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Champagne: Quando o Primo Indica a Casa de Swing e a Família Toma Outro Rumo

Um conto erótico de Casal Apimentados
Categoria: Grupal
Contém 2737 palavras
Data: 16/09/2026 01:10:05

A gente foi pra Recife pra ver a família da Lúcia.

E, numa noite qualquer no meio da viagem, terminamos numa casa de swing que o próprio primo dela indicou, o que já é uma história em si.

Prazer, somos o Casal Apimentados. Quem escreve sou eu, a Lúcia. Nomes fictícios, por motivos que qualquer casal liberal entende.

Eu: 1,72 de altura, loira natural, olhos verdes, seios fartos e umas coxas grossas que o meu marido elogia há vinte e três anos. Quarenta e três anos.

Ele, Jorge: negro, 1,85, corpo forte sem ser musculoso, mesma idade que eu.

Eu tenho família em Recife pelo lado do meu pai, e a gente vai lá visitar de dois em dois anos, sempre uma semana, sempre um turbilhão de tia, primo e comida boa demais.

Foi numa dessas visitas, no jantar de sexta-feira, que o meu primo, o Marlon, comentou de um jeito completamente casual, no meio de uma conversa sobre outra coisa, que tinha uma casa boa em Boa Viagem chamada Champagne.

Eu quase engasguei com a cerveja.

O Jorge, do outro lado da mesa, fingiu que estava prestando atenção na tia falando de outra coisa e prestou atenção ali.

Depois do jantar, já na varanda, eu perguntei pro primo, baixinho, como quem confirma uma coisa que não quer perguntar duas vezes:

— Marlon, você é do meio?

O Marlon riu.

— Sou, prima. Faz uns quatro anos. Por quê, você também?

E ali, numa varanda em Recife, no meio de uma visita de família, os dois descobriram que tinham essa coisa em comum e que nenhum sabia do outro.

O Marlon é mais novo que eu, uns trinta e seis anos, casado com uma mulher chamada Iasmin, que eu ainda não conhecia direito. Contou que os dois frequentavam a Champagne fazia uns dois anos e que era a casa mais séria da região, longe de comparação.

E, sem rodeio nenhum, ele falou:

— Se vocês quiserem, a gente vai sábado. Convido vocês.

Eu olhei pro Jorge. Ele olhou pra mim.

E a gente respondeu ao mesmo tempo que sim.

O sábado começou com um jantar em casa do meu pai, cheio de gente, cheio de comida, e a gente teve que inventar uma desculpa educada pra sair mais cedo sem levantar suspeita, o que rendeu uma cena cômica de casal se despedindo de sete parentes ao mesmo tempo enquanto olhava pro relógio.

A Champagne fica numa área discreta de Boa Viagem, numa casa que por fora parece qualquer sobrado comum.

E, já na entrada, dava pra ver a diferença de padrão. Recepção organizada, uma mulher explicando as regras com calma antes de qualquer coisa, verificação de documento, e um cartaz discreto na parede com as normas da casa escritas com clareza: consentimento sempre, nada de foto, respeito ao não de qualquer pessoa a qualquer momento.

O Marlon e a Iasmin já estavam esperando no bar.

A Iasmin é uma mulher linda, negra, uns trinta e quatro anos, cabelo trançado até a cintura, corpo em forma e uma simpatia imediata que me deixou à vontade em cinco minutos de conversa.

— Então você é a cunhada apimentada — ela falou, rindo, assim que a gente sentou.

— Já ouviu falar de mim?

— O Marlon me contou na hora que chegou em casa ontem. Ele quase não dormiu de tanta empolgação.

A gente riu, os quatro, e bebeu a primeira rodada comentando a coincidência de família.

O salão da Champagne era grande, bem decorado, com iluminação em tom âmbar que deixava tudo bonito sem ficar exagerado. Pista de dança boa, som de qualidade, um bar comprido e uma varanda ampla que dava pro jardim.

E tinha muita gente bonita ali, o que Recife parece produzir em quantidade generosa.

A gente dançou os quatro por um bom tempo antes de qualquer coisa acontecer, e foi bonito ver o Jorge dançando com o meu primo do lado, os dois rindo, chamando um ao outro pra fazer passo de forró no meio do salão eletrônico, ignorando completamente o ritmo errado.

