✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

O Sonho de Ricardo

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 1402 palavras
Data: 15/09/2026 16:03:13
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Ricardo acordou com o coração disparado, o lençol grudado na pele suada. O quarto estava escuro, mas a imagem ainda queimava atrás dos olhos: as mãos dele deslizando pelo corpo moreno de Larissa, o óleo brilhando sob a luz quente, a pele escorregadia se encaixando na dele, os gemidos dela ecoando no silêncio.

Ele respirou fundo, olhando para o teto. O pau latejava, duro e encharcado . Ele passou a mão por cima do short, sentindo o calor, e gemeu baixinho. Merda. Não conseguia parar de pensar nela.

---

Na segunda-feira, o escritório parecia diferente. Ricardo chegou cedo, tentando se concentrar nos e-mails, nas planilhas, em qualquer coisa que não fosse ela. Mas Larissa tinha essa presença que ocupava o ar. O perfume dela chegava antes dela, um rastro doce e quente que fazia Ricardo perder o foco.

— Bom dia, Ricardo. — A voz dela veio suave, quase casual.

Ele levantou os olhos. Ela estava parada na porta da sala, com a blusa social justa, os botões superiores abertos deixando ver o começo dos seios morenos, o cabelo preso num coque despojado que deixava o pescoço à mostra. Seis anos sem tocar num homem — e todo aquele corpo parecia gritar por isso, guardado, faminto, os mamilos endurecendo contra o tecido só de sentir o olhar dele.

— Bom dia, Larissa. — Ele engoliu seco. — Dormiu bem?

Ela sorriu de lado, mordendo o lábio inferior. — Sonhei com você.

Ricardo sentiu o rosto esquentar. Não era possível. Não. Era só impressão. — É mesmo?

— É. — Ela se aproximou, os saltos ecoando no corredor vazio. Parou ao lado da mesa dele, tão perto que ele sentiu o calor do corpo dela, o cheiro de baunilha e almíscar. — Você estava me tocando. Com óleo.

O pau de Ricardo pulsou, duro contra o zíper. Ele olhou em volta — ninguém. Todos ainda chegando. — Larissa...

— Relaxa. — Ela passou a mão pelo ombro dele, os dedos quentes. — Só vim te desejar bom dia.

E saiu, deixando o cheiro dela no ar e o pau dele latejando.

---

Durante a semana, os encontros foram ficando mais frequentes. A copa, o elevador, a sala de arquivos. Cada vez que se cruzavam, a tensão crescia como um nó apertando. Larissa começou a notar — o jeito que ele desviava o olhar, a respiração que falhava, a forma como as mãos dele tremiam quando pegavam um papel das mãos dela.

Na quarta-feira, ela o encurralou na sala de arquivos. Fechou a porta, encostou-se nela.

— Ricardo.

Ele levantou a cabeça. — Larissa? Alguém pode...

— Ninguém vem aqui. — Ela se aproximou, devagar, os saltos ecoando no silêncio. — Tem uma coisa que não sai da minha cabeça.

Ele engoliu em seco. — O que é?

Ela parou na frente dele, tão perto que os seios roçavam no peito dele. — Você anda me olhando diferente. E eu... eu ando pensando em você de um jeito que não devia.

Ricardo ficou paralisado. O coração batia tão forte que ele tinha certeza que ela ouvia. — Larissa...

— Eu sei que é errado. — Ela pegou a mão dele e colocou sobre o próprio seio, por cima da blusa. O mamilo estava duro, pontudo. — Mas eu não aguento mais. Seis anos, Ricardo. Seis anos sem ninguém me tocar. E você...

Ele apertou, sentindo a carne macia na mão. — Eu o quê?

— Você me olha como se quisesse me comer. — Ela encostou a boca no ouvido dele. — E eu quero que você me coma.

Ricardo perdeu o ar. A mão dele desceu, apertando a cintura dela, depois a bunda redonda por cima da saia. Larissa gemeu baixinho, os quadris se movendo contra ele.

— Hoje — ela sussurrou. — Depois do expediente. Sala 302. Se você não vier, eu entendo. Mas se vier... traga óleo.

E saiu, deixando Ricardo sozinho, duro, ofegante, a mão ainda no ar.

---

Às sete da noite, o prédio estava quase vazio. Ele subiu até o terceiro andar, a respiração curta, o corpo em chamas, o pau tão duro que doía. A porta da 302 estava entreaberta. Ele empurrou.

Larissa estava deitada numa maca de massagem, completamente nua. O corpo moreno brilhava sob a luz das velas — os seios firmes com os mamilos escuros, a barriga lisa, a buceta depilada, os lábios inchados e molhados. As pernas longas, abertas de leve, convidando.

— Você veio — ela disse, sorrindo.

Ricardo fechou a porta. — Vim.

Ele se aproximou, o frasco de óleo na mão. Larissa se sentou, os seios balançando, e pegou o frasco.

— Tira a roupa.

Ele obedeceu, rápido, os dedos tremendo. A camisa, o cinto, a calça. Quando o pau saltou, duro, grosso, Latejando, Larissa lambeu os lábios.

— Me toca — ela sussurrou.

Ricardo derramou o óleo nas mãos e começou pelos ombros. As mãos deslizaram pela pele macia, os seios, a cintura. Larissa soltou um gemido baixo, o corpo arqueando.

— Mais... — pediu.

Ele continuou, as mãos descendo, os dedos explorando cada curva. O óleo deixava tudo escorregadio. Ele apertou os seios, os mamilos duros entre os dedos, e ela gemeu mais alto.

— Desce — ela pediu.

A mão dele desceu pela barriga, os dedos encontrando a buceta molhada. Escorregou dois dedos para dentro, sentindo o calor, a textura. Larissa gritou, os quadris subindo.

— Isso... — ela ofegou. — Mais fundo.

Ele obedeceu, os dedos entrando e saindo, o polegar no clitóris. Larissa se contorcia, gemendo, os seios balançando. O óleo deixava tudo mais escorregadio, os dedos deslizando fácil.

— Para — ela pediu, ofegante. — Senão eu gozo agora.

Ricardo parou. Ela pegou o óleo, derramou nas mãos e começou a massagear o peito dele, descendo pelo abdômen, os dedos brincando com o cós da calça. Quando a mão dela envolveu o pau, Ricardo gemeu alto.

— Larissa...

Ela massageou devagar, o óleo deixando tudo escorregadio, a mão subindo e descendo. Depois se ajoelhou na maca, a boca na frente do pau.

— Quero provar.

Ela lambeu a cabeça, o gosto salgado do precum. Depois engoliu, devagar, sentindo o pau deslizar na boca. Ricardo travou os dedos no cabelo dela, gemendo.

— Porra... Larissa...

Ela chupou com vontade, a boca quente, a língua trabalhando. Uma mão na base, apertando, a outra nos ovos. Ricardo sentiu o tesão subir rápido.

— Vou gozar — ele avisou.

Ela tirou a boca, sorrindo. — Ainda não.

Deitou na maca, abrindo as pernas. — Vem.

Ricardo subiu, o corpo escorregadio contra o dela. O pau roçou na buceta molhada, deslizando.

— Sem camisinha? — ele perguntou.

— Tô limpa. E você?

— Também.

Ela puxou ele pela nuca. — Então me fode.

Ele empurrou devagar. A cabeça entrou, depois o resto, os dois gemendo. Larissa arqueou as costas, os seios contra o peito dele.

— Ai... — ela ofegou. — Isso...

Ricardo começou a mover, devagar no começo. O óleo deixava tudo escorregadio, os corpos deslizando. Ele segurou os seios dela, apertando, os mamilos duros entre os dedos.

— Mais — ela pediu.

Ele aumentou o ritmo. As estocadas ficaram mais fortes, o som dos corpos se chocando, os gemidos dela. A maca rangia, as velas tremiam.

— Fode mais forte — ela gritou.

Ricardo obedeceu. Segurou as pernas dela, abrindo mais, e meteu fundo. Larissa gritava, os olhos revirando, os dedos cravados nos braços dele.

— Aí... aí... — ela gemia. — Não para...

Ele não parou. Meteu mais forte, mais rápido, o suor misturado ao óleo. O pau entrava e saía, a buceta dela escorregadia, apertada.

— Vou gozar — ela avisou, a voz falhando.

— Goza — ele disse. — Goza pra mim.

Larissa explodiu. O corpo tremeu, os gritos presos na garganta, a buceta pulsando ao redor do pau dele. Ricardo continuou, sentindo ela apertar, e veio também. Um jorro quente, profundo, o corpo travando, os gemidos misturados.

Ficaram ali, ofegantes, os corpos enroscados, o óleo secando na pele.

— Isso foi... — Ricardo começou.

— Melhor que qualquer coisa — Larissa completou, sorrindo.

Ele riu, baixinho. — Muito melhor que o sonho.

Ela levantou a cabeça. — Sonho?

Ricardo ficou vermelho. — É... eu sonhei com você essa semana.

Larissa riu, um som quente e satisfeito. — Então quer dizer que eu já estava na sua cabeça antes de você me tocar.

— Estava. — Ele a beijou na testa. — E agora não sai mais.

Ela se aninhou no peito dele, os dedos desenhando círculos na pele suada.

— Bom — sussurrou. — Porque eu não pretendo sair tão cedo.

---

Na segunda-feira seguinte, ninguém no escritório desconfiou de nada. Mas quando Ricardo passou por Larissa na copa, ela sorriu de lado e sussurrou:

— Traz mais óleo amanhã.

Ele sorriu de volta, o pau já começando a endurecer.

— Trago.

E naquela noite, Ricardo fechou os olhos e sorriu. O sonho tinha virado realidade. E a realidade era muito, muito melhor.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Rochapg a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários