✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

A Buceta da Esposa Traída

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1575 palavras
Data: 16/09/2026 00:03:59

Casada há dezessete anos. Dois filhos já grandes. Uma casa confortável no subúrbio. Uma rotina que, até três noites atrás, parecia intacta.

Até ela encontrar as mensagens no celular do marido. Não foram fotos explícitas. Foram as palavras. As declarações banais, as marcações de horários, o “estou com saudade do seu cheiro”, o “quero te foder de novo amanhã no motel”. Vanessa leu tudo em silêncio, na cozinha, com a luz fria do refrigerador iluminando seu rosto. Depois apagou a tela, fechou a porta do quarto e ficou sentada na beira da cama deles — a mesma cama onde dormiam juntos todas as noites.

O peito apertou primeiro. Uma dor surda, pesada, que desceu pelo estômago e deixou um gosto amargo na boca. Ela não chorou. Apenas ficou ali, olhando para as fronhas alinhadas, o edredom dobrado do jeito que ele gostava. A noite inteira passou em vela. O corpo não encontrava posição. O silêncio da casa parecia mais alto. Quando o sono veio, foi leve e interrompido. Pela manhã, o rosto inchado no espelho, a boca seca, um cansaço que não era só físico. O desconforto a acompanhou até o escritório.

No escritório, ela olhou para Márcio.

Ele tinha trinta e nove anos. O melhor amigo dela no trabalho. Alto, ombros largos, mãos grandes, voz grave. Sempre notara a tensão velada entre os dois — o calor que ficava no ar depois de um almoço longo demais, o silêncio carregado quando os olhares se encontravam. Nunca deixara a mente ir além. Agora, porém, aquele fio parecia ter sempre estado ali.

Ela o convidou para jantar na casa dela.

— O marido viajou — disse, voz calma, olhando nos olhos dele um instante a mais. — Vem. Quero conversar.

— Conversar? — Márcio arqueou uma sobrancelha, já sentindo algo diferente no tom dela. — Tudo bem?

— Só vem.

À noite, a casa estava silenciosa. Os filhos dormiam na casa da avó. Vanessa abriu a porta de cabelo solto, vestindo apenas uma camisa de botões aberta até o meio do peito e um shortinho de seda preto que mal cobria a bunda. Sem sutiã. Os seios pesados balançavam levemente sob o tecido.

Márcio entrou, ainda de terno, a gravata frouxa, e parou no corredor. O olhar desceu imediatamente.

— Porra, Vanessa… o que tá acontecendo?

Ela fechou a porta, se aproximou e puxou-o pelo cinto.

— Eu descobri. Aquele filho da puta tá me traindo. Faz tempo. Mensagens, motel, “quero te foder de novo”… tudo.

— Caralho… — Márcio abriu a boca, mas ela não deixou.

— E agora eu quero te foder. Nesta casa. Nesta cama. Hoje. Quero sua porra escorrendo nessa porra de cama de casal.

Ela o beijou. Foi um beijo longo, molhado, cheio de raiva e de fome. Língua quente, dentes roçando. Márcio hesitou só um segundo. Depois respondeu com a mesma intensidade, as mãos grandes apertando a cintura dela, subindo pelas costas nuas, descendo até as nádegas firmes. Ele apertou com força, puxando-a contra o corpo. O pau já estava duro, pressionando contra a barriga dela.

— Porra, Vanessa… você tem certeza disso?

— Mais do que nunca. Me leva pro quarto agora. Quero esse pau grosso na minha boca.

Eles nem chegaram à sala. Vanessa o guiou pelo corredor até o quarto de casal. A cama grande, as mesmas fronhas, o mesmo edredom. A luz baixa do abajur. O silêncio pesado.

Ela empurrou Márcio para sentar na beira e se ajoelhou entre as pernas dele. Abriu o cinto com dedos firmes, puxou o zíper, tirou o pau já duro e grosso. A veia latejava na lateral.

— Olha isso… grosso pra caralho — murmurou ela, passando a língua devagar pela cabeça, saboreando o gosto salgado e quente. Lambendo a fenda. — Quero engolir tudo.

Engoliu quase tudo de uma vez. A garganta se abriu; ela engasgou levemente, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nas bolas. Márcio gemeu baixo, a mão enterrada nos cabelos dela.

— Caralho… sua boca é quente pra porra. Continua assim… engole fundo, puta.

— Quero sentir ele na minha garganta — ela tirou o pau só o suficiente para falar, a voz embargada de saliva. — Me usa. Enfia até o fundo. Me engasga.

Ele segurou a cabeça dela com as duas mãos e começou a meter a boca. Devagar no começo, depois mais fundo. O pau batia no fundo da garganta. Ela gemeu ao redor dele, saliva pingando no carpete.

— Isso… engole tudo… porra, que boca gostosa…

Quando ele estava perto demais, ela se levantou, tirou a camisa e o short. Ficou nua na frente dele. Seios pesados, mamilos escuros e duros, a buceta já brilhando, os lábios inchados e molhados, um fio transparente escorrendo pela coxa.

— Olha como eu tô encharcada — disse, abrindo as pernas um pouco. — Tudo por causa desse pau.

Márcio a puxou para cima dele, beijando os seios, chupando os mamilos com força, mordiscando enquanto os dedos desciam e entravam nela. Dois dedos, depois três, curvados.

— Porra, você tá pingando na minha mão — ele murmurou, lambendo o próprio dedo. — Que gosto gostoso de buceta molhada.

— Porque eu quero te sentir dentro de mim. Me fode aqui. Nesta cama. Quero gozar gritando no lugar onde aquele corno dorme. Quero que essa cama cheire a nossa porra.

Márcio a virou de quatro no meio do colchão. Ajoelhou-se atrás dela, espalhou as nádegas e enterrou a língua na buceta molhada, lambendo do clitóris até o cu, chupando os lábios inchados, enfiando a língua fundo.

— Assim… lambe tudo… chupa essa buceta… enfia a língua no meu cu também… ah, porra, não para…

Ele passou a língua no cu várias vezes, apertando as nádegas, antes de se levantar e enfiar o pau de uma só vez. Vanessa gritou.

— Porra! Que pau grosso… me estica toda…

Márcio começou a meter forte, segurando os quadris dela, a pele batendo com estalos úmidos.

— Mais forte — ela pediu, olhando por cima do ombro. — Me fode como se eu fosse sua puta. Quero sentir amanhã. Quero acordar com a buceta doendo.

— Você é minha puta agora — ele rosnou, puxando o cabelo dela. — Essa buceta é minha enquanto ele não tá. Vou te foder até você não aguentar mais.

A outra mão esfregou o clitóris. Vanessa gozou primeiro, o corpo tremendo, a buceta contraindo forte, um jato quente escorrendo pelas coxas.

— Isso… goza na minha pica… aperta… porra, sua buceta tá sugando…

Ele não parou. Continuou metendo mais rápido, mais fundo, até gozar dentro dela, gemendo o nome dela, enchendo-a de porra quente em jatos longos.

— Toma… toma toda essa porra… enche essa buceta de corno…

Vanessa sentiu cada jato escorrendo quando ele tirou o pau devagar.

Mas eles ainda não terminaram.

Minutos depois, ainda ofegantes, Vanessa montou nele. O pau ainda semi-duro, coberto de porra e mel. Ela o guiou de novo para dentro e começou a rebolar.

— Olha pra mim — a voz rouca. — Eu quero que você me foda de novo. Quero mais porra dentro de mim. Enche essa buceta até transbordar. Quero escorrer a noite toda.

Márcio segurou a cintura dela e empurrou para cima. A cama rangia alto. O cheiro de sexo impregnava o quarto.

— Porra, Vanessa… você tá louca de tesão…

— Louca pra te usar. Fala que eu sou sua puta.

— Você é minha puta. Essa buceta é minha. Vou te encher de porra até você não aguentar mais.

Ele a virou de lado, levantou uma perna e meteu fundo. Uma mão no seio, a outra no clitóris.

— Mais fundo… me enche de novo… quero sentir escorrendo depois…

Ele gozou pela segunda vez, gemendo no ouvido dela, os jatos quentes invadindo-a de novo. A porra misturou com a anterior, manchando os lençóis em uma poça branca.

Ainda não bastava.

Vanessa se virou, o puxou para cima do rosto e engoliu o pau sujo de novo, lambendo a própria porra e a dele.

— Que gosto de porra… quero de novo — murmurou entre as chupadas. — Me engasga outra vez.

Quando ele endureceu pela terceira vez, ela se colocou de quatro novamente.

— No cu. Quero você no meu cu também. Abre ele. Me fode o cu nesta cama. Quero sua porra no meu rabo.

Márcio cuspiu na mão, passou no cu apertado, enfiou um dedo, depois dois.

— Porra… tá apertado pra caralho…

Quando o pau entrou devagar, Vanessa gemeu alto, a testa no colchão.

— Porra… é grosso… continua… me fode o cu… mais fundo… não para… me usa…

Ele meteu com cuidado no começo, depois mais forte, a mão no clitóris. Vanessa gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando o pau dele.

— Isso… aperta meu pau com esse cu… porra…

Márcio gozou pela terceira vez dentro do cu dela, gemendo alto, enchendo-a de porra quente.

Quando finalmente pararam, estavam suados, ofegantes, os corpos grudados. A porra escorria da buceta e do cu em fios brancos, manchando os lençóis. O cheiro pesado no ar.

Vanessa deitou de lado, o dedo passando preguiçosamente pela própria buceta.

— Isso não vai ser só uma vez — disse, a voz rouca. — Toda vez que ele viajar… ou inventar desculpa… você vem. Nesta cama. E me fode até eu não conseguir andar direito. Quero acordar com seu cheiro e sua porra ainda escorrendo da buceta e do cu.

Márcio beijou a nuca dela, a mão ainda entre as pernas.

— Eu venho. E vou te foder exatamente como você quer. Nesta cama. Até você gozar gritando o meu nome. Vou encher essa puta de porra toda vez que aquele corno sumir.

Ela sorriu, cansada, satisfeita, viva. A cama, aquela mesma cama, nunca mais seria só do marido.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 30 estrelas.
Incentive AndressaMR a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Recriminou tanto o marido pela traição e acabou se igualando a ele.

0 0