Depois daquela noite com Jorge, Marcinha e eu ficamos ainda mais próximas. Era como se aquilo tivesse quebrado alguma barreira invisível entre nós — não falávamos abertamente sobre o que tinha acontecido, mas também não precisávamos. Ela sabia. Eu sabia. E isso bastava para que rolasse entre nós um tipo de cumplicidade nova, mais safada, mais solta.
Foi Marcinha quem teve a ideia de me apresentar a Ana com mais calma, dizendo que "as duas precisavam se conhecer direito". Marcou um jantar em casa — dela e do Jorge — num sábado, dizendo que seria "só uma coisa tranquila entre amigos". Eu já desconfiava que "tranquila" era uma palavra que a Marcinha usava com muita liberdade.
Cheguei primeiro. Jorge abriu a porta com aquele sorriso de sempre, me deu um beijo demorado na bochecha, quase na boca, e comentou baixinho, só para mim, que estava com saudade. Não tive tempo de responder — Marcinha apareceu logo atrás, linda como sempre, e me puxou para dentro.
Ana chegou vinte minutos depois, com aquela entrada que só ela sabia fazer: um vestido simples que em qualquer outra pessoa passaria despercebido, mas em Ana parecia perigoso. Cumprimentou Marcinha com familiaridade — as duas já se conheciam de festas — e, quando chegou a minha vez, me abraçou por mais tempo do que um cumprimento normal pediria.
O jantar foi leve, regado a vinho e risadas. Marcinha contava histórias absurdas de balada, Jorge provocava todo mundo com aquele humor ácido dele, Ana observava mais do que falava, mas quando falava, prendia a atenção de todos. Em algum momento, entre uma taça e outra, os assuntos foram escorregando para um território mais ousado — histórias de ex, de affairs, de tesão. Ninguém parecia se incomodar de falar abertamente sobre isso ali, entre nós quatro.
Notei os olhares. Jorge olhando para Ana. Ana olhando para mim. Marcinha olhando para todo mundo com aquele sorriso de quem estava adorando o rumo que a noite tomava. Ninguém disse nada explícito, mas o ar tinha mudado — mais pesado, mais elétrico, como antes de uma tempestade que todo mundo sabe que vai cair.
Depois do jantar, Marcinha sugeriu irmos para a sala, "mais confortável", e ligou uma música baixa. Sentou-se entre Jorge e eu no sofá grande, Ana se acomodou no braço da poltrona ao lado, tão perto que nossas pernas quase se tocavam. A conversa continuou, mas mais devagar agora, com pausas mais longas, olhares que duravam um segundo a mais do que deveriam.
Em determinado momento, Marcinha passou a mão no meu joelho, quase distraída, como quem completa um gesto natural de intimidade entre amigas. Não tirei a mão dela dali. Jorge percebeu e sorriu de lado, sem dizer nada. Ana, do outro lado, tinha os olhos fixos em mim, aquele mesmo jeito de leoa que eu já conhecia, esperando o momento certo.
Foi Marcinha quem quebrou a última camada de hesitação. Se aproximou de mim e me beijou, devagar, na frente dos outros dois, como se aquilo fosse a coisa mais óbvia do mundo. Jorge se aproximou por trás dela. Ana se levantou da poltrona e veio na minha direção, sem pressa, sabendo exatamente o efeito que causava.
Ninguém precisou perguntar mais nada. Os quatro corpos foram se encontrando naquela sala, entre risos baixos, beijos que se cruzavam, mãos que não sabiam mais a quem pertenciam primeiro. Era estranho e ao mesmo tempo completamente natural — como se aquela noite sempre tivesse caminhado para aquilo, desde o primeiro brinde.
Do sofá para o quarto foi um trajeto curto, mas cheio de pausas — um beijo aqui, uma risada ali, roupas que começavam a sobrar pelo caminho. A luz do quarto de Marcinha e Jorge era baixa, âmbar, e os quatro se encontraram ali dentro sem mais nenhuma palavra necessária.
Num piscar de olhos, estávamos os quatro nus, de pé em frente a cama, entretidos com os corpos uns dos outros. Apesar de saber o que me aguardava da parte de Marcinha e Jorge, tinha algo em Ana que estava me prendendo. Mesmo na sequência de interações e carícias, não havíamos nos encostado em nenhum momento, apesar de os olhares não se afastarem.
Foi aí que Marcinha deu o primeiro passo para nos desprender, ela abaixou e abocanhou o pau do namorado com uma paixão invejável. Ana, ainda de pé se aproximou de mim no momento em que eu ia me abaixar para ajudar Marcinha. Quando ela me abraçou, senti meu corpo esquentar na hora. Seus lábios doces me fizeram relaxar assim que tocaram os meus.
Jorge e Marcinha ficaram no mesmo lugar, Ana e eu caímos na cama e começamos uma pegação gostosa. Pernas entrelaçadas, mãos passeando e acariciando os corpos uma da outra, beijos, chupoes e lambidas nos pescoço, peitos, barrigas.
Minhas mãos foram primeiro na bucetinha delicada dela, em seguida ela fez o mesmo comigo, Marcinha gemia de prazer enquanto me beijava, sua buceta estava ensopada ao extremo.
Me abaixei beijando do pescoço aos seios, depois a barriga, as coxas e cheguei a sua linda bucetinha. Brilhante de tão molhada, rosinha e pequena. Caí de boca nela, que agarrou meus cabelos e pressionou minha cabeça contra si, gemendo gostoso a cada movimento da minha língua.
Atrás de nós, os gemidos profundos de Jorge, que fodia a boca de Marcinha, foram interrompidos do nada. Como estava concentrada na deusa na mimha frente, nem me preocupei. Alguns segundos depois, ele estava posicionado atrás de mim, enquanto Marcinha se jogou para beijar Ana.
Parei para suspirar por um momento, quando Jorge colocou a cabeça da pica dentro de mim. Marcinha, safada como sempre, não deixou passar.
"Não para não, cachorra. A bucetinha da Ana quer língua e a sua quer pau."
Eu sorri e voltei a chupar Ana, enquanto Jorge enterrou o resto do pau em mim. Era até dificil seguir, o desgraçado metia gostoso demais, mas ouvir os gemidos de Ana, ver ela se contorcer enquanto beijava Marcinha, foi me motivando.
Ficamos alguns minutos assim. Jorge me fodendo, eu chupando Ana, Ana beijando e acariciando Marcinha. Até Ana pedir uma mudança.
"Troca comigo, Clara. Quero provar sua buceta também. E quero esse pau gostoso."
Jorge parou de meter imediatamente, com um sorriso no rosto, era o paraíso para ele.
"E não vão me perguntar se eu permito? O namorado é meu!"
Marcinha gostava dessas provocações, sempre barganhando na hora da sacanagem.
"Se você deixar, eu deixo você sentar na minha cara."
Ela olhou e sorriu, saiu de perto para que Ana levantasse. Eu fiquei na cama de pernas abertas, Ana se posicionou para me chupar, ficando, como eu anteriormente, de quatro na frente do Jorge. Jorge a pegou de jeito e sem cerimônia, enquanto sua namorada sentava na minha cara.
Ana era boa com a língua, parecia faminta no meio das minhas pernas, mas tinha mais dificuldade do que eu em se concentrar. Mas é justificável, Jorge a castigou mesmo. Marcinha adorava sentar, numa pica ou numa boca, rebolava com gosto em cima de mim, eu me deletava com seu suco escorrendo pelo meu rosto.
O som que tomava conta do quarto era inexplicável. Uma mistura de falas, gemidos, ranger da cama, corpos se tocando. A visão da bucetinha rosada de Marcinha era estimulante, assim como cada lambida de Ana em mim.
Ela, inclusive, foi a primeira a chegar lá naquela noite, senti sua respiração ficando mais quente e intensa, depois ela se levantou e comecou a gritar de prazer, gozando gostoso enquanto Jorge a fodia.
Marcinha saiu de cima de mim para assistir a cena, eu fiquei me masturbando enquanto a observava. Eram os três admirando aquela gostosa tendo um orgasmo intenso.
Quando Ana terminou, ela saiu de lado e ficou respirando quietinha. O pau gostoso de Jorge pulsava tão duro quanto antes.
"Bom, vocês duas já levaram um pouquinho. Minha vez de ter esse pauzão. Mas eu quero na bunda, amor."
Eu sorri enquanto via Marcinha se posicionar deitada de costas, arreganhando as pernas. Jorge com todo o cuidado se aproximou dela, deixando o pau na posição certa e fazendo a pressão para entrar com o peso do corpo. Seu pênis foi abrindo Marcinha de pouco em pouco, ela gemia de prazer e se agarrava em mim para aliviar a dor.
Com tudo dentro, Jorge fez com o cuzinho dela do mesmo jeito que fez com a buceta de Ana, fodeu sem pena. Se enclicou e agarrou na cintura de Marcinha, posicionou as pernas para ter o máximo de força. Aqueles dois se completavam. De lado, Ana e eu apenas assistimos, nos tocando um pouquinho.
Marcinha gritava sem receio, gemia gostoso de prazer e pedia mais e mais para o namorado, que feliz da vida, atendia aos pedidos dela.
Foram uns 5 minutos de transa com bastante força, e aí os dois gozaram, ao mesmo tempo. Confesso que deu uma vontade de tomar Jorge da minha amiga e engolir um pouco de sua porra, mas resisti e deixei o momento dos dois acabar.
Quando se acalmaram, eu aproveitei a deixa.
"Bom. Agora só falta uma pessoa gozar'
Ana e Marcinha sorriram e Jorge começou a se masturbar para ficar duro outra vez, mas eu o impedi.
"Confesso que esse pau gostoso não seria má ideia."
Disse isso mordendo os labios.
"Mas hoje eu quero que essas duas piranhas pe façam gozar."
Eu me levantei da cama e fiquei em pé, logo na frente delas.
"Aqui. Uma na frente e outra atrás."
Apontei para o chão e elas entenderam. Marcinha se ajoelhou na minha frente, dando beijos em meu corpo durante todo o percurso. Ana se ajoelhou atrás de mim. Quase que em sincronia, as duas começaram os trabalhos, lambendo e beijando na frente e atrás.
Me entreguei a elas, fechei os olhos e me apoiei em suas cabeças. As duas fizeram com uma maestria invejável, tão bom que eu gozei muito rapidamente, gritando de prazer.
Ao final daquela sessão, nos deitamos exaustas enquanto Jorge foi buscar bebidas para nós. A noite não parou aí, nem as nossas aventuras de amigas.
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