Oie. Bom, vou contar uma história que aconteceu essa semana e cuja "participante" especial sempre rendeu algumas perguntas de quem me segue no Insta. Falando em Insta, criei um perfil mais safadinho e acabei sendo banida kkkkk resolvi, então, criar uma conta do 0 para matar a saudade. Pro pessoal que me seguia lá e pra quem quiser também, o perfil é maclaranin.
Cheguei a contar aqui sobre o ocorrido com a minha vizinha, uma linda coroa que me espia de vez em quando, durante meus afazeres no quintal, ou se estou só tomando um sozinho mesmo.
Bom, logo na semana em que nossa primeira sessão de exibicionismo aconteceu, eu senti que era uma coisa que renderia bons frutos. Me impressionou a minha capacidade de atrair gente safada. Era meu primeiro mês num lugar super novo e já tinha uma coisa diferente e super excitante acontecendo comigo.
Porém, para minha surpresa, aquilo não evoluiu, pelo contrário. Cheguei a levar meu marido para transar na frente dela, mas ela não ficava para assistir. Ou tinha um interesse específico em mim, ou tinha algum receio de deixar as coisas progredirem.
Passado um tempo, fomos apresentadas formalmente, conheci seu esposo, seus filhos e chegamos até a trocar números de celular, muito por conta das questões referentes a casa que alugamos deles. Porém, ela não dava uma brecha que não fosse me assistir no quintal, apesar da minha insistência.
Só que essa semana algo diferente se desenrolou.
Era quinta-feira, o dia estava chuvoso e meu marido resolveu pedir pra finalizar a semana em home office, para poder curtir o clima comigo. Transamos loucamente pela manhã, ele preparou o café, pedimos um almoço delicioso e a tarde eu fui ao mercado enquanto ele finalizava suas demandas do dia.
Na volta pra casa, quando fui estacionar na garagem, o portão emperrou. Isso acontece de vez em quando e basta uma forcinha pra resolver, achei que a chuva não iria me molhar se eu fizesse isso, então saí do carro e me ensopei em poucos segundos.
Terminei de manobrar, mas nesse momento já estava toda molhada e deixei o carro na mesma situação.
Gritei meu marido, que me trouxe uma toalha, tirei a roupa e entrei, largando as coisas para pegar depois. Fui andando até a cozinha enrolada na toalha e tremendo de frio. Quando cheguei lá e olhei pra fora, vi que a chuva tinha apertado e tive a ideia de aproveitar o acidente para terminar de tomar um banho.
Soltei a toalha e corri pro quintal, peladinha e animada com aquilo. Meu marido me assistiu por alguns segundos e então ficou só de cueca e veio se juntar a mim.
Pulamos, dançamos, brincamos e trocamos alguns beijos. Quando a energia começou a baixar e o frio a bater, Angela, nossa vizinha, apareceu na mesma sacada de sempre. Eu olhei e acenei, ela surpreendentemente acenou de volta. Nesse momento, resolvi apostar mais uma vez e ver como ela reagiria.
Carlos estava de costas para ela e de frente pra mim, ia se virar para ver quem eu estava cumprimentando, mas eu segurei seu rosto.
"Quer me comer?"
Ele deu um sorrisinho.
"Aqui e agora?"
Eu acenei que sim.
"É a vizinha espiando né?"
Eu sorri e confirmei, mais uma vez. Ele me beijou e segurou minha mão, direcionando para dentro da sua cueca. Uma das coisas que mais me faz feliz com meu marido é a sua capacidade de estar sempre de pau bem duro.
Comecei a massagear enquanto o beijava, durante a pausa para respirar, olhava para ver se ela estava ali e ela ficava. A chuva apertou um pouco mais e comecou a ventar um pouco. O frio ia ser um problema então nós precisávamos adiantar as coisas para o corpo esquentar.
Virei ele de lado, para que ela pudesse enxergar nós dois. Agachei já abaixando sua cueca e abocanhei o pau de Carlos, que estava ainda mais duro que antes.
Ele segurou meu cabelo e ia movendo o quadril para ajudar a ir mais fundo, fodendo minha boquinha. Fiz questão de babar muito bem e dar um show para nossa espectadora.
Com tudo nos conformes, invertemos a ordem. Me levantei e meu marido agachou, enterrando a língua no meio das minhas pernas e me chupando muito gostoso. Apesar da delicia que estava, eu já queria muito mais e puxei para que ele se levantasse.
Mais alguns beijos enquanto estávamos de pé e eu me virei de frente pra ela, depois fui abaixando até ficar de quatro. Olhei para trás e vi meu marido se masturbando enquanto abaixava até ficar atrás de mim, olhando fixamente para a vizinha.
Quando se arrumou, ele colocou a cabecinha na minha buceta e agarrou meus cabelos, puxando-os com força no mesmo momento em que enterrou em mim.
Eu literalmente gritei de prazer, gemi alto e sem medo. O contraste do frio da chuva caindo sobre nós com o calor daquela pica enterrada em mim era sensacional. O chão era meio ruim de apoiar e escorregava, mas nada que um jeitinho não resolvesse, e que jeitinho.
Carlos metia numa cadencia perfeita, com a força certa, me arrancando sensações e gemidos intensos. Eu fazia uma forcinha pra trás, tentando intensificar tudo.
Nossa vizinha assistia estática como sempre, dessa vez não quis se tocar juntamente, mas estava claramente muito excitada e tensa, segurando firme o apoio em sua frente com uma das mãos e com a outra apertando a coxa.
Gozei gostoso, olhando nos olhos dela, enquanto era invadida sem pudor pelo meu marido safado.
Assim que ele percebeu que eu tinha gozado, tirou o pau de mim e se levantou. Rapidamente, eu me ajoelhei e voltei a mamar sua pica, que pulsava já no limite. Apesar da gozada de mais cedo, o safado parecia cheio ainda, fiz questão de deixar que ele finalizasse no meu rosto, uma chuva de porra em meio a chuva de água.
Me levantei sorrindo, passando a mão no rosto e lambendo, encarando minha vizinha gostosa. Acenei para ela se juntar a nós, ela sorriu meio envergonhada e deu as costas. Naquele momento, eu tive certeza de que chegará um dia em que ela vai se jogar de vez nisso. Até lá, eu faço um showzinho sempre que ela quiser.
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