A Iasmin dançava perto de mim, com aquele corpo todo solto, e em determinado momento, no meio de uma música mais lenta, ela colou em mim por trás e ficou ali um tempo, com a mão na minha cintura, só acompanhando o ritmo.

Eu senti o corpo dela quente encostado no meu e virei o rosto pra falar alguma coisa boba, e ela aproveitou a distância curta pra me beijar.

Foi rápido, ali mesmo na pista, um beijo de testa, e ela se afastou sorrindo, esperando minha reação.

Eu sorri de volta e a beijei de novo, dessa vez mais longo, com a língua entrando na boca dela, provocando, sentindo o gosto de menta e vodka. Ela passou as mãos pelos meus seios por cima do vestido, apertando com vontade, e eu gemi baixinho no meio do beijo, sentindo a buceta já começar a pulsar de tesão.

O Marlon e o Jorge, quando perceberam, pararam de dançar forró errado e ficaram só olhando, com aquela cara de primo orgulhoso um do outro que eu achei hilária.

— Porra, que visão linda — o Marlon falou baixinho, ajustando a calça na frente.

O Jorge concordou, com a mão já na virilha, massageando o pau duro que começava a marcar a calça jeans.

Subimos por volta da uma da manhã.

O andar de cima tinha quartos temáticos, cada um com uma decoração diferente, e a Iasmin escolheu um com espelho na parede inteira, dizendo que era o favorito dela.

E foi ali, naquele quarto espelhado, numa casa de swing em Recife, que eu vivi uma das noites mais gostosas dessa viagem toda.

Assim que entramos, a Iasmin me puxou pra si e me beijou com fome, aquela boca negra e úmida devorando a minha. Ela puxou o zíper do meu vestido e o deixou cair no chão, deixando eu só de calcinha preta de renda. O Marlon já estava atrás dela, tirando a blusa e revelando aquele peitoral definido, enquanto o Jorge tirava a camisa, mostrando o corpo negro e que me fazia perder o juízo há vinte e três anos.

— Olha esses peitos gostosos — a Iasmin falou, apertando meus seios com as duas mãos, passando o polegar nos meus mamilos duros. — Vou chupar essas tetas até você gozar.

Ela me empurrou sentada na cama e caiu de joelhos entre as minhas pernas. Tirou minha calcinha com uma puxada só e mergulhou a cara na minha buceta já molhada. Caralho, aquela mulher sabia chupar. Ela lambia o clitóris em círculos lentos, depois sugava com força, intercalando com lambidas longas que iam do cu até o grelo. Eu arqueava as costas, agarrando os cabelos trançados dela, gemendo alto sem me importar com quem ouvia.

— Isso, chupa essa buceta, porra! — gritei, sentindo a língua dela entrar fundo.

Do lado, o Marlon já estava nu, pau duro apontando, e o Jorge também, os dois se tocando enquanto assistiam. O Marlon se aproximou e ofereceu o pau pra Iasmin, que não parou de me chupar enquanto pegava ele na mão e começava a bater punheta. Era um pau bonito, grosso, cabeça rosa e brilhante de tesão.

O Jorge veio pra perto de mim, parado ao lado da cama, e eu agarrei o pau dele, sentindo a veia pulsando na minha mão. Aquele pau preto e grosso que eu conhecia tão bem. Levei à boca e chupei com vontade, sentindo o gosto salgado do pré-gozo na língua. Ele gemeu, passando a mão pelos meus cabelos loiros.

— Chupa esse pau, sua puta — ele falou, olhando pro espelho. — Olha no espelho, vê como você fica linda chupando rola.

Eu olhei e vi: eu deitada, pernas abertas, a Iasmin negra chupando minha buceta rosada, eu com a boca cheia do pau preto do meu marido, e o Marlon do lado, punhetando enquanto a mulher dele me comia com a língua.

A Iasmin levantou a boca da minha buceta, brilhando com os meus fluidos, e falou:

— Agora quero sentir esse pau grosso do Jorge na minha boca.

Ela se trocou de lugar comigo. Eu fiquei de joelhos na cama e o Jorge sentou na beirada, enquanto a Iasmin se ajoelhava entre as pernas dele e engolia aquele pau preto até a garganta. Porra, ela sabia fazer garganta profunda. O rosto dela batia nas bolas do meu marido, e ela fazia barulhos de chupada que deixavam todo mundo louco.

