Olá, meus leitores e leitoras! Marcos, escrevendo uma nova história sobre um aniversário em que a aniversariante não foi o elemento central. Boa leitura!Era uma noite de verão. A cidade de apenas 30 mil habitantes, aconchegante como quase todas as pequenas do interior de São Paulo, sentia o ar quente amenizando após o recente pôr-do-sol. Cheguei na frente do portão de uma chácara no alto da cidade. Toquei o interfone e uma voz feminina conhecida atendeu, após verificar as câmeras.
— Boa noite, entra! - era Gabi. O portão se abriu. A chácara tinha uma piscina em um dos lados do terreno, uma área gourmet com churrasqueira e uma pequena casa. Passei pela churrasqueira e alguns conhecidos me acenaram. Acenei de volta e entrei na casa. Gabi estava linda, em um vestido roxo. Ela era a aniversariante. Mais do que isso, amiga de escola, que um dia fora gordinha, mas agora tinha o corpo definido. Baixinha, com seios médios, ruiva, de olhos verdes e cabelos cacheados curtos, era linda e sexy. Cumprimentei-a com um selinho e entreguei o presente.
— Parabéns, Gabi, feliz aniversário - e a abracei forte. Nossos corpos se encostaram.
— Obrigada, Marcos, não precisava. Os meninos estão lá fora, você viu eles?
— Sim, vou lá. Nos vemos por aí.
Saí e fui para a área gourmet. Eu já tinha saído com Gabi algumas vezes, sendo que uma e outra vez resultou em transa gostosa na casa dela.
— Fala rapaziada, boa noite - cumprimentei os colegas, três ou quatro caras na faixa dos 20 anos.
— Quem vai cuidar da carne? O Xandi? Rapaz, vai queimar tudo... ahahaha.
E ficamos nos divertindo ali. Eles tomando cerveja, eu tomando meu suco. Até bebo, mas não o tempo todo e nem cerveja. Prefiro vinho de qualidade. Chegaram mais algumas pessoas e eu quase fiquei com torcicolo, olhando indelicadamente para uma loira de 1 metro e 70, cabelos ondulados, olhos que me pareceram ser azuis, vestido vermelho colado, detalhando o corpo. Não foi só eu, todos os colegas olharam ao mesmo tempo.
— Caralho, quem é essa mulher? - perguntou um colega.
— Parece que é uma amiga da Gabi, da faculdade lá de São Paulo - respondeu um deles.
— Porra! Que mulherão!
E o assunto logo retornou ao futebol, copa perdida, campeonato brasileiro de volta.
O churrasco começou a sair e logo as mulheres trouxeram os complementos, como salada, farofa temperada, arroz, vinagre, etc. A loira interagia mais com Gabi, talvez meio deslocada por não conhecer o pessoal. Eu mesmo não conhecia metade dos que estavam lá. Deveria haver no máximo umas 20 pessoas na festa.
A comida boa, a bebida, o conjunto, tudo levou a uma grande interação social com conversas em tom elevado. Chegou a hora de cortar o bolo. Gabi foi à cozinha, sozinha. Eu levantei da cadeira e fui apressado atrás dela. Entrei a tempo de vê-la abaixada com o rabo empinado, tentando pegar o bolo na geladeira. Dei um aperto de mão em sua bunda, por baixo do vestido e ela assustou, largando o bolo.
— Ei, tá maluco! - falou ela, sussurrando e olhando para trás, com cara de brava, enquanto eu tirava minha mão.
— Desculpa o desespero, é que você tá irresistível hoje — sussurrei no ouvido da Gabi, passando a mão na cintura dela por um segundo, antes de me afastar.
Quando me virei, dei de cara com a loira na porta da cozinha. Ela nos observava com um sorriso de canto, sem qualquer timidez.
— Atrapalho o casal? — perguntou ela, com uma voz provocativa.
— Imagina, Carol. O Marcos só estava me ajudando aqui — respondeu Gabi, tentando disfarçar a ruborização. — Marcos, essa é a Carol, minha amiga da faculdade.
— Prazer, Carol — estendi a mão, mas ela deu um passo à frente e me cumprimentou com um beijo lento no rosto, roçando os lábios perto do meu ouvido.
— O prazer é meu, Marcos... — sussurrou, sustentando o olhar por um segundo a mais do que o normal ao se afastar de mim.
— Ih, já tão de intimidade - resmungou Gabi, colocando o bolo em cima da mesa da cozinha estreita.
Gabi pegou um pacote de pratos e talheres descartáveis e colocou sobre a mesa. Eu me aproximei da mesa.
— Deixa que eu levo o bolo, Gabi - informei.
Carol passou por trás de mim no espaço exíguo, roçando o quadril em mim de propósito. Seu perfume doce grudou em mim. Gabi não percebeu. Levei o bolo, enquanto elas traziam dois refrigerantes e os descartáveis.
— Olha o bolo aí, rapaziada, licença! - exclamei. Abriram espaço e eu depositei o bolo em cima da mesa. O pessoal se aproximou e acendemos as velas. Cantamos um parabéns animado, Gabi estava radiante. Eu e Carol estávamos um de cada lado dela e eu apertei rapidamente a bunda da Gabi por cima do vestido quando ela se abaixou para apagar a vela. Ela não esboçou reação.
— Pra Gabi nada, tudo...
Cortamos os pedaços do bolo e distribuímos entre os presentes. Percebi que faltavam guardanapos. Fiz sinal pra Carol e falei pra Gabi:
— Vou pegar guardanapos.
— Pessoal, preciso ir ao banheiro - e Gabi se afastou atrás de mim e da Carol após um ou dois minutos.
Ela entrou na cozinha a tempo de me ver encostado na pia, observando Carol se espichar para pegar os pacotes em cima da geladeira, deixando a bunda marcando o vestido. Mas o que ela não tinha visto era um rápido selinho e minha apalpada generosa na bunda da Carol.
— Você tá muito assanhadinho hoje, hein Marcos. Te falar uma coisa, viu - rosnou Gabi, enquanto Carol colocava dois pacotes de guardanapos de papel em cima da mesa, insinuando os peitos para mim. Gabi ajustou a alça do vestido de Carol, dando-lhe um beijinho no rosto. Porém Carol virou a boca, e o beijo virou um selinho, que durou mais do que deveria se fosse mesmo acidental. Aquilo me deixou aceso!
— Fiquei com água na boca - respondi, braços cruzados, ainda apoiado de costas, na pia, com cara de chateado.
— Não seja por isso - disse Carol, se aproximando e me dando um selinho. Eu não resisti e a puxei para mim, transformando o despretensioso selinho em um beijo ardente que não pude ter momentos antes.
— Eu fico de fora, então? - reclamou Gabi, nos olhando.
Carol a puxou para nós, abraçando-nos pela cintura. Beijamo-nos triplamente. Um barulho nos afastou. Rapidamente nos espalhamos pelo ambiente. Eu saí primeiro, com os guardanapos, deixando as duas na cozinha. Comi um pedaço de bolo, que estava maravilhoso. Elas logo chegaram e se puseram a falar com as pessoas que já se despediam.
— Vocês sumiram - falou um grupinho de 4 amigos, se despedindo.
— Ah, paramos pra conversar na cozinha, um tempo longe deixa muita conversa em atraso - respondeu Gabi, evasiva.
O clima na cozinha deixou o ar cheio de intenções. Voltei para a área externa apenas para manter as aparências enquanto o pessoal começava a ir embora. Restavam poucos convidados dispersos pela piscina.
Da mesa da churrasqueira, vi Gabi na porta da sala. Ela me encarou fixamente, fez um gesto discreto com o indicador apontando para o andar de cima. Acompanhei-a com os olhos até ela desaparecer escada acima. Carol já não estava mais no térreo há algum tempo. Esperei dois minutos para não dar na cara, tomei um gole do suco e subi em direção à suíte principal. As duas estava lá, com uma taça de vinho na mão, sentadas na cama.
— Nossa, que clima romântico - exclamei, trancando a porta a chave. Carol entregou-me uma taça de vinho tinto. Olhei a garrafa e vi que era um gran reserva chileno.
— Estamos chiques, amigo - respondeu Carol.
Sentei-me na poltrona ao lado da cama, observando as duas beldades. Eu era definitivamente um homem de sorte. Tomamos a taça de vinho, entre conversas descontraídas.
— Estou com calor - falou Gabi. O ar condicionado estava ligado no máximo, mas o pouco tempo de funcionamento não fora suficiente para esfriar o ambiente. Ela se levantou e tirou o vestido, deixando a mostra o corpo branco, definido, que eu já conhecia, mexendo nos cachos bagunçados. Seu sutiã e calcinha pretos contrastavam com a cor da pele.
— Nossa, que linda - elogiou Carol, passando mão por entre os cachos, provocando-a.
Eu tirei minha camisa. Calor do vinho, de ver aquele corpo nu, minha ereção já estava a flor da pele.
— Agora falta eu - disse Carol. Levantou-se e retirou o vestido, deixando à mostra o corpo branco. Ela não era definida, mas tinha as proporções de um corpo atlético, por ser alta. Os peitos saltavam do sutiã, que parecia pequeno. A lingerie vermelha iluminava seu corpo.
— Sendo assim tenho que tirar minha calça - disse eu, levantando-me e tirando o calçado e a calça, exibindo minha cueca cinza escuro com meu pau marcando o tecido.
Carol se aproximou de Gabi em uma cena para me provocar. Elas se beijaram lentamente, olhando-me de canto de olho. Eu observava, querendo me masturbar. A intensidade do beijo aumentou, e Carol desabotoou o sutiã de Gabi, fazendo com que seus peitos libertos me excitassem ainda mais, lembrando das vezes que me divertira com ela. Carol tirou o próprio sutiã e virou-se para mim, exibindo seus peitos firmes, siliconados.
Levantei-me da poltrona, ainda de cueca e sentei-me na beira da cama. Elas se aproximaram e nos beijamos intensamente, enquanto eu apalpava os seios delas. Meu pau já liberava pré-gozo. Gabi empurrou Carol, fazendo com que ela se deitasse sobre a cama. Foi então que estranhei a forma da calcinha de Carol. Não tive tempo de imaginar nada. Carol levantou o quadril e Gabi puxou sua calcinha para baixo, revelando um pau pouca coisa maior que o meu, da mesma grossura.
— Você é trans! - exclamei, perplexo!
— Gostou do que viu? - respondeu Carol, segurando a rola.
Não respondi. Aproximei-me e peguei no pau dela. Sensação estranha pegar no pau de outra pessoa. Senti a rola quente, a cabeça rosada brilhava.
— Gostei... e que surpresa adorável— admiti, sem tirar a mão do membro ereto dela. Olhei para Gabi e perguntei, curioso — Vocês já transaram?
— De vez em quando a gente mata a vontade — respondeu Gabi, sorrindo maliciosa. — A Carol tem o que preciso quando eu quero algo a mais - As duas riram.
— Mostra o seu, Marcos, deixa eu ver quão gostoso você é - disse ela baixando minha cueca. Minha rola escapou para fora. Branca e rosada, entumecida.
Levantei e tirei tudo. Carol segurava minha rola. Gabi se aproximou e a engoliu sem aviso. Eu gemi, diante do prazer inesperado.
— Ah, que saudade de sua rola! - exclamou ela, depois de umas 4 ou 5 chupadas.
— Quero experimentar, amiga - pediu Carol. Ela se aproximou, segurou por alguns segundos, e sugou lentamente, experimentando cada centímetro com seus lábios pintados de vermelho, deixando marcas em meu membro. Eu gemi alto enquanto ela passava a língua pela glande.
— Ah, que delícia! - exclamei — Agora quero um boquete duplo!
Deitei-me de costas na cama. Elas se ajoelharam, uma de cada lado meu. Inclinaram-se sobre mim, dividindo o meu pau em um boquete duplo sincronizado: enquanto os lábios carnudos de Carol roçavam a cabeça com firmeza, a língua ágil de Gabi lambia a extensão da haste e os meus testículos. Se continuassem eu iria gozar rápido.
— Parem, por favor! PAREM!!! - gritei. Acho que alguém pode até ter ouvido lá embaixo.
Elas pararam, eu me sentei.
— Caralho, vocês chupam bem demais! Quero ver vocês se pegando.
Elas se beijaram, e Carol chupou a buceta de Gabi, fazendo-a gemer. Os dedos de Carol ágil e lentamente deslizaram pela buceta de Gabi. Seus dedos a massageavam precisamente, atingindo o ponto G e arrancando gritos altos de prazer. Eu me masturbava lentamente, olhando aquela cena espetacular.
— CHEGA! PARA, CAROL! - gritou Gabi, tremendo de prazer.
Carol parou de a dedilhar e se deitou sobre a cama. Gabi deitou por cima dela, na posição de 69. Chupavam-se com sofreguidão, arfavam de prazer. Eu, que não poderia ficar só olhando, aproximei-me do pau de Carol, dividindo-o com Gabi. Carol urrou, e quase gozou de tanto prazer.
— Vem, Marcos, come a gente! - pediu Gabi.
Enterrei meu pau na caverna cheia de mel da Gabi, que ficara de quatro para mim. Meu pau deslizava, eu sentia novamente o prazer que só ela conseguia me proporcionar. Ela apertava meu pau com seus músculos vaginais, enquanto rebolava no seu vai e vem gostoso. Eu pressionei meu polegar melado de seu mel e enterrei-o em seu cu, arrancando gemidos altos. Carol olhava, seus olhos faiscavam, seu pau babava. Parei minha movimentação e chamei Carol para a brincadeira.
— Carol, come a Gabi. Enquanto isso eu vou comer seu cu gostoso!
Carol espalhou uma dose generosa de lubrificante entre as nádegas e na própria rola ereta. Ela se posicionou de quatro logo atrás de Gabi, que abaixou o tronco no colchão, empinando o rabo. Carol penetrou Gabi com calma, até pegar ritmo. Ajoelhei-me logo atrás de Carol, segurei firme em seu quadril e, com os dedos, ajudei a abrir a entrada do seu ânus. Pressionei a cabeça do meu pau ereto contra a borda lubrificada e empurrei devagar, sentindo a pressão de seu músculo ceder até engolir minha vara por inteiro.
Eu permaneci parado e Gabi também, enquanto Carol se movimentava para frente e para trás. Aquilo era de um prazer absurdo. Quem mais deveria estar êxtase era Carol, comendo e sendo comida ao mesmo tempo! Ela gemia alto, e tentava aumentar o ritmo. Eu a segurei pela cintura e aumentei as estocadas.
Carol aumentou o ritmo das estocadas em Gabi, urrando enquanto seu corpo todo tremia.
— Vou gozar... caralho, gozei dentro dela! — gritou Carol, entrando em colapso de prazer.
As contrações do ânus de Carol apertando meu pau no auge do orgasmo dela detonaram o meu próprio limite. Segurei seus quadris com força, afundando até o talo e descarregando jorros quentes de porra bem no fundo do seu cu. Nós três gememos em coro na cama, em um emaranhado de corpos suados, melados, quentes e completamente entregues ao ápice daquela noite inesquecívelGozaram conosco? Não se esqueça de avaliar, clicando nas estrelas. Comentem sobre a história. Abraços!