Tenho 37 anos, sou casado há mais de 15 anos com uma mulher incrível. Desde o início da minha puberdade me entendi como bisexual. Porém, sou uma pessoal extremamente discreta, tive poucas experiências heterossexuais em questão de número de parceiras, tive relacionamentos mais longos. E quanto ao meu “outro lado” sempre me vi mais como passivo e por ser reservado apesar de muita vontade, nunca havia tido nenhuma experiência.
Chegava conversar com alguns caras mas sempre algo me bloqueava. Eu de fato sou pessoa seletiva, queria algo seguro e sigiloso. Nunca ninguém me passou essa segurança. Às vezes esse meu lado ficava adormecido e quando voltava me deixava maluco, porque parecia que minha cabeça não sai desse assunto.
Com homens sempre me vi muito mais como passivo, não só como passivo, mas sendo feito femea mesmo. Eu não sonhava só em ser passivo, queria ser a putinha de um comedor fixo. Colocar calcinha, vestido, ser dominada. Saber que o macho tem tesão não só em mim, mas nesse cenário todo que ele vai pegar um macho na sociedade que em quatro paredes vai ser a maior puta que ele já comeu.
Outro requisito importante: meu tesão era só em rolas grandes, nada fora do comum, mas eu salivava em pensar numa pica pesada pra mim. Amo o cheiro da pica, das bolas, a babinha escorrendo esperando pra ser linguada. E claro, ter meu cuzinho virgem preenchido por completo.
Uma outra coisa que procurava era um cara que tivesse a família dele também, que garantisse esse sigilo mútuo pra poder explorar o meu lado servindo aos interesses dele também.
Como citei, nesses momentos de despertar dessa necessidade eu criei um perfil no xvideos. Comecei a adicionar conteúdo neste perfil, assim fui chamando a atenção, algumas pessoas foram me adicionando e com isso fui conhecendo algumas e conversando, mas sabendo já dessa dificuldade daquilo virar real, me arrisquei a colocar minha cidade no perfil, acabou trazendo pessoas mais próximas.
E aí, apareceu ele, de início conversas mais superficiais mas sendo muito simpático e compreensivo. Me abri pra ele, inclusive literalmente hehe, pois ele com o tempo me pediu fotos e vídeos, como me fazia sentir seguro acabei fazendo. Com o tempo eu comecei a enviar coisas mais constantes para ele e também obedecendo coisas que ele me pedia como: coloca uma calcinha vermelha da tua esposa, colocar uma saia assim, etc.
Mas eu nunca pedia nada par ele e até ele me questionou, falei que meu tesão era estar obedecendo meu macho, mas aí ele me ofereceu para receber conteúdo dele também. Eu até tinha medo de aceitar e me decepcionar e tirar aquele momento legal. Mas aí ele me relevou que era da minha cidade, me passou até o bairro e estávamos perto, por isso até que ele se interessou.
Então ele me mandou várias fotos e vídeos de uma vez, eu lembro do meu coração disparando quando recebi aquilo tudo e fui abrindo e degustando cada foto e cada segundo de cada vídeo. Ele era mais velho que eu, estava com 48 quando os conhecemos, um cara alto, um pouco acima do peso, mas o que importava de verdade, uma pica muito suculenta de uns 22cm, grossa e que ficava muito dura. Ele me passou vídeos gozando que eu salivava tanto vendo eles. Fiquei obcecado, e quanto mais falava com ele meu tesão e minha segurança aumentavam junto, continuava me enviando mais fotos e vídeos e eu enviando tudo que ele pedia, do jeito que ele pedia. Ele estava procurando a mesma coisa, uma putinha fixa. Ele tinha alguma experiência mas depois que constituiu família adormeceu esse lado comedor de macho e agora queria retomar de um jeito seguro.
Então era a situação perfeita para os dois. Um certo dia ele me mandou uma foto logo que acordou, a pica estralando e comentei que devia estar com um cheiro ótimo, ele me retrucou: “que tal você sentir hoje de verdade? só o cheiro pra começar mesmo”. Meu coração parou, nem consegui responder, ele até em seguida mandou “se é cedo tudo bem, eu só acho que em algum momento a gente pode fazer isso”. Quando retomei a consciência fui tomado pelo tesão e pedi o que ele tinha em mente, me deu ideia da a gente só trocar uma ideia em uma praça de alimentação, nada de mais.
A gente já estava conversando a uns 40 dias, me pareceu seguro, mas a gente ainda não sabia o rosto um do outro, seria de qualquer forma um caminho sem volta, mas no alto do tesão eu pouco raciocinei, concordei e ele me falou: 15h estarei lá, com um boné verde escuro, se sentir seguro pode chegar. Passei o dia pensando nisso, em algum momento o juízo veio à tona e decidi não ir, mas quando foi chegando perto do horário eu não consegui suportar, pensei, vou lá, se não me sentir seguro volto.
Chegando, lá estava ele, tomando um café gelado, eu reconheceria só pelos ombros, nem precisava do boné. Não lembro nem o que se passou na minha cabeça mas eu só não conseguia parar de ir na direção dele e quando cheguei acho que ele me reconheceu do mesmo jeito, afinal ele tinha visto muito conteúdo meu e antes de eu olhar pra ele ele disse: “Oi, pode sentar”.
Pois bem, estava feito, não havia mais volta. Eu não tinha visto nada que me arrependesse e muito menos ele, me elogiou bastante: ”essa sua bunda parece maior dentro do calção do que nas fotos”. Eu mal conseguia falar, mas era aquela pessoa que já sabia muito de mim, não tinha porque me constranger. Ele foi muito hábil em me deixar tranquilo, comecei a me abrir também e participar daquela brincadeira discreta. Afinal, quem via a gente só via dois amigos conversando.
Ele me contou que era advogado e que tinha um escritório numa casa mais no subúrbio da cidade. Na época eu trabalhava em casa, minha esposa saia pra trabalhar e até por conta disso tinha muito liberdade de gerar o conteúdo que ele tanto gostava. Mas em algum momento da conversa ela não tinha mais pra onde ir, então ele me falou:
E aí? Você quer fazer o que veio aqui fazer?
O que?
Sentir o cheiro.
Não sabia o que responder:
Como?
Ué, não foi isso que você pediu hoje cedo?
Sim, eu quero muito.
Vamos fazer o seguinte, eu vou no banheiro, você paga a conta e vai lá também. É terça-feira, não tem ninguém aqui hoje. Muito menos no banheiro.
Tá.
Esse “tá” eu nem sei como saiu, era o tesão falando. No fim, ele levantou e foi. Não tive muito tempo pra pensar, fiz o que ele mandou, afinal é o que eu faço quando ele manda, obedeço.
Quando eu cheguei no banheiro, ele já estava me esperando com a pica estralando dentro do calção, o volume não tinha como esconder. Ficamos num ponto cego que se alguém entrasse dava para desconversar. Então ele disse:
Abaixa aí.
E o que eu fiz? ajoelhei na frente daquela pica enorme sem nem pensar. Porém, eu já estava indo abaixar o calção e ele me interrompeu:
Você disse que ia cheirar só? pode esfregar bem a cara, se babar todo por cima do calção, mas quando eu baixar, você vai só cheirar.
Meu deus, apesar dele estar me tirando aquilo com o que tanto sonhei, aquela mamada acumulada por anos, eu não conseguia nem implorar, eu só obedeci. Esfreguei minha cara e já senti aquela pica pulsando na minha cara e quando ele baixou o calção passei ela na minha cara toda, caindo de cara também naquelas bolas. Foi muito difícil não lamber, abocanhar. Toda vez que fazia menção a abrir a boca pra mamar ele me repreendia, o máximo que me permitiu fazer foi passar a cabeça babada nos meus lábios, o que já me deixou em transe, aquele salgadinho me fazia salivar mais ainda de vontade de abocanhar.. Logo ele puxou o calção e me interrompeu:
Acho que tá bom por hora. Tu quer mais?
Eu quero tudo, no fundo da minha garganta. E depois enchendo meu cuzinho.
Aqui não é lugar pra isso. Vamos fazer assim, eu te chamo no chat depois com orientações.
Ele saiu e eu fiquei ali ajoelhado por um tempo tentando ainda entender o que tinha acontecido. Quando voltei a realidade fui correndo pra casa, minha esposa chegou logo depois e eu fui dar um beijo de boas vindas a ela com aquela cara que a horas atrás estava toda babada de pica.
Logo fui ver as mensagens dele e tinha tudo lá. Hora e local, uma orientação de como entrar com o carro. Ele garantia que naquele horário seria só a gente. Pois bem, aí é papo pra outro conto.