O Marlon veio pra trás de mim, enquanto eu assistia a cena. Ele passou a mão na minha bunda, apertando as nádegas.

— Posso? — ele perguntou, já colocando a camisinha.

— Pode, mete essa rola em mim — eu falei, olhando pro espelho.

Ele entrou devagar, respeitoso, mas com firmeza. Aquele pau encheu minha buceta de um jeito diferente, curvando pra cima, batendo num ponto que me fez ver estrelas. Ele começou a meter com ritmo, segurando minha cintura, enquanto eu olhava pro espelho e via meus seios balançando com cada enfiada.

— Toma, prima, toma essa pica — ele falava, aumentando o ritmo. — Sua buceta é apertada pra caralho.

— Isso, fode essa puta, Marlon! — o Jorge incentivava, enquanto a Iasmin chupava ele vorazmente.

A Iasmin levantou a boca do pau do Jorge e falou:

— Quero sentir essa rola na minha buceta agora.

O Jorge colocou a camisinha e ela subiu na cama, de quatro, oferecendo aquela bunda redonda e perfeita. Ele entrou nela de uma vez só, fazendo ela gritar. O som da pica batendo na bunda dela ecoava no quarto, misturado com os gemidos dos quatro.

Eu estava de quatro, o Marlon metendo em mim por trás, e vi no espelho o Jorge fodendo a Iasmin na mesma posição, lado a lado. Era uma cena animal: dois casais transando como animais, suados, sem pudor.

O Marlon puxou meu cabelo, erguendo minha cabeça.

— Vai sentar no meu pau agora, prima. Quero ver esses peitos balançando.

Eu virei, ele deitou na cama, e eu subi por cima, sentando naquela rola grossa até o talo. Ele segurou meus seios com as duas mãos, apertando enquanto eu rebolava em cima dele, sentindo aquela pau entrar fundo, batendo no fundo da minha buceta.

— Caralho, que buceta gostosa — ele gemia.

Do lado, o Jorge tinha a Iasmin deitada de costas, pernas abertas, metendo com força. Ela gemia alto, falando palavrão:

— Fode essa puta, Jorge! Mete essa pica preta fundo! Vai, porra!

Ele aumentou o ritmo, pegando no pescoço dela delicadamente, dominando. Eu vi quando ele começou a gozar, o rosto contorcido de prazer, gemendo como um animal.

A Iasmin gozou também, a buceta apertando o pau dele, gemendo que ia gozar.

— Tô gozando, porra! Tô gozando!

O Marlon me virou de novo, de quatro, e voltou a meter com força. Ele segurava minha bunda com as duas mãos, abrindo, enquanto metia fundo.

— Vou gozar, prima, vou gozar nessa buceta gostosa — ele avisou.

— Goza, porra, goza em mim! — eu gritei.

Ele meteu mais umas vezes e gozou dentro da camisinha, gemendo alto, apertando minha bunda com força.

Eu ainda não tinha gozado de verdade, e a Iasmin, já recuperada, veio me ajudar. Ela me deitou na cama, abriu minhas pernas, e chupou minha buceta de novo, enquanto o Marlon, ainda de pau duro, chupava meus seios. O Jorge veio do lado e colocou o pau na minha boca de novo. Eu chupei, sentindo o gosto da camisinha que tinha o gosto da buceta da Iasmin.

A Iasmin meteu dois dedos na minha buceta, enquanto chupava meu clitóris. Ela dedilhava rápido, batendo no ponto certo, e eu sentia o orgasmo subindo. Quando ela enfiou um dedinho no meu cu, eu não aguentei.

— Vou gozar, porra, vou gozar! — gritei com o pau do Jorge na boca.

Eu gozei gritando, uma gozada longa e intensa, molhando a boca da Iasmin, que continuou chupando, sugando tudo. Meu corpo inteiro tremeu, e eu senti as pernas ficarem moles.

Descansamos uns dez minutos, bebendo água, nos acariciando. O Jorge me puxou pra um canto e me comeu de novo, só nós dois, olho no olho, enquanto o Marlon e a Iasmin faziam o mesmo do outro lado. Ele gozou de novo, dessa vez sem camisinha, enchendo minha buceta de porra quente, como só ele podia fazer.

