foda continuava a todo vapor, elétrica, frenética. Ele segurava a cintura e tome bala naquela loira.
- Ah, Marquito, uhh, uhhhhh
Era Andreza mordendo o travesseiro, mão na cabeceira, um moreno trotando em cima dela, socando rola com velocidade, o quadril se chocando com seus glúteos como se fosse um aríete querendo arrombar as portas de um palácio.
- Puta que pariu, loirinha! Ahhh, que bucetinha quenteeeeeeeeeeee
- Ahhhhhhhhhhhhh, seu animal! Me fode!! me foooooooooooooooodeeeeee
O quarto se encheu de gemidos, suspiros e o som dos corpos se encontrando. Mais uma vez ela estava embaixo dele, agitando as pernas, alucinada, gozando mais uma vez
- Ahhhhh, nãooooooooooooooo... ahhhhhhhhhhhhhh, porra, mete, meteeeeeeeeeee!!!
- Toma, sua puta!!! Vagabundaaaaaaaaaaaaaa
Com aquela meteção toda, ele segurando as pernas dela, muito plac-plac entre a cintura dele e a bunda dela, a coisa foi acelerando, como um formula 1 rasgando a reta. Naquele mete-mete, intenso, suadeiro, Marquito deu um grito gutural
- AHHHHHHHHHHHH, vou gozar, putaaaaaaaaaaaa
Arrancou o pau e estourou jatos precisos no rosto suadissimo daquela loira classe média. Ela ria de susto, enquanto recebia os grossos jatos melarem seus cabelos, testa, queixo e pescoço. Marquito ainda encostou sua pica nos lábios dela, para ela lamber, tremer a boquinha naquela cabeçorra, que muitas vezes estocou seu útero.
- Nossa, Marquito! Que tesão, delícia... você é muito gostoso, garanhão, metedor, socador!!
- Ah, putinha, eu queria tanto lhe foder assim... ah, foi muito louco
- Seu puto gostoso...
Ela pegou o pau dele e limpou cada pedaço, com uma língua indecente e despudorada. Caíram na cama, ofegantes, os braços e pernas entrelaçados. Andreza tinha a cabeça apoiada no peito de Marquito, e ele acariciava seus cabelos com um sorriso satisfeito.
- Foi bom?
- Você sabe que foi, seu convencido. Você me destruiu! Minha moral foi lá pras cucuias, ahahahahah
- Convencido eu já sou. Agora eu tô é feliz.
- Sabe que me amarrou, né? Quando vi você, já percebia o macho que era...
- O que é do homem o bicho não come
Os dois caírem na gargalhada. Ela deu um tapinha no peito dele, mas não conseguia parar de sorrir. Foi intenso, inesperado, mas foi exatamente o que ela queria.
(continua...)