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Crônicas de Uma Mãe Promíscua e Um Filho Pervertido II - Mãe é Iniciada

Um conto erótico de Ayla Belmont
Categoria: Heterossexual
Contém 3306 palavras
Data: 02/09/2026 12:29:48

Para Breno, nunca fora incomum ouvir comentários sobre Paula. Quando se é filho de uma mulher atraente que deu à luz aos 17, na verdade, isso se torna uma constante no dia-a-dia. Na escola, professores balançavam a cabeça e simplesmente se negavam a acreditar na afirmativa.

— “Mãe”? — questionavam. — Vocês parecem irmãos…

Paula gostava, claro; parecia constrangida algumas vezes, mas professores homens, às vezes apreciavam a situação um pouco demais; especialmente aqueles com grandes alianças no dedo e uma vida que não poderia parecer mais monótona.

No Fundamental, mesmo como garotos, os amigos já comentavam…

— Rodrigo falou que sua mãe tá oh… — o rapaz gesticulou, como um chefe que fala de uma boa refeição — daquele jeito naquele vestido… acho que ele vai tocar uma pra ela quando chegar em casa.

Crescendo as coisas se tornaram piores. No Ensino Médio, em determinada ocasião, enquanto garotos classificavam professoras e alunas da turma pelo tamanho do traseiro, por exemplo, um deles simplesmente não pôde se conter…

— Mas se a gente vai falar de bunda, eu sei de uma que dá um caldo em todas as outras — disse Rodrigo.

Na roda, todos os olhos se voltaram para ele, mas quando questionado, ele apenas olhou para Breno.

— Dona Paula…

Breno apenas virou a cabeça e esfregou o rosto, desejando estar em qualquer outro lugar, mas o amigo simplesmente não deixaria por isso…

— Não fica puto comigo. Você deve saber melhor que ninguém…

Dois lobos lutaram dentro de Breno; o que sabia que o amigo não estava errado, ainda que estivesse cruzando uma linha — e o que simplesmente não podia admitir seus pensamentos. Afinal, o que pensariam dele se desse voz a tudo o que realmente pensa na frente de todos? O que diriam pela escola sobre ele? Matariam sua reputação e sua chance com qualquer garota.

— Ela é minha mãe. Eu—eu não vejo ela dessa forma.

Desejo, no entanto, não é preto e branco; e embora preferisse não a ver assim, via — e o fato de Paula ser atraente a ponto de seus amigos sentirem a necessidade de comentar da forma que faziam, apenas mexia ainda mais com ele. E por mais que tenha lutado contra isso, constantemente se via com o membro duro como uma rocha e a figura da mãe desnuda na cabeça, ocasionando os orgasmos mais arrebatadores de sua puberdade.

Se julgava sujo. Impuro. Mesmo considerou que houvesse algo errado com ele. Filhos não deveriam ser atraídos por suas mães — e certamente não deveriam passar seu tempo fantasiando em curva-las e tomá-las por trás.

Breno evitava pensar sobre, e após cada clímax, ele prometia que aquela seria a última vez, a última vez e a última vez… mas aquela última vez nunca chegava, então ele deixou de lutar. Se contentou em viver com migalhas. Calcinhas usadas da mãe que ele cheirava e se tocava no banheiro, antes de serem lavadas. Espiadinhas em seu corpo quando ela se trocava e esquecia a porta do quarto semi-aberta. Pequenos vislumbres de suas pernas, quando ela deixava o banheiro de toalha e usava vestidos… e que pernas tem ela…

Mesmo que aquela “última vez” em algum momento pudesse ter chegado, Breno dúvida que teria feito qualquer diferença. Porque o que achou no quarto de Paula nessa tarde, muda tudo…

Tudo vêm como nada mais que um pedido: uma foto da lista de supermercado que a mãe havia esquecido atrelada no diário. O caderno cai e se abre. Breno, embora pouco interessado, não pode evitar, mas dar uma pequena espiada.

A princípio, não há nada; pensamentos. Poesia. Algumas divagações sobre a vida e salas de aula. Prestes a fechar o livro, confissões sobre Álvaro mantém Breno lendo. A ideia de que Paula o via como um homem chato e quadrado. Previsível. Alguém que frequentava apenas os mesmos lugares — dizia e fazia as mesmas coisas.

Ela se abre sobre a vida sexual aparentemente nula entre eles; então, não só as páginas anteriores deixam Breno duro como aço, como o deixam confuso e… enciumado.

Passagens contam de encontros e escapadas sexuais que ela tinha às costas de todos com o enteado“Não perdemos um dia essa semana, e eu tenho a impressão

de que o Arthur em breve vai pedir para me comer por trás.

O que eu não posso mentir que só o pensamento me deixa molhada,

mas ainda assim, vai ser um grande não. Um dedo enquanto a gente

está transando, é mais do que o suficiente. Qualquer outra coisa, é

pedir para sentir dor.”

Trechos anteriores contam de jogos e intimidades“Arthur me fez merecer hoje… me fez sair de quatro do meu quarto

e cair de boca naquele cacete delicioso dele, enquanto me dedava,

no sofá. Minha perereca espasma só de pensar nele empurrando fundo

daquele jeito na minha garganta.”“Deixei a porta do banheiro destrancada hoje.

Disse que se o Arthur acontecesse de por acaso ter

que usar o banheiro enquanto eu tomava banho, não era

problema; afinal somos oficialmente uma família agora.

Garoto não decepcionou, me fez gozar com força, antes mesmo de colocar

lá dentro; Tudo que ele precisou foi um dedo no meu cú, e me dizer o quanto

ele iria socar fundo na minha preciosa”

Mas a parte favorita de Breno veio depois…“No motel só foi tudo ainda mais gostoso… A forma como

o recepcionista olhou para gente, como se soubesse que a gente

ia trepar por horas… Arthur me comendo de quatro, enquanto

puxava meu cabelo, me batia e me chamava de piranha.

A língua dele no meu cú… Acho que nunca gozei tanto na minha vida.

Minha buceta chegou ao ponto de deixar as bolas dele molhadas.”

A ideia de sua própria mãe e o enteado se encontrando e transando às escondidas, de forma tão suja e gráfica, simplesmente mexe com Breno a nível atômico. Nunca foi exatamente próximo de Arthur, mas sentaram-se juntos e dividiram mesas de jantar. Conversaram sobre tolices como o clima, videogames e séries de TV… toda aquela simpatia e sorrisos, enquanto o cretino arrancava a calcinha de Paula e a tomava sem dó, toda chance que tinha, pelas costas de todos. E o pior… feito uma adolescente excitada, a mãe parece ter adorado.

Nos dias que se passam, Breno é incapaz de não se trancar e masturbar-se dezenas de vezes, toda chance que tem. Imaginando que detalhes Paula havia deixado de fora daquele diário. Haviam eles transado enquanto Breno estava na casa? Por baixo da mesa de jantar, eles se tocavam? — faziam coisas por baixo dos narizes dele e do padrasto, sem que eles percebessem, só para a própria excitação?

Deixa Breno enojado, mas extremamente enrijecido também, pensar no tipo de pesso que é a mãe como mulher. Na cama… A forma como ela descrevia o próprio marido em seu diário… seu entusiasmo em transar com o filho dele sob seu próprio teto. Tudo isso, só faz Breno desejar que…

Dia após dia, ele procura material de incesto em fóruns. Sites adultos. Vídeos. Categoria mãe e filho, mas madrasta e enteado também. Embora isso controle seu apetite por alguns momentos, fica longe de saciá-lo. Assistir a mãe desfilar pela casa com seus vestidos e camisolas, é uma constante tortura, e fantasiar simplesmente não é o suficiente. Especialmente quando a maior parte do conteúdo que acha sequer parece 20% real.

Teria ele alguma chance de terminar na cama com a mãe? Dá-lhe um tratamento semelhante ao que Arthur deu para ela? — exceto que tem certeza que apreciaria e aproveitaria seu corpo muito mais. Afinal, é de onde veio…

Mas não… ideias, pensamentos apenas lhe deixam para baixo. Ele pensa em chantageá-la. Dizer que ou ela decide abrir as pernas para ele também… ou ele diria tudo para Álvaro sobre seu caso com Arthur; porém, realisticamente dúvida que sequer teria a coragem de dizer a Paula que leu seu diário… muito menos dizer que sabe do situação dela com enteado e está a procura do mesmo tipo de “amor”

Não, não poderia fazer isso, e seduzi-la estaria completamente fora de questão… Paula nunca havia demonstrado olhar com o cantos dos olhos para Breno como nada mais que seu filho…

Exceto…

Que tem o manual não só para o coração dela, mas para coisa molhada e apetitosa que ela esconde entre roupas.

É evidente que a mãe gosta da transgressão tanto quanto o sexo, de um pouco de submissão e “jogos” excitantes também… talvez eles possam jogar juntos.

Breno decide então se fazer mais presente para Paula, o que não é particularmente difícil com o padrasto sempre fora e o sacana do seu filho agora vivendo em outra cidade.

Ele começa com coisas pequenas, como juntar-se à ela depois da faculdade e assistir seus dramas médicos. Abraça-lá com mais frequência, a fim de criar certa intimidade. Afinal, se vão passar tempo nus, com os corpos um contra o outro, precisa acostumá-la com a fisicalidade e a sensação de peles se tocando.

Logo, finais de tardes assistindo “novelas médicas” no sofá, se torna um hábito. Eles passam a trazer lençóis para baixo. Passam a comprar bebidas e aperitivos. Então, Breno passa a alimentar a mãe; trazer pedaços de balas, biscoitos e chocolate pessoalmente para a boca dela.

Paula acha curioso a princípio, e até sutilmente questiona a situação; embora Breno prepare-a para a ocasião de aceitar algo um pouco mais rígido e menos doce em sua garganta, ele máscara tudo com humor.

— Só retribuindo o favor — sorri, os dentes brancos como neve. — Você cansou de fazer isso quando eu era pequeno. Nada mais justo que agora seja o oposto.

Com os pés esticados no sofá, Paula apenas observa o filho. Mede suas intenções. Havia ele feito alguma coisa e agora busca se desculpar? Nunca fora tão atencioso com ela. No entanto, admirar aquela bela pele morena e aquele charmoso rostinho que ela havia feito 24 anos atrás, a desarmam. Se o filho quer ser amoroso e cuidar dela, não vai reclamar. Especialmente no momento, que carece de homens que façam isso.

O sucesso dos primeiros passos traz Breno a coragem para ir adiante. Ele passa a colocar as pernas da mãe em seu colo. Recostar o corpo dela sobre o seu e massageá-la o tornozelo. Os ombros.

A firmeza do toque do filho leva Paula a relaxar. Algumas vezes, fechar os olhos e até dormir recostada nele.

Dia após dia, ela se vê mais confortável. Segura. Arthur surge menos em menos em sua mente, e tudo que ela espera, são pelas tardes com Breno, após o trabalho.

Em uma sexta, ela sem saber, abre uma porta — toma a atitude que mudaria tudo na relação dos dois. Buscando relaxar, ela traz vinho e duas taças, ao invés de refrigerantes. Enquanto ela veste uma camisola preta com detalhes brancos e um modesto decote, o filho se encontra sem camisa e apenas com uma bermuda.

A brisa leve de um ventilador paira sobre ambos os rostos. Breu adere os cantos, com apenas a luz do televisor projetado através da sala. Poucos goles de álcool são suficientes para alterar a mente. Para fazer os olhos de Paula se desviarem da TV para o corpo de Breno. Para o atlético e perfeitamente desenhado corpo de Breno…

Uma solitária gota de suor reluz de seu peito até o abdômen, e ela pensa em limpá-lo — lambê-lo… a cabeça chacoalha e ela pisca os dois olhos, se ajeitando no sofá. Sério? É tão digna de dó, tão… patética e mal comida… que agora está… “prestando atenção” no próprio filho.

— Você não quer abrir aquela balinha no armário não? — ela pergunta, imaginando que mastigar algo e distrair a mente pode ajudá-la.

Breno se ergue, e ela evita sequer olhar para ele. Ele acata seu pedido e ela apenas abre a boca, à espera do doce.

O filho lhe dá uma bala, e outra, e outra… outra, e outra, sem quase nenhum espaço de tempo, e ela mal consegue mastigar — certamente não consegue engoli-los a tempo. Breno pouco raciocina. A figura da mãe vestida daquele jeito, logo ao lado dele, mexe com sua mente. O trazendo apenas desejos. A necessidade de ver suas bochechas cheias, e ela tão preenchida que o ar pouco venha e tenha dificuldade em deixar que tudo desça.

Quando ele tenta entregá-la o próximo, Paula o para.

— Es.. pera… — ela diz entre mordidas, tampando lhe boca. — Isso é muito para mim.

Certo calor emana entre as pernas de Breno.

— Fala sério, mãe. Isso é tudo que você consegue engolir? Tô decepcionado…— ele diz, sentindo-se ousado. Livre e pela primeira vez, desde que começou tudo isso, no controle.

Os castanhos olhos de Paula crescem. Ela encara o filho, séria. Incitada. Uma estranha gelidez vindo de seu estômago. Esse… “pirralho”... realmente disse isso a ela?

— Isso é jeito de falar com a sua mãe?! — ela diz em tom humorado — Vamos ver o quanto VOCÊ consegue engolir, então! — Paula bruscamente agarra o pacote da mão do filho, retirando um punhado de balas, tentando forçá-las em sua boca.

Risadinhas escapam Breno. Ele agarra os braços da mãe, tentando contê-la, mas ela resiste. Projeta o corpo para frente, na tentativa de continuar, mas ele é capaz de usar seu próprio peso contra ela, forçando-a deitar. As balas se espalham pelo sofá e pelo chão.

— Olha a bagunça que você tá fazendo, garoto. Vai dar rato e barata.

Os cabelos recaem espalhados ao redor da cabeça dela. Rostos se encontram a menos de um palmo de distância. Embora Paula faça força, e tente escapar, a pegada do filho é mais forte. Suas mãos lhe agarram os pulsos, e ele é capaz de fincá-los, com pouco esforço, mas cheio de vigor, contra o sofá.

Ùmidez toma sua roupa íntima. Exposta e vulnerável, os olhos transitam entre os ombros largos do filho. As veias destacadas em seus braços e os músculos esbeltamente delineados. Quando havia se tornado esse homem?

— Vai se comportar? — pergunta Breno, adorando a situação. A posição de submissão da mãe mediante ele.

A mais sútil das contrações vêm do feminino de Paula. A fazendo sentir drogada — em outra realidade.

— Me obriga — ela diz, com os olhos repletos de malícia. Uma necessidade quase infantil de ser petulante e posta em seu lugar.

Os dois se observam; se estudam, em silêncio por um alguns momentos. Então, o corpo fala. A quentura age na pele e as vontades da carne gritam — reverberam mais alto que qualquer coisa no mundo.

Eles não pensam ou avaliam — e quando percebem, lábios se encontram. Línguas pressionam-se, cheias de calor. Repletas de intensidade e desejo. As pernas de Paula se fecham ao redor da cintura de Breno, o aprisionando; os dedos dele deslizam pelas coxas dela, apreciando toda a fartura de sua carne. O formato de seu corpo.

Os braços da mãe se entrelaçam pelo pescoço do filho. Cresce o membro de Breno, que rapidamente ganha imenso volume. Mesmo sob roupas, sexos esfregam-se com vontade. Desespero. Uma urgência quase obsessiva por menos panos e mais contato; mais partes se tocando.

Enquanto a mão direita de Paula escorrega para dentro da bermuda de Breno, apertando seu traseiro, a dele agarra a calcinha da mãe, de uma só vez puxando-a para baixo. Na mesma rapidez, Paula move as pernas, facilitando o movimento da cria.

— Eu vou socar essa buceta com força — ele sussurra bem próximo no ouvido dela, levando um dedo ao traseiro da mãe.

Um choque. O corpo dela imediatamente espasma. Os braços instintivamente pressionam o filho ainda mais contra ela; mas conforme a mente decola, também volta ao passado.

“Eu vou socar essa buceta com força”, a voz de Arthur ressoa como múltiplos ecos na cabeça de Paula.

“Eu vou é socar essa buceta com força”...

“...Socar essa buceta com força”...

“Com força…”

“Vou socar essa buceta com força…”, as vozes do filho e do enteado se misturam. Se embaralham. Se tornam uma.

Breno levanta a camisola da mãe, sedento. Maravilhado pelo tamanho, formato — pela cor daquela volumosa vulva por onde veio ao mundo. Incapaz de acreditar que finalmente vai reivindicar como homem, o que um dia fora seu como feto.

Os olhos de Paula dilatam; ela paralisa. Os paralelos seguem presos em sua mente, se repetindo de novo e de novo… A frase, o dedo em seu reto… porque é tudo tão familiar?

O filho separa as pernas da mãe, introduzindo o rosto em sua cavidade. Ela geme; faz uma careta de prazer e se arrepia… mas os pensamentos não a abandonam… continuam aqui, a atormentando…

Então volta a ela… o dia pedindo Breno pela lista de mercado. Seu diário. A aproximação deles. Aperitivos na boca e a súbita mudança de comportamento nas últimas semanas…

“Fala sério, mãe. Isso é tudo que você consegue engolir? Tô decepcionado…”

Cálida e úmida, a língua de Breno pincela o sexo de Paula. Ela reside neutra, encarando o teto — e embora molhada, o tesão pouco a pouco abandona a mãe, dando lugar para nada, mas dúvidas. Uma sensação quase clínica ao ser tocada no íntimo, e desconfianças do filho…

Foi usada… — os olhos se espremem, em suspeita — o tarado invadiu seu espaço, leu seu diário e usou aquilo para confundi-la, abaixar sua guarda e… colocar a boca entre suas pernas, na primeira oportunidade que teve.

— Filho da puta… — ela diz. A língua do filho ainda deslizando por seu sexo.

Com as mãos agarradas às coxas da mãe, o rapaz ergue a cabeça por um segundo.

— An?

— Seu filho de uma puta! — Paula levanta a voz, lhe empurrando. — Sai! Sai!

Breno sutilmente recua. Sua confusão estampada no rosto. Conforme Paula se senta, os pés tocam o chão. O álcool perde efeito. Os dedos vão à testa e ela se dá conta de onde está. Do que fez e o quão longe foi…

Lágrimas a enchem os olhos; esteve segundos — meros momentos de transar com o próprio filho. E se não tivesse pensado… percebido o padrão… então…

— Mãe… — Breno diz, com uma voz branda. O coração apertado. — Eu fiz alguma coisa que você não gostou?

Levando as mãos ao rosto, ela suspira. Ajeita os cabelos e se vira para ele. Sentindo-se exposta. Um pedaço de carne. O que fez? Como errou tanto na criação desse garoto?

— Você sabe exatamente o que você fez, seu merdinha! — Paula diz, secando os olhos. Enojada por si mesma, enojada pelo filho e pelo o que fizeram.

Ela se ergue. A falta da calcinha, de repente, mais evidente, graças à brisa do ventilador contra sua pele.

— Você leu o meu diário e pensou o que? Que por que o outro teve um pouco você ia tirar uma casquinha também? — questiona ela. — Da sua própria mãe?! Qual o seu problema? Você é doente—algum tipo de tarado, ou algo assim?

Palavras abandonam Breno. Por mais que queira e busque se explicar — a voz o deixa. Pensamentos não se agrupam, e ele acaba por observar Paula, sem dizer nada.

Como justificar ser atraído pela única mulher no mundo que você não deveria? Fantasiar com suas curvas. Pensar em seus belos seios e traseiro durante banhos, antes de dormir e ao acordar também. Como explicar que seus orgasmos mais intensos vieram não de quedinhas da escola ou de namoradas, mas de fantasias dele a possuindo. A penetrando e adorando seu corpo. Conviver com isso é simplesmente doloroso — como uma tortura dos céus ou um castigo do destino. Claro—claro que o universo escolheria a mulher mais atraente do mundo para ser sua mãe…

Com o silêncio que fica, Paula se retira. Uma fechadura ecoa contra a porta e é Álvaro que chega. Ao passo que seu dedo vai ao interruptor de luz, Breno rapidamente cobre a calcinha bege da mãe com uma almofada.

— Que bagunça — afirma o padrasto, observando as balas caídas no chão e os lençóis espalhados. — Tudo bem por aqui?

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Comentários

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Não tem como, o tesão toma conta, tive uma relação com uma madrasta também, e uma delícia.

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