Não tenho orgulho do que irei contar, mas mentiria se dissesse que “foi um momento de fraqueza” e que não tive como resistir, a verdade é que após um fato inesperado, acalentei por anos, um desejo, quase que uma obsessão sexual, e mesmo tendo um laço afetivo muito forte com meu melhor amigo de infância e juventude, o tesão por sua esposa falou mais alto.
Após oito anos vivendo nos EUA, Sérgio, meu grande amigo de infância e juventude estava de volta ao Brasil, junto com sua esposa Fabíola. Ele fora atrás do “sonho americano”, mas a verdade é que após um começo razoável em Miami, acabou deixando um rastro de dívidas e o jeito foi voltar para cá, mais duro do que quando foi.
Tenho que me apresentar. Meu nome é Leonardo, mas todos me chamam de Leo, tenho 34 anos (a mesma idade de Sérgio), sou um cara boa-pinta, alto (1,82m), branco, cabelos negros, olhos verdes, corpo em forma por gostar de correr umas 4 vezes por semana e jogar futebol aos sábados pela manhã. Solteiro por convicção.
Sérgio e eu estudamos juntos desde as primeiras séries na escola, depois vivemos intensamente a adolescência e o começo da juventude. Era uma amizade incrível. Torcíamos para o mesmo time, gostávamos de bandas de rock das antigas, éramos malucos por cinema e ríamos das coisas mais tolas.
Quando estava com 22 anos, Sérgio se apaixonou perdidamente por Fabíola, uma linda garota de 19. Ela era branquinha, alta (1,74m) cabelos castanhos longos, mas que de vez em quando estavam com luzes. Tinha os olhos azuis, vivos e que transmitiam alegria e curiosidade, rosto delicado com as maçãs que ficavam bem salientes e rosadas quando sorria, dando-lhe um ar de sapeca, nariz fino, lábios médios e um sorriso apaixonante. Lembrava muito a atriz Michelle Monaghan, quando essa tinha seus 20 e poucos, pois hoje deve ter quase 50. Seu corpo era esguio, braços e pernas longas, cintura fina, seios médios e um bumbum médio, redondinho, que se destacava. Certamente, poderia ter sido modelo, pois tinha porte e beleza.
Sérgio e eu estávamos no último ano de Administração e Fabíola, no 1º de Secretariado Executivo. No começo, achei que seria um namorinho rápido como tantos que ele e eu tínhamos, umas ficadas, para ser mais exato, mas meu amigo se apaixonou pela garota. Percebi que nosso afastamento seria inevitável, claro que não totalmente, daria para seguir vendo um jogo, tomar uma cervejinha, mas o tempo juntos seria menor.
Só que não foi bem isso que ocorreu, pois vira e mexe, ele me chamava para sair junto com eles, claro que não eram todas as vezes, mas até algumas viagens à praia juntos, nós fizemos e em algumas, eu levava a minha ficante do momento. Nessas viagens, podia ver que Fabíola, além de linda e meiga com um rostinho de princesa, tinha um corpo tentador, mas, claro, nem pensava em querer algo com ela.
Para encurtar essa parte, após um ano e pouco juntos, Sérgio e Fabíola foram morar juntos, todos acharam que era precipitado, afinal de contas, ele tinha se formado há poucos meses, não ganhavam bem e ela ainda estava estudando.
Depois de um ano vivendo juntos, Sérgio se casou oficialmente com Fabíola e começou a falar sobre ir morar nos Estados Unidos, porque aqui estava tudo uma merda e que um tio dele que fora para Miami dez anos antes estava montado na grana. Eu achei que era uma grande roubada e tentei aconselhá-lo, mas meu amigo seguiu esquematizando tudo para num futuro próximo ir para lá com Fabíola.
Sérgio passou a resolver o longo caminho burocrático para ir para os EUA, teve ajuda do tio para começar a criar uma empresa que gerasse alguns empregos lá, isso seria de grande ajuda para conseguir o visto. Até fez algumas viagens aos EUA para acertar esse e outros pontos.
Quando todos os detalhes foram finalizados, eles marcaram a data da mudança. Decidimos fazer uma viagem antes que seria como uma despedida. Quatro dias no Guarujá. Eu estava saindo com Luma, uma morena jambo espetacular e levei-a ( um detalhe curioso, é que ela namorava há seis meses um cara que já falava até em noivado e casamento, enquanto, há 3 meses, Luma o chifrava saindo comigo).
Ficamos numa casa grande com 3 quartos. Fui com meu carro e Sérgio com o dele, pois acabamos saindo em horários diferentes. Na 2ª noite, nós quatro exageramos um pouquinho na bebida. Quando regressamos de uma casa noturna, ríamos alto de tudo, tropeçávamos, mas no fundo, havia uma tristeza porque momentos como aqueles raramente voltariam a ocorrer.
Fomos nos deitar, Luma estava com muito fogo e passamos a foder ferozmente. Deixamos um abajur acesso que permitia que víssemos nossos corpos, mas com um ambiente a meia luz. Ela gemia tão alto que mesmo o nosso quarto não ficando colado aos deles, tive certeza de que ouviriam, se bem que não seria a 1ª vez, sempre que levava uma ficante numa dessas viagens, as transas eram barulhentas. Curiosamente, nunca ouvi as de Sérgio e Fabíola, talvez não fizessem por vergonha ou eram mais comedidos.
Apesar de grande, os quartos da casa não tinham suíte, por isso, após a 1ª trepada, Luma se vestiu e foi ao banheiro, jogar uma água no corpo, pois a noite estava quente. Na volta, talvez pela bebida, se esqueceu de fechar a porta que ficou entreaberta. Voltamos a foder e um tempo depois, coloquei-a de 4 e passei a dar estocadas cadenciadas, porém fortes, ela tinha uma bocetona morena com poucos pelos e um rabo espetacular. Quando ficava um pouco alto pela bebida, eu acabava falando mais palavrões, passei a xingá-la, puxar seus cabelos e até a dar uns tapas em sua bunda gostosa:
-Você é muito puta, Luma! Toda semana chifrando o corno do namorado, mas dessa vez, se superou, enrolar o trouxa para vir foder com o amante durante o feriado inteiro. Vagabunda, merece levar rola nesse cu e depois vou encher sua boquinha de porra.
Luma, que era uma tremenda safada, delirou e respondeu numa mistura de tesão e raiva:
-Me fode gostoso, meu gato tesudo, eu preciso de rola de verdade, de pegada de macho para sossegar o fogo dessa boceta, porque se depender daquele lá, é melhor tocar uma siririca. Aiiiii... faz de tudo comigo...arromba me cuzinho como das outras vezes, goza na minha cara, eu sou a tua puta! Você é meu dono, o que pedir eu faço!
Passei a estocar mais forte e a puxar seus cabelos, fazendo-a até erguer o pescoço, arrancando berros dela que nem se importava se ouvissem. Nossos corpos se chocavam com força e a cama estalava. Nesse momento, olhei para a parede em sentindo contrário da porta e vi pelo espelho, uma cena que me impactou. Fabíola estava assistindo e ouvindo tudo com os olhos arregalados e o mais incrível estava tocando sua boceta por dentro do shorts preto do baby-doll. As coisas rodaram na minha cabeça, a reação natural seria a de parar, com vergonha, mas fiz que não a vi e segui não só trepando, como fiquei ainda mais excitado, pois jamais imaginei que a esposa do meu amigo, toda certinha e delicadinha estaria ali vendo o amigo do marido transando com uma mulher e ainda alisando sua bocetinha.
Aquilo me deu mais combustível, passei a socar loucamente na bocetona de Luma que a essa altura já estava ensopada e exalando um cheiro maravilhoso. Mudamos de posição, mas antes bati com meu pau no rosto dela que o abocanhou sentindo o gosto dos nossos fluídos, enquanto eu dizia em tom imperativo para que chupasse bem gostoso. Coloquei-a sentada em meu colo, de costas para mim e empalei-a com força, fazendo-a quicar forte, eu mesmo segurava-a pela cintura e a fazia subir e descer ferozmente. Xingando-a e elogiando-a ao mesmo tempo. A morena gritava e falava coisas que não dava para entender, dei mais uma olhada e vi que Fabíola seguia nos olhando e se tocando.
Luma não aguentou muito e explodiu num gozo incrível, berrando e depois se soltando de mim e caindo na cama, tapando o rosto:
-Puta que pariu, Leo! Minha boceta está pulsando e meu coração parece que vai explodir. – disse ofegante e espantada.
Nesse momento, levantei-me e com meu pau de 19cm, bem grosso e ainda ereto, pois não tinha gozado. Tive uma atitude impensada, olhei diretamente para a porta, encarei Fabíola, segurei minha rola com a mão direita, meio que balançando e oferecendo-a, e com a esquerda, fiz um gesto com os dedos indicador e médio, chamando-a para dentro. A esposa do meu amigo levou um tremendo susto e desapareceu numa fração de segundos. Na mesma hora, vi que tinha feito merda, a bebida e todo contexto me fizeram passar dos limites.
Decidi não pensar naquilo e voltei a foder Luma novamente até gozarmos ferozmente. Ela apagou pouco depois, satisfeita e com a bocetona morena cheia de porra. Já eu segui pensando no que houve. Talvez fosse dar uma grande confusão ou pelo menos um clima estranho.
Resolvi tomar um banho e ao sair do chuveiro, fui até a cozinha beber água. Nesse momento, Fabíola apareceu e ficou parada me encarando com seus lindos olhos azuis, parecia em transe. Antes que eu falasse qualquer coisa, ela veio em minha direção e segurou suavemente meu pau por cima do shorts:
-Você...você é muito...muito...gosta de xingar...
Eu não entendi, mas antes que dissesse algo, ela me beijou e colocou meu pau para fora, acariciando-o e fazendo-o endurecer em segundos. Fabíola parou de me beijar, olhou para ele admirada e disse baixo:
-Nossa...
Voltamos a nos beijar, retribui a carícia, abaixei o shortinho preto do seu baby doll, vi sua bocetinha pequena de pelos negros bem aparadinhos, contrastando com a pele branca, que coisa mais linda e tesuda foi aquela visão. Toquei-a suavemente com meus dedos indicador e médio, senti que estava muito melada. Senti seus pequenos lábios e seu clitóris médios e os acariciei com calma. Foi então, que algo mais incrível ainda ocorreu, após apenas alguns instantes sendo tocada por mim, Fabíola me olhou desesperada com a boca semiaberta, estremeceu e gozou emitindo sons que pareciam ser de um choro. A esposa do meu amigo teve que se segurar em meu pescoço, para não cair, pois ficou zonza.
Creio que um minuto depois, Fabíola voltou a si, subiu seu baby-doll e me olhou com raiva, saindo rapidamente da cozinha. Demorei muito para pegar no sono pensando em como aquela noite tinha sido insana. Nunca pensei em fazer nada com a esposa do meu melhor amigo, mas a verdade é que após vê-la se tocando enquanto eu fodia com Luma e depois do que ocorrera na cozinha, tinha ficado com um puta tesão nela e também com receio de como seria a manhã seguinte.
Como eu já previa, Fabíola estava bem sem graça durante o café da manhã e em nenhum momento, me olhou nos olhos ou me dirigiu a palavra. Eu sabia que ou Sérgio ou Luma desconfiariam logo, por isso, decidi que quando tivesse uma chance iria falar com ela.
A chance apareceu quando estávamos na praia e Fabíola decidiu entrar na água. Sérgio estava pegando uma batida no quiosque e Luma disse que esperaria mais um pouco. Fui em direção à esposa do meu amigo e disse:
-Sobre o que ocorreu, precisamos conversar.
Com um olhar de raiva, Fabíola respondeu:
-Não quero falar sobre isso, mas escuta bem uma coisa: Sérgio e eu viremos duas vezes por ano ao Brasil. Gostaria muito que você não aceitasse nenhum convite dele para ir onde ficaremos hospedados, seja na casa dos pais dele ou na dos meus, também não faremos nenhum passeio a 3 ou mesmo com mais pessoas. Se quiserem sair um dia, só os dois, ok, mas, façamos um trato de não nos vermos mais.
-Entendo que esteja chateada, mas não vejo motivo para tanto ódio, a bebida nos deixou confusos, o melhor é esquecer e agir com naturalidade, ainda temos mais 2 dias aqui e se você ficar de cara emburrada, logo, eles perceberão que há algo errado.
-E tem algo muito errado. E sabe o que é? Você! Toda viagem nossa em que você leva uma das suas ficantes, tem que se exibir, tendo transas homéricas, até altas horas, acho que isso é para se exibir para o Sérgio, mostrar “Olha como eu sou fodão! Quase quebro a cama de tanto meter!” Ridículo! Agora, ontem, você se superou, deixar a porta aberta foi claramente para que ou ele ou eu víssemos ou pudéssemos escutar melhor.
Aquela não era a Fabíola que eu conhecia há anos, por isso tratei de tentar contornar a situação:
-A questão da porta, foi a Luma, depois do banho e como estávamos bêbados não nos demos conta na hora, jamais faria isso para me exibir. Entendo que esteja chateada com o que ocorreu, tive uma atitude cretina ao fazer um gesto para você entrar no quarto, mas estava no auge do tesão e embriagado...
-Só uma atitude cretina? E depois na cozinha? É esse o respeito que tem pelo seu melhor amigo e pela mulher dele?
Aquela conversa estava indo para um caminho errado, não gostei e tratei de mandar a real:
-Vamos falar a verdade? Você parou na porta do quarto em que eu estava com Luma e passou a se tocar porque quis, ninguém a obrigou, poderia ter passado batido e nem olhado para o que rolava lá dentro, mas ficou um bom tempo vendo e curtindo. Sobre a cozinha, faça-me o favor, você veio até a mim, pegou no meu pau e me beijou. Não estou dizendo que a minha atitude de te tocar foi correta, não poderia fazer isso com o Sérgio, mas a iniciativa foi sua e mais, gostou e muito, quase caiu se não se apoiasse em mim. Agora...
Fabíola, que era toda meiga e gentil, me cortou furiosa por não ter como negar:
-Você é um filho da puta! Ainda tem coragem de falar sobre as imundícies de ontem, se bobear é capaz de espalhar o que fez. O jeito que você subjugou a Luma de todas formas na cama, deu para ver o quanto é cafajeste e até sádico. Ainda bem que Sérgio e eu estamos indo embora e quando voltarmos aqui só a passeio, quero distância dessa sua cara de marginal.
Apesar de entender o lado de Fabíola, pois, no fundo, ela estava envergonhada da própria atitude, fiquei puto com as ofensas. Voltei para a areia e após refletir um tempo, concluí que seria pior continuar no Guarujá por mais dois dias, certamente, perceberiam o clima e eu não estava mais com cabeça para curtir o feriado.
Afastei-me um pouco dos 3, fingindo que estavam me ligando e que a ligação não estava boa. Demorei um tempo, balançando a cabeça como que contrariado e contei uma história absurda de que meu chefe precisava ainda para aquele dia, de uns documentos que estavam em meu note. Sérgio e Luma ficaram incrédulos dizendo que não tinha cabimento. Fabíola ficou inerte na cadeira, certamente, sacou que era mentira.
Avisei que Luma e eu teríamos que voltar o mais rápido, mas que Sérgio e Fabíola ficassem, pois ainda tinham mais dois dias. Já arrumando nossas coisas, minha ficante começou a desconfiar e a me fazer perguntas, me irritei e disse:
-Já expliquei que é coisa de trabalho, agora dá para ser mais ágil? Quero chegar logo em São Paulo.
Conversei com Sérgio e disse que ainda nos veríamos e tomaríamos umas antes dele ir, meu amigo também não engoliu direito a minha volta repentina para São Paulo e ainda perguntou se ele tinha dito algo quando estava bêbado.
No caminho, me desculpei com Luma e decidi contar parte da verdade, disse que Fabíola nos viu transando por um tempão e depois veio me censurar, dizendo que queria me aparecer e que até julgou o meu modo de transar. Decidi omitir que ela estava se tocando enquanto assistia à transa e também o que rolou na cozinha. Minha ficante ficou passada, mas logo encontrou uma explicação:
-Mas que absurdo! Te ofender porque viu e ouviu uma transa nossa? Sem contar que se a princesinha toda delicada ficou tão ofendida, por que ficou espiando? Ah! Mas isso confirma a minha tese.
-Tese?
-Eu desconfiei que ela era mal comida, quando saímos os 4, aquelas duas vezes em São Paulo. Mulher sempre conta uma coisa aqui outra ali, mas senti que a Fabíola era meio travada, não falava nada sobre sexo, podia ser só timidez, excesso de discrição, mas depois dessa, a verdade é que o teu amigo não deve tá fodendo a esposa direito.
-Deixa de história, Luma! Apesar de eu não tocar nesse tipo de intimidade com o Sérgio, os dois se amam e já estão juntos há um bom tempo.
-Podem até se amar, mas ela deve sentir falta de um sexo mais quente, pois se estivesse sendo bem comida, não teria tido essa crise de faniquito. Vai ver que no fundo, ela queria era ter entrado no quarto e dado para você.
Engoli seco e pensei “Se a Luma tá dizendo isso sem saber os pontos mais graves, imagine se eu falasse”. Disfarcei com outra pergunta:
-Ok, supondo que ele seja ruim de cama, assim como você diz que o seu namorado é, qual o sentido de ficarem juntos?
Luma suspirou e disse:
-Cada caso é um caso, no meu, gostei do jeito dele no começo e acreditei que o sexo poderia melhorar, mas que nada, homem quando dá para ser ruim de cama, nem fazendo curso para aprender, melhora, só estou ainda com ele, porque...sei lá, comodidade? Mas se o senhor não fosse tão avesso a compromisso, já teria largado o corno faz tempo. Sobre a Fabíola, ela deve amar muito o Sérgio, mas isso não a impede de querer algo mais selvagem na cama, e como ser infiel é algo que não está no horizonte dela, a mesma seguirá frustrada, porque de um lado tem o amor do marido, mas do outro, falta o prazer de se sentir mulher, de gozar gostoso.
-Isso é mera especulação, mas vamos deixar para lá.
Luma e eu passamos o resto do feriado juntos, trepando loucamente, mas as imagens de Fabíola se tocando na porta do quarto e principalmente do que rolou na cozinha não saíam da minha cabeça, queria ter olhado por mais tempo para aquela bocetinha, a chupado, sentindo seu gosto e cheiro, chupar até seu cuzinho e fodê-la muito, em cima da mesa mesmo.
Alguns meses depois, parei de sair com Luma, pois não era de ficar muito tempo com uma, mas foi um relacionamento bacana.
Sérgio e Fabíola foram para os EUA, nos despedimos antes, mas ela, mal me olhou na cara.
Nos primeiros anos vivendo na América, Sérgio parecia feliz, conversávamos por Whats, ele dizia que seu estabelecimento de vender produtos brasileiros estava indo bem e que pensava em montar um restaurante com um sócio. Eles vinham 2 vezes ao Brasil por ano, algumas dessas vezes, sequer via Fabíola, mas quando a via, a mesma tentava disfarçar na frente do marido, fazendo perguntas triviais, porém quando ficávamos por um instante que fosse a sós, notava-a tensa, como se eu fosse uma fera prestes a ataca-la, sua linguagem corporal não conseguia esconder a tensão. Talvez tivesse razão, pois em minha memória, as lembranças do que ocorreu naquela noite no Guarujá seguiam vivas e meu tesão por aquela linda mulher só aumentava.
Após 3 anos, eles começaram a vir apenas 1 vez por ano ao Brasil, até que chegaram a ficar 2 sem vir. Eu perguntava, mas Sérgio dizia que estava muito corrido, os negócios prosperando. Entretanto, a verdade era outra, certo dia, encontrei seu pai e o mesmo me contou bem preocupado de que meu amigo estava falido, já havia pedido dinheiro emprestado para um monte de gente da comunidade brasileira de Miami e até para parentes que viviam aqui e, mesmo assim, o buraco das dívidas só aumentava. Resumindo: eles estavam fodidos e não tinham mais a quem recorrer.
Já eu, nesses 8 anos, com muito esforço e um pouco de sorte consegui um ótimo cargo. “Sem sorte não se chupa nem um Chicabon. Você pode engasgar com o palito ou ser atropelado pela carrocinha”, já dizia Nelson Rodrigues. E foi ela que me ajudou, após 4 anos de trabalho numa empresa de telecomunicações, o presidente da companhia simpatizou comigo depois de um almoço e acabou me escolhendo para diretor. Eu tinha competência para o cargo, mas outros também tinham.
Com minha promoção, meu salário deu um grande salto e passei a ter um bom padrão de vida. Já no campo amoroso, seguia sem me apegar a ninguém.
Sérgio e Fabíola voltaram ao Brasil e fui vista-los na casa dos pais do meu amigo. Ele tinha engordado um pouco, não muito. Já ela, estava ainda mais linda as pernas pareciam um pouco mais torneadas, apesar de estar de calça, tinha um porte mais elegante, mais mulher, não deveria, mas voltei a sentir um imenso tesão e cheguei a olhar em direção a sua boceta, lembrando que mesmo por poucos instantes, meus dedos tinham tocado ali e a levado a um senhor orgasmo. Eles notaram que eu havia mudado, estava me vestindo de maneira mais elegante.
Conversei um pouco com ambos, depois meu amigo e eu fomos a um barzinho, onde ele contou tudo. O cara estava mais fodido do que eu imaginava, teria sorte se não recebesse processos vindos do exterior de seus vários credores.
Decidi que os ajudaria, eles precisavam de uma casa e eu tinha alguns imóveis medianos que costumava comprar, reformar e depois revender, ofereceria que ficassem num sobrado grande e muito bem localizado, depois tentaria ver com meus contatos se surgiria um emprego para ele e outro para ela. No caso de Fabíola, eu já tinha até uma ideia, na empresa em que trabalhava, havia uma vaga para secretária executiva.
Nesse primeiro momento, minha ideia não teve segundas intenções, mas fato é que se fôssemos trabalhar tão próximos, a velha rixa do passado (ou seria o desejo pelo proibido?) ressurgiriam.
Amigos, essa será uma história de no máximo 4 partes e servirá para matar a minha saudade de escrever contos e também atender a alguns leitores que gentilmente me mandam e-mails pedindo novas histórias. Sobre continuar meu último conto, enquanto o site estiver mergulhado nesse chorume de histórias podres e feitas em por IA, e que só servem para afastar leitores e autores, não pretendo escrever sagas longas como aquela seria. Se um dia esse problema realmente for resolvido, o que, sinceramente, não acredito, voltarei com séries maiores.