Depois, os quatro se juntaram de novo. A Iasmin quis fazer uma dupla penetração. Ela sentou no pau do Marlon, por cima, e pediu pro Jorge meter no cu. Ele colocou camisinha, usou bastante lubrificante, e entrou devagar naquele cu apertado. Ela gemia, sentindo as duas rolas dentro dela, uma na buceta e uma no cu.

— Caralho, tô cheia de pica! — ela gritava. — Fode essa puta, mete tudo!

Os dois metiam em ritmo alternado, e eu fiquei do lado, masturbando o clitóris, vendo aquela cena de dupla penetração. O Marlon gozou primeiro, enchendo a buceta dela, e depois o Jorge gozou no cu, tirando a camisinha na hora e jorrando porra na bunda dela, escorrendo pelo meio das nádegas.

Eu também queria levar porra no corpo. Pedi pro Marlon e pro Jorge gozarem em mim. Fiquei de joelhos na frente dos dois, enquanto eles se masturbavam. A Iasmin ficou do lado, massageando as bolas deles, incentivando.

— Goza nessa puta, cobre ela de porra — ela falava.

O Marlon gozou primeiro, jorrando leite quente nos meus seios, manchando de branco aquela pele clara. Ele gozou muito, três, quatro jatos grossos. Depois, o Jorge gozou no meu rosto, na minha boca aberta, na minha cara toda. Eu sentia a porra quente escorrendo pelo meu rosto, entrando na boca, sentindo o gosto salgado do meu marido. A Iasmin veio e lambeu os gozos do meu rosto, beijando minha boca cheia de porra, misturando tudo.

— Você tá linda coberta de porra — ela falou, lambendo meu queixo.

A gente transou mais uma vez, em várias posições. Eu chupei o pau do Marlon até ele gozar na minha boca de novo, engolindo tudo. A Iasmin fez o mesmo com o Jorge, engolindo a porra dele como se fosse água.

Perto das quatro da manhã, estávamos todos exaustos, suados, cheios de porra e gozo. O lençol estava manchado de fluidos, o cheiro de sexo impregnava o quarto inteiro.

O Jorge me chamou perto das quatro, e eu fui, atravessando aquele quarto espelhado pra chegar até ele.

E foi devagar, como sempre é quando é só nós dois, com a testa colada e o olhar fixo, enquanto a Iasmin e o Marlon ficavam do lado, quietos, se acariciando devagar, dando espaço pra gente sem sair do quarto.

Ele me penetrou sem camisinha, sentindo minha buceta molhada de tanto gozo, e meteu com carinho, profundo, olhando nos meus olhos. Eu gozei em cima dele olhando pro espelho ao lado, vendo os dois refletidos, e aquela imagem ficou guardada na minha cabeça como uma das mais bonitas dessa viagem inteira.

Descemos os quatro pela madrugada, e ficamos ainda um tempo no bar de baixo, comendo alguma coisa, rindo da situação absurda de ter feito ménage com o primo da esposa e a esposa dele numa casa de swing em Recife.

— Vai ser difícil olhar pra vocês dois igual no próximo churrasco de família — eu falei.

O Marlon riu.

— Vai ser ótimo, na verdade. Agora a gente tem assunto secreto no meio da mesa.

Voltamos pra São Paulo três dias depois, com aquela sensação boa de viagem que rendeu mais do que o esperado.

E, desde então, o Marlon e o Jorge trocam mensagem quase toda semana, tanto de assunto de família quanto de assunto que só os dois entendem, com aquele código todo casal do meio desenvolve com o tempo.

A gente já voltou a Recife duas vezes desde aquela viagem, e as duas vezes passamos pela Champagne com o Marlon e a Iasmin, sempre com a mesma leveza da primeira noite.

E, em todo Natal de família desde então, o Jorge e o Marlon trocam um olhar de cúmplice no meio do churrasco que ninguém mais naquela mesa consegue decifrar.

Só eu e a Iasmin sabemos o que aquilo quer dizer, e a gente troca outro olhar, do outro lado da mesa, rindo por dentro da piada que só nós duas entendemos.

Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.

Casal Apimentados